Os amigos da minha namorada

Um conto erótico de Rock, A Rocha
Categoria: Heterossexual
Contém 1496 palavras
Data: 12/04/2026 22:49:26

Essa é mais uma histórias do meu primeiro casamento.

Quando conheci minha mulher na universidade, ela tinha fama de já ter dado pra todos os caras da turma, inclusive pra mais de um na mesma ocasião. Os que tinham acabado de entrar comigo, mantinham distância dela por causa disso, mas o efeito em mim foi justamente o contrário. A atração que senti por Juliana foi forte desde o primeiro momento. Logo na primeira festa nós ficamos, ela com certeza já tinha mamado alguém escondido em algum lugar, porque senti um gosto de pau e um bafo de rola na sua boca. E isso fez aquela atração inicial aumentar ainda mais. Ela sabia seduzir os homens de todos os modos, tinhas todas as ferramentas, o molejo no caminhar, os olhos puxados e insinuantes. Tudo nela exalava sensualidade. Além disso, sua personalidade era traquina, atentada e sapeca, aquele tipo de menina que toda a família sabe que vai dar trabalho quando crescer (a nossa filha é igualzinha a ela, mas depois eu conto isso). Agora, aos vinte e poucos anos, todos querem comer essa safada, muitos conseguem, não todos, apenas os que de alguma forma despertam seu interesse. Sua postura é sempre provocante, e sua buceta tá sempre molhadinha. Tínhamos uma viagem marcada para dali uns dias, ficaríamos uma semana no campus de outra cidade, onde dormiriamos todos em barracas na quadra e arquibancada do ginásio. Ela estava feliz e excitada; e eu estava louco pra ela me chupar no ônibus durante a viagem. Era um dia e meio de trajeto, e quando escureceu e mais tarde todos adormeceram, ou fingiram adormecer, Juliana me chupou como se tivesse nascido pra aquilo. Durante o tempo que a gente apenas ficou, e até começarmos a namorar, ela sempre aparecia com gosto de porra na boca, eu já estava viciado em beijar a boca dela depois dela ter chupado alguém. Normalmente eu gozava dentro, no corpo ou na cara, como ela sempre pedia, mas o que ela gostava mesmo era de gozada na boca. Minha putinha adora leitinho, e depois de vinte minutos mamando meu pau no ônibus com a luzes apagadas, ela levanta e me beija com a boca ainda cheia de porra. Chegamos finalmente, e todos se preparam pra arrumar suas barracas, a quadra já está completamente ocupada com turmas de outros campus, e sobra para nós as arquibancadas. Juliana encontra amigos que conheceu nesse mesmo evento no ano anterior, e eu já a conheço o suficiente para saber quando minha namorada está com tesão em alguém. Os três caras também ficam felizes em vê-la, e os quatro passam quase uma hora conversando. Logo de cara já fui apresentado, e um deles olhou pra mim com mais interesse do que minha namorada safada olhava para eles. Normalmente, acontecem duas festas nesse evento, uma de abertura e outra de encerramento, foram nessas festas que minha namorada tinha dado pra um numa festa e pro outro na outra. Aquele terceiro, que olhou pra mim daquele jeito, e era novo no grupinho deles, ainda não tinha comido ela. Mas infelizmente naquele ano, por causa do baixo orçamento de universidade, haveria apenas uma festa, a de encerramento. Após três dias de evento, nós cinco andávamos juntos para todos os lados, rolava muito flete e a tensão sexual era permanente, mas ainda não tinha acontecido nada. Os banheiros masculino e feminino ficavam um de frente para o outro, porém sempre tinha alguém andando pra lá e pra cá. Comi minha namorada todos os dias na barraca, e falava ao seu ouvido que queria ver ela dando para os nossos novos amigos, ela respondeu que só ia conseguir dá para os dois com quem já tinha ficado, porque sabia que o outro cara tava mais interessado em mim. Comi ela naquela noite com mais tesão ainda e dei aquela gozada na boca que ela tanto ama. Combinamos que eu ia colocar o cara pra mamar e ela eu ia foder com os outros dois na minha frente. No dia da festa, minha namorada estava simplesmente maravilhosa, usava um vestido de tecido preto, com decote, curto e levemente colado ao corpo, meia arrastão e salto completava a obra de arte. Não combinamos nada com eles, mas, como conheciam Juliana, eles sabiam que algo ia acontecer. Nos encontraríamos lá, e no trajeto dentro do uber ela já demonstrava que tava pra putaria total naquela noite, alisou meu pau desde o primeiro minuto da corrida sem dar a mínima para o motorista que olhava entre as suas pernas a cada minuto. Ele percebeu que minha namorada e futura esposa era uma puta, e fez questão de passar o número dele pra quando estivéssemos voltando, mandar mensagem, que ele viria na mesma hora nos buscar, falou isso com uma cara de cachorro pidão, sem nem tentar disfarçar o interesse. Essa situação deve ter deixado ela com a bucetinha mais molhada ainda. Era por volta das 3h da madrugada, e finalmente estávamos apenas nós cinco reunidos. Juliana dançando entre nós, rebolando aquela bunda gostosa no pau de todos, sarrando em um enquanto alisava o pau do outro, ficava com os costas colada no corpo do que estivesse atrás dela e me puxava para me beijar, e metia a mão no meu pau enquanto com a outra mão tocava na rola de quem estivesse ao lado. Enquanto eu e os outros dois tocávamos o corpo delicioso da minha namorada, o que era novato aproveitava e metia a mão no meu pau, desconfio que no pau dos outros também. Ficamos nisso algum tempo, e depois fomos pra uma parte escondida e abandonada do grande salão de festa. Caminhamos discretamente para lá com dois de cada lado e ela no meio. Ela dominava a situação, e nem chegamos lá direito e minha namorada já puxou eu e um outro para um beijo triplo, o novato não perdeu tempo e começou a mamar o amigo que já tinha comido minha namorada. O que estava nos beijando meteu uma mão na bunda dela e com a outra procurou o meu pau. Eu não estava acreditando naquilo, seria bem melhor do que tínhamos combinado. Sem qualquer cerimônia, Juliana olha em meu olhos e fala pra que quer me ver chupando o pau dele, ela já tinha colocado ele pra fora, e batia uma enquanto me beijava. O que ela não sabia é que aquela não era a primeira vez que eu chuparia um pau. Cai de boca e puxei para perto de nós o novato e o outro amigo que também já tinha comido minha namorada. Chupamos os dois em baixo; enquanto os três se beijavam encima. Pouco tempo depois, ela também se ajoelhou e ficamos os três mamando juntos. Ela me beija e fala que nunca tinha chupando quatro paus ao mesmo tempo, o máximo tinha sido três, já tinha chupando quatro em um dia, em ocasiões diferentes, nunca ao mesmo tempo. O recado era óbvio, foi entendido, puxei o novato pra cima comigo pra que minha namorada chupasse sozinha o quanto ela quisesse. Ela tem a melhor mamada do mundo e estava linda cercada de machos, com várias rolas na cara. Naquele momento eu soube que precisava casar com aquela mulher. Os três gozaram rápido na cara e na boca dela, ajudei ela se levanter e fiquei beijando sua boca com o rosto gozado enquanto eles se revezavam atrás dela fodendo sua buceta. Ela delirava de tesão, e os dois amigos conhecidos alteravam entre si comendo ela enquanto eu beijava sua boca gozada e a sustentava para que ela não caísse, tudo isso enquanto o novato ajoelhado chupava meu pau. Os dois gozaram dentro, enchendo a bucetinha da minha namorada de porra, eu gozei na boca do novato, e ele se virou pra limpar a porra do pau dos amigos que ainda estava pingando. Eu já tinha lambido todo o rosto dela, e seus olhos revelavam que a safada ainda estava cheia de tesão. Eles queriam ir a um motel e nos convidaram, Juliana recusou e disse que preferia voltar para o ginásio, não entendi a recusa, já que era evidente que ela ainda estava excitada. Mas quando chegamos a rua e eles partiram, entendi sua intenção. Pediu o papel com o número do uber que eu tinha guardado na carteira, e eu soube na hora que a putinha da minha namorada queria bater o seu recorde de paus diferentes num único dia. O carro estava nas redondezas porque chegou em menos de quinze minutos. Juliana já abriu a porta toda sorridente, agradecendo a gentileza e alisando o ombro do motorista. Entrei no carro e, antes mesmo da partida, ela colocou meu pau pra fora e começou mamar. O motorista olhou pra mim, riu com uma cara de quem sabe o que vai acontecer, colocou o dele pra fora também e começou a bater uma enquanto dirigia e nos olhava, já esperando a sua vez de ser mamado pela boca deliciosa da minha namorada.

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