No domingo a noite fui na casa de Helô, ficamos assistindo TV enquanto fumamos maconha, eu fui passar a mão no seu corpo ela me impediu “Não, somos amigos e hoje eu não tô afim.”
Estava com tanto tesão, depois de sábado.
“Aí Helô, para com isso, você vive com tesão.”
Ela fez uma cara de bosta “e por isso se fica se aproveitando de mim.”
“Meu Deus Helô.”
“Meu Deus nada, Eduardo abriu minha mente.”
“De Novo ele.”
“Sim ele, não vou ficar desperdiçando minha vida com beta fracote.”
“Você está me expulsando da sua vida.”
“Enquanto você não colocar uma aliança no meu dedo… acho melhor a gente não se ver..”
Fui direto pra um bar beber só fui embora quando estava cambaleando e sem saber se devo namorar.
Os dias foram passando e saudades só aumentava, parecia uma loucura mas de vez enquanto eu gritava o nome dela a noite “HELÔ” esperando ela responder e nada acontecia, minha mãe estava preocupada pensando que tinha acontecido algo no serviço, mas o problema era o amor.
Um dia saí do serviço e fui no centro da cidade, acabei parando em frente uma joalheria, achei uma aliança linda entrei na loja.
A atendente me mostrou as alianças e me perguntou o número do dedo da minha pretendente, eu simplesmente não sabia, ela me indicou pra medir ou pegar um anel e trazer para ela medir certinho.
Eu não poderia ir bater na porta dela e falar “qual é a medida do seu dedo vamos namorar.”
Simplesmente seria complicado, a melhor forma foi ficar de tocaia perto da sua casa e esperar ela sair e entrar.
Na sexta a noite fiquei de tocaia na frente da casa dela, sabia que ela iria sair minha intuição nunca falha, fiquei das 20:30 até às 22:45 esperando, eu já estava pra desistir quando estacionou um carro e logo após ela saiu e entrou no carro.
Será que ela iria pra alguma festa, rolê ou iria somente transar?
Eu tinha a chave quando entrei a casa dela tinha um cheiro de perfume, meu coração ficou apertado fui pro seu quarto e comecei a abrir as gavetas e cheguei nas roupas íntimas, tinha cada calcinha de putinha, meu pau duro apertando a minha calça, logo eu olhei uma maleta de guardar jóias, tinha muito brinco e alguns anéis e um colar, peguei um anel e precisava sair, o medo me percorria de ser pego, mas sabia que ela iria demorar, fui pro banheiro e tinha uma calcinha enrolada no chão, certamente era a calcinha que tinha usado o dia inteiro de trabalho, peguei ela na mão e por mais errado que fosse a vontade me percorria eu me sentia humilhado por ter me rebaixar a tanto.
E levei a sua calcinha nas minhas narinas, na minha cabeça passou um monte de coisa, (já que isso que te excita faça! Mesmo se parecer meio doentio.)
Eu comecei a me masturbar, imaginando Helô me fazendo implorar para chupar sua buceta, acabei gozando rápido e fui embora deixando tudo como estava.
No sábado de manhã comprei a aliança do tamanho certo a atendente ficou feliz “sua namorada vai amar.”
Saí feliz e como eu iria entregar a Helô?
Muitas dúvidas passaram por mim, devia mesmo entregar? Bom já tinha comprado não tinha como voltar atrás.
O pessoal combinou de ir a uma festa à noite, e Helô confirmou, eu simplesmente pensei (eu irei e vou pedir ela em namoro na festa mesmo.)
A noite me arrumei e fui para festa, pra quem estava ansioso cheguei bem atrasado e fiquei mais afastado dela, ela estava um blusa branca com nó nos peitos mostrando a barriga e um shortinho socado na bunda, sexy demais.
Ficava de longe olhando como tarado, logo os parças chamou pra fumar a gente foi e eu pude tirar ela da cabeça por um momento, a festa estava uma loucura e comecei a andar quando eu esbarrei na Helô, ela acabou me molhando um pouco, eu fui saindo ela foi atrás de mim.
“Tá tudo bem com você?”
“Tô todo molhado.”
“Me desculpa, eu não vi você.”
“Tudo bem.”
“Como está a festa?” Falou Helô com um sorriso.
“Tá legal e você?”
“Meu ex tá aqui, se lembra dele?”
“Se tem um monte, qual?”
“Eduardo.”
“O de ontem?”
“Ele é meu ex? O Eduardo que me engravidou aquela vez.”
“Humm.”
“Já tá com ciúmes, não quis me assumir agora vai não adianta ficar com essa cara.”
“Já que é assim.”
Eu coloquei a mão no bolso e fiquei de joelhos e mostrei a caixinha da aliança, ela olhou para todos os lados e me puxou para um canto mais afastado.
“Você não vai querer fazer isso aqui.”
“Porque não.”
“Porque eu fui ao banheiro com Eduardo e a gente transou.”
“Ah Helô se me quebra.”
“No banheiro não tinha papel e ele gozou dentro de mim.”
“Aí Helô.”
“Uma parte saiu só que ele gozou bem fundo, aí não saiu tudo.”
“Puta que pariu.”
“Não quero que você me peça em namoro aqui, porque eu vou aceitar! Depois se ele falar que a gente transou na mesma festa que você me pediu em namoro e eu aceitei.”
Meu olhos enchiam de lágrimas.
Helô me olhou nos olhos “não chora.”
“Vem comigo.” Eu falei.
Puxei ela pro estacionamento, fomos no meu carro, peguei um rolo de papel higiênico que estava no porta luvas.
“Usa isso.”
Ela sorriu e limpou minhas lágrimas “eu te amo.”
Ouvi ela abrindo o zíper do short quando eu olhei o shorts e a calcinha já estava no joelho, e quando ela estava separando o papel ouvimos passos, Helô entrou no carro. “Vai no banco de trás.” eu falei.
Ela foi, eu fechei a porta do carro, e entrei no banco da frente.“me dá o papel.”
“Eu posso fazer isso.” Falou Helô.
“Me dá o papel.”
Ela me entregou.
“Abre as pernas.” eu falei.
Puxei o seu short chegando aos seus pé, por pra fora.
“Acho que não seria uma boa ideia.” Falou Helô.
“Porque?”
“E se eu fizer força e mija junto perigoso ir aí seu rosto, e até molhar o seu carro de xixi.”
“Então como fazer?”
“Eu puxo com o dedo.” Falou Helô.
“Deixa que eu faço a unha tá grande vai machucar.”
Helô me olhou eu olhei diretamente pra sua bucetinha, estava molhada e vermelha e com os lábios abertos, passei o dedo na sua bucetinha que estava quente e viscosa e acabei colocando meu dedo dentro ela gemeu “tá sensível.”
Eu fui com o meu dedo passando no melado, era o esperma de outro homem, não tinha uma submissão maior que aquela, fui tentando tirar mais não era um esperma grosso, era um líquido, não tinha viscosidade de um esperma, passei o papel no meu dedo e fui de novo e saia todo melado, como se fosse um lubrificante.
“É o esperma dele?” eu perguntei.
“Eu acho que sim, mas eu também tô excitada.”
“Aí fica difícil Helô.”
“Preciso sentir o gosto.”
Ela pegou o meu dedo chupou com uma verdadeira puta, o meu pau ficou como pedra.
“Tem o gosto dele junto com o meu.”
Ela pegou a minha mão e passou o meu dedo na buceta “coloca.”
Eu coloquei ela gemeu gostoso e ele saiu melado, ela levou o meu dedo até a minha boca, eu fui abrindo a boca e lambi meu dedo com o esperma de outro e o dela.
“Aqui.”
Ela passou o dedo na sua buceta, eu sem pensar muito fui indo pra banco de trás, eu sou gordinho então deu um pouquinho de trabalho mais fui, meu pau duro como pedra, peguei nele sentindo o tesão que tanto precisava.
Eu fui abaixando minha cabeça até chegar na sua bucetinha, o calor e o cheiro era um devaneio, e por mais humilhante fosse por ela valia a pena, eu lambi a sua buceta, ela gemeu.
“Vai devagar tá sensível… isso tudo é saudade?” Falou brincando.
Continuei chupando sem parar a sua bucetinha, ela gemia cada vez mais.
“Você sentiu o gosto do esperma dele?”
Essa pergunta me fez parar, olhei para Helô.
“Não para tô quase lá.”
Voltei a chupar era muita humilhação, e Helô gemia cada vez mais, e simplesmente me deu um orgasmo tão forte na minha boca que ela ficou trêmula e toda suada.
“Quero ir pra casa.”
Essas foram as palavras dela, fomos pra casa dela. “Vai passar a noite aqui?” Perguntou Helô.
“Posso?”
“Pode sim.”
Ficamos pelados e deitamos na cama, “Helô porque você deixou ele gozar dentro.”
“Além de corno, é muito curioso né.”
Fiquei em silêncio.
“Não deixei simplesmente aconteceu, ele me segurou firme pela cintura e continuou metendo forte e comecei a sentir o pau dele a pulsar forte, uma vez, duas vezes, três vezes…senti os jatos de esperma batendo diretamente no meu útero, o pau dele é grande então fica pertinho, eu sentia o esperma quente escorrendo dentro de mim, é gostoso e a minha bucetinha apertou o pau dele fazendo sair todo o leite dele, ele ficou parado deixando o esperma bem fundo e quando tirou o mais grosso escorreu pela minhas pernas só que ficou um monte dentro de mim.”
“Você é muito detalhista né?”
Ela põe a mão no meu pau que estava duro como pedra “meu corninho adora esses detalhes.”
“Podemos transar?”
“Amor não basta ter a boca com sêmen agora ter o pau coberto sêmen.”
“Todo mundo te come eu não posso?”
“Semen de outro pau.”
“Você é muito puta mesmo.”
“E você muito corno, no dia que iria me pedir em namoro, a sua namorada perfeita estava transando com outro no banheiro da festa.”
“É meio doentio falar em terceira pessoa.”
Começamos a rir.
“Ah amor, eu transei quarta, quinta, ontem e hoje, cada dia com um cara diferente, hoje eu nem queria transar estava de shortinho, mas o Eduardo me beijou com tanta vontade que eu não resisti.”
“Só um pouquinho.”
“Não amanhã depois que eu tiver com a minha aliança eu transo com você… vem fica de conchinha comigo.”
Ficamos de conchinha meu pau dentro das nádegas dela, eu fiquei dando umas bombadinha pra provocar.
“Quinta feira um homem dormiu aqui comigo, a gente transou muito e desmaiamos, no outro dia acordei ele estava comendo a bucetinha desse jeito me senti violentada, mais com tesão fiz ele gozar rapidinho, agora com você não vou ter esse preocupação de ser violentada a noite caso dormir, pau muito pequeno pra isso.”
“Porque se fica falando essas coisas eu quero gozar comendo a sua bucetinha.”
Ela riu “amanhã.”
Meu tesão ficava cada vez mais acumulado e dormi com ela agarradinho.