Garoto Rural 8 - Nada como uma excelente massagem e um otimo charuto cubano para esquecer um grande amor

Um conto erótico de Sossegado
Categoria: Gay
Contém 3509 palavras
Data: 11/04/2026 11:45:35

As experiências que tive com o Garoto Rural, iniciadas no carnaval de 2025, me motovou a contar os episódios anteriores, desde a minha primeira experiência sexual com um vendedor de redes. Contei desilusões amorosas e agora a minha primeira experiência cubana (maravilhosa!). Espero que gostem e comentem.

O “Bailarino” foi embora do Brasil, o grande e tesudo amor da minha vida, que me fez ver o mundo com mais alegria, por ele ser muito feliz, brincalhão, irrequieto e hiperativo. Fiquei muito desanimado, sem sexo, apenas me masturbando rotineiramente. Não queria mais contato com ninguém e chorava nas noites sozinho com saudades daquele amor que me trouxe felicidade por 02 bons anos, pois ele gostava muito de sexo e criava situações românticas que me deixava mais excitado ainda. Ele tinha muita energia e criatividade.

Antes de fechar a venda do meu apartamento fui a um evento técnico da área de TI em São Paulo. Lá dormi muito mal e chorei de saudades a noite toda. Fiquei com o corpo dolorido e resolvi contratar uma massagem relaxante.

Já era quase fim de tarde e fui no apartamento do massoterapeuta. Era um homem musculoso e muito bonito, do tipo fisiculturista, de olhos severos e penetrantes em contraste com a sua boa alma. Sua idade devia ser entre 35 e 40 anos, imaginei. O seu apartamento era agradável, bem decorado e aromatizado, com música suave e cortinas semi abertas

deixando o ambiente sob luzes relaxantes. Ele usava uma camiseta justa, branca com gola em V bem cavada, o que realçava o vale profundo entre as suas duas montanhas de músculos peitorais. Seus braços eram grossos e sua cintura incrivelmente fina e com gomos na barriga, como uma via pavimentada com paralelepípedos, contrastando com um par de coxas que quase rasgavam as pernas do short branco tecido tipo lycra realçando a sua incrível mala. Ele usava um perfume maravilhoso que se fundia ao do ambiente dando-me a sensação de estar sendo abraçado por completo. O seu corpo parecia feito de concreto, pois sua carne mal cedia com a pressão dos dedos, era zero gordura e 100% músculos,

além de zero tatuagens (ODEIO!).

Minha opinião sobre tatuagens: Deveria ser permitido somente para correções estéticas, para encobrir cicatrizes graves, pois fico sem entender como as pessoas cuidam tanto do corpo modelando-os e se enchem de tatuagens deformando-os, poluindo-os visualmente. Fico agoniado quando vejo belos rapazes com o pescoço todo desenhado e isso me dá uma sensação ruim, de estrangulamento. Nem entro mais em sites de garotos porque não se vê outra coisa.

Voltando para o massagista: Ele pediu que eu tirasse toda a roupa e deitasse na maca de peito para cima, cobrindo a minha genitália com uma toalha macia e pequena. Na primeira análise ele tocou em alguns pontos que acusaram dor. Ele entendeu que eu havia dormido mal e declarou que “deixasse com ele...”. Iniciou e fui relaxando. Trabalhou bem a parte

da frente e seus dedos às vezes roçavam o meu pau levemente e eu me contia para não ficar excitado. Terminou a parte da frente e pediu para eu virar de costas. No decorrer lembrei de outras massagens deliciosas que o Bailarino me fazia e

comecei a chorar silenciosamente. O massoterapeuta percebeu e se preocupou perguntando se eu estava sentindo dor, alguma coisa... Eu respondi que não se preocupasse e continuasse, pois chorava de saudades de um grande amor. Ele estava comovido com a minha tristeza, queria saber mais e fui lhe contando. Ele suavizou a massagem nos pontos doloridos enquanto ouvia minha história e finalizou as costas massageando bastante a minha bunda (talvez achando que

ali fosse o lugar da saudade, rsrsrs). Ele começou a passar as duas mãozorras, uma em cada polpa e os polegares margeavam o meu ânus me deixando excitadíssimo. Ele viu que eu estava gostando e se concentrou no local e depois ficou na minha lateral trabalhando cada polpa separadamente. Abri um pouco mais os braços e rocei no volume dele, que

agora estava inflamado. O pau era como uma viga curva horizontal contida naquele short apertado. Fiquei com a mão lá e ele resolver tirar a sua roupa, para a minha alegria. Ai a massagem virou putaria. Ele se posicionou completamente nu de frente para a minha cabeça e massageou a minha nuca. Seu pau entumecido roçava a ponta nos meus cabelos e o agarrei com uma das mãos trazendo-o até minha boca. Chupei aquele pauzão maravilhoso, veiúdo e grosso que se sobressaía do

seu belo corpo como um raio reto, tão firme que parecia ser usado também para levantar pesos. Os dedos dele entravam no meu cuzinho sem cerimônia, dizendo com a sua voz máscula: “Você estava precisando disso, meu querido. Mande o moleque pra puta que pariu e vá viver a sua vida... O paizão aqui vai te fazer feliz hoje”. Porra! Ele acertou na mosca. Eu estava agora deitado de costas na maca, com as pernas elevadas apoiadas nos braços fortes daquele macho parrudo,

ficando na altura certa para ele me penetrar até encostar a sua virilha firme na minha bunda. O seu pau grosso estava muito bem lubrificado e entrava sem resistências. O saco parecia ter músculos também e marcava a sua presença avisando que a comissão de frente já havia ocupado todos os espaços internos. De repente me ergueu e eu me pendurei no seu pescoço trançando as pernas em volta dele apoiadas em seus braços fortes. Ele procurou a minha boca com os seus lábios grossos e macios e me deu beijos molhados que me arrepiavam. Sua língua era saborosa e seu hálito parece que fazia parte do aroma do ambiente do apartamento. Ficou em pé aguentando o meu peso com o pau todo dentro de mim enquanto eu impulsionava o movimento para ele continuar me comendo naquela posição que só machos-pra-caralho conseguem aguentar. Voltamos para a maca e demorei para gozar, mas ele esperou com movimentos firmes e sensuais o momento para despejar a sua vitamina dentro de mim. A pulsação do seu pau gozando foi sentida intensamente pelo meu esfincter anal e eu gozei desesperadamente. Fomos tomar banho e ele abriu um vinho branco

geladíssimo com alguns petiscos deliciosos, o cara era elegante, preparado e muito organizado. Vestimos roupões brancos,

extremamente limpos e ficamos conversando, saboreando o vinho. A agenda dele estava livre e deixou-a só para mim. Ele contou que atende mulheres também e às vezes junto com os maridos que gostam de assisti-lo comê-las e isso o deixa ainda mais excitado. Ele as desmonta e elas saiam acabadas, felizes e eu acreditei, pois sua energia era evidente. No decorrer, ele me disse uma coisa que me fez sentir bem: “O Bailarino resolveu te deixar porque você o preveniu dessa tragédia, e estando com você, ele lembraria a vida toda disso sentindo-se eternamente culpado, fora o

fato de que a depressão dele será muito complicada para tratar. Ele será um homem infeliz para o resto da vida e você não merece viver isso. Você é um cara lindo, perfeito, merece ser feliz. Seria um fardo para você, querido, esqueça o cara!”. Eu

concordei com ele que me fez prometer superar isso. Pedi um jantar delicioso e caro, com mais uma garrafa de vinho para nós, ele arrumou a mesa lindamente acendendo uma vela com um belo castiçal prateado. O cara era chiquérrimo! Após o jantar ele me comeu gostoso novamente na sua banheira cheia de sais e espumas, beijando a minha boca com avidez,

como se fôssemos apaixonados. Ele se entregou plenamente ao objetivo de me fazer feliz, e conseguiu! É um baita macho! Disse que poderia dormir com ele e que não me cobraria a mais por isso, pois tinha gostado muito da minha companhia. Claro que aceitei! Mesmo assim a brincadeira não saiu barato. Encarei como um tratamento emergencial e

vital que o plano de saúde não cobre e não tem no SUS, kkkkk. No dia seguinte, me despedi dele sem sexo, pois eu estava com o esfíncter também muiiiiito “massageado” por aquele “dedão” grosso e duro.

Aquele homem experiente e forte me fez muito bem e voltei para casa mais leve. As coisas começaram a fluir novamente e até a venda do meu apartamento foi concluída. Em seguida comprei a mini chácara nos arredores de Curitiba. Contratei

uma empresa para fazer a mudança com equipe formada na maioria por cubanos. Havia até uma senhora e eles trabalhavam animadamente. Fiquei surpreso, pois não sabia que existiam tantos cubanos em Curitiba. Vieram um dia antes, desmontaram armários e embalaram tudo. No dia seguinte cedo transportaram. No quarto eu tinha um armário

grande, em L, que ficou para montarem no dia seguinte. Viria um rapaz exclusivamente para fazer o serviço. Veio um funcionário trazê-lo por volta das 10h00 do dia seguinte, já tarde, coisa que atrasaria a montagem. O rapaz tinha 24 anos e

era cubano também. Desceu do carro com a sua mala de ferramentas e outra mala entre as pernas que logo acendeu o meu interesse. Era moreno, corpo definido e suas pernas eram bem feitas com um pacotão saliente, pois a sua calça jeans

justa entregava tudo por conta do elastano, eu logo pensei com meu cú: (“É provocação do destino, caralho. Assim não vou ter paz nunca... Precisa vir uma coisa dessa para me atazanar?”), rsrsrs. Ele era muito simpático, apesar de não ser muito

bonito de rosto, mas o seu corpo... O atendi e tranquilizei o motorista que não precisava vir buscá-lo, pois o armário era grande eu teria que ir no fim do dia à Curitiba dando-lhe carona e que eu providenciaria a refeição para ele. Era uma manhã muito quente e eu sabia que o cubano iria sofrer naquele quarto para montar tudo, pois ainda estava sem o ar condicionado. Ele iniciou o serviço se agachando, selecionando as ferramentas, organizando as peças que estavam todas numeradas e eu não tirava os olhos das suas pernas e do “pacote”. Algumas horas, por trás, dava para ver a borda da sua cueca e o início da sua bela bunda dura. Eu ia e voltava da cozinha, sempre perguntando se estava tudo ok. Trazia-lhe refrigerante para aliviar o calor. Eu até tinha um ventilador em algum lugar, no meio daquela bagunça, mas não fui procurar, pois queria que ele sofresse um pouco ao ponto de tirar pelo menos a camisa, coisa que eu já estava pronto para sugerir (estratégia é tudo, rsrsrs). Quanto mais refrigerante eu lhe dava, mas ele suava, coitado. Me ocorreu até o

pensamento de esmagar um Viagra no copo, mas não tinha nenhum e mesmo que tivesse, não conseguiria achar no meio de tantas caixas (até hoje tenho algumas ainda fechadas, rsrsrs). Como ele já tinha montado as bases do armário, comecei

a puxar papo, de leve, e ele ia respondendo a tudo, com o seu delicioso sotaque espanhol, sem tirar os olhos do serviço.

Me contou que veio para o Uruguai, ficou um tempo, depois foi para Porto Alegre, pediu asilo e cerca de 01 ano estava em Curitiba. O calor estava aumentando e eu já sem camisa. Falei para ele tirar a camiseta para não suar tanto e disse que iria procurar algum calção para ele ficar mais à vontade e já saí antes que ele dissesse que não precisava. Voltei com o calção e ele sorriu satisfeito. Tirou a camisa e pude ver seu peitoral bem desenhado, não bombadão, porém muito gostosinho. Eu lhe entreguei o calção e fiquei por ali disfarçando enquanto ele tirou o tênis, meias e arreou a calça. Nesse momento eu estava de costas para ele fingindo ler o que estava escrito numa das caixas e me virei a tempo de ver aquela mala maravilhosa dentro de uma cueca bem gostosa. Deu taquicardia na hora. Ele enfiou cada perna no calção e o levantou

devagar até a cintura e viu que eu não lhe tirava os olhos. Ele sorriu e agradeceu muito e que assim poderia trabalhar mais à vontade. Eu só fiz positivo com o polegar, pois a voz me faltava, saí para a cozinha. Pedi comida para pelo fast food e almoçamos juntos. Ele descansou um pouco, voltou ao serviço. Eu ia lá e orientava posição disso e aquilo e até o ajudava segurando alguma peça para ele parafusar. Numa dessa, eu agachado segurando uma lateral do armário e ele em pé, se virou para ver se o fundo do armário estava bem alinhado e o seu pacote resvalou na costa da minha mão e pude senti-lo. Não tirei a mão e ele devia estar fingindo que não aconteceu, pois demorou uns precisos segundos ali. Pude sentir que tinha um rolinho grosso e macio em estado natural em meio àquela protuberância sexy. Fiquei excitado e voltei para a cozinha até me acalmar. Ligaram para ele que falou meio aborrecido que o serviço iria demorar, que o armário era grande, “Ninguém

mandou me trazerem tarde...” e desligou bravo. Era um sábado e ele encerraria o expediente na minha casa. Ele terminou já no fim da tarde e estava cansado e muito suado. Disse-lhe que tomasse um banho no banheiro ali mesmo, da suíte,

enquanto eu iria procurar uma toalha e que depois faria um lanche para nós e o levaria até Curitiba. Ele sorriu, agradeceu e disse que eu era muito gentil, pois as pessoas não davam atenção aos trabalhadores, como eu dava. Fiquei todo-todo, pensando: (“Sim gostoso, mas você vai me comer já já... Quer ver?”). Fui administrando... Disse-lhe que podia tirar a roupa e fosse para o chuveiro, deixasse a porta aberta para eu lhe entregar a toalha, pois eu ainda teria que procurá-la em meio essa bagunça toda (mentira, sabia onde estavam) e já virei de costas para evitar contestações kkkkk. Demorei um pouco propositalmente, ouvi o barulho do chuveiro ligado e voltei. A porta do banheiro estava aberta e lá estava aquele “filho-de-um-Fidel” se ensaboando deliciosamente, esfregando com as mãos suas desejáveis carnes. Ele estava de lado

para o box, mas pude ver a ponta do seu pau se sobressair daquele corpo alinhadíssimo, como uma gárgula

encaminhando parte da água do corpo para o piso, como se urinasse fortemente. Sua bunda era perfeita com uma curva muito harmoniosa e máscula. Ele passava as mãos pelo peitoral e descia até o pau lavando-o com a espuma. Ele virou de frente para mim, com um dos braços levantados enquanto tirava a espuma do sovaco com a outra mão e sorriu. Eu fiquei parado em frente ao box semi embaçado, quase sem fôlego, hipnotizado por aquele charuto cubano de grosso calibre. Ele

ria da minha indiscrição, pois eu acabara de “entregar tudo” naquele momento. Ele abriu o box e perguntou se eu não ia entrar para tomar banho. Não pensei duas vezes, tirei o meu calção e entrei. O box é grande e cabia confortavelmente nós dois. Me molhei e ele ficou ao lado com um sorriso maroto do tipo, “Ahhhh fiiiiiilha-da-puuuuuta!”. Lhe

entreguei o sabonete e pedi que passasse nas minhas costas e aquelas mãos grossas deslizavam por ela e foram descendo até a minha bunda. Eu já pegava no pau dele por trás e sentia-o endurecer e pesar entre os meus dedos (Que cacetão! Socorroooo!!!). Ele fez espuma nas mãos e foi com os dedos massageando a minha bunda e abrindo delicadamente o meu

toba com os dedos. Depois virei de frente para ele, me ajoelhei e chupei a ilha de Cuba inteira, até o CheGuevara, com a sua odiosa homofobia veio junto naquele cacete delicioso de ponta mais fina que o tronco, como um submarino nuclear.

Fomos para a cama e o homem subiu que nem uma aranha sobre mim, com a respiração muito forte, pois há meses não comia ninguém. Foi enfiando o cacete com vontade e eu delirando. Ele tinha um ritmo forte e trepava como um presidiário recém saído da cadeia. É daqueles que demora para gozar e não gosta muito de ficar beijando homem na boca

e então não fiquei forçando, pois ele só queria mandar a rola pra dentro e esgotar as suas reservas de leitinho de macho.

O calor estava insuportável, mas a foda estava ótima. Nesse momento eu estava mandando realmente o Bailarino para a puta que pariu e jurei não mais me apaixonar por ninguém, pois se eu tivesse casado com ele, não teria a oportunidade de conhecer o massoterapeuta de SP e esse delicioso cubano que me enfiava a sua pica vorazmente. Doravante iria viver intensamente a vida e sentir quantas rolas pudesse ¡Viva la libertad!

Depois sentei no seu pau de costas para ele, cavalgando e acariciava as suas bolas o fazendo gemer. “Vou gozar!”, disse-me ofegante. Gozamos juntos e molhei suas pernas. Ficamos deitados e conversamos. Ele me contou que antes de vir de

Cuba, foi um pouco “pinguero” em Havana (garoto de programa) juntamente com um amigo que dividiam a moradia. O amigo é um negro da região de Bayamo, onde existem os negros mais bonitos do mundo, segundo ele. Esse amigo é o

predileto dos americanos ricos que vão lá e que ele tem um corpo perfeito e um pau enorme, maior que o seu. Ambos cursaram turismo na faculdade de Havana, mas sabiam que isso não os levariam a nada, pois tudo lá é muito diİcil e não há empregos. Me contou que um americano rico de Miami se apaixonou pelo amigo e queria leva-lo para os EUA, mas ele não quis largar a família de irmãos, pais e avós. Então o americano ia várias vezes lá e melhorou substancialmente a sua

vida. Mandou para ele um Hyundai Accent, pagando taxas absurdas cobradas em Cuba e lhe custeou a licença de taxista. O carro custou quase o triplo do valor de venda nos EUA, mas para o americano endinheirado isso era café pequeno. Após a pandemia o americano desapareceu. Nenhum contato e o seu número não atende. Eles acham que deve ter morrido, pois era sessentão e sofria com diabetes. Hoje o amigo está muito bem atendendo turistas com o seu táxi. As relações de Cuba com os EUA melhoraram muito em 2016, na era Obama e hoje Cuba já tem uma certa abertura, inclusive com praias e boates gays. Ele me disse que eu iria gostar dos rapazes de lá e me deu o contato do amigo taxista para quando eu fosse, ele me receber. Fiquei interessado, pois aquela amostra já tinha me dado muito prazer. Nunca imaginei conhecer Cuba, pois só tinha informações ruins. Fomos para o banheiro e no esfrega aqui e ali me comeu gostoso novamente debaixo do chuveiro, fazendo tchok, tchok, tchok quando a sua virilha prensava a água que escorria pela minha bunda e gozamos em pé debaixo do chuveiro. Depois lhe mostrei a piscina que estava vazia e precisando de uma limpeza antes de enchê-la. Ele pediu o serviço e acertamos o preço para ele fazer no domingo e assim ele dormiria em casa para começar cedo, já que eu tinha comprado todos os produtos. Pedi a janta, pois ainda não estava com a cozinha pronta e fomos dormir na minha grande cama. Pela manhã ele estava com o pau quase furando a cueca, pois havia encostado em mim e descoberto que

no meio da noite eu havia arrancado o calção e a bundinha estava ali, toda macia e gostosa para ele meter a sua bela rola. Eu dei aquela espreguiçada projetando-a para o seu lado e ele a escorou com o seu pacote duro. Tirou a cueca, passou saliva no meu “anel” e fui sentindo a invasão cubana novamente, até “las pelotas de los jineteros” baterem na minha

bunda. O movimento do cara era surreal. Como sabe meter, o caribenho. Gozamos de novo e depois fui cuidar do café da manhã enquanto ele iniciava o serviço de limpeza dos azulejos da piscina que estavam em bom estado, embora

encardidos. Dei-lhe uma VAP e produtos e ele trabalhou peladão, para o meu deleite. Ele almoçou pelado mesmo e depois fiz-lhe um boquete, pois já estava de cuzinho ardido. Ele gozou gostoso na minha boca e ingeri toda a sua deliciosa “Cuba libre”. Depois me deu dicas para visitar o seu país. Prometi procurar uma agência de turismo e ver como seria essa aventura. Paguei o serviço e os “extras” para o meu cubano e o levei até próximo a sua casa em Curitiba. Ele retornou

mais 02 vezes em casa e fodemos inclusive na piscina que agora estava limpa e cheia. Depois não quis mais vir, pois estava namorando “una mujer brasileña” e estava fodendo horrores com ela, disse-me rindo ao telefone, e eu: “Mas apareça

quando sentir saudades de um cuzinho gostoso” e ele: “Si, si... Glárô!”, nunca mais veio, o fresco – mais uma saudade. No Carnaval de 2024 passei 10 dias em Cuba e conheci o taxista, pois o que o cubano havia me contado não saiu mais da cabeça, mas esse será o próximo conto.

Tenho uma foto do cubano, só de corpo, tomando banho e posso mandar por e-mail. Vocês vão babar!

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