Meu nome é Mariana. Tenho 38 anos, sou mãe de dois filhos quase adolescentes e, há dezoito anos, sou a mulher mais amada e mais desejada do mundo… pelo menos é o que Eduardo, meu marido, me faz sentir todos os dias. Ele é o pai perfeito, o companheiro cúmplice, o amante que conhece cada curva do meu corpo como se tivesse desenhado cada uma delas. Dividimos a vida com carinho: eu saio cedo para o trabalho, ele leva as crianças para a escola. De tarde sou eu quem fica com eles. À noite, quando as luzes se apagam, somos só nós dois – pelados, suados, gemendo baixo para não acordar a casa.
Mas o desejo… ah, o desejo tem vida própria. Começou inocente. Um dia, entre beijos molhados e lençóis embolados, eu confessei que fantasiava com alguém me tocando enquanto ele assistia. Eduardo ficou duro na hora. “Você quer mesmo isso, amor? Quer ser uma puta safada pra mim?” A voz dele rouca no meu ouvido me fez gozar só com as palavras. Dali em diante, as fantasias viraram nosso segredo mais quente. Plugues anais que ele enfiava devagar enquanto me comia por trás, personagens que inventávamos (eu de dançarina de boate rebolando no colo dele, ele de estivador me pegando no canto do quarto), sexo na piscina, no carro, na praia deserta… Tudo testado. Tudo vivido.
Até que uma noite, depois de eu ter gozado duas vezes seguidas com o plug fundo na bunda e o pau dele estocando sem piedade, ele me perguntou baixinho:
— E se fosse de verdade, Mari? Outro pau te comendo enquanto eu assisto… ou até sozinho, sem eu ver tudo?
Meu coração disparou. Senti a buceta pulsar só de imaginar. Engoli em seco e respondi, quase gemendo:
— Tanto faz, amor… Homem, mulher… Qualquer um. Só de pensar em outra boca me chupando, outro corpo me apertando… eu fico encharcada.
Ele me virou de bruços, abriu minhas pernas e me comeu com força, sussurrando no meu ouvido:
— Então você quer virar uma vadia de verdade, né? Quer um pau estranho te arrombando enquanto eu espero em casa com o pau latejando?
Gozei gritando o nome dele, mas na minha cabeça era outro pau me rasgando.
Alguns dias depois ele me passou um conto erótico no tablet. “Lê isso aqui, amor. Só pra gente brincar.” As crianças estavam no videogame, alheios ao mundo. Eu comecei a ler… e o mundo sumiu. A mulher do conto tinha um namorado com a bênção do marido. Ela saía, trepava, voltava molhada e cheia de porra pra contar cada detalhe. Meu clitóris latejava. Apertei as coxas uma na outra, sentindo a calcinha encharcar. As bochechas queimavam. Quando cheguei na parte em que ela chupava o amante no carro e engolia tudo antes de voltar pra casa, eu quase gozei ali no sofá. Meu mamilo estava duro roçando a blusa. Eu me remexi, mordi o lábio, olhei de canto para as crianças. Eduardo me observava com aquele sorriso safado.
Quando terminei, eu estava tremendo. Olhei pra ele com os olhos enevoados de tesão e sussurrei no ouvido dele, rouca:
— Você quer me matar, né? Quase gozei só lendo isso… Eu me vi no lugar dela, Eduardo. Me imaginei de quatro pra outro homem enquanto você espera em casa.
Ele me puxou pelo braço pro quarto. Nem fechei a porta direito. Levantei a saia, baixei a calcinha até os joelhos, me inclinei na cama e abri as pernas.
— Me fode agora, amor. Me fode pensando que é ele me comendo.
Ele me penetrou de uma vez, fundo, sem dó.
— Isso… imagina outro pau te rasgando, Mari. Imagina ele te chamando de puta enquanto eu assisto.
Gozei em menos de um minuto, apertando o pau dele com força. Ele gozou logo depois, gemendo meu nome. Depois, deitados, suados, ele me beijou devagar e perguntou se era só fantasia. Eu sorri, ainda sentindo a buceta pulsar:
— É fantasia… por enquanto. Mas se um dia acontecer de verdade… eu quero que você saiba de tudo. Quero te contar cada detalhe enquanto você me come depois.
O tempo passou. As fantasias ficaram mais pesadas. Eu imaginava fins de semana inteiros sendo fodida por outro, voltando pra casa com a buceta inchada e a bunda marcada de chupões. Eduardo pirava quando eu contava.
Até que um dia, no shopping, tudo mudou.
Eu estava na loja de doces com as crianças quando um homem se aproximou. Alto, voz grave, sorriso perigoso. Chamava-se Ricardo. Conversa leve, brincadeira com os sobrinhos dele. Quando nos despedimos, ele apertou minha mão e deixou um guardanapo dobrado na palma. “Me liga”, estava escrito junto com o número.
Em casa, o guardanapo queimava na minha bolsa. Meu coração batia forte. Culpa e tesão misturados. Liguei. A voz dele era ainda mais grave ao telefone. Ele foi educado, direto, sedutor. Marcamos um café “só pra conversar”. Eu tremia quando desliguei.
Contei tudo pro Eduardo naquela mesma noite. Estávamos pelados na cama. Eu ainda com o gosto da porra dele na boca depois de um 69 delicioso. Ele estava duro de novo só de ouvir.
— Liga pra ele agora — ordenou, voz rouca. — Liga enquanto eu te como com os dedos.
Eu liguei. Ricardo atendeu. Enquanto eu marcava o encontro, Eduardo enfiou dois dedos na minha buceta encharcada e sussurrou no meu ouvido:
— Diz pra ele que você tá molhada só de pensar nele.
Eu não disse… mas gemi baixinho. Ricardo riu do outro lado da linha, como se soubesse.
O primeiro encontro foi só conversa. Café, risadas, olhares que queimavam. No segundo, ele me beijou no carro. Um beijo que começou lento e virou fome. A língua dele invadiu minha boca enquanto a mão subia pela minha coxa, por baixo da saia. Ele apertou minha buceta por cima da calcinha encharcada e gemeu contra meus lábios:
— Caralho, Mariana… você tá pingando pra mim já.
Eu segurei o rosto dele e respondi, ofegante:
— Eu sou casada… mas minha buceta não sabe disso agora. Ela quer você.
No terceiro encontro, fomos ao cinema. Mal vimos o filme. Ele me dedou no escuro da sala, dois dedos entrando e saindo devagar enquanto eu mordia o ombro dele pra não gemer alto. Quando saímos, ele me levou pro apartamento dele.
Na sacada, ele me encostou no vidro, tirou minha blusa, meu sutiã. O vento frio bateu nos meus mamilos duros. Ele chupou um, depois o outro, mordendo de leve. Abaixou minha saia e calcinha de uma vez. Caiu de joelhos e me comeu com a boca ali mesmo, ao ar livre. Língua girando no
clitóris, dois dedos me fodendo fundo. Eu gozei tremendo, segurando o cabelo dele, gemendo o nome dele alto o suficiente pra quem passasse na rua ouvir.
— Quero você dentro de mim — implorei, voz quebrada.
Ele me carregou pro quarto. A cama era enorme. Caímos os dois. Ele me colocou de quatro, abriu minha bunda com as mãos e cuspiu na minha buceta antes de enfiar tudo de uma vez.
— Isso… toma esse pau, Mariana. Toma o pau do homem que vai te foder enquanto seu marido espera em casa.
Ele me estocou com força, batendo fundo, segurando meus quadris. Eu gritava:
— Mais forte… me arromba… me usa como você quiser!
Ele gozou dentro de mim, gemendo meu nome. Eu gozei junto, apertando o pau dele, sentindo cada jato quente me enchendo.
Depois, deitada no peito dele, suada, com a porra escorrendo pelas coxas, eu pensei no Eduardo em casa, esperando. E sorri.
Porque eu ia contar tudo. Cada detalhe. Cada gemido. Cada vez que Ricardo me chamou de puta dele.
E eu sabia que, quando eu chegasse em casa, Eduardo ia me comer ainda mais gostoso… sabendo que outro homem tinha acabado de me encher.