O advogado, o acordo e o filho
Eu tava grávida de quatro meses quando o pânico bateu de verdade. O Ricardo não parava. Mensagens todo dia, vídeos antigos, ameaças novas: “Se você não vier me ver, mando tudo pro Eduardo, pra família, pros seus filhos. Quero foder essa barriguinha grávida.” Eu ficava molhada só de ler, mas o medo era maior. Não aguentava mais. Contratei um advogado na hora. O Dr. Marcelo era frio, profissional. Mostrei todos os prints, todos os vídeos que o Ricardo guardava.
— Isso é chantagem qualificada — disse ele na primeira reunião. — Vamos mandar uma notificação extrajudicial hoje. Se ele mandar qualquer coisa, eu acabo com ele na Justiça. Você não vai mais viver com medo.
No mesmo dia o advogado mandou a carta. Ricardo leu e surtou. Me ligou gritando:
— Sua vadia! Você acha que um advogado vai me parar? Eu te comi por seis meses, te engravidei, e agora você corre pro corno?!
Eu respondi tremendo, mas firme:
— Acabou, Ricardo. O filho é do Eduardo. Eu fiz o exame de DNA pré-natal. É dele. Você não tem mais nada contra mim.
Ele desligou. Nunca mais mandou nada. O advogado tinha funcionado. Eu tava livre… mas ainda tava perdendo o Eduardo.
Ele tava morando metade do tempo na casa da Clara. Chegava em casa só pra ver as crianças, me olhava com cansaço e saía de novo. Eu fiquei louca de ciúmes. Uma noite, quando ele veio buscar roupa, eu o encurralei no quarto. Barriga já aparecendo, seios inchados, buceta latejando de tesão e desespero.
— Eduardo… para — pedi, voz rouca. — Eu sei da Clara. Eu sei que ela cuida de você. Eu sei que eu te destruí. Mas o filho é seu. Eu fiz o exame. É seu, amor. Seu sangue. Seu filho.
Ele parou, olhos arregalados. Eu me aproximei, tirei a blusa, mostrei os seios pesados, mamilos escuros e duros.
— Eu deixo você ficar com ela — continuei, caindo de joelhos na frente dele. — Pode comer a Clara quando quiser. Pode dormir com ela. Mas você volta pra casa. Todo dia. Toda noite. Porque esse filho é seu e eu preciso de você aqui.
Eduardo ficou parado, pau já marcando a calça. Eu baixei o zíper dele, tirei o pau duro pra fora e engoli tudo, babando, olhando pra cima:
— Me deixa ser sua esposa de novo… me fode enquanto pensa nela… me puni com esse pau que eu traí… mas volta pra casa, amor… por favor…
Ele segurou meu cabelo com força e fodeu minha garganta, estocando fundo, lágrimas de raiva e alívio nos olhos:
— Você tá grávida do meu filho… e ainda me pede pra eu ter amante? Porra, Mariana… você é louca…
Ele me levantou, me jogou na cama, abriu minhas pernas e meteu na buceta encharcada. Estocadas, mão na minha barriga:
— Isso… toma o pau do pai do seu filho… enquanto eu como a Clara, você vai sentir meu cheiro quando eu voltar pra casa todo dia. Grita pra mim que você aceita isso, vadia!
— Eu aceito! Me fode, Eduardo… me enche de porra enquanto você pensa nela… eu sou sua esposa… a mãe do seu filho… ahhh, mais forte, amor! Me arromba!
Eu gozei gritando, apertando o pau dele, barriga tremendo. Ele gozou rugindo, jorrando quente fundo, marcando território dentro de mim.
Depois, deitados, suados, ele me abraçou forte pela primeira vez em semanas:
— Eu volto pra casa. Todo dia. A Clara pode ser minha amante… mas você é minha mulher. A mãe do meu filho. E eu vou te comer toda noite, sabendo que você aceitou isso pra me ter de volta.
Eu chorei de alívio e ciúmes, beijando o peito dele:
— Eu aceito, amor… desde que você volte. Eu te amo. E esse filho é seu. Só seu.
As crianças sentiram a mudança. Lucas me abraçou e disse baixinho:
— O pai voltou pra casa de vez, né mãe?
Sofia só sorriu, aliviada.
Ricardo sumiu depois da carta do advogado. O advogado garantiu que os vídeos foram deletados.
Agora o Eduardo sai às vezes pra encontrar a Clara. Volta cheirando a ela, pau ainda meio duro. Eu o espero pelada na cama, buceta molhada de ciúmes. Ele me come devagar, contando às vezes o que fez com ela, e eu gozo apertando ele, gemendo:
— Me fode com o pau que comeu ela… me enche, pai do meu filho… eu sou sua…
Ele volta pra casa. Todo dia. Porque o filho é dele. Porque eu contratei o advogado que calou o Ricardo. E porque, no final, eu aceitei dividir ele… pra não perder ele nunca mais.
Eu sou a esposa grávida. A mãe. A mulher que deixou o marido ter amante… mas que o trouxe de volta pra cama toda noite.
E eu nunca estive tão molhada de amor, ciúme e alívio ao mesmo tempo. (parte 15 o celular tocou de um número desconhecido)