Meu nome é Camila. 25 anos. E eu acabei de descobrir que meu marido, o Thiago, me vendeu como uma puta barata pro chefe dele.
Quando li aquela mensagem no celular no caminho de volta do aeroporto… meu mundo desabou. Raiva, vergonha, nojo. Mas também uma coisa quente, molhada, latejando entre as pernas que eu nunca admiti antes. *Ele vendeu minhas fotos pelada. O vídeo de eu me masturbando. Minha bucetinha aberta pro Enzo ver. Eu queria matar o Thiago. Mas ao mesmo tempo… meu corpo traía. Eu tava pingando só de imaginar o Enzo rico, poderoso, olhando pra minha buceta enquanto batia punheta.
A viagem começou assim.
No aeroporto, Enzo foi educado, mas os olhos dele devoravam meu corpo. No avião, quando o avião decolou, ele colocou a mão grande e quente bem no meio da minha coxa. Eu tremi. Quis tirar. Mas não tirei. Meu coração batia forte, culpa queimando no peito:
Sou casada. O Thiago me vendeu… e eu tô deixando esse homem me tocar. Sou uma vadia?
No carro pro hotel, ele parou no meio do caminho e contou tudo. Que comprou as fotos do Thiago. Que pagou pra eu vir. Que queria me comprar.
Eu chorei. Bati no peito dele. Mas a raiva misturava com tesão. Eu gritei:
— Seu filho da puta! Meu marido me vendeu como mercadoria e você comprou! Mas sabe o que é pior? Eu tô molhada pra caralho agora. Molhada de ódio e de vontade de te mostrar o que ele vendeu!
Ele sorriu. Ofereceu dinheiro. Muito dinheiro. Pra eu ficar o final de semana. Pra eu me entregar. Eu aceitei. Não era mais só pelo dinheiro. Era vingança. Era desejo. Era eu descobrindo que talvez… eu tivesse um preço também.
Chegamos no hotel. Quarto com cama king size, luz baixa. Eu tomei banho primeiro, saí só com a camisola vermelha rendada que eu tinha levado “por segurança”. Peitos quase saltando, bucetinha depiladinha marcando o tecido fino.
Enzo sentou na poltrona, pau já marcando a calça. Eu me aproximei devagar, coração acelerado.
— Você pagou caro por isso… então vai ter o que merece.
Coloquei música lenta no celular e comecei a dançar no colo dele. Rebolando devagar, bunda carnuda esfregando no pau duro dele. Tirei a camisola devagar, peitos balançando livres, mamilos duros. Ele gemeu baixo. Eu abri as pernas no colo dele, calcinha fio-dental enfiada na buceta já molhada.
— Olha o que meu marido vendeu pra você… quer tocar? Quer sentir como tá quente e molhada?
Ele agarrou minha bunda com força. Eu gemi, rebolando mais rápido. Tirei a calcinha, mostrei a bucetinha brilhando, lábios inchados, clitóris latejando. Desci a mão e comecei a me masturbar na frente dele, dois dedos entrando e saindo devagar.
— Tá vendo? Isso aqui era só do Thiago… agora é seu. Por dinheiro. Eu sou uma puta agora… e tô adorando.
Ele me jogou na cama. Começou a me chupar. Língua grossa lambendo do cuzinho até o clitóris, sugando forte. Eu segurei a cabeça dele, quadril rebolando na cara dele:
— Isso… chupa minha bucetinha vendida… lambe fundo… ai, caralho, tá tão bom… eu tô traindo meu marido e tô gozando na sua boca!
Ele meteu três dedos fundo, curvando, acertando meu ponto G enquanto chupava o clitóris. Eu gozei pela primeira vez, esguichando na cara dele, corpo tremendo, lágrimas nos olhos de prazer e culpa.
— Eu te odeio… odeio o Thiago… mas não para… me fode com a boca!
Ele não parou. Me chupou por quase vinte minutos, me fazendo gozar mais duas vezes, buceta encharcada, lençol molhado embaixo de mim. Meu conflito interno explodia: *Sou casada… traí… mas nunca gozei assim na vida.*
Quando eu não aguentava mais, puxei ele pra cima. Tirei a calça dele. Pau grosso, veioso, cabeça brilhando de baba. Eu cuspi em cima e engoli tudo de uma vez, garganta apertando, babando inteiro.
— Olha como eu engulo fundo… meu marido nunca teve isso. Você pagou… agora usa minha boca como quiser.
Ele fodeu minha boca devagar no começo, depois mais forte, baba escorrendo pelos meus peitos. Eu gemia com o pau na garganta:
— Me usa… me arromba… sou sua puta comprada…
Ele me virou de quatro. Abriu minha bunda e meteu devagar. Centímetro por centímetro, esticando minha bucetinha apertada. Eu gritei de prazer:
— Ai, porra… tá tão grosso… rasga minha bucetinha… mete tudo, Enzo! Meu marido me vendeu pra você foder… então fode como dono!
Ele começou a socar. Estocadas fundas, brutas, pelve batendo na minha bunda. Barulho molhado ecoando no quarto inteiro. Eu rebolava contra ele, buceta apertando o pau dele, lubrificação escorrendo pelas coxas.
— Mais forte! Me arromba! Quero voltar pra casa com a buceta inchada e cheia da sua porra!
Ele meteu por quase quarenta minutos. Me virou de lado, de frente, me fez sentar e quicar. Eu gozei mais quatro vezes, esguichando no pau dele, corpo convulsionando, gemendo o nome dele alto:
— Enzo… me enche… goza dentro… eu quero sentir você gozando na bucetinha que meu marido vendeu!
Ele gozou forte. Jatos quentes, grossos, enchendo meu útero. Eu senti cada jato, buceta pulsando, leite escorrendo quando ele tirou o pau. Eu desci e limpei ele com a boca, chupando devagar, olhando nos olhos dele:
— Isso… prova o gosto da puta que você comprou.
Dormimos grudados, suados, molhados. No dia seguinte repetimos tudo. Mais lento, mais sujo. Ele me fodeu no banheiro, contra a parede, no sofá, na varanda. Eu gozei tantas vezes que perdi a conta. Minha culpa virou prazer puro. *O Thiago me quebrou… agora eu me quebrei de propósito.*
Quando voltei pra casa, Thiago estava na porta, ansioso. Eu entrei com a mala, cabelo bagunçado, corpo marcado de chupões escondidos, bucetinha ainda latejando e vazando um pouco da porra do Enzo.
Ele me olhou. Soube na hora.
— Camila… o que aconteceu?
Eu sentei no sofá, abri as pernas devagar, shortinho subindo. Mostrei a calcinha molhada, manchada.
— Aconteceu o que você vendeu, Thiago. Ele me fodeu. Me comeu a noite inteira. Me fez gozar como você nunca fez. E eu amei. Cada estocada. Cada gozada dentro de mim.
Ele ficou branco. Eu continuei, voz fria mas tremendo de emoção:
— Eu te amo… mas você me transformou numa puta. E agora eu sei o meu preço. O Enzo pagou alto. E eu vou continuar vendo ele. Porque pela primeira vez na vida eu me sinto viva. Desejada. Fodida de verdade.
Thiago caiu de joelhos, chorando, pedindo perdão. Eu olhei pra ele sem raiva… só pena.
— Acabou, Thiago. O casamento acabou no dia que você vendeu minha buceta. Eu vou embora. Vou morar sozinha com o dinheiro que você ganhou me vendendo. E se o Enzo quiser continuar comprando… eu vou deixar.
Levantei, peguei a mala e saí. Sem olhar pra trás.
O preço foi pago.
O casamento… destruído.
E eu? Eu finalmente descobri o meu próprio preço.