Acordei tarde, por volta das 11h da manhã. Meu corpo estava destruído. O cu latejava, inchado e dolorido, a buceta sensível, os seios marcados por chupões e tapas. A porra seca de vários homens ainda colava em partes da minha pele. Eu mal conseguia me mexer na cama. O cheiro de sexo e suor impregnava o quarto inteiro.
Levantei devagar, gemendo baixo de dor. Fui até o banheiro para me limpar. Abri a porta e congelei.
Seu Augusto estava lá, completamente pelado, de pé em frente ao espelho. Ele segurava uma gilete na mão e passava com cuidado na base do pau imenso, depilando os pelos. O pau dele, mesmo mole, era monstruoso — 25 cm de comprimento, grosso, venoso, a cabeça larga e pesada balançando entre as pernas musculosas.
Ele me viu pelo espelho e sorriu devagar, sem nenhuma vergonha.
— Desculpa… eu não sabia que tinha alguém — murmurei, já recuando.
— Volta aqui — ordenou ele, a voz grave e autoritária. — Termina isso pra mim.
Eu sabia o que viria. E, pela primeira vez, não lutei. Estava começando a aceitar o meu novo destino de puta da família.
Ajoelhei-me no chão do banheiro, peguei a gilete da mão dele e terminei de raspar aquele pau imenso com cuidado. Minhas mãos tremiam. O pau dele começou a endurecer enquanto eu passava a lâmina. Quando terminei, ele estava completamente liso, duro como pedra, a cabeça brilhando.
— Vem cá — disse ele. — Eu ainda não experimentei essa buceta.
Ele me virou de costas, me colocou de quatro apoiada no vaso sanitário e se posicionou atrás de mim. Sem preliminares, segurou meus quadris e enfiou o pau enorme na minha buceta de uma vez.
Eu soltei um gemido longo, abafado. Era imenso. Duro. Chegava mais fundo que qualquer coisa que eu já tinha sentido. Ele começou a meter com força bruta, estocadas profundas que faziam meu corpo balançar. Doía, mas era um dor gostosa, dilacerante. Eu me soltei um pouco mais. Comecei a gemer de verdade.
— Isso… geme pra mim, puta… — grunhia ele, metendo cada vez mais fundo.
Eu rebolava minha bunda grande contra aquele pau, empurrando para trás, querendo sentir tudo. O pau dele batia no fundo do meu útero, abrindo-me completamente. Eu gemia alto, sem conseguir me controlar.
“Estou virando uma puta… eu não queria virar uma puta…”, pensei, mas o prazer era maior que a vergonha.
Ele meteu mais alguns minutos, depois puxou o pau e mandou:
— Chupa. Quero gozar na sua boca.
Eu me virei, ajoelhei e chupei aquele pau monstruoso com vontade, engolindo o máximo que conseguia. Ele gozou forte, enchendo minha boca de porra grossa e quente. Eu engoli tudo, tossindo um pouco.
Depois ele insistiu em me dar um banho. Ensaboou meu corpo inteiro com as mãos grandes, apertando meus seios, minha bunda, passando os dedos no meu cu ainda dolorido. O pau dele já estava duro de novo.
Eu queria sair dali o mais rápido possível. Mas foi quando alguém gritou meu nome do lado de fora:
— Cristiane!
Era João.
— Já vou! — respondi, pegando a toalha às pressas.
Seu Augusto se decepcionou, resmungando:
— Já ia te comer de novo…
Saí do banheiro enrolada na toalha e fui para a varanda.
O que eu vi me deixou sem ar.
Aline estava de quatro no sofá da varanda, nua, gemendo alto. João, os dois irmãos dele e o sobrinho formavam uma fila atrás dela. Um dos irmãos metia na buceta dela com força, tirando e enfiando o pau grosso. Os outros gritavam em volta:
— Vai, mete! Mete essa puta!
— Isso, irmão! Rasga ela!
Os paus deles eram todos iguais: grossos.
Eles se revezavam nela sem parar. Quando um cansava, o outro tomava o lugar. Aline gemia como uma louca, o corpo branco sacudindo.
João me viu e sorriu.
— Chegou na hora certa. Vem cá, filha da puta. Coloca essa buceta e esse cu pra jogo.
Ele apontou para o chão da varanda.
— De quatro. Agora.
O sobrinho se aproximou primeiro. Me jogou de quatro no chão de madeira e enfiou o pau grosso na minha buceta por trás. Eu soltei um gemido abafado. Ele começou a meter com força, batendo fundo.
Seu Augusto chegou logo depois, vendo a cena.
— Essa boca é minha — disse ele, parando na minha frente e enfiando aquele pau de 25 cm na minha garganta.
Eu chupei, engasgando, enquanto o sobrinho me fodia por trás. Os dois irmãos e João assistiam, batendo punheta.
Depois eles mandaram Aline se aproximar. Ela veio engatinhando, o corpo coberto de porra. João ordenou:
— Chupa a buceta dela enquanto o sobrinho fode.
Aline obedeceu. Sua língua quente e habilidosa começou a lamber minha buceta enquanto o sobrinho metia em mim. Eu gemi alto, o prazer me dominando. Depois eu fui obrigada a chupar a buceta dela também, enquanto os homens nos usavam.
Em seguida veio a fila no cu.
Eles começaram com Aline. Um depois do outro enfiava no cu dela, metendo fundo, batendo forte. Depois foi minha vez. Eu estava de quatro, a bunda grande empinada. O primeiro irmão cuspiu no meu cu e enfiou. Doía, mas eu aguentei. Depois o outro irmão. Depois João. Depois o sobrinho. Depois Seu Augusto novamente.
Eles me foderam o cu sem piedade, alternando, enchendo-me de porra.
No final, me jogaram no meio da varanda junto com Aline. Os cinco homens formaram um círculo ao nosso redor e gozaram em nós.
Jatos grossos, quentes, intermináveis. Na nossa cara, nos nossos seios, na nossa barriga, no nosso cabelo, na nossa buceta aberta, no nosso cu arrombado. Era muita porra. Escorria por todo lado. Éramos duas putas cobertas de esperma, jogadas no chão como porcas no chiqueiro, como uma privada pública de porra.
João olhou para mim de cima, o pau ainda pingando, e disse com um sorriso cruel:
— Puta da família.
Eu fechei os olhos, o gosto de porra na boca, o corpo inteiro coberto de sêmen, o cu e a buceta latejando.
E soube, naquele momento, que minha vida antiga tinha acabado para sempre.