"Pai, quero te chupar"

Um conto erótico de Rock, A Rocha
Categoria: Heterossexual
Contém 1972 palavras
Data: 12/04/2026 18:31:41
Última revisão: 12/04/2026 19:48:16

Série: Histórias do meu segundo casamento.

Minha filha Bia sempre foi muito mais apegada a mim do que a mãe. No começo da adolescência, quando sentavamos para assistir TV nos sábados à noite, a posição invariável no sofá era minha mulher numa ponta, nossa filha no meio e eu na outra ponta. Às vezes, ela colocava a cabeça no meu colo, em outras no colo da mãe, e a bunda virada pro meu lado. Ficávamos horas assim, e confesso que algumas vezes olhava pra bunda dela, mas era instintivo e rápido, ninguém percebia. Aos dezoito anos, teve alguma alteração nela, e mais ou menos nessa época surgiu um boato de que ela tinha dado para um grupo de garotos no bairro, mas isso é outra história, que contarei em outro momento. Aos dezenove, alguma coisa mudou nela em relação a mim. Eu ainda olhava minha filha andando de shortinho pela casa ou quando sentavamos para assistir TV. As posições no sofa ainda eram as mesmas. Durante um sábado em que minha mulher iria passar o final de semana fora, Bia ficou o dia inteiro perambulando pela casa de calcinha box e top. Andava descalça e de cabelo preso, sentava de perna aberta ou ficava propositalmente de costas pra mim com a bunda empinada. Eu estava consertando o ralo da pia, deitado no chão de barriga pra cima, e minha filha abaixou por curiosidade para ver no que eu estava mexendo, e no momento em que ficou de cócoras e ia meter a cabeça por dentro do gabinete onde eu estava, perdeu o equilíbrio e ia cair pra trás se não tivesse se segurado meu cinto. Meu pau ficou duro na hora por causa da proximidade da sua mão. Ela percebeu, e ao largar onde tinha se segurado, deslizou a mão por cima do meu pau, e sorrio, desviando um olhar que nunca tinha me dado e umedecendo os lábios como só alguém com experiência em mamar um pau sabe fazer. Puxou uma cadeira e passou todo o tempo sentada perto o suficiente onde eu conseguia ver seu corpo delicioso do pescoço para baixo. Na certa ela também olhava pra mim que estava sem camisa, e mirava meu pau. Quando terminei e levantei, ela veio até mim muito sorridente e apressada, me abraçando e dizendo que tinha o melhor pai do mundo, que eu sabia fazer tudo muito bem feito e por isso a mãe dela estava sempre feliz. Senti em sua voz que ela estava indiretamente se referindo ao sexo que faço todos os dias com minha esposa barulhenta e gemedora. Apertei a cintura dela dizendo que ela também era maravilhosa, e mais uma vez fiquei de pau duro. Dessa vez ela não apenas percebeu como também sentiu, a safada da minha filha me apertou com mais força ainda entre seu braços e ficamos assim por dois ou três minutos, com ela às vezes beijando meu peito e eu fazendo cafuné em sua nuca, como fazia em sua mãe sempre que queria que ela me mamasse. Seu corpo estremeceu e antes de me largar, falou que queria assistir a um filme de noite e ligaria para o namorado para avisar que ficaria em casa estudando. À noite, quando desci para a sala, ela estava toda gostosinha deitada com a cabeça no canto da mãe e os pés estirados no meu. Tinha trocado de roupa, mas mantinha o mesmo estilo, conjunto do Bob esponja com meia, calcinha box e top. Sentei e coloquei seus pés em meu colo, ficou mexendo o pé esquerdo alisando minha coxa, e de vez em quando subia as carícias ao meu pau. No início estava deitada de barriga pra cima, mas vinte minutos depois virou de bruços e, antes de se acomodar, empinou a bunda convidando para que eu desse um tapa. De claridade na sala só havia a luz da TV, ela se assustava com as cenas do filme de terror dizendo estar com medo e eu a acalmava alisando sua batata da perna. Meu pau já estava duro por causa da massagem que ela fazia com os pés, quando ela decidiu mudar de posição e colocar a cabeça no colinho do papai. Meu tesão era enorme e naquele momento percebi que minha filha era tão puta quanto a mãe. Ela fingia esconder o rosto por conta do filme e virava a cabeça para baixo ficando de frente com meu pau duro, e passava seus lábios nele por cima da calça. Num momento mais intenso do filme, quando ela estava nessa posição, percebi que mordia meu pau sem o menor pudor e apertava minha coxa subindo a mão até minhas bolas. Eu tocava em suas costas, mas não tinha coragem de descer minha mão até sua bunda. Meu pau estava estalando de duro e sua cabeça encima, fiz mais uma vez aquele cafuné em sua nuca e ela empinou a bunda. Que visão maravilhosa, o rabo da minha filha era uma delícia, com certeza ela fazia a molecada do bairro muito feliz. Com a bunda ainda empinada, pediu que eu coçasse um incomodo que sentia um pouco mais pra baixo e apontou com o dedo. Finalmente tive a chance de tocar a bunda da minha filha como sempre desejei. Não perdi a oportunidade e acaricie aquele rabo com a mão cheia, ela gemia baixinho e esfregava o rosto no meu pau que ainda estava por baixo da calça. Poucos minutos depois, eu já apertava com tesão a sua bunda como se estivesse apertando a bunda da minha mulher. Minha filha era abilidosa e experiente, assim como a mãe, não tinha pressa e sabia conduzir a situação sem medo ou desespero. Dei dois tapas em sua bunda e ela falou "ai, pai" toda manhosa e molhada, meti minha mão no meio de sua bunda até a bucetinha, e ela já estava derretendo, toda encharcada. Passava o dedo por cima da calcinha e ela tremia. Nesse momento ela já beijava, cheirava e acariciava meu pau sem a menor hesitação, mas ele ainda estava guardando. Com a outra mão eu alisava sua cabeça, puxava de leve seu cabelo e aperava seu rosto, tampando olhos, nariz e boca ao mesmo tempo. Toquei seus lábios e ela, como boa chupadora que a vizinhança dizia ser e como a mãe dela era, chupou um dedo, depois dois, três... Em poucos minutos minha mão inteira estava em sua boca e minha filha lambuzava minha mão e a baba molhava minha calça com o meu pau duro por baixo. Meti dois dedos na bucetinha dela e ela remexia o rabo querendo mais e mais fundo. Puxei seu cabelo com força levantando sua cabeça pra que ela olhasse pra mim, olhei pra ela e mandei "chupa meu pau, sua putinha" ela sorriu aquele sorriso igual o da mãe e respondeu "pai, quero te chupar". Ela de fato sabia o que estava fazendo, foi uma loucura. Imaginei e desejei minha mulher e minha filha me chupando na próxima sessão de filme que fizéssemos em casa. Ela me mamava como uma tarada e eu metia os dedos em sua buceta e lambia em seguida pra sentir o gosto. De repente, o telefone dela tocou, era o namorado. Minha filha com a boca cheia com o pau do papai, e aquele viado corno que nem comia ela direito liga pra atrapalhar. Ela pagou o celular que estava no tapete e atendeu sem tirar meu pau da boca. Tive a impressão de que ela já tinha feito isso, porque agiu da maneira mais natural possível, e por isso posso chamar o corno do namorado dela de corno, e a fama que minha filha tem de ser uma boa chupadora que corre no bairro não é em vão, não surgiu do nada. A minha mulher tinha a mesma fama, e por isso casei com ela. Ele perguntou o que estava fazendo e ela respondeu que ainda estava estudando, mas afastava o aparelho e gemia enquanto eu continuava dando umas dedadas nela. Chupou meu pau e conversou com ele por quase vinte minutos, dava pra ver que aquilo deixava minha filha muito excitada. Não consegui aguentar vendo ela naquele jeito e falei baixinho no seu ouvido que ia gozar, ela olhou pra mim e balançou que sim com a cabeça, pedindo com o olhar pra que eu gozasse. Ela tava ouvindo o que ele tinha feito durante o dia quando enchi seu rosto de leite. Gozei na cara da minha filha enquanto ela falava com o namorado pelo telefone. Ela continuou mamando enquanto falava e limpava meu pau até a última gota. Ela realmente era igual a mãe. Meu pau continuava duro mas já estava limpo. Ela levantou, colocou a calcinha box de lado e sentou gostosinho no papai, a bucetinha da minha filha engoliu meu pau inteiro na primeira sentada. O gosto da buceta dela era o mesmo que o da mãe, porém ainda era um pouco mais apertada, e ela com certeza percebeu que meu pau era maior e mais grosso do que o da molecada que comia ela no muro da escola ou no banheiro do shopping. Sentada de costa e rebolando, falando ao telefone e olhando pra mim de vez em quando, minha filha era a puta que todo pai queria ter. Um metro e sessenta de altura, 50 quilos, corpinho perfeito, bem desenhado, 19 anos, muita safadeza e muito tesão. Não via a hora de comer ela e minha mulher no mesmo dia. De repente ela parou de rebolar e levantou, pediu pra eu ficar em silêncio com um gesto e falou ao telefone "tá bom, tô te esperando". O filho da puta tava vindo pra comer minha filha e atrapalhar minha foda. Desligou o telefone e se ajoelhou em minha frente, começou a chupar meu pau com tanta vontade que gozei em menos de dois minutos. Com a boca cheia de porra, minha filha brincou com meu pau por mais alguns minutos, como se não quisesse que ele abaixasse, e eu fiquei imaginando quantos garotos do bairro ela já teria chupando, quantos paus já teriam gozado na boca da minha filha. Ela levantou a cabeça pra me olhar e eu pus a mão no seu pescoço, apertei e puxei ela em direção a minha boca, chamei ela de putinha safada olhando nos olhos e a beijei. Ela sorriu, apertou meu pau com as duas mãos e disse que queria fazer mais depois "tá bom, pai?" perguntou ela com aquele sorriso que eu já conhecia. "O Marcelo tá vindo, vou tomar um banho rapidinho", avisou e subiu correndo para o quarto. Arrumei a bagunça da sala e levei as coisas pra cozinha. Fui tomar um banho e poucos minutos depois ele chegou. Liguei pra mim esposa pra jogar conversa fora e ia ficar no nosso quarto tranquilo, mas decidir beber uma cerveja, e desci pra buscar enquanto contava pra mim mulher que tinha consertado o ralo da pia. Desci descalço, sem fazer barulho, achando que minha filho estava no quarto dela com o namorado. De passagem na volta após ir à cozinha, olhei de relance para a sala e percebi que minha filha estava de joelhos de frente ao sofá chupando o namorado, do mesmo jeito que tinha feito comigo pouco antes. Subi para o meu quarto sem fazer barulho, ele provavelmente estava de olhos fechados e assim continou, mas percebi que ela levantou a cabeça e olhou em minha direção, eu olhei pra ela e apertei meu pau; ela lambou os lábios, sorriu e voltou a cair de boca no pau do namorado. A minha mulher ainda estava na linha e eu disse a ela o quanto a nossa filha era maravilhosa, afirmando que ela era assim porque tinha puxado a mãe, minha esposa sorriu feliz, e com certeza minha filha também estava feliz naquele momento.

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