minha primeira vez não foi como eu queria

Um conto erótico de Adriana
Categoria: Heterossexual
Contém 1191 palavras
Data: 14/04/2026 08:37:49
Assuntos: Heterossexual

Olá. Sou a Adriana. Hoje com 30 anos, mais minha vida sexual começou quando eu estava com 16. Apesar de ser um dia inesquecível pra mim, hoje vejo que poderia ter sido bem melhor.

Na época eu namorava o João, um rapaz alto e muito carinhoso, me tratava com muito carinho e atenção. Sempre ficávamos namorando na varanda dos fundos. Nós morávamos numa casa de quatro, cozinha e banheiro. Meu pai abandonou minha mãe logo depois que eu nasci. Filha única e João era meu primeiro namorado. Sou uma pessoa tímida e muito fachada. Nosso namoro era normal como de todas minhas amigas. Já tinha um bom tempo que estava namorando ele quando começou realmente a esquentar. Num desses dias ele puxou minha blusa e beijou meu seio bem próximo do biquinho. Nesse momento acendeu alguma coisa dentro de mim. Foi uma sensação tão agradável que eu soltei a manga da minha blusa e permiti que ele chupasse meu peito pela primeira vez.

Foi nesse dia que eu comecei a conhecer o prazer realmente. Depois desse dia sempre acontecia algo novo. Eu passei a segurar e apertar seu pau até aí por cima da roupa. Mais podia sentir ele perfeitamente. Aquilo foi me deixando curiosa. Alguns dias se passaram e ele dessa vez começou a passar a mão na minha buceta forçando minha calcinha contra meus lábios vaginais. Eu perdia o controle quando ele fazia isso.

Foi um dia maravilhoso quando ele colocou seu pau pra fora e eu peguei nele sentindo toda sua plenitude. Nesse dia ele pegou minha mão e começou a fazer com que eu punhetasse ele até que ele gozou jorrando porra no chão.

Eu senti ele pulsando na minha mão e os jatos saíam. Foi uma visão realmente magnífica. Minha mãe nunca foi de ficar em cima vigiando, e a coisa só ia esquentando mais.

Num desses dias eu estava de saía e ele a levantou e colocou seu pau entre minhas coxas. Foi um dia que acendeu de vez meu corpo para a sexualidade. Ele fazia movimentos de vai e vem entre minhas coxas e acabou gozando melando minha calcinha.

Eu sentia seu liguido grosso e viscoso escorrendo pelas minhas pernas. Ele acariciando meus peitos enquanto gozava tão perto da minha buceta foi a gota d'água.

Eu tinha ficado com um tesão incontrolável naquele dia, depois que ele foi embora e eu deitei aproveitei que minha mãe já estava dormindo e me toquei freneticamente até que gozei.

No final de semana seguinte eu estava eufórica esperando sua chegada, quando vi ele no portão meu coração quase saltou pela boca de tanta saudade e tesão.

Aquele final de semana marcaria minha vida pra sempre. Na varandinha dos fundos não tinha nada, a não ser um banco de madeira antigo que só dava pra uma pessoa sentar e nós sempre ficávamos em pé. E foi assim que maís uma vez ele levantou minha saia que eu tinha colocado de propósito e puxou seu pau pra fora enfiando entre minhas coxas.

Eu abraçava ele enquanto ele acariciava meus peitos com seu pau bem encostado na minha buceta. A calcinha era a única coisa que impedia sua entrada na minha buceta.

Então senti ele levar uma de suas mãos e a puxar de lado. Foi aí que seu pau tocou meus lábios vaginais pela primeira vez. Nunca tinha sentido nada igual. Foi um prazer pleno.

Ele fazia movimentos de vai e vem esfregando seu pau na minha buceta até que numa fração de segundos senti meus lábios vaginais abrirem e ele passou a esfregar seu pau bem na portinha. Não resisti e gozei.

Seu pau forçava a entrada da minha buceta e eu beijava sua boca enlouquecida.

Num movimento desses seu pau forçou mais forte e senti a cabeça entrar um pouco. Foi uma sensação que jamais vou esquecer. Quando ele sentiu que a cabeça tinha entrado parou de se movimentar e ficamos assim por alguns minutos.

Era como se estivéssemos decidindo o que aconteceria daí em diante. Então ele se móvel bem devagar e eu acabei gozando forte.

Continuava somente a cabeça dentro e já estava me deixando louca. Então ele móvel mais um pouco e mais um pedaço entrou. Era uma sensação tão gostosa que eu não conseguia me controlar. Sabia que se continuasse perderia minha virgindade e não teria mais como voltar a trás.

Foi minha a decisão de continuar pois segurei ele pela cintura e o puxei forçando seu corpo contra o meu e mais um pedaço entrou.

Minha buceta estava encharcada e seu pau escorregava facilmente. Foi aí que lembrei da camisinha e falei. Por favor, pelo nosso amor não goze dentro.

Parece que acendeu uma luz de alerta e ele tirou e eu comecei a punhetar seu pau até que ele gozou jorrando sua porra fora.

Naquela noite eu dormi tão bem que minha mãe teve que me acordar no dia seguinte.

A noite ele viria outra vez. Era um domingo. Nesse dia ele chegou meia hora mais cedo do que costumava. Eu já estava pronta e o abracei beijando sua boca como nunca. Minha mãe foi pro quarto sentou na cama e ficou assistindo tv como fazia sempre e nós fomos prós fundos.

Eu mais uma vez tinha colocado uma saía, tive vontade de não colocar calcinha, mais minha mãe com certeza iria desconfiar.

Lá na varanda nos abraçamos e nos beijamos já cheios de tesão.

Ele foi me levando até que encostei na parede e começou a sarar na minha buceta. Seu pau já estava tentando romper o tecido da sua bermuda de tão duro. Ele levou sua mão até minha buceta, puxou a calcinha de lado e começou a brincar com meu grelinho me deixando louca de tesão.

Não demorou e eu gozei tanto que minhas pernas ficaram bambas. Então ele meteu a mão no bolso e tirou uma camisinha me mostrando.

Aquela camisinha era nossa liberdade e dizia que hoje eu iria perder meu cabaço.

Ele puxou seu pau pra fora e colocou a camisinha em seguida puxou minha calcinha de lado e o encostou mais uma vez nos meus lábios vaginais.

Eu estava nervosa mais o tesão me dominava. Senti quando a cabeça maís uma vez forçava a entrada. Ele se móvel de leve forçando um pouco e mais uma vez a cabeça entrou. Podia ouvir minha mãe rindo lá no quarto com alguma coisa na tv. Então ele forçou mais um pouco e assim foi entrando até que senti uma sensação estranha e sabia que era meu cabaço rompendo.

Ele começou num vai e vem bem devagar me fazendo gozar numa sensação plena pois nunca tinha sentido ele tão fundo.

Eu gozei várias vezes até que ele encheu a camisinha gozando dentro de mim. Quando tirou a camisinha estava cheia com seu esperma e suja de sangue indicando que realmente eu tinha perdido meu cabaço e agora era uma mulher.

Passamos a transar todo final de semana sempre com a proteção da camisinha, e sempre de pé. Quando tivemos a oportunidade de ir pra cama foi uma sensação nova e maravilhosa.

Mais aí fica pra próxima.

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Comentários

Foto de perfil de Maezona

Menina... a formaxque tu escreveu me deixou molhadinha. Lembrar a primeira vez penetrada é maravilhoso. Acredito que só quando tirei o cabacinho do meu filho, senti prazer maior que esse!!! Conto maravilhoso. carlamae77@yahoo.com

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