A situação que vivemos, envolvendo minha condição do segundo estágio, começou sem querer... Eu estava com meus 32 anos e minha esposa 30 anos e 10 anos de casados.
Havíamos mudado para um bairro residencial até bem tranquilo da cidade. Nossa casa era de dois pavimentos, sendo que a parte superior tinha uma grande janela de vidro dando acesso a nossa sala. Desta forma, a sala tinha uma visão completa da rua. A casa era alugada e a nossa senhoria era uma senhora de uns 60 anos que morava bem em frente a nossa casa.
A casa da senhora era de três pavimentos, sendo que a senhora morava no térreo com a filha casada e seu neto, um rapaz de aproximadamente 20 anos, boa praça, trabalhador e fazendo faculdade, e no segundo pavimento, morava o filho mais velho da senhora. Segundo informações, divorciado e sem filhos. O cara devia ter 40 anos. Um cara, segundo minha esposa, desprovido de beleza. Era mais baixo do que eu, tinha uma barriga de cerveja e bem barbudo. Em condições normais, sem atrativos para chamar a atenção da minha esposinha.
O terceiro pavimento estava em construção. Segundo no filho da senhora, que chamarei de Ricardo, seria uma escola. A parte da frente deste terceiro pavimento era uma laje e o entorno uma mureta baixa, cerca de 80cm de altura e intercalado de pequenas vigas com frestas entre as vigas. O acesso ao segundo e terceiro pavimentos era feita por uma escada lateral totalmente independente do térreo da casa da senhora. A laje do vizinho Ricardo tinha uma visão ampla e irrestrita da nossa sala de estar.
Do nosso ponto de vista, do lado esquerdo da casa da senhora, havia um bar, com uma mesa de sinuca, onde se reuniam diariamente a turma de “vadios” da rua, incluindo o Ricardo, dois irmãos mecânicos, que tinham uma oficina localizada na esquina da rua e outros caras da outra rua.
Nos dois anos que moramos nesta casa, formou-se este cenário: Ricardo, o neto, os dois mecânicos e mais seis caras das outras ruas. E assim, começou...
No primeiro mês de residência, não havíamos conversado com ninguém, a não ser a senhora, nossa senhoria e com o Ricardo, a irmã e neto, mas algo muito formal e de praxe. Nos finais de semana, estando em nossa sala de estar, podíamos ver o bar de frentes, que no entardecer, reunia a turma para famosa cervejinha. Neste mês, tínhamos saído para caçar e as roupas da minha esposa não passaram despercebida dos caras, além das que ela usava em casa. Tudo muito curto, sainhas que ela usava pra ir ao supermercado ou outros lugares.
Nas noites, conversávamos e ela falava dos gracejos dos caras da rua... Chegou até a dizer que era pra eu ir ao bar tomar umas com a rapaziada a safada.
Capítulo Dois – A surpresa
Era uma tarde de sábado. Ela estava na sala vendo algum programa de TV e eu no quarto. Ela se distraiu da tela e olhou pra rua e tomou um susto... Viu o vizinho, Ricardo na laje completamente nu. Quando ele percebeu que ela estava olhando, o safado colocou o pau entre as vigas da mureta. Ele andava e balançava o pau colocando entre as vigas pra ela olhar.
Minha esposinha ficou completamente transtornada.
Me mandou uma mensagem e disse: – Amor, venha devagar na sala e olhe pela cortina para laje do vizinho.
E eu fui, Caramba! Um dos maiores cacetes que tínhamos vistos...
Ela fingia que olhava para TV e olhava pra ele. Quando ele percebeu que ela estava olhando e não tinha ficado com raiva ou algo do gênero, começou a exibir mesmo. Ela começou a ficar agitada e disse: – Aí amor. Meu deus que picão, estou toda babada aqui. Ela estava vestida com um short jeans e eu estava atras da cortina.
- Eu disse: – Amor, por que você não retribui?
- Ela disse: – Aí seu tarado... Já tá pensando em chifre, né? E se levantou indo para o quarto.
Eu fiquei olhando-o. Ele saiu do campo de visão e fui ao quarto com minha esposa. Ela estava procurando algo pra vestir. Eu escolhi uma sainha preta bem curtinha. Minha esposinha já estava com bucetinha escorrendo, babando de tesão. Voltou para sala e sentou-se. Não precisamos esperar muito. O Ricardo apareceu na mureta, só que estava de short. Acho que ficou com medo... Minha esposa, olhando para TV, abriu as pernas e expos sua bucetinha linda.
Ricardo ficou alucinado, abaixou o short e colocou o pauzão pra fora e começou a se masturbar... Eu estava vendo o embate dos dois e fiquei pensando... fudeu. Ainda estava no estágio 2 da cornitude e pensava nas implicações e pensei: “ Quero que ele saiba que eu sei o que está rolando? Foda-se, sou corno manso afinal de contas”.
Eu disse: – Amor, fica como você está... Fui e me sentei ao lado dela olhando para TV. Ela só falou que ele havia guardado o pau. Eu sem olhar para fora, comecei a passar a mão na buceta dela, batendo uma siririca... e ela começou a gemer, me apertando...
Ela disse: – Amor ele tá mostrando o pauzão...
Ela gozou se tremendo e encharcando minha mão, quase no meu momento ele gozou. Recolheu o monstro e saiu com campo de visão.
Ela disse: – Porra amor... e agora?
Eu disse: – Amor, esse tipo de situação a gente não controla. Vamos deixar rolar...
Ela disse: – Quem diria. Né amor? Um cara até bem feinho com um cacetão desse... aí quero dar pra ele...
Eu disse: – Deixe comigo...
Parte Um – O vizinhos 2
Capítulo Três – Novos amigos
Na manhã de domingo, acordei cedo e desci para ir à padaria na esquina da rua. Chegando lá encontrei o Ricardo e um outro cara tomando café em uma mesa. Cumprimentei como se nada tivesse acontecido. Depois que peguei o pão, Ricardo me chamou.
Ele disse: – Ei vizinho, como está a casa nova? Eu fui até os dois.
Eu disse: – Está tudo ótimo. A casa é muito boa e o bairro bem tranquilo e a vizinhança bem legal. Minha esposa está adorando.
Ele disse: – Fico muito feliz... sinal de que ficarão um bom tempo conosco. Tua esposa é muito simpática. E virando para o amigo, disse: Esse é o novo inquino da mamãe, Tião, que eu estava te falando. E virando para mim, disse: Olha o Tião aqui é o melhor faz tudo da vizinhança. Qualquer trabalho na casa é só chamar o Tião. Pode confiar... Ele é tão grande quanto eu... E sorriu junto com o Tião...
Eu sorri amarelo... típico de um corno manso quando é exposto... Ele sabia que eu sabia, que ele estava mostrando o pau pra minha esposa, e deve ter contado para o Tião. O Tião era um dos camaradas de boteco, que morava na outra rua. Um cara na mesma faixa de idade do Ricardo, com o físico até bem bom, pra idade. Mas o que me acendeu, coisa de corno, foi o fato deixado no ar ele ser maior que o Ricardo.
Eu disse: – Opa, tenho mesmo algumas coisas pra fazer sim. A madame fica cobrando direto e fala até que vai pedir pro vizinho fazer... Todos riram... e Eu continuei...: Não pode, né? Bem, deixa eu ir. A madame está esperando.
O Ricardo disse: Olha, desce pra assistir ao jogo no bar mais tarde... Tomamos uma. Eu apenas acenei, sem confirmar... Estava indo rápido demais.
Tomamos café e minha esposinha percebeu que eu estava agoniado e perguntou se estava tudo bem... Eu contei sobre o encontro com o Ricardo na padaria, sobre o Tião, sobre o detalhe do maior e tudo mais.
Ela disse: – Aí amor... o que tu vais fazer... vai deixar eu dar para vizinhança... Lembra a última. Hein? Fiquei muito falada. E você, o maior corno do bairro.
Eu de pau duro, disse: – Mas, foi bom demais... Olha como eu estou? E mostrei meu pau duraço pra ela.
Ela disse: – Verdade, foi bom demais... Então amor... Vai sim tomar a cerveja com a galera e deixemos rolar.
O dia transcorreu sem atropelos e eu com o tesão reprimido de corno manso. Fim de tarde, eu me arrumei.
Ela disse: – Vai meu corninho. Prepara a galera pra tua mulherzinha... Quero muito dar...
Cheguei no bar, estava em uma mesa, o Ricardo, o Tião e dois outros caras que acabei por saber, serem os irmãos que trabalham em uma oficina mecânica na esquina da rua. Os dois eram até jovens, mas mais velhos que eu, negros e com o físico em dia. Deviam estar há algum tempo, pois já estavam bem animados. O papo rolou descontraído e sempre o Ricardo conduzindo o assunto e falando muita putaria. Acho que ele havia falado da minha esposa para os outros.
Um dos mecânicos disse: – Então Ricardão e a gata que tu falaste meu!
O Ricardo disse: – Cara, que bucetão... Acho que o maridão vai acabar dando esse presente para o Ricardão aqui, e encheu a mão no pauzão dele.
Eu disse, sorrindo com cara de corno: – Como assim rapaz?
Ele continuou: – Então, parsa, casalzinho que estou conhecendo. A mulher maior gostosa e o cara têm a maior cara de corno. Meu instinto não me engana e olhou fixo pra mim, que cheguei a engasgar e meu pau ficou duraço, que prazer do caralho..., e continuou: – Não vai demorar e ele vai ver de perto eu arregaçando a buceta da mulher dele. Agora, se ela gamar no ricardão aqui... o corno tá fudido, pois gosto de escorraçar o corno.
Em um momento que ficamos só nós dois na mesa, perguntei sobre que ele estava construindo... Ele disse: – Estou construindo uma escola para pré-vestibular. Poucas salas, mas ainda está no básico. Tem quatro salas prontas no segundo andar e mais 4 no terceiro ainda por completar. Por hora, eu uso a laje para fazer alguns eventos, churrascos, festinhas... Essas coisas. Tenho uma piscina armada e uma churrasqueira. Essas coisas.
Acabaram por me colocar no grupo de mensagens e a noite acabou por aí. Mas, saí com um plano com o Ricardo, a semana seria mais curta devido a um feriado na sexta e iria convidá-lo para uma cervejinha na noite de quinta em casa... minha mente de corno estava a mil. Durante a semana meu celular transbordou de putaria, vídeos, fotos e as conversas, puta que pariu.
Capítulo Quatro – O jantar de apresentação
Na quarta-feira, no jantar com minha esposa, falei que ia chamar o Ricardo para uma cervejinha em casa na noite de quinta-feira. Ela ficou radiante e logo perguntou se já iria estrear a picona do vizinho.
Eu disse: – Amor, meu plano é ele saber que você é uma putinha e que eu sou um corno manso bobinho. Não quero que ele saiba que eu sei, entende...?
Ela disse: – Amor, claro que sei..., mas sei também que você não se controla... Tá doido para todos saberem que você é corninho.
Essa noite a fudi com vontade e nós falávamos, eu sobre os machos, comerem ela e ela falando sobre que queria provar a pica do vizinho, é a realização de todo corno manso. Na manhã de quinta, mandei uma mensagem para o Ricardo convidando para uma cervejinha em casa à noite. Minha esposa iria fazer uns petiscos e tomaríamos umas brejas. Quando cheguei em casa, no início da noite, minha esposa já havia preparado tudo e já estava no banho.
Ela disse: – Oi amor, eu saindo daqui você me prepara, tá? O que significava depilá-la. Sabia que a noite prometia. Como sempre faço, depilei a bucetinha dela deixando bem raspadinha com o tufo de pelos, sobre a boceta. Estava demais. Nos preparamos para chegada do Ricardo.
Por volta das 8:00h da noite ele chegou. Fui buscá-lo e o convidei para ir para sala de estar. Ele estava vestido de forma bem à vontade com uma calça de moletom e camiseta. Deu pra notar claramente a intenção do safado, pois o Ricardão estava bem solto, porque ele estava sem cueca. Peguei uma cerveja para ele, e ficamos conversando e esperando minha esposa vir. Já estávamos na segunda cerva quando minha esposa chegou e estava radiante e muito gostosa...
Apresentei minha esposa e o Ricardo deu um abraço e troca de beijo no rosto. Quando minha esposa se sentou ao meu lado e de frente para o Ricardo, pude constatar pela fisionomia do convidado que ela tinha esquecido da calcinha, a danada. Ele ficou acesso e o monstro começou a estufar o short. Foi uma noite muito boa, pois eu conversava com ele, e ela vinha e sentava do meu lado de frente para ele e cruzava as pernas, ele ficava secando as pernas dela, quando eu fingia não estar percebendo ela descruzava as pernas e deixava aberta, eu me fingia de bobo e ele disfarçava o pau duraço. Ficamos nessa brincadeira de gato e rato, com a minha esposa claramente excitada, pois ele ajeitava propositalmente o pauzão dele na nossa frente. Quando ele estava para ir embora, ela perguntou sobre a laje.
Ela disse: – Seu Ricardo o que o senhor está construindo lá na sua laje?
Ele disse: – Estou construindo uma escola para pré-vestibular. Na laje falta concluir as salas. Por hora, eu uso a laje para ter um pouco de privacidade e ficar mais à vontade, e rimos juntos. Rola alguns eventos, churrascos, festinhas... Essas coisas. Tenho uma piscina armada e uma churrasqueira.
Ela disse, para minha surpresa: – Deve ser bem bom tomar um solzinho na laje, né?
Ele disse: – Realmente... Às vezes umas amigas fazem isso mesmo. Por que não experimenta amanhã...? É feriado e a cerveja é por minha conta. E continuou...: Estou programando um churrasco com uma galera e vocês estão convidados. O que acham?
Minha esposa se adiantou e disse: – Poxa seria bom pegar um solzinho e reforçar minha marquinha. O que achas amor?
Eu com meu pau duro e testa coçando disse: – Claro amor... Que horas? Ele disse: Pode ser às 11h.
E findou a noite com o convite aceito e todos muito satisfeitos... Depois ela não quis nem trepar comigo e fazendo cara de safada disse: – Aí amor, preciso me preparar para amanhã, o serviço será bem duro.
Eu disse: – É amor o cara tem um picão...
Ela acordou cedo e foi logo se preparando, vestiu uma minissaia de lycra branca que ela só usa em casa por se tornar transparente e como raramente usa calcinha fica muito evidente, ela disse que queria provocar bem o nosso vizinho.
Capítulo Cinco – A laje ou o matadouro?
Ela estava me deixando excitado, pois ela não usava calcinha e ficava se mostrando pra mim. Perguntei qual biquíni ela iria usar e ela disse que usaria um branquinho bem pequeno, era fio dental e ela havia tirado o forro, como era tipo cortininha ela podia ajustar, normalmente ela ajustava de modo que a calcinha do biquíni marcava a buceta e cobria apenas os lábios e o tufo de pelos.
Dei uma ligada pra ele avisando que estávamos indo, fomos e ele veio nos receber, ele se engasgou quando viu minha esposa com aquela saia, pois na frente dava pra perceber o tufo de pelos da boceta e atrás nem sinal de calcinha, ele que estava com uma bermuda moletom e não teve com esconder sua excitação e pôs a mão no bolso. Iniciamos a subida até o terceiro pavimento, ela subia na frente, o Ricardo no meio e eu atrás. Eu olhava para cima e podia ver claramente sua bucetinha, que ela tentava esconder puxando a minissaia para baixo, imagina-se, o que meu vizinho tinha de visão... uma visão privilegiada.
Quando chegamos a laje, ela correu e ficou no mesmo lugar que meu vizinho havia ficado, quando estava se exibindo para ela. Ela se debruçou sobre o muro e empinou de leve sua bunda e dava pra ver bem o final das poupas, e, como estava com as pernas levemente abertas, podíamos ver sua bucetinha.
Eu claro fingia que não via nada e já perguntava pelas cervejas, ele foi pegar no quarto e ela sorrindo pra mim disse: – Aí amor, olha como estou, mostrando a sua bocetinha meladinha, hoje, eu me acabo. Começamos a beber e após a primeira gelada ela perguntou se podia colocar o biquíni.
Ele disse: – Claro madame e indicou o quartinho para ela se trocar. Ela ficou deliciosa com o fio dental deixando sua bundinha toda de fora e como era branco marcava bem a buceta. Meu vizinho não tirava o olho e disse que ela estava muito gostosa e eu apenas sorri. Ela estendeu a toalha e se deitou, sem antes ficar de quatro empinando bem seu rabo e deixando o Ricardo de boca aberta olhando sua buceta que ficava clara, naquele transparente e fino pedaço de pano. Ele tentava em vão ocultar sua pica que estava duríssima, ela abria um pouco as pernas e pediu pra passar bronzeador o que fiz com muito gosto e aproveitando, puxei um pouco mais seu biquíni fazendo com que os lábios da boceta quase o engolissem.
Continuamos bebendo. Estávamos bem altinhos e o Roberto nem se importava mais com sua ereção e eu fingia que não estava percebendo nada. A todo instante ela levantava e vinha beber conosco, ela se molhava e o biquíni ficava cada vez mais transparente. Em uma das vezes, ela veio e se sentou no meu colo e escancarou as pernas. Sua buceta estava arreganhada e o Ricardo vidrou nela. Percebi que ela não estava mais aguentando.
Eu disse: – Acho que está na hora de eu ir pegar mais cerveja.
Ele disse: – Podes colocar na minha conta no bar.
Eu apenas assenti. Quando ia descendo ela chamou meu vizinho e disse: – Vem Ricardo, vem passar mais bronzeador em mim.
Eu apenas virei a cabeça e disse: – Vê lá em Ricardo, não é para abusar muito da minha esposa. Ele só sorriu. Eu fiquei em posição que dava pra vê-los e ouvi-los.
Ele perguntou: – Ele não tem ciúme de você, deixa você ficar assim, perto de um cara como eu?
Ela disse: – Como assim, homem como eu?
Ele disse: – Dona eu sou um taradão em mulher safada. Não tenho dó. E teu marido tá deixando você nas minhas mãos.
Ela disse: – Não fala assim Ricardo... Meu maridinho é um homem bonzinho. Gosta que eu me sinta bem e não briga com a roupa que eu visto. Ele gosta de me exibir. Se sente poderoso, vendo os garanhões me desejando e só ele me tendo.
Ele disse: – E você?
Ela disse: – Eu adoro também. Fico muito excitada e gosto de ver que os tarados ficam de pau duro doidos para me comer.
Meu vizinho que estava de joelhos ao seu lado estava tão excitado que seu pau fugia pela bermuda, minha esposa que estava com o rabo pra cima mantinha a cabeça baixa apenas olhando meio que de lado. Ele perguntou se eu iria demorar e tirou o cacetão para fora e começou a esfregar na bunda dela.
Minha esposa suspirando disse: – Ai, Ricardo, guarda isso... esse meu marido é mesmo louco de me deixar assim contigo.
Ele disse: – Ele é acostumado em te deixar assim, é?
Ela disse: – Algumas vezes, gemendo baixinho.
Ele disse: – Então, essa bucetinha já experimentou outros cacetes, né? O maridinho é corno manso, é?
Ela disse, gemendo: – Aí Ricardo, já experimentei algumas, mas não como essa... e meu maridinho não sabe não... só brincamos e ele pensa que só provoco, ai, ai. Mas olha como ele me deixa...
Meu vizinho retirou a bermuda e foi para trás da minha esposinha que ficou de quatro e empinou seu rabo, ele não tirou nem o biquíni da minha mulher, apenas afastou pro lado e disse, que bocetão lindo e encostou a cabeça na entradinha da buceta da minha mulher, ela gemia e rebolava o rabo, ela estava muito molhadinha e ele foi empurrando o cacete pra dentro e ela gritava que era muito grosso e que estava arrombando sua boceta.
Ela disse: – Aí, aí seu tarado... Tá acabando com minha bucetinha... meu maridinho vai descobrir, você é louco, aí, estou gozando...
Ele disse: – Fala pra mim gostosa, tu estavas doida para levar pica, né? Eu sei que tu estavas me vendo batendo punheta e tu foste vestir uma sainha para mostrar a buceta pra mim, né?
Ela disse: – Claro, safado... olha o tamanho desse pau. Mete cachorro.
À medida que ele penetrava sua buceta ela rebolava e pedia mais e dizia que ela era uma puta casada que adorava cornear o maridinho dela. Ela pediu pra ele se deitar e foi pra cima dele e rebolava. Ela delirava e rebolava, eu via a bucetinha da minha esposa partida ao meio naquele pauzão, meu vizinho segurava pela bunda e puxava ela pra baixo e cravava o pau nela.
Ele não estava aguentando mais e disse: – Vou gozar, gostosa.
Ela gritando também se sentou no cacete e prendeu as pernas enquanto ela gozava. Eu desci rapidamente e fui ao bar com o pau meio duro ainda e comprei as cervejas. Quando cheguei minha querida esposinha na mesma posição deitada com o rabo pra cima e meu vizinho havia entrado no quartinho pra tomar um banho, pois estava muito calor. Perguntei se estava tudo bem e ela disse o que você acha e ficou de quatro com as pernas abertas, como biquíni transparente e entrando na buceta, pude ver o estrago. A buceta da minha mulherzinha estava toda vermelha e abertinha. Dei um beijo nela e ela disse que me amava muito e pediu se eu podia beber muito e ficar bêbado pois ela queria sentar-se de novo no cacetão do vizinho.
Eu disse: – Claro meu amor e já enchia o meu copo.
Ricardo retornou e começamos a beber mais. Meu vizinho conversava comigo sobre amenidades, mas não tirava os olhos dela e ela ficava ali se arreganhando. Eu comecei a bocejar e dar uns cochilos... Vi ele sorrindo de canto de boca... minha esposa ficava de quatro pra ele e piscava e eu me fingindo de ter caído no sono... Meu vizinho percebendo que eu estava quase cochilando na cadeira colocava seu pauzão para fora e mostrava pra ela,
Ela disse: – Por que não deita um pouquinho para pegar um bronze comigo? Ele se deitou do lado dela com o pauzão apontando pra cima.
E disse: – Vem putona... vem esfolar essa buceta.
Ela se levantou, foi até o chuveiro e veio toda molhada e chegou perto de mim e disse: – Meu maridinho desmaiou, o que colocaste na bebida dele, Ricardo?
Ele disse: – Chá de corno manso... agora vem sua putinha se senta nesse cacetão.
Ela riu e ficou de cócoras e puxando o biquíni pro lado e gemendo deixou a cabeça do pau na entradinha da buceta e começou a rebolar e abaixar na cacete, ela estava tão molhada que escorria. Eu estava há apenas dois metros deles e como ela estava sobre ele e de costa pra mim, nem um deles podia me ver e eu ficava lá vendo minha esposinha gemendo e como era grosso o cacete do vizinho, deixava a buceta da minha esposa toda abertinha e era lindo ela gozar. Ele dizia que achava ela muito gostosa, mas não acreditava que eu não sabia que ela era tão puta... e ela gemendo dizia que eu gostava que ela se exibisse, mas que eu era meio tonto mesmo. Ela disse, que adorava gozar nos cacetes como o dele e estando de cócoras ele a puxava e ela se sentava toda na picona do vizinho. Ela gozou bastante. Quando meu vizinho gozou, eles foram se limpar no chuveiro e ela me chamou, eu fingi ter acordado e ela toda manhosa disse que estava toda vermelhinha e abaixou seu biquíni pra me mostrar sua marquinha, que estava ótima.
Ele disse: – Pô cara, deixastes a gente na mão, tomei toda a breja sozinho...
Eu disse: – Desculpa, Ricardo. Não sou muito forte para bebida. O importante é que minha esposinha está bem queimadinha. Ela sorriu...
Ele disse: – É verdade... pena que não posso ver como ficou a marquinha...
Ela disse: – Deixa de bobagem Ricardo olha só e abaixou a lateral do biquininho...
Ele disse: – Nossa, ficou muito bom.
Eu agradeci e fomos... Chegando em casa, após tomarmos um banho e já cama, pude ver o estrago que o vizinho fez. A buceta da minha esposinha estava bem inchada. Tive que fazer um carinho especial nela. Tínhamos até pensado em sair na noite de sexta, porém ela não quis. Queria descansar.
Na manhã de sábado, acordei cedo e minha esposa continuou deitada. Fui à padaria e encontrei novamente com o Ricardo e Tião. Comprei o pão e me juntei a eles. O papo era a foda do Ricardo com a puta casada...
O Tião disse: – Então velho... Comeu mesmo a putinha casada... Eu sorri amarelo e o Ricardo emendou: Eu disse que ia arregaçar a puta...
Eu me fazendo de bobo, falei: – Como foi isso rapaz...
Ele sorrindo disse que havia encontrado com o casal e o marido entregou de bandeja a putinha pra ele. Ele ainda sorrindo ainda soltou: – E tua esposa, como ela está... Saiu bem bronzeada ontem... E virando pro Tião, disse: – Nosso amigo e a esposa foram na laje ontem... A senhora dele ficou tomando sol e nós tomando umas brejas...
Eu disse: – Ela está bem boa. Gostou bastante e já quer repetir... Ficou bem bronzeada, sorri...
Ele aproveitou e disse: – E aí Tião... Por que não queimamos uma carne amanhã? e, olhando pra mim, disse: – Leva tua esposa de novo lá... E minha testa e meu pau já deram sinal de vida.
O Tião disse: – Não sei se a madame vai se incomodar comigo junto... Sou um cara simples...
Eu disse: – O que é isso rapaz, somos pessoas simples. Não temos frescuras com isso não. Será até bom, pois posso te apresentar e logo estarás em casa resolvendo os problema que havia falado... Ela certamente vai adorar...
Ele disse: – Se é assim... Podem contar comigo.
Falei que ia falar com ela e mandava mensagem pra confirmar. E fui... Chegando em casa encontrei minha esposa ainda deitada e toda manhosa, levei o café na cama para ela e comentei do encontro que tive com o Ricardo e o Tião falei do churrasco na laje que Ricardo tinha programado e ela sorriu e disse: – É amorzinho acho que tu vais ter que levar filé de buceta pro Ricardo novamente.
Eu sorri e disse que tinha mais, que o Tião estaria lá também.
E ela perguntou: – Quem é mesmo esse Tião?
Eu falei que era um senhor um pouco mais velho que o Ricardo, que era do grupo de caras que eu havia tomado cerveja naquele dia e que o Ricardo disse que tinha uma ferramenta maior que o dele.
Ela disse: – Ai amor, tu vais levar carne para 2 espetos?
E eu que já estava com um pau duro disse: Você quer ser espetada por dois espetos amorzinho? Ela simplesmente abriu as pernas e pude constatar que já estava toda meladinha. Passamos o sábado tranquilos, almoçamos e como pude constatar, sua buceta ainda estava com os claros sinais do arrombamento que o Ricardo havia feito, mas estávamos muito excitados e de alguma forma queríamos realmente ir.
Como sempre fazíamos saímos à noite para beber e aprontar na noite, acredito que vou dedicar uma sessão somente para contar nossas aventuras em uma casa de show, por hora é importante apenas dizer que saímos e ela se exibiu demais nessa casa de show e por pouco não acabou rolando algo lá.
Na manhã de domingo acordei cedo novamente e fui até a padaria e desta vez não encontrei nenhum dos dois lá e retornei para casa. Já havia combinado com o Ricardo que quando ele começasse a esquentar o carvão iria me dar um toque para que nós pudéssemos ir. Por volta das dez e meia da manhã, recebo no celular uma selfie dos dois já na laje fazendo a preparação da churrasqueira. Ambos estavam vestidos com roupa leve, camiseta e short de futebol. Não sei se foi proposital, porém ficou claro que eles queriam mostrar que estavam preparados. O volume no short era bem evidente e só pela imagem já deu para perceber que ambos estavam sem cueca. Mostrei a foto para minha esposa que só fez sorrir e entrou para o banho para se preparar. Eu apenas respondi que estávamos indo e que informaria assim que chegássemos.