Minha esposa foi enrabada por outro macho

Um conto erótico de Denar
Categoria: Heterossexual
Contém 1486 palavras
Data: 13/04/2026 15:52:31

Quando me separei para morar com uma outra mulher foi assim eu 35 anos minha esposa M 31 anos 1,65m 45 kg morena cabelos pretos ao meio das costas seios P e bumbum M , bucetinha capô de fusca peludona aparado só ao redor da boquinha , ruim de trepadas .

Conheci muitas mulheres mas quando dei de cara com A 18 anos 1,68m 45 kg branca , seios e bumbum P cabelos castanhos longos a altura do bumbum uma modelo sorriso lindo me apaixonei na primeira trepada , foi algo hipinotizante não conseguia deixar essa menina minha esposa pouco se lixa pra mim eu não tiro ela da cabeça , aliás das duas cabeças, comecei fodendo de camisinha por loucura tirei um dia a camisinha e cospi dentro foi fatal enchi ela a barriguinha chapada cresceu eu não tive dúvidas fui morar com ela abandonei tudo , casa , esposa e muito mais mas fui .

Morando com a garota conversando ela me disse meu ex namorado tirou minha virgindade da bucetinha quando namoraram , fiquei na minha nada falei mas guardei , outro dia ela diz minha amiga fulana a gente era colada só juntas ela namorava o XX um dia cheguei na casa dela estavam os dois transando me chamaram eu não quis de início mas vendo os dois pelados entrei na deles o XX comeu nós duas desse dia pra frente fodiamos os 3 juntos ele comia buceta e cuzinho dela eu não dei o cuzinho.

Porra fiquei de cara com essa conversa mas ela agora morando comigo grávida eu a amo e o passado não nos interessa , a vida continua e boa eu agora casado com uma novinha linda uma gata e a barriguinha chapada foi crescendo até que chegou o momento que nasceu nosso filho e a gente cuidando juntos ela é uma mulher agora exemplar com dignidade respeito e trabalhando junto é o que interessa e o tempo foi passando ela tinha 18 e de repente já tinha 28 anos e eu também fui amadurecendo bem na frente dela e de repente com esses 28 anos eu comecei sentir uma mudança no comportamento ela que não discutia comigo Agora começou arrumar umas discussões arrumou uma depressão aquele sexo que era gostoso já não tinha mais eu durante todo esse tempo eu sempre tentei comer o cuzinho dela mas nunca deu.

E o tempo foi passando eu fui desconfiando que tinha algo de errado porque eu ia trabalhar de manhã e ela se arrumava toda comprou vários fio dental diferentes muito bonita sempre arrumada saía passava no meu trabalho e eu tentando descobrir o que estava acontecendo.

Numa noite eu tomei banho e deitei na cama e ela tomou banho e veio também deitou na cama e ela me procurou para transar começamos uma transa gostosa de conchinha bem suave e de repente ela tirou o cacete da xoxota e colocou na porta do cuzinho falou para mim você quer eu falei lógico que eu quero ela disse passa gel e aproveita toma o porre mas bem devagarinho tá l eu falei tudo bem passei gel no anel e na vara , ela novamente falou coloca devagarinho e eu assim eu fiz coloquei a cabeça na porta senti que estava trancando e tentando abrir falei Relaxa ela deu uma relaxadinha eu fui devagarinho sentindo a cabeça entrar e o anel apertando a cabeça de repente a cabeça deu um pulo para dentro o anel travou e ela já gritou para para para para para para para não não empurra não empurra não empurra tá doendo tá doendo tira amor tira amor tira amor eu não queria tirar nesse momento você não consegue tirar eu falava calma calma calma e ela dizia não empurra não empurra se você empurrar eu nunca mais te dou e nisso a gente ficou travado a cabeça porque o anel ele apertou de um jeito que chegava a doer a vara e eu pedia para ela relaxar e ela dizia não você vai empurrar e se você empurrar você nunca mais vai comer eu peguei Fiquei com tanto tesão de ver ela Implorar para mim tirar que eu gozei enfia o anelzinho dela porra .

Então não consegui deslacrar fiquei de boa ela diz outro dia a gente tenta e assim eu cacete dentro e eu falei relaxa um pouco e ela deu uma relaxadinha eu tirei para fora e tomamos banho ela reclamou que doeu um pouco passado dois meses eu estava lá deitada novamente e ela veio tomar banho deitou começamos a brincar na xoxota e de repente ela lá novamente me tira a vara da xoxota coloca na porta do anel e disse para mim você quer eu disse Claro que eu quero Então disse passa gel e coloca devagarinho Vamos tentar hoje então eu lubrifiquei o anelzinho lubrifiquei a vara coloquei novamente na portinha e ela disse para mim devagar você não me empurra de uma vez é devagarinho então de conchinha eu fui empurrando e eu senti quando o anelzinho dela engoliu a cabeça fez um barulhinho e ela disse para mim para amor para para para para não empurra não empurra não empurra eu fiquei parado e o anel travou de novo a cabeça e ela foi se ajeitando levou as mãos para trás que dizendo para mim fica quietinha não empurra e pegou uma mão de um lado da minha bunda a outra mão do outro lado e disse para mim fica quietinho amor fica quietinho eu fiquei quietinho ela segurou forte na minha bunda e deu uma bundada para trás que entrou até o pé da vara no anelzinho dela ficou só as bolas de Fora e ela falou gostou amor eu falei porra adorei mas no momento eu já imaginei alguém fez o anelzinho dela por aí .

Então passou e eu continuei assim comendo o anelzinho uma vez na semana e desconfiado né E alguém fez o anelzinho dela quer dizer desconfiado mas com certeza Então ela disse para mim amor eu vou na casa da Luana era umas 8 horas da noite e ela foi quando ela retornou entrou para o banheiro tomou um banho veio deitar na cama nua a xoxota lisinha eu dei uns beijo no meio e os peitos dela e desci a boca lá para felicidade louco de tesão eu queria mesmo chupar quando eu levei a boca na xoxota que eu lamber a xoxota virilha tudo ao redor da gostosa e eu fui no grelo a hora que eu passei a língua no grelo e eu abocanhei para chupar ela disse para mim para amor para para não faz isso tá sensível tá sensível demais então minha esposa havia saído e alguém chupou ela nessa saidinha que ela deu olhei no grelinho dela ele estava vermelho igual pimenta uma bolinha quem chupou acho que chupou demais chegou a ficar inchado tava uma bola mas tudo bem eu trepei com ela isso até hoje eu tenho na minha mente alguém chupou ela aquela noite.

Parei no meio desta história pra bater uma punheta pois da tesão demais lembrar disso.

E assim várias coisas eu fui observando tentando descobrir tentando pegar mas eu não conseguia depois veio alguns fatores onde eu descobri que aquele primeiro namorado dela que tirou o lacre da xoxota agora já estava comendo ela três anos tirou o lacre também do anelzinho dela enquanto eu trabalhava ela ia de manhã para casa dele e ficavam até mais ou menos às 11 horas da manhã depois ela passava no meu trabalho e vinha embora comigo final da história depois eu fui Ligando os fatos e fui descobrindo por fim assim como muitos passam hoje no casamento eu passei muitas vezes ela saiu trepou veio para casa e eu chupei ela gozada eu não sabia na verdade eu limpei muito ela cálculo que seria um fetiche dela vir cheia de leite e pedir pra mim chupar pois cálculo que eram fetiche ele colocava o leite e eu tirava o leite e ela ainda me dava o leite dela também para mim tomar tudo mas tomei sem saber.

Por fim fui descobrindo outras coisas a irmã dela saiu com um casal e disse para mim sua mulher saiu comigo e com um casal então o marido e a mulher também pegou minha esposa Por fim eu tive que me separar pois ela estava ligada no ex-namorado dela e fim dou ficando com ele sendo mulher dele não deu certo ela pegou o marido da amiga dela aquele cara que comia ela e a amiga separou da amiga e está morando com ela retornou ao passado as origens dela e ele finou e enchendo ela ela ganhou até um neném eu continuo minha vida tem outra namorada já passou esse tempo e assim eu digo minha esposa era uma santa do pau oco eu confesso para você que já bati muita punheta pensando nisso .

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 2 estrelas.
Incentive Denar a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários