A semana passou com Ana fazendo jogos comigo, em parte tentava me seduzir e na outra nos tratavamos com ironia.
No domingo que eu planejei passar com Debby, ela foi visitar os pais, não quis me apresentar por conta do relacionamento anterior, ainda não falamos sobre ele, não sei exatamente como abordar isso com ela, então deixo que um dia ela possa se soltar sobre o assunto.
O jogo entre eu e Ana tem me divertido eu, vê-la passar pela casa quase nua, cheirosa e eu não esboçar nenhuma reação tem matado ela, mas eu fico de pau duro o dia inteiro, a Ana é perfeita, impossível não ter uma ereção, se não fosse por Debby eu já teria avançado nela e comido de muitas maneiras.
Evandro e Carol me mandaram mensagens perguntando como eu estava, ficou claro que Ana tem recorrido a eles para reclamar da minha atitude, mas nem para eles eu não quis contar sobre a Debyy, ela é o meu segredo bom, meu mistério, e queria manter assim.
Ana desceu as escadas de babydol eu estava tomando café e ofereci a ela.
– Bom dia amor
– Bom dia
– Acordou cedo no domingo, vai sair ?
– Estou saindo para correr agora e encontrar uns amigos. - eram amigas na real
– Pensei da gente passar o dia juntos, faz tempo que não fazemos isso.
– Eu não consigo desmarcar e de qualquer forma você ia acabar me deixando na mão pelo Danilo
– Você tá com implicância com ele agora, tá chato já
– Não, eu acho bom que você tenha ele
– Mas eu tenho você também
O também me desanimou, mas não demonstrei, não queria demonstrar.
– Bom, vou sair, tchau e bom domingo
Ela falou alguma coisa que não entendi e sai pela porta, encontrei as meninas para um almoço e fui sincero com elas.
– Vou terminar meu casamento e quero a Debby, mas ela não quer e eu não sei o que fazer, preciso da ajuda de vocês.
– Aquele que não pode ser nomeado
Me dei conta que nem o nome dele elas falavam
– Ele fez muito mal a ela, traições e agressões, ela tentou - Luiza engasgou - se matar.
– Dê a ela um tempo
– Mas me ajudem e eu prometo que ela nunca mais vai passar por isso, não comigo, e se acontecer vocês podem me matar, eu não dou conta de quatro mulheres.
– Deu conta nem de uma - Disse Agatha
Todas olharam meio constrangidas achando que eu iria achar ruim, mas eu comecei a gargalhar e todas riram junto comigo.
– A gente vai te ajudar, mas a ameaça permanece.
– Posso até assinar um papel permitindo minha morte, mas acho que a lei não aceita isso.
– A gente sabe esconder um corpo
– Já fizeram isso ? - Fiz cara de desconfiado
– Muitas vezes - todos riram
– O plano é bem simples, preciso que vocês convençam a Debby de que valho a pena, que posso ser o namorado dela.
– Eu acho que ela já sabe, mas vamos fazer isso.
Eu amo aquelas garotas e sei que farão de tudo por mim. Mas ainda precisava resolver o divórcio, divisão de bens e etc. A Ana vai ficar bem, ela tem o Danilo e boa parte do que eu vender será dela, eu não estou me divorciando por vingança, mas porque encontrei a felicidade em outro lugar, eu repetia isso para mim mesmo.
Acordei na segunda com café pronto e Ana deslumbrante na cozinha dela.
– Bom dia meu amor
– Bom dia
– Toma um café, pensei da gente ir ao cinema na sexta, o que acha ?
– Não posso Ana, fica pra próxima
Ela engoliu seco a respostas, não decifrei será era tristeza ou medo no rosto dela. Mas não fiquei para ver ou discutir, sai para trabalhar.
Por volta de meio dia meu estagiário entra
– Chefe, acho que sua esposa está no carro lá fora
– Onde ?
– No estacionamento da frente
Olhei pela janela e reconheci o carro, então desci para saber se tinha acontecido alguma coisa
– Oi, aconteceu alguma coisa ?
– Nada, eu pensei em vim te ver
Fazia meses que ela não vinha no trabalho, não era incomum ela me esperar ali e os funcionários já sabiam.
– Vamos almoçar juntos?
– Pode ser jantar? Tenho muito trabalho. - Respondi com pressa
– Tá bom, eu vou fazer o frango que você gosta
– Te vejo em casa
– Te amo - ela disse
Eu ouvi, mas fingi que não, o te amo me atingiu porque eu realmente amo a Ana, o casamento acaba mas o amor fica de alguma maneira, eu não queria que aquilo se transformasse em ódio.
Esqueci completamente da Ana quando o expediente acabou e fui ver a Debby, a gente transava três quatro vezes na semana e uma delas era na segunda, num apartamento que eu já estava morando, na verdade transando com a Debby.
Abro a porta do apartamento e ela está vestida de enfermeira com uma saia pequena.
– Soube que é aqui que tem um paciente com sérios problemas?
– Tá quase morto com essa visão
– Então deita aí que eu vou te examinar - disse ela apontando para um colchão no meio da sala.
Tomei um banho e me deitei no colchão,
– De bruços - Ela disse
Me virei enquanto senti a respiração dela no meu ouvido num sussurro que fez meu corpo inteiro vibrar
– Hoje você é meu paciente e vai fazer o que eu mandar
– Pega leve Debby
– Você vai amar
Ela passou óleo nas minhas costas e foi massageando enquanto mordia minha orelha e beijava meu pescoço, sua mão foi descendo lentamente e apertou a minha bunda, ela se abaixou atrás de mim e com as duas mãos separou as bandas da minha bunda, eu ameacei me virar. Mas ela empurrou minha cabeça
– Confia em mim amor ?
– Confio
– Então relaxa que não vou comer teu cu, mas você vai amar
Eu podia ver o prazer no rosto dela e me entreguei a Debby, ela repetiu o processo de abrir as bandas da minha bunda e senti a sua língua na costura do saco subir lentamente e me arrancar um suspiro de prazer enquanto meu pau pulsava
– Caralho, que delícia
A língua dela chegou no meu cu e eu tomei um susto dando uma leve picada
– Relaxa - disse ela se maneira sensual
Ela mordeu minha bunda e foi beijando até meu cu, com a língua a passou a circular e dar lambidas no buraco e eu sentia um tesão nunca explorado ante.
– Eu preciso te comer Debby, não aguentou mais
– Vira - Disse ela sexy
Virei e achei que ela ia montar, mas ela abocanhou meu pau e ficou passando a ponta do dedo no meu cu, não demorou 2 minutos e eu gozei, gozei do corpo inteiro tremer, e arquear.
– Porra, aonde você aprendeu isso ?
– Massagem tântrica, não são todos os homens que deixam
– Pois eu deixo quando quiser repetir
Transamos mais uma vez e eu retribui comendo ela da melhor maneira possível, era uma explosão de desejo, prazer e amor naquele apartamento que não me deixou dúvidas, preciso me divorciar.
cheguei tarde demais para o jantar. Ana estava dormindo e o jantar frio, fiz marmita pro dia seguinte, e acordei antes dela para trabalhar. Já na casa dela depois do trabalho, sentei no sofá depois de um banho, Ana sentou no meu colo e começou a me beijar, mas eu senti que estava traindo a Debby e tirei ela de cima.
– Desculpa, eu estou cansado
Ela ficou me olhando e não disse nada. Passou a tentar usar o meu fetiche de corno, mas ela estava perdida nele, e não reparou que eu estava me mudando aos poucos, nem eu percebia.
– Amor vamos numa casa de swing ?
– Ana, eu não estou no clima e te disse que não queria mais saber dessas coisas
– Mas sem você não tem graça
– Vamos marcar para outro dia
– Jura?
Jurei só para ela parar de insistir. Mas Ana não se deu por satisfeita e a cartada final foi ela trazer o Danilo, eu estava deitado ela entrou com ele no quarto.
– Corninho, hoje esse quarto é do macho que me come de verdade, já que você não come, alguém tem que comer.
– Se comporta direitinho que eu já vou te buscar lá na sala, para você participar. - Disse ela mordendo o lábio cheios de tesão.
– E aí irmão tudo bem?
Eu não respondi e Ana se aproximou e me deu um beijo na boca, o mais amargo que eu já senti dela, a mulher que amo, mas perdi o encanto.
– Entra no clima amor, o Danilo é de confiança
Eu olhei para os dois e sai em silêncio, não sei se eles acharam que eu estava curtindo, mas escrevi em um papel e deixei na mesa.
“Ana, eu volto amanhã quando o Danilo não estiver, esse assunto é entre nós dois, só me avisa quando puder falar só contigo”
Desliguei o celular e fui passar a noite no apartamento, mas bateu saudades da Debby e já de cara chegaram fotos da Ana e Danilo fodendo na cama dela, cercar de 30 minutos de diferença do envio das fotos tinham várias ligações, uma hora depois Evandro e Carol me ligavam, Danilo também, várias mensagens que não li.
No outro dia quando chego na casa da Ana tinha uma convenção, Danilo, Carol, Evandro e Ana, ela estava nervosa o pé ficava batendo e roendo as unhas. Ela já tinha entendido o que eu ia fazer.
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