Boa noite pessoal! Segue a parte 3. Estava para postar ontem, mas tive de adiar para hoje devido alguns imprevistos. Atualizei a parte 2 com o novo horario quando vi não daria postar no dia. Nova postagem vai ser dia 15 de abril, por volta das 19:00h. Espero que gostem!
Ouvi dois, e não foi somente um, DOIS roncos altos durante a noite que me tirou do sono. Não era possível tanto Renan quanto Cláudio roncarem. Agora sim estava deitado de conchinha… estava tão gostoso. Aquele braço musculoso me protegendo dos perigos noturnos. Me aconcheguei e dei uma cheirada no antebraço e…
Meus olhos abriram de uma vez, esse não é o cheiro do Renan.
Virei o pescoço olhando para trás. Eu estava de conchinha com o Cláudio!
Ele, por sua vez, dormia tranquilo, roncando, me apertando contra o corpo dele. Mexi um pouco a bunda e senti o cinto de castidade que ele usava. Tentei sair mas ele me apertou ainda mais, sem despertar do sono. Renan estava dormindo virado para mim, sentia a respiração dele em mim.
Levantei fazendo o barulho necessário para acordar Cláudio e fui na cozinha. Tomei um copo com água, mijei. Voltei para o quarto e deitei novamente. Cláudio havia virado para o outro lado da cama. Que bom! Deitei e dormi novamente.
[…]
- Dá para as princesas acordarem? - chamou Renan da porta do quarto, pelado. O pau pentelhudo mole pendendo entre as pernas. Estava de conchinha com o Cláudio novamente. Sai rápido no susto e Cládio acordou, a cara de bravo natural dele somada a um possível mau humor matinal.
- Bom dia, senhor – disse com sono, limpando os olhos. Ah fodas, ele viu eu e Cláudio agarrados.
- Faz café e um misto enquanto tomo banho. Quero os dois de pé – disse Renan saindo da porta do quarto. - AGORA!
Fomos até a cozinha. Ambos estávamos pelados. Cláudio vinha andando com uma expressão facial que me dava medo, o corpo todo marcado pelas cintadas e os chupões. As sobrancelhas quase unidas uma na outra, testa franzida. Fiquei até com medo de conversar com ele.
Passei o café – aquele cheiro maravilhoso encheu a cozinha – e fiz um misto para o Renan, que entrou na cozinha. Estava usando calça de moletom cinza, camisa polo branca e tênis. Ele cheirava sabonete.
- Que café gostoso – disse Renan dando um gole ainda de pé.
Cláudio ainda olhava feio para todos na casa, sem dizer nada.
Olhei para Renan com as sobrancelhas arqueadas, depois indiquei Cláudio.
- A alma ainda não deve ter voltado pro corpo – disse Renan comendo o misto com pressa. - Daqui a pouco ele desperta totalmente – disse com a boca cheia. - Ele é assim.
Apressado Renan colocou a mochila nas costas mal engolindo o misto.
- Estou indo – disse Renan parando na porta da cozinha. - Estudar hoje, a manhã toda. Depois arrumar a casa – disse para mim.
- Eu… hoje é minha folga. Eu trabalho amanhã – pestanejei.
- Como é a segunda semana é bom se esforçar mais um pouco – disse Renan. - As sete quero você sentado na mesa estudando.
- Sim senhor… - respondi desanimado.
- Bom dia para os dois – disse ele saindo antes de respondermos.
Um silêncio sepulcral tomou conta da cozinha. Cláudio ainda parecia em transe. Fiz um misto bem caprichado para ele com bastante queixo e enchi um copão de café com leite para ele. Ele apenas olhou quando entreguei.
- Come, está gostoso – disse para ele.
- Porque está sendo gente boa comigo – perguntou ele me olhando fundo nos olhos.
- A pergunta certa é: por que eu não seria gente boa com você? – questionei ele empurrando o prato com o misto. - Agora come antes que esfria.
Logo enchei a xícara com café e sentei no degrau da porta da cozinha. Estava amanhecendo, estava um pouco frio la fora. Aquele matagal no quintal do Renan balançava com o soprar do vento. O café estava tão bom…
Logo Cláudio veio até mim e sentou do meu lado. Quando sentou fez uma expressão de dor. Renan pegou pesado com ele essa noite. O cu dele devia tá estourado.
Ele era bem mais forte e alto que eu. Quase não nos coube no degrau da porta da cozinha. Ele deitou a cabeça no meu ombro e ficou calado sem dizer nada. Logo ofereci meu café para ele, que aceitou e tomou um gole.
- Está ótimo não está? - perguntei ele.
- Está sim – disse ele triste.
Ficamos um tempo em silêncio. Amanhecia, o sol já batia no muro do galpão que tinha ao lado da casa do Renan.
- Está tudo bem? - perguntei.
- Está sim – disse Cláudio. Ele bocejou, a cabeça ainda pousada no meu ombro.
- Era o trato que esperava ter do Renan? – perguntei a ele. Estava bem curioso.
Ele não respondeu de imediato. Depois fez um sim com a cabeça.
- É estranho não é – disse para ele. - Dependendo do tipo de sessão o BDSM pode parecer assustador. Ainda mais nesse fetiche que tiveram ontem. Mas na hora você arregou. Tentou sair...
- Verdade.
Ficamos mais um tempo calado enquanto tomávamos café. Ele não quis seguir com o assunto.
- Bem diferente das conversas e dos áudios – disse para ele.
- Muito – disse Cláudio. - Caralho, muito mesmo.
- O Renan disse que você já pegou outros submissos assim – disse para ele. - Inclusive com um tal de Arthur.
- Sim, muito inclusive – disse Cláudio segurando a minha xícara de café. - Mas somente com quem curte. E tipo, muita gente curte uma pegada hard. No caso do Arthur ele foi um dos primeiros subs fixo que tive. Namorei com ele um tempo.
- Não estão mais juntos? - perguntei curioso.
- Não…
- O cu tá detonando não é? - perguntei ele.
- Cara… - disse ele, mas parou e ficou calado.
Sorri para ele e levantei.
- Vou estudar. Qualquer coisa que precisar me fala – disse para ele. - Renan só chega a noite. Vai dormir um pouco.
Ele fez um cara de dor ao se mexer.
Suspirei olhando.
- Quer passar uma pomada ai?
Ele me olhou como se eu tivesse falado a coisa mais absurda do mundo.
- Como é que é? - perguntou fechando a cara. - Ta achando o que hein…
- Tá tá tá – disse para ele. - Você é um dominador, fodão, homem e não somo iguais e sei lá mais o que. Ok! Mas seria bom passar uma pomada ai. Vai ajudar na dor. Ninguém precisa ficar sabendo.
Ele me olhava com a cara fechada, bravo. Olhei de volta e sorri, arqueando as sobrancelhas.
Ele suspirou.
- Ok! Mas ninguém pode saber – disse ele se levantando com dor. - Ninguém! - disse apontando o dedo indicador para mim.
Fomos até o quarto e ele deitou de bruços para mim. As marcas de cintada nas costas haviam ficado roxas. E na bunda tinha marca enorme de cinto. O chupão entre as escápulas se destacava na pele branca dele.
Peguei a pomada e enchi o dedo indicador, abri a bunda dele e olhei o estrago.
- Poxa vida! - disse vendo o cu dele todo arrombado. Renan tinha destruído o cu dele - Pegou pesado mesmo hein.
- Não conte pro Renan, não conte! - disse Cláudio apressado e preocupado.
- Pareceu o Gimli falando “não conte ao elfo, não conte!” – disse para ele rindo. Cláudio pegou referência de Senhor do Anéis e também riu.
- Que vergonha… Ai!
Eu havia começado a passar. Com cuidado passei pomada até onde deu. Tive muito cuidado para não machucar mais. Que situação era aquela? Eu com aquele homem gostoso que eu facilmente daria até ele me virar ao avesso. Quando o vi no shopping jamais pensei nessa situação. Mas não estava achando de todo ruim. Gostava de cuidar das pessoas, sempre foi uma coisa natural em mim. Me dava satisfação estar ali, naquele momento, fazendo o dia dele um pouco melhor.
- Estou terminando – disse para ele. - Reclamão! Na hora de dá o cu tava la calado e aguentando.
Ele não disse nada em resposta. Depois que passei a pomada deixei ele deitado de bruços.
- Vou fechar a cortina, durma mais um pouco – disse para ele puxando a cortina. Logo o quarto escureceu. - Depois que levantar passa café para nós, pois vou tomar o restante. Vou estudar agora, daqui a pouco Renan manda mensagem perguntando se comecei.
- Ele te obriga a estudar, é? - perguntou Cláudio de bruços, o rosto virado para a porta, local onde eu estava.
- Sim… entre tantas outras coisas – disse para ele. - Ele manda um tanto de coisa.
Logo sai do quarto e fechei a porta. Não esqueça de fazer mais café quando acordar – disse lembrando ele.
- Ta bom, Estressadinho!
Apenas um adendo para quem está lendo esse conto. De todos os casos que presenciei como submisso ou dentro do BDSM, esse foi o mais inusitado que já vivenciei. Eu jamais imaginei que passaria pomada no cu de um dominador depois dele ser arrombado. E o engraçado é que todas as vezes que voltamos a nos encontrar a gente olhava um para o outro e começava rir.
Nessa última virada de ano encontrei com ele numa festa que estávamos. Ele entrou e eu o vi do outro lado. Já dei aquele sorriso e falei “não conte ao Elfo” e da entrada mesmo ele começou a rir. Ficamos iguais dois idiotas rindo enquanto os outros olhavam para a gente sem entender. Provável que, caso ele leia esse conto, vai saber que é dele que estou falando. Isso é muito específico.
[…]
Estudei a manhã toda e parei quando estava próximo do meio dia. Cinco horas estudando estava ótimo. Estava exausto para ser bem sincero. Cláudio havia levantado e feito o café (horrível por sinal). Ele estava sentado de lado no sofá vendo série quando terminei de arrumar a cozinha. Ele estava cabisbaixo e desanimado. Mas também, depois daquela surra que ele levou muito me admira ele estar feliz. Mas no fundo sabia que ele se sentia realizado, de alguma forma.
Sentei ao lado dele. Ele estava vestido a camisa social que veio usando e um short do Renan. Estava com apenas três botões fechados. Eu estava somente de short.
- Sentindo menos dor? – perguntei.
- Sim… - disse desanimado.
- Bora tomar uma cerveja, geladeira tá cheia – chamei ele. Logo sorri arqueando as sobrancelhas.
- O Renan não vai gostar de bebermos a cerveja dele sem ele – disse Cláudio me olhando. O olhar bravo natural dele.
- Nada! É só dar uma mamada quando ele começar a reclamar que ele fica de boa – disse para ele dando os ombros.
Cláudio sorriu meio tristonho.
- Sério, ele não resiste a uma boa mamada – disse me levantando.
Logo voltei com um latão bem gelado. Enchei a taça dele e depois a minha, logo brindamos e começamos a beber.
- E essa tristeza toda, vem de onde? - perguntei para ele.
Os olhos castanhos dele estavam meio aquosos. Ele estava com o semblante bravo normal, mas com uma leve marejada de desânimo.
- Foi por causa do sexo com o Renan? - perguntei.
Ele não me respondeu, continuando em silêncio.
- Estava pensando no Arthur – disse ele depois um tempo.
- Ele curtia um sexo mais forte? - perguntei.
- Sim, ele curte um BDSM mais hard. Gosta de muitas coisas. Bondage, dog, couro. Ele é bem praticante. Mas quando nos conhecemos ele era virgem. Ele idealizava um sexo pesado logo de cara. Conversamos bastante antes de nos conhecemos de fato, eu era um dominador recém-iniciado no BDSM. Tinha conhecido o Renan há pouco tempo inclusive. O Renan hoje é bem mais de boa que antes.
- Entendo – disse dando um gole depois que ele parou de falar de repente.
- Mas o Arthur não tinha experiência e eu meio que toquei o fodas. Ele queria um sexo hard. Dei para ele. Enfiei a rola de uma vez no cu dele – disse Cláudio. Logo ele fez uma pausa. - Ele deu um salto tentando sair, mas logo desmaiou. Foi coisa rápida, de segundos, mas me assustou. Ele sentiu dor de mais.
- Caralho! Ele desmaiou com uma pirocada? - perguntei dando um gole na cerveja.
- Sim – disse Cláudio.
- Sua rola é grande? - perguntei ele.
- Vinte centímetros, um pouco menor que a do Renan – disse ele.
Que delicia, pensei.
- E agora sabe como ele se sentiu? - disse para ele.
- Sim… dói pra caralho. Mas sendo bem honesto fui irresponsável com o Arthur – disse Cláudio.
- É, você foi! – disse para ele dando os ombros e ele me olhou um pouco assustado com a sinceridade. - Mas aprendeu a lição. Agora não vai fazer de novo. Eu acho…
- Não, não com quem desconhece a prática, como o Arthur, com subs mais experientes com certeza – disse Cláudio.
- Com o Arthur não tem mais volta? - perguntei.
- Ele me detesta – disse Cláudio com pesar. - Mas enfim, águas passadas.
- Não parece tão passadas assim – disse dando os ombros, logo enchi o copo dele. - Talvez o Cláudio de hoje dê certo com ele.
- O problema é o Arthur de hoje querer algo comigo – disse ele.
- Se tiver de ser, vai acontecer. Eu e Renan ficamos sem nos ver quatro anos e nos reencontramos em uma livraria do nada. E estamos aqui. Talvez vocês dois voltem quando for a hora – disse para ele.
- Talvez… - disse ele.
Ficamos bebendo a tarde toda. Renan tinha deixado na geladeira um fardinho e meio, o que rendeu a tarde toda comigo e com Cláudio.
- Você é muito fofo sabia? E o Renan gosta muito de você – disse Cláudio depois que chegamos a marca de dez latões. Eu estava um pouco bêbado, Cláudio por sua vez parecia tranquilo.
- Sério, por quê? - questionei.
- O jeito que ele fala, como cuida de você – disse Cláudio pensativo. - O Renan do antigo testamento é bem diferente desse. Não era tão responsável quanto é com você.
- Entendi – respondi pensativo. Levando em conta que quando conheci o Renan ele nem quis me dizer o nome dele pode-se dizer que sim, o Renan de uns anos atrás é bem diferente do de hoje.
- Como foi me ver sendo dominado por ele? - perguntou Cláudio. - Ficou com ciúmes?
- Foi uma delicia ver você sendo dominado por ele – respondi, surpreendendo Cláudio. - Por mim via de novo, mas com esse cu estourado ele não vai poder fazer nada.
Cláudio ficou sem graça e deu um gole na cerveja.
- É estranho quando você fala assim… sinceramente não consigo entender – disse Cláudio confuso.
- Nós dois somos a exata definição do que é estranho, não tente entender, é perda de tempo – disse para ele, dando um gole. A cerveja estava ficando quente. - Conte para as pessoas que vivemos e espere para ver.
- É assim que vê as coisas?
- Sim, desse jeito – disse para ele suspirando. - E sendo bem honesto to achando esse diálogo todo desnecessário…
Cláudio suspirou.
- Não tem medo que eu roube o Renan de você – perguntou Cláudio sério, de maneira direta.
Olhei assustado…
- Você pretende roubar ele de mim?!
- NÃO Estressadinho!
- Então continuo sem entender porque estamos tendo essa conversa esquisita – disse dando um gole. Cerveja quente era um saco.
- É que você não entendeu o meu ponto – disse Cláudio. - To falando que um outro submisso chegou, foi dominado pelo seu dono, dormiu com vocês, você baixou a guarda, cuidou e está sendo super gente boa. De boas intenções o inferno está cheio.
- O Renan não é meu para ser roubado de mim – disse para o Cláudio. - Ele vai ficar até quando achar que deve ficar, e se um dia não me quiser mais… a gente segue nosso caminho. Não está no meu controle o que ele quer.
- Não teve um nada de ciúmes de mim? - questionou ele arqueado uma sobrancelha que já e naturalmente arqueada.
- Não… sendo muito honesto – disse para ele pensando. - Nem um pouco, confesso que quando te vi queria dar para você.
Ele se assustou um pouco. Depois sorriu fazendo um sinal negativo.
- Você é muito esquisito – disse ainda sorrindo. - Outro sub estaria em surto com tudo que acontecendo. Renan teve muita sorte de te achar.
- Nós tivemos – disse sorrindo, enchendo o meu copo dele com o resto da cerveja.
A verdade era que no momento que vi o Cláudio sabia que ele não era submisso de verdade do Renan. Olhar, postura… Cláudio não parecia submisso. A submissão dele estava mais para uma espécie de admiração pelo Renan do que a vontade de ser submisso. Não tive ciúmes dele por isso. Eu não quis dizer isso para o Cláudio, mas se outro submisso como eu aparecesse eu provavelmente não gostaria.
[…]
Renan chegou em casa por volta das seis horas. Havíamos bebido toda a cerveja e tanto eu quanto Cláudio estávamos bêbados. Cláudio estava sentado do meu lado no sofá enquanto víamos video sobre jogos. Ele era tão viciado quanto Renan. Ao entrar Renan me olhou desconfiado, o olhar pousou nos quase vinte latões jogados no canto da sala.
O sol estava se ponto e a luz vermelho-alaranjada caia dentro da sala, tingindo tudo naquele espectro melancólico e bonito. Uma brisa gostosa entrava pela janela e a cortina da sala flutuava levemente para dentro.
- Oi meu amor! - disse para Renan, bêbado.
Ele veio até mim. Eu tentei abraçar as pernas dele, mas ele me parou com o dedo indicador. A ponta do dedo dele pressionava o meio da minha testa e assim ele empurrava minha cabeça para trás. Ele estava usando a mesma calça de moletom cinza, camisa polo branca com bolso e o tênis de corrida dele.
- Está bêbado! - disse ele ainda empurrando minha testa com o dedo indicador.
- Eu não estou não! - disse para rindo. Eu estava trêbado.
- Eu não estou acreditando que vocês beberam toda a minha cer… ah…
Eu havia abaixado a calça dele e iniciado um boquete. Puxei a pele do pau dele revelando a cabeça com um pouco de sebo e bem babada. Passei a língua com cuidado em cada parte da cabeça do pau dele, segurando bem forte com uma mão levei a rola para a minha boca e dei uma chupada bem gostosa.
Renan deu um gemido másculo.
Logo ele bateu com o pau na minha cara. A rola dura bateu com força. Cláudio também veio e inclinou-se meu lado, sentado no sofá, e logo começou a chupar o pau do Renan também. Eu via ele chupando enquanto Renan olhava de cima, o semblante fechado. Fui até Cládio e tentei chupar também. Logo minha língua passou no rosto dele, que tirou a rola de dentro da boca. Nós dois começamos a lamber e a chupar a rola dele ao mesmo tempo. Eu chupando somente a cabeça e ele chupando o restante, lambendo com vontade. A língua dele as vezes chegava até a minha bochecha.
Renan, vendo nós dois chupando a rola dele começou a tocar uma, eu e Cláudio então nos beijamos. Que beijo gostoso. Um beijo dominante dele, não tão intenso e salgado quanto o do Renan. Renan era a única pessoa que eu conhecia que beijava salgado. O beijo do Cláudio era gostoso. Ele estava com um cheiro forte de cece, misturado com o cheiro natural dele. Passei a mão pela camisa desabotoada dele sentindo minha mão deslizar nos peitos suados dele. Renan logo pressionou a rola entre o meu beijo com Cláudio, fazendo voltarmos para o boquete com ele.
Eu e Cláudio voltamos a mamar o Renan. Em dado momento pareceu que estávamos brigando pela rola dele, cada um chupando o máximo que dava. Renan voltou a tocar uma e eu Cláudio voltamos a beijar. Cláudio me envolveu em seus braços fortes e me puxou para um beijo que tirou meu ar. O cheiro forte dele me envolveu por completo. Nós dois estávamos ajoelhados no chão enquanto Renan tocava uma de pé nos olhando. Logo no meio do beijo ouvi o gemido másculo do Renan e a porra voando bem na nossa cara. Não paramos de beijar e logo a porra do Renan estava entre o nosso beijo.
- Que gostoso – disse Renan enquanto mandava porra no meio do nosso rosto. Tanto eu quanto Cláudio lambemos a porra do Renan no rosto de um do outro enquanto nos beijávamos loucamente.
- De quatro – veio a ordem. Fiquei de quatro de frente para o Cláudio, de costas para o Renan. Renan tacou a chave do cinto para Cláudio, que tirou o cinto de castidade rosa claro revelando uma rola mole e grossa, que ficou dura quase que imediatamente. A rola dele tinha muita pele, era pentelhuda, meio torta para o lado. Uma cabeçona grossa com uma pinta bem ao lado.
Ele puxou a pele revelando o sebo da rola.
- Faz seu trabalho – ordenou Renan.
Fui até a rola do Cláudio e passei a língua para limpar o sebo. O cheiro da rola dele era forte, fedido. Nesse momento Cláudio olhou para o teto e soltou um gemido másculo. Ele ainda usava a camisa, agora com todos os botões abertos. Passei a língua em cada parte da cabeça dele, tirei todo o sebo e logo comecei a mamar. Cláudio gemeu novamente. Nesse momento Renan começou a me fuder também. A rola do meu dono entrou como sempre, com um estocada firme, sem pausa. Senti ele me enrabar no instante que Cláudio forçou a rola dele até a minha garganta.
Renan começou a meter forte atrás.
Cláudio começou a meter forte na frente.
A rola do Renan ia fundo no meu cu e a do Cláudio fundo na minha garganta. Renan estava montado em mim como um verdadeiro macho monta em seu sub enquanto Cláudio forçava minha cabeça a engolir a rola dele. Sem dó a rola do Renan ia cada vez mais fundo dentro de mim até que ele parou.
Cláudio tirou a rola da minha boca, eu estava quase engasgando. Logo ele foi até Renan e ambos ficaram um tempo sem meter. Estava de quatro, logo olhei sobre os ombros, os dois tocavam uma de leve olhando meu cu.
- Gostoso de mais – disse Cláudio quase devorando meu cu com os olhos.
Logo Renan deu a volta. Olhei meu dono ficar na minha frente, a rola enorme dele, com aquele sacão pentelhudo. Abri a boca e fui até a rola dele, logo senti as duas mãos grandes e calejadas de Cláudio segurarem a minha cintura e a rola grossa dele entrar de uma vez.
- Eu estava louco para fazer isso – disse ele metendo forte, sem do. Empinei para frente, mas bastou um olhar do Renan para eu voltar para a posição e aguentar as estocadas calado. Cláudio meteu sem dó e Renan, como de costume, levou a rola dele até a minha garganta, segurando minha cabeça contra ela o máximo que eu conseguia aguentar. Cláudio metia rápido, tava louco de tesão. A rola dele entrava e saia, sendo meio torta doía. Mas ele não parava, metia como macho deve meter, sem dó. A mim cabia apenas aceitar as estocadas cada vez mais forte dele.
Logo o gozo dele veio, com urros de tesão. Renan também gozou, pela segunda vez, lambuzando toda a minha cara. Meu pau ainda preso no cinto babava.
- Posso gozar…
- Não! - disse Renan antes mesmo de terminar a pergunta.
Cláudio estava muito ofegante.
- Caralho velho – disse ele. - Que tesão foi esse? Não me sentia assim há tempo – disse ofegante.
Renan saiu da sala indo até a cozinha.
- Por sorte escondi alguns latões na gaveta, tenho certeza que não procuraram lá.
Cláudio me olhou cansado, mas sorrindo. Meu pau tava todo babado. Tava muito afim de gozar também.
- Nada de leite nesse piroquinha hoje – disse Cláudio rindo. - Também não deixo os meus gozarem sempre.
Logo Renan voltou com um latão e sentou-se debaixo da janela, com as pernas esticadas. Ele abriu a cerveja e deu um gole. Logo eu sentei ao lado dele e deitei a cabeça na coxa da perna dele. Cláudio fez o mesmo do outro lado. Renan fez um cafuné na minha cabeça e sorriu para mim.
- Vocês dois são estranhos – disse Renan dando um gole na cerveja, logo ele ascendeu um cigarro.
Não pude deixar de sorrir ao ouvir aquilo. Nós três éramos estranhos.
- Talvez, só não podemos contar ao Elfo – disse olhando o teto.
Cláudio começou a rir.
- Assistiram Senhor dos Anéis? - perguntou Renan empolgado.
Nós dois simplesmente rimos e Renan ficou sem entender.
- Detesto gente bêbada – disse ele voltando a beber e fumar.
Logo escureceu, a sala ficou escura e ficamos nós três lá, calados, curtindo o restinho do sábado. Sem dúvidas foi um dos melhores que tive na vida. Saudades...