Como Eu Fodi Com Meu Filho - Capítulo 16: Meu Filho Se Esfregou em Mim de Uma Forma Diferente

Um conto erótico de Marta, a Mãe Reprimida
Categoria: Heterossexual
Contém 4796 palavras
Data: 12/04/2026 23:41:28

O dia foi um exercício exaustivo de equilibrismo sobre arame farpado. Passar aquelas horas à mesa com Manuela, discutindo trivialidades sobre o treino dela e planos para o futuro, enquanto o sabor metálico e o arrebatamento de Miguel ainda pareciam queimar a minha garganta, foi a maior performance da minha vida. Eu acreditava, tolamente, que o café da manhã tinha sido a quitação de uma dívida, um ponto final estratégico. Mas bastaram dez minutos de convivência para eu perceber o erro: eu não tinha comprado a minha liberdade; eu tinha apenas entregado a Miguel a chave mestra da casa.

​Ele não me deu trégua. Durante toda a tarde, Miguel se transformou em uma sombra persistente e invasiva. Ele me cercava em cada cômodo, testando os limites da nossa nova e perigosa geografia doméstica. Na cozinha, enquanto eu buscava um copo d'água, senti o corpo dele subitamente colado às minhas costas, uma "encoxada" deliberada que me prensou contra a pia. Ele fingia buscar algo no armário, mas o calor do seu tronco e a pressão da sua ereção contra as minhas nádegas eram um recado claro.

​— Licença... mãe — ele murmurou, a voz falhando por um segundo, o hálito quente na minha nuca enquanto ele se demorava mais do que o necessário naquela pressão bruta.

​No corredor, ele não pedia passagem; ele esperava que eu passasse para que pudesse roçar o corpo no meu, forçando um contato que fazia minha pele formigar sob o tecido da roupa comportada. Era o comportamento de um moleque que acabara de descobrir um poder e não sabia como dosá-lo, exagerando na agressividade para esconder o tremor nas mãos. Cada vez que nossos olhos se cruzavam diante de Manuela, eu via o brilho triunfante e assustado de quem sabia que eu era refém do silêncio.

​Quando a noite finalmente caiu, o silêncio da casa tornou-se ensurdecedor.

​Eu estava no meu quarto, terminando de me trocar. A seda negra deslizou pelo meu corpo com uma fluidez quase líquida, uma carícia gélida que me fez estremecer antes mesmo de qualquer toque humano. Eu havia escolhido aquela camisola sob o pretexto hipócrita do conforto, mas o espelho da penteadeira não aceitava disfarces. O tecido era de uma gramatura perigosamente fina; sob a luz âmbar dos abajures, ele se tornava uma película semitransparente que não escondia, mas editava a minha nudez para torná-la ainda mais gráfica.

​Meus seios, livres de qualquer sustentação, eram denunciados pela trama leve da seda. O decote profundo em "V" mergulhava até o limite do estômago, deixando o arco interno de cada seio à mostra, enquanto o tecido se moldava perfeitamente à aréola, destacando meus mamilos que, traídos pela adrenalina do dia, apontavam com uma crueza que eu não conseguia aplacar. Cada respiração minha fazia o brilho do cetim subir e descer, enfatizando o volume e a maciez que a gola alta do dia tinha tentado sufocar.

​Ao me virar levemente, vi como a peça tratava meus quadris. A seda caía em um corte enviesado, abraçando a curva da cintura antes de se expandir sobre a linha das minhas nádegas. Não havia folga; o tecido parecia colado pela eletricidade estática da minha própria pele, desenhando o contorno exato de cada banda da minha bunda, revelando onde a calcinha de renda terminava e a carne começava.

​A barra da camisola terminava no meio das minhas coxas, um convite visual que interrompia a escuridão da seda para exibir a palidez da minha pele. A cada passo mínimo, o corte lateral da peça subia, revelando o início da curva externa da coxa, onde o músculo ainda estava tenso pela memória das pressões sofridas na cozinha.

​Eu me aproximei do reflexo, pretendia encontrar uma mulher cansada, mas o que vi foi um espetáculo de vitalidade predatória. Minha pele tinha um viço novo, uma iluminação que vinha de dentro, fruto daquela consciência de estar sendo observada e desejada por um animal que eu mesma criei. O cinismo que me protegeu o dia todo estava esgotado, substituído por uma vaidade sombria. Eu nunca me senti tão bonita, tão perigosamente viva; a depravação tinha me dado um brilho que nenhum creme caro conseguiria emular.

​— Olhe para você — sussurrei para o meu reflexo. — Você está radiante. É a corrupção, Marta. Ela te cai muito bem.

Eu era a própria armadilha, vestida de seda e pronta para ser desarmada.

Ouvir o clique seco do trinco não foi uma surpresa; foi a batida final de um martelo confirmando uma sentença que eu mesma assinei. Pelo reflexo do espelho, vi a porta se abrir devagar, revelando a silhueta de Miguel. Ele parou exatamente no umbral, como se tivesse colidido com uma parede invisível.

​A reação dele foi imediata e visceral. Vi seus olhos se dilatarem, as pupilas engolindo a íris enquanto percorriam o caminho tortuoso da seda negra no meu corpo. Ele ficou paralisado, os braços pendendo ao lado do corpo, os dedos crispando-se contra o tecido do short. A respiração dele, que ele tentava manter sob controle, tornou-se um ruído curto e ruidoso no silêncio do quarto, um som de quem está prestes a perder o oxigênio.

​Aquela paralisia alimentou algo sombrio em mim. Ver o choque dele, a forma como ele parecia hipnotizado pela visão dos meus seios sob a seda e o recorte das minhas coxas, inflou meu ego de uma maneira quase dolorosa. Eu não era apenas a mulher de quem ele se aproveitava; eu era o abismo para o qual ele não conseguia parar de olhar. O tesão que me percorreu foi uma descarga elétrica, uma confirmação de que meu poder sobre ele, embora agora compartilhado, era absoluto em sua natureza erótica.

​Ele tentou dar um passo, mas hesitou, o corpo pendendo levemente para a frente como se fosse cair. Quando ele finalmente falou, a voz saiu em um fiapo, entrecortada por uma insegurança que ele não conseguia mais esconder sob a máscara de "homem da casa".

​— M-mãe... — ele começou, o som morrendo na garganta antes de ele forçar a continuação, tropeçando nas próprias palavras. — Você... você está... eu nunca... eu nunca vi nada assim.

​Ele limpou a garganta, mas a voz continuou instável, oscilando entre o sussurro e o rouco.

​— Essa camisola... ela é... Você... você está linda demais, mãe. É errado... eu sei que é errado, mas... mas você está tão bonita que eu... eu nem consigo respirar direito.

​Ele deu mais um passo, desta vez mais decidido, embora as mãos ainda tremessem visivelmente. Ele estava lutando para manter aquela postura de ombros largos que ensaiara o dia todo, mas o olhar dele — um misto de adoração religiosa e desejo profano — o entregava. Ele era um devoto diante de um altar profanado, e eu, vendo o tremor em seus lábios, percebi que a minha beleza agora era a sua maior tortura.

​— Eu não... não dei permissão para você entrar — disse, sem me virar, sustentando a máscara de autoridade.

​— Permissão? — Ele soltou um riso nervoso, entrecortado. — Você... você colocou isso sabendo que eu vinha. Eu sei que sim. Você quer que eu veja... que eu veja como você está... — Ele hesitou, buscando as palavras, a voz subindo de tom. — Como você está gostosa.

Eu desviei o olhar para o frasco de perfume sobre a penteadeira, forçando um pequeno sorriso cínico, aquela máscara de modéstia que eu usava como uma última linha de defesa.

​— Não exagere, Miguel — respondi, minha voz saindo num tom de falsa repreensão. — É apenas uma camisola velha. Você está vendo coisas onde não existem.

​Pelo reflexo, vi que minhas palavras não o afastaram; pelo contrário, pareceram dar a ele o ímpeto que faltava. Ele deu os passos finais e parou logo atrás de mim. O calor que emanava dele era quase sufocante. Miguel inclinou o rosto, enterrando o nariz na curva do meu pescoço, e inspirou com uma força que me fez fechar os olhos.

​— Você... você cheira tão bem — ele murmurou, a voz abafada contra a minha pele, os lábios roçando o meu lóbulo.

​— É perfume de velha, Miguel — retruquei, embora meu corpo estivesse traindo minha língua, inclinando-se levemente para o toque dele. — Lavanda e pó de arroz. Nada que deveria interessar a um rapaz como você.

​— Não — ele discordou, a voz ganhando uma nota de urgência possessiva enquanto suas mãos subiam pela seda, parando nos meus ombros. — Tem cheiro de... de mulher. De uma mulher que eu quero há tanto tempo que chega a doer.

​Ele deslizou as mãos para a frente, as palmas descendo pelo meu colo, sobre a pele nua que o decote em "V" deixava exposta. Eu levei minhas próprias mãos até as dele, segurando seus pulsos, num gesto que poderia ser lido como um impedimento, mas que na verdade apenas o guiava.

​— Olhe para isso — eu disse, apontando para o meu próprio reflexo, tentando injetar uma nota de dúvida na minha voz. — Você não acha que está muito caído? A gravidade não perdoa ninguém, Miguel. Nem a sua mãe.

​Ele não soltou. Em vez disso, cobriu minhas mãos com as dele, firmando o toque sobre a curva superior dos meus seios. Pelo espelho, os olhos dele estavam fixos ali, brilhando com uma adoração quase infantil.

​— Não fala isso... — ele balbuciou, a voz entrecortada pela respiração pesada. — Tem o formato perfeito. É macio... e eu adoro essas sardinhas que você tem.

​As mãos dele continuaram a descida, contornando a minha cintura e espalmando-se sobre o meu estômago, onde a seda se tornava mais justa.

​— E essa cintura... — ele continuou, os dedos apertando a carne com uma força desajeitada que me fazia perder o fôlego. — Você é tão pequena aqui. Eu sinto que posso te quebrar se eu apertar demais... mas eu não quero parar.

​Ele desceu ainda mais, as palmas deslizando pelas laterais dos meus quadris, sentindo a curva acentuada que a seda negra abraçava com tanta fidelidade.

​— O jeito que ela marca a sua bunda... o jeito que ela sobe quando você se mexe... — ele sussurrou, agora colado às minhas costas, a ereção dele pressionando o meu cóccix através do tecido. — Você é a mulher mais linda que eu já vi, mãe. E o fato de você ser... de você ser quem é... só deixa tudo mais... mais forte.

​Aquelas palavras trêmulas dele eram o combustível que faltava. Miguel não esperou por uma resposta; ele precisava da confirmação tátil do que seus olhos estavam devorando. Com um movimento brusco e desajeitado, ele agarrou a barra da seda negra e a suspendeu. O tecido subiu como uma cortina se abrindo para um ato proibido, amontoando-se na altura da minha cintura e expondo, enfim, a brancura das minhas nádegas e o detalhe mínimo da renda da calcinha.

​— Meu Deus... — o suspiro dele foi um rastro de calor na minha nuca. — Olha isso... olha o tamanho disso.

​Ele esticou uma das mãos, os dedos abertos e ansiosos, e a cravou em uma das minhas nádegas. Não foi um toque sutil de um amante experiente; foi o aperto possessivo de um moleque que acabara de conquistar um território impossível. Ele apertou a carne com força, os dedos afundando na minha pele, testando a firmeza que ele só conhecia em pensamento.

​— Eu passei... eu passei o dia inteiro querendo fazer isso — ele confessou, a voz falhando, quase num lamento. — Na mesa, na cozinha... eu olhava para você de costas e sentia que ia explodir se não pudesse sentir o peso da sua bunda na minha mão. É tão macia, mãe...

​A intensidade com que ele me segurava, aquela urgência bruta e sem polimento, enviou uma descarga elétrica direto para o meu baixo ventre. O fato de ele me apertar como se eu fosse sua propriedade, sem pedir licença, destruía qualquer resquício da "mãe" que eu fingia ser. Eu estava ofegante, as mãos apoiadas na penteadeira enquanto via, pelo espelho, o rosto transfigurado dele — um misto de pânico e êxtase.

​Mas ele não parou ali. O sucesso daquela primeira investida deu a ele uma coragem perigosa. Enquanto uma mão continuava a me esmagar por trás, a outra subiu pela minha frente, agressiva, mergulhando por dentro do decote profundo da camisola. Ele buscou o meu seio com uma ganância cega e o agarrou por completo, a palma da mão quente cobrindo toda a minha pele, enquanto os dedos buscavam o mamilo que já latejava de expectativa.

​— Você está... você está toda durinha — ele balbuciou, a voz subindo de tom, denunciando a inexperiência que o atropelava.

​Eu fechei os olhos por um segundo, sentindo o peso das mãos dele em mim, uma em cima e outra embaixo, me prendendo em um vácuo de desejo puro e proibido. Ele era desajeitado, ele era exagerado, mas a crueza daquele momento era a coisa mais honesta que eu já havia sentido. Sob a seda negra e as mãos de Miguel, Marta, a analista ponderada, tinha finalmente deixado o quarto.

Miguel não aguentou apenas observar ou apalpar. A proximidade física e o cheiro do meu perfume, que ele tanto exaltara, pareceram embriagá-lo de vez. Com a mão que ainda apertava meu seio por dentro da seda, ele exerceu uma pressão maior, enquanto a outra mão subiu da minha nádega até o meu queixo, forçando meu rosto a virar para trás, em sua direção.

​Ele se inclinou para o beijo, mas não houve a suavidade técnica de um homem que sabe conduzir uma mulher. Foi um choque de dentes e lábios, um encontro desajeitado e faminto. Miguel me beijou com uma urgência quase desesperada, sem saber direito onde colocar a língua ou como coordenar a respiração. Ele buscava a minha boca como se estivesse tentando sugar a minha própria alma, a força do seu desejo transbordando naquela inexperiência que o fazia morder meu lábio inferior com força excessiva.

​Era o beijo de um moleque que sonhou com aquele momento durante anos e, agora que o tinha, estava apavorado demais para ser gentil.

​A mão dele dentro da minha camisola continuava a esmagar o meu seio, os dedos se movendo de forma descoordenada, ora apertando demais, ora perdendo o ritmo, mas sempre com uma possessividade que me tirava o chão. Pelo espelho, eu via apenas o emaranhado de nossos corpos: a seda negra amontoada, a mão dele sumindo sob o decote e a tensão nos seus ombros enquanto ele se esforçava para me possuir através daquele beijo truncado.

​Eu poderia ter parado ali. Poderia ter rido da sua falta de jeito ou usado o meu cinismo para recuperar o controle. Mas, em vez disso, eu me entreguei. Abri a boca, permitindo que a língua dele invadisse o meu espaço com aquela crueza bruta. Deixei que ele me conduzisse daquela forma torta, sentindo o latejar do meu próprio corpo responder à sua fome desmedida.

​Havia algo de profundamente viciante em ser levada pela inexperiência dele. Eu não era mais a professora ensinando uma lição; eu era a cúmplice de um crime que ele mal sabia como executar, mas que estava determinado a levar até o fim. O beijo dele, salgado e quente, era a confirmação de que o equilíbrio da casa tinha sido destruído para sempre.

​Ele se afastou apenas alguns milímetros, a respiração batendo pesada contra os meus lábios, os olhos castanhos injetados de um tesão que ele não conseguia mais conter.

​— Eu... eu não consigo mais — ele balbuciou, a voz quase sumindo, o hálito quente se misturando ao meu. — Eu preciso... eu preciso sentir você, mãe.

​Com um movimento trêmulo e apressado, ele soltou o meu queixo e desceu a mão para o elástico do seu short, enquanto a outra ainda se mantinha firme, como uma âncora, dentro da minha camisola de seda.

Miguel soltou o elástico do short com uma pressa que quase o fez perder o equilíbrio, as mãos tropeçando no tecido até que, finalmente, ele se libertou. Pelo espelho, eu vi o choque da sua nudez. O membro dele saltou para fora, tenso, vermelho e com uma pulsação rítmica que denunciava o sangue correndo ali com a fúria de uma represa rompida.

​Fiquei paralisada por um segundo, admirando o estrago que eu havia causado. Havia algo de hipnótico na crueza daquele desejo; era um tesão puramente biológico, desprovido de qualquer filtro ou polidez. Ver o membro do meu filho pulsar daquela forma, tão perto da minha pele, era a prova material de que a minha "pedagogia de controle" tinha sido uma ilusão completa. Eu era a fonte de toda aquela voltagem.

​— Ainda não é a hora, Miguel — murmurei, tentando recuperar um fiapo de autoridade, embora minha voz estivesse densa e pesada como mel. — Você está indo rápido demais.

​— Não... não diz isso — ele balbuciou, a voz falhando em um lamento agudo.

​Ele ignorou meu comando. Em vez de recuar, ele deu o passo final, colando o quadril nas minhas costas. Senti o calor súbito e quase febril da carne dele encostar na minha nádega esquerda, que ele ainda mantinha exposta sob a seda amontoada. O contraste térmico foi um soco no meu estômago: a pele dele queimava, latejando contra a minha frieza calculada.

​— Sente... — ele arfou, enterrando o rosto no meu ombro, as mãos agora apertando minha cintura com uma força que deixaria marcas. — Sente o que você faz comigo, mãe. Sente como eu fico... como eu fico só de estar aqui com você.

​Ele começou a se esfregar. Não era um movimento técnico; era um atrito seco, bruto e desesperado. Miguel movia o quadril com a pressa de um animal que não sabe se terá outra chance, deslizando o pau pela superfície da minha nádega, buscando um alívio que ele mal compreendia. O som da pele dele contra a minha, o ritmo descoordenado e a respiração dele, que mais parecia um soluço de prazer, preencheram o quarto.

​— Você está sentindo, não está? — ele sibilou, a inexperiência transbordando em cada palavra trêmula. — Eu passei o dia... o dia todo imaginando esse calor. Eu não quero esperar. Eu não consigo mais esperar.

​Eu fechei os olhos, a cabeça pendendo para trás. O cinismo na minha mente tentava rotular aquilo como "instinto básico de um adolescente", mas meu corpo sabia a verdade. A forma como ele se esfregava em mim, com aquela fome cega e desajeitada, estava me destruindo por dentro. Eu sentia cada latejar dele contra a minha carne, uma marcação de tempo que nos levava, inevitavelmente, para o abismo.

O atrito bruto de Miguel contra a minha pele estava se tornando caótico; o membro dele, lubrificado pelo desejo e pelo calor, começou a escapar, deslizando para fora do alvo em seus movimentos descoordenados. Percebi a frustração no seu suspiro pesado, um grunhido de quem temia perder o contato. Com um movimento instintivo e desesperado, ele forçou o quadril para frente e encaixou o pau exatamente entre o elástico da minha calcinha de renda e a curva da minha nádega.

​O elástico serviu como uma braçadeira improvisada, prendendo a rigidez dele contra a minha carne com uma pressão firme. Agora, cada estocada que ele dava era certeira, um atrito técnico e torturante que fazia a seda da camisola, amontoada na minha cintura, vibrar contra nós.

​— Isso... assim... — ele balbuciou, a voz quase sumindo em um fio de voz, os olhos revirando enquanto ele encontrava o ritmo naquela prisão de renda.

​Eu não consegui mais sustentar o papel de observadora gélida. O cinismo foi obliterado pela urgência do que eu sentia. Levei minha mão para trás, tateando entre nossos corpos até que meus dedos encontraram a base do membro dele. Miguel deu um solavanco, um choque elétrico percorrendo sua espinha ao sentir meu toque voluntário.

​Deslizei meus dedos para cima, envolvendo a haste pulsante, até alcançar a cabeça do pau. Ela estava dilatada, ardente e já banhada pelo líquido pré-ejaculatorio, que brilhava sob a luz âmbar do quarto. Comecei a acariciar o topo do membro dele com o polegar, espalhando aquela umidade viscosa e quente, sentindo a textura da pele fina e sensível que parecia vibrar sob o meu toque.

​— M-mãe... o que você... — ele arfou, a voz perdendo qualquer traço daquela confiança fingida. Ele era apenas um menino sendo levado ao céu pela mão da mulher que ele mais desejava e temia. — Ah, meu Deus... é bom demais... você está me matando...

​— É isso que você queria, não é, Miguel? — sussurrei, enquanto meus dedos continuavam o movimento circular e rítmico na ponta do seu pau, coordenando minhas carícias com as estocadas que ele dava contra o meu corpo.

​Inclinei meu corpo para a frente, apoiando os cotovelos sobre a madeira fria da penteadeira, o que fez minha bunda empinar ainda mais em direção a ele. Com a mão que já envolvia sua rigidez, guiei o membro de Miguel para baixo, afastando com o polegar o tecido da renda da calcinha. Cuidadosamente, posicionei a cabeça do pau dele exatamente no espaço entre o meu assoalho pélvico e o elástico inferior, onde o calor era mais denso e a umidade mais profunda.

​— Tenta assim... — sussurrei, a voz carregada de uma malícia que o fez estremecer da nuca aos calcanhares. — Mas sem entrar ainda, hein? Eu não te dei permissão para isso.

​Ele soltou um ganido baixo, uma mistura de agonia e êxtase. Agora, cada movimento que ele fazia era abafado pela carne macia e pela renda, uma simulação de penetração que o deixava completamente desorientado. Ele se esfregava contra a minha entrada, sentindo o vácuo de calor, mas sem o caminho livre para o interior.

​— M-mãe... eu... eu não sei se... — ele balbuciou, os dedos dele cravando-se nos meus quadris com uma força que quase me tirava o fôlego.

​O movimento dele tornou-se mais lento, porém muito mais pesado. Ele sentia a textura da minha calcinha se misturando à lubrificação dele, um atrito úmido e quente que o fazia revirar os olhos no reflexo do espelho. Eu via o esforço dele para não desmoronar, o rosto transfigurado pela luta entre o prazer absurdo e a ordem que eu acabara de dar.

​— Isso... — eu o incentivava, sentindo o latejar dele aumentar a cada centímetro que ele deslizava sob o elástico. — Sente como é apertado aqui fora, Miguel. Imagina como é por dentro.

​A tortura era deliciosa. Ele estava no meu controle, preso entre o desejo de me obedecer e a urgência de explodir. Pelo espelho, eu via a imagem da seda negra jogada sobre as minhas costas, o corpo dele colado ao meu e a minha mão guiando cada estocada hesitante do meu carrasco inexperiente.

O movimento de Miguel, agora contido pela barreira da renda, tornou-se uma pressão cega e úmida. Eu sentia cada centímetro daquela carne pulsante e inexperiente buscando o caminho, mas encontrando apenas o limite que eu havia imposto. A sensação era de uma invasão térmica; o calor dele parecia derreter a pouca sobriedade que me restava.

​— Sente... — ele arfou, o rosto enterrado no meu cabelo, enquanto o quadril dele se movia em um balanço curto e pesado.

​Eu fechei os olhos, focando inteiramente no que acontecia sob o elástico. A cabeça do pau dele, já banhada pelo líquido pré-ejaculatório que eu mesma espalhara, deslizava com uma lentidão torturante sobre o meu monte de vênus, antes de mergulhar para baixo, encontrando a fenda externa da minha vulva. Eu sentia a fricção rítmica contra os meus grandes lábios, a pele sensível sendo pressionada e arrastada a cada estocada dele.

​Era um atrito denso. O pau de Miguel passava repetidamente sobre o meu clitóris, protegido apenas por uma camada ínfima de renda, criando uma voltagem que me fazia arquear as costas. Eu sentia o volume dele, a rigidez que parecia querer rasgar o tecido, mapeando o caminho entre as minhas coxas e pressionando a entrada que ele tanto cobiçava, mas que ainda lhe era negada.

​— É tão quente... — murmurei, sentindo a umidade da minha própria excitação se misturar ao suor dele, criando um vácuo de calor sob a calcinha. — Eu sinto a sua pulsação bem aqui, Miguel... batendo contra mim como se o seu coração estivesse na ponta desse pau.

​A cada solavanco dele, a pressão contra o meu períneo e o assoalho pélvico era mais forte. Ele não tinha a sutileza de um amante; ele empurrava o corpo com uma força bruta, fazendo com que o membro deslizasse entre os lábios da minha vulva, de cima a baixo, em uma massagem úmida e frenética que me deixava sem fôlego. Eu sentia a textura da uretra dele, o relevo das veias dilatadas, tudo sendo esfregado contra a minha pele mais íntima com uma urgência que beirava o desespero.

​Miguel soltou um gemido agudo, quase um choro, quando percebeu que a pressão do elástico o mantinha exatamente onde o prazer era insuportável.

​— Mãe... por favor... — ele implorou, a voz completamente quebrada, os dedos dele agora puxando o tecido da minha camisola para cima, como se quisesse que não houvesse mais nada entre nós além daquela fricção pecaminosa.

​Eu via no espelho o meu próprio rosto, os lábios entreabertos, os olhos nublados. A imagem da seda negra amontoada e da mão dele me segurando enquanto ele se perdia naquele atrito técnico e sujo era a confirmação de que eu tinha ido longe demais. Eu sentia o calor dele inundar o vão das minhas coxas, uma promessa de que o ápice, quando viesse, mancharia não apenas a seda, mas a nossa história de forma definitiva.

A resistência de Miguel ruiu com um som gutural, um soluço seco que reverberou de suas costas para as minhas. O ritmo dele, que já era frenético, tornou-se um espasmo descontrolado. Ele cravou os dedos nos meus quadris com uma força que certamente deixaria hematomas, enterrando o rosto no vão entre meu ombro e o pescoço, enquanto o corpo dele se retorcia em um último solavanco violento sob o elástico da calcinha.

​— M-mãe! — ele gritou o meu nome em um sussurro rouco, a voz quebrantada pelo choque do que estava prestes a acontecer.

​Eu senti o exato momento em que a comporta se abriu. Sob o elástico da renda, um calor denso, espesso e quase escaldante jorrou contra a minha pele. Foi uma inundação súbita que preencheu o espaço entre a minha vulva e o tecido da calcinha. Os jatos rítmicos e abundantes do seu primeiro segredo real batiam contra os meus grandes lábios, espalhando-se rapidamente, inundando o meu assoalho pélvico com uma temperatura que parecia querer me queimar por dentro.

​A sensação era de uma umidade pesada que se aglomerava ali, presa pela barreira da renda, criando um vácuo de calor viscoso. Eu sentia o gozo dele escorrer pelas minhas coxas, quente como sangue, enquanto o membro de Miguel continuava a latejar sob o elástico, disparando cada gota de sua inexperiência contra o meu corpo. A calcinha, antes um adorno, agora estava ensopada, pesada, colando a seda da camisola contra a minha pele em uma marca úmida e obscena.

​Miguel desabou sobre mim, o peso do seu corpo me prensando contra a penteadeira. Ele tremia da cabeça aos pés, a respiração saindo em espasmos, o coração batendo tão forte contra as minhas costas que eu podia sentir cada batida. No espelho, a imagem era o retrato da nossa ruína: eu, com a camisola de seda negra amontoada e manchada, e ele, o moleque que tentou ser homem, agora exausto e trêmulo, escondido no meu pescoço.

​O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som do líquido esfriando contra a minha pele e pelo latejar residual que ainda nos unia. Eu sentia a viscosidade do gozo dele se acumulando na renda, uma prova física e irrevogável de que a "mulher de respeito" tinha sido definitivamente afogada naquela noite de seda e depravação. Ele continuava ali, imóvel, como se o fim do ato o tivesse devolvido à realidade de quem ele era, enquanto eu, estranhamente, nunca me senti tão poderosa e tão bonita sob o peso daquela sujeira.

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