Capítulo 8: O Abismo que Engole uma Promessa Traída

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 888 palavras
Data: 12/04/2026 00:43:45

Elias voltou para casa na tarde de sexta, o juramento à mãe martelando em sua mente como um eco distante e opressor. A tensão na casa era palpável – o ar espesso, como se segredos pairassem invisíveis. Juliana o recebeu com um beijo rápido na bochecha, sem o abraço caloroso de sempre: "Bem-vindo, amor… cansado? Resolveu tudo?" Não o procurou mais que isso, virando-se para a cozinha, e aquilo o deixou ainda mais ressabiado, um frio rastejando pela espinha. Era sexta à noite, e ele decidiu não confrontar – ainda não. No sábado e domingo, cuidou do pai sozinho, trocando fraldas, dando banhos mornos e alimentando, mas José pouco falava ou olhava em seus olhos, murmurando respostas curtas: "Tô bem, filho… obrigado." Elias sentia o abismo crescendo entre eles, o peso do que vira na câmera sufocando o ar.

No domingo, os irmãos visitaram – Alessandra com o marido, Alexandre com Caroline –, um almoço que tinha tudo pra ser normal, pratos de macarrão e salada circulando na mesa. Mas até eles perceberam algo errado – olhares trocados, silêncios longos. Alessandra tentou sondar: "Ei, pai… tá tudo bem mesmo? Vocês parecem tensos." José desviou: "Só cansaço, filha. Saudades de correr, de trabalhar..." Alexandre, o mais velho, olhou pro pai com um olhar desconfiado, fitando-o demorado, como se farejasse algo podre, mas nada disse, só murmurou uma oração baixa. Juliana sorria forçado, servindo a todos, mas Elias via a distância nela, o brilho ausente nos olhos.

Por fim, todos partiram, o sol se pondo em um adeus rápido. À noite, Elias procurou Juliana no quarto, tocando sua cintura: "Ei, amor… vem cá, tô com saudade." Ela se afastou gentilmente: "Tô cansada hoje, Elias… amanhã, tá?" Aquilo o estava matando – a rejeição, o vazio crescendo como uma ferida. Demorou, mas enfim dormiu, o corpo exausto traindo a mente agitada.

Durante a madrugada, Elias acordou sobressaltado, a cama fria ao seu lado – Juliana sumira. O coração disparou; ele a procurou pela casa escura, pés descalços no piso gelado, mas já imaginava onde estaria, mas fazendo o que? Não poderia dizer que estava dando banho no sogro naquele momento. "À menos que..." Ele pensa, angustiado. Chegou perto da porta do quarto do pai, ouvindo a TV ligada, vozes baixas de um jornal noturno. E então… gemidos – suaves, abafados, mas inconfundíveis. Elias correu pro cômodo mais distante, seu escritório, e ligou o laptop com mãos trêmulas, acessando o app da câmera. O que viu o congelou: Juliana cavalgava no pai dele, nua, mãos tampando a boca para abafar os gemidos, o corpo suado subindo e descendo no pau ereto.

O estômago revirou; Elias voltou o vídeo, tentando entender, o ar parecia lhe faltar. Juliana entrara quase uma hora atrás, já nua – pele negra brilhando sob a luz fraca, seios pequenos balançando, bumbum grande, boceta lisinha e carnuda e coxas torneadas expostos. José estava acordado, voz rouca: "Nora… o que você... é mesmo isso que você quer? A gente prometeu parar com o excesso de... carinho. E isso é bem mais do que fizemos..." Ela nem respondeu, só subiu na cama, mal tocando no pau de 20cm que endureceu instantaneamente, encaixando na boceta úmida e então descendo de uma vez, sentido-se preenchida completamente: "Ahh, José… tô doida por isso faz dias!" Começou a subir e descer devagar, rebolando ritmada, mãos nos seios próprios: "Mmm, delícia…" José admitia, olhos vidrados: "Também tô louco por você, nora… apesar de não sentir, ver sua boceta raspadinha engolindo meu pau… ahh, é lindo."

Ela cavalgava com fome, gemendo abafado: "Ahh, safado… que pau maravilhoso, me enche todinha!" Gozava várias vezes – corpo tremendo, boceta contraindo no pau, sucos escorrendo: "Ahh, sim… tô gozando de novo… delícia! Que pica é essa, sogrinho, eu sabia que seria maravilhoso ser fodida por você! Eu sabia que seria incrível sentir ele pulsando dentro de mim!" José elogiava: "Rebola mais, minha linda… você é perfeita." Para não se enrolar na agonia, Elias acelerou o vídeo em vários momentos – a cena se repetia, ritmos variando de lento a urgente, gemidos ecoando, corpos colados em uma dança proibida que durava minutos eternos. Chegando no presente, ele viu ela se levantando, beijando José profundo, línguas se tocando: "Mmm… te amo." Eles dizem um ao outro. Depois, colocou os seios na boca dele, mamilos duros sendo sugados: "Chupa, sogro… faz de mim sua nova mulher, em segredo… ninguém precisa saber. Só você e eu."

José respondia, voz embargada: "Você já é, Juliana… minha delícia. Desde o minuto que chegou nuazinha no meu quarto, você já tinha virado minha mulher!" Ela confessa: "Esse pau roubou minha boceta… e seu coração roubou o meu." Quando terminou de dizer isso, ambos choraram – lágrimas misturadas a suspiros, sabendo dos problemas: "Se descobrirem… vai ser o fim", murmurou Juliana. "Mas não aguento mais sem você", soluçou ele. Juliana se levantou, saindo da cama nua, o corpo marcado pelo tesão, indo para o banheiro.

Elias correu pro quarto, deitando-se com o coração em frangalhos, fingindo sono, aquilo martelando em sua mente – o juramento à mãe agora uma ruína, traindo tudo que ele prometera proteger. Quase 20 minutos depois, Juliana voltou, de banho tomado e vestida com uma camisola leve, deitando afastada dele, sem um toque, sem uma palavra. Parecia que de fato estava tudo acabado…

Mas Elias estava decidido a sair de pratos limpos – confrontaria, custasse o que custasse...

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Comentários

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Depois dessa, se Elias não confrontar e não fazer pagarem, será o maior corno manso da história do CDC. Ele tem todas as provas nos vídeos. E, como disse no conto anterior, nenhuma promessa deveria destruir sua dignidade e enchê-lo de humilhação. O que a mulher e o pai fizeram foi uma das maiores traições que alguém poderia ter. Meu mano Elias merece mais.

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Cara pra ser sincero, é um dos contos mais viajados que já li aqui. O cara tem uma lesão na medula, não sente nada do pescoço pra baixo, ter ereção involuntária não iria mudar nada na vida dele, fora que um tetraplégico não tem ereção uniforme e duradoura igual é retratado.

O casal até o acidente no pai não foi retratado estar em crise, motivo pra rolar tudo isso é banal.

E a passividade do Elias com tudo isso pelo amor, nenhuma promessa vale o seu bem estar, como você mesmo disse uma das maiores traições que alguém poderia ter.

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