MÃE INSATISFEITA 2

Um conto erótico de Adm1976
Categoria: Grupal
Contém 6941 palavras
Data: 11/04/2026 09:07:03

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Abro a porta do meu quarto devagar, com o coração disparado, para que ela não range nem por um segundo e acorde Miguel.

CAPÍTULO 2

…Continuação do Capítulo 1

Abro a porta do meu quarto devagar, com o coração na garganta, para que não faça nenhum barulho e acorde Miguel. Sem acender a luz principal, entro na ponta dos pés, fecho a porta com cuidado e vou direto para o chuveiro. A água cai sobre mim como uma chuva de verão, lavando o suor, o sêmen seco grudado nas minhas coxas, os vestígios de saliva e fluidos que ainda escorrem da minha vagina e do meu ânus. Ensaboo-me bem, mas enquanto a água corre pelos meus seios e entre as minhas nádegas, minha cabeça gira e eu reflito:

"Hoje a caixa de Pandora foi aberta, Valeria... Nunca pensei que me tornaria uma vadia tão tarada e libertina. Desejos lascivos, sujos e desavergonhados despertaram dentro de mim... Quero mais pau, mais esperma, mais mãos jovens apertando meus peitos e penetrando meus buracos. Não tem volta, sua puta... isso é só o começo. Você vai continuar sendo a mãe safada que abre as pernas para os amigos do filho... e você vai adorar."

Saio do banheiro completamente nua, com apenas a toalha enrolada no cabelo como um turbante improvisado. Gotas de água escorrem pelas minhas costas, sobre meus seios fartos e sobre minha bunda grande e ainda dolorida. Acendo o abajur e… Lá está Miguel, deitado na minha cama, completamente nu, com as mãos atrás da cabeça, as pernas abertas e o pau ereto como um poste. Grosso, comprido, com veias saltadas, a glande rosada brilhando na penumbra, apontando diretamente para o teto e pulsando por conta própria.

"Ai, Miguel! Você me assustou, cara! O que você está fazendo no meu quarto pelado... e com essa ereção como se nada tivesse acontecido...?" Gritei baixinho, cobrindo imediatamente meus seios e minha vagina com o travesseiro mais próximo, embora o estrago já estivesse feito.

Ele me encara, com um sorriso torto, sem se mexer um centímetro.

"Bom dia, senhora Valéria... ou melhor, bom dia", diz ele, olhando para o despertador. "São cinco para o meio-dia... Posso perguntar o que a senhora estava fazendo lá embaixo com Roberto e Negro, querida?"

"Hum... nada... só batendo papo... assistindo TV... tomando umas cervejas..." gaguejo, mas meus olhos não conseguem parar de encarar aquele pênis enorme que eu nem imaginava que meu filho tinha. Maior que o dos amigos dele, veias grossas saltando, testículos pesados ​​pendendo... e minha vagina, a traiçoeira, começa a ficar molhada de novo, secretando um líquido quente que escorre pelas minhas coxas.

Miguel sorri, sem desviar o olhar.

"Não me venha com essa conversa fiada, Dra. Valeria... Eu estava sentada na escada, na escuridão total, vendo e ouvindo tudo perfeitamente. Minha própria mãe, toda excitada, sendo fodida como uma puta barata no sofá da sala. Roberto enfiando tudo na sua buceta, o negro penetrando seu cu virgem com o pau preto dele, e você gritando como uma cadela no cio, implorando por mais, engolindo os paus deles, gozando loucamente enquanto eles te enchiam de esperma nos dois buracos. Eu vi você se olhando no espelho, se chamando de puta, vadia, vagabunda... e você gozou gritando que era a puta pessoal dele."

Fiquei sem palavras, o travesseiro tremendo em minhas mãos, minha vagina latejando só de ouvi-lo dizer aquilo de forma tão grosseira. O sêmen dos amigos dele ainda escorria do meu ânus, e agora meu filho sabia de tudo… e o pau dele estava mais duro do que nunca, apontando diretamente para mim como se me convidasse.

—E agora, mãe…? Vai continuar fingindo que é uma dama decente… ou vai puxar esse travesseiro e me mostrar a verdadeira vadia que você é?

Fiquei sem palavras, paralisada, com o coração acelerado e lágrimas nos olhos, quando Miguel saiu da cama como um predador jovem e confiante. Ele se aproximou lentamente, segurou meu rosto em suas mãos grandes e fortes — as mesmas que usava quando era goleiro jogando futebol com os amigos — e me deu um beijo profundo e possessivo nos lábios, sem pedir permissão. Sua boca tinha gosto de juventude, de hormônios à flor da pele, e senti minha resistência se dissipar instantaneamente.

Ele puxou o travesseiro, me deixando exposta novamente: seios redondos, firmes e pesados, ainda vermelhos das beliscadas de outros homens, mamilos duros como pedra, minha vagina inchada e pingando sêmen antigo misturado com meu líquido fresco. Ele pressionou o corpo contra o meu, seu enorme pênis — grosso, com veias saltadas, maior que o dos amigos dele — pressionado quente contra meu abdômen, deixando um rastro pegajoso de líquido pré-ejaculatório que queimava minha pele.

"Relaxa, mamãe..." ele sussurrou contra minha boca, com a voz rouca. "Papai nunca vai saber. Aquele desgraçado merece por ter te deixado na seca por tanto tempo. Você tem todo o direito de se divertir, de abrir as pernas e implorar por pau como a gostosa que você é... e eu não vou te julgar. Pelo contrário... me excita te ver assim."

"Oh, meu filho... me perdoe!" gemi, com a voz embargada. "Estou com tanta vergonha... não sei o que aconteceu comigo lá embaixo... me transformei numa prostituta incontrolável..."

Miguel olhou fixamente para mim, seus olhos brilhando com pura luxúria.

"Não há nada para te perdoar, mãe. Você não tem nada do que se envergonhar. Meus amigos só te ajudaram a revelar a verdadeira vadia que existe dentro de você: uma mulher linda, com peitões que fazem qualquer um babar, uma bunda redonda que está prestes a explodir e uma xoxota que nunca se cansa de engolir pau. Uma vadia gostosa e safada, capaz de fazer qualquer coisa para saciar esse fogo que você tem entre as pernas... até mesmo com o seu próprio filho. Olha só para você... ainda pingando o esperma do Roberto e do Negro, e já ficando molhada de novo para mim."

Antes que eu pudesse processar o que estava acontecendo, ele agarrou minha nuca e enfiou a língua na minha garganta. Nos beijamos como dois amantes desesperados que estiveram separados por anos: línguas entrelaçadas, saliva se misturando, gemidos abafados na boca um do outro. Suas mãos deslizaram até meus seios, apertando-os com força, beliscando meus mamilos enquanto seu pau pulsava contra minha barriga, liberando mais líquido pré-ejaculatório quente e espesso. Ficamos assim por dois minutos eternos, abraçados, nos esfregando um no outro como animais no cio. Minha vagina ficou instantaneamente encharcada, o líquido escorrendo pelas minhas coxas, se misturando com o sêmen que ainda pingava do meu cu aberto. A excitação me consumia: eu tinha acabado de ser fodida pelos amigos do meu filho na sala de estar, e agora meu próprio filho estava me beijando, me tocando, me reivindicando como sua. Incesto puro, proibido, imundo… e isso me deixou mais excitada do que nunca.

Com um empurrão, joguei-o de barriga para cima na cama, com as pernas penduradas na beirada e os pés no chão. Ajoelhei-me entre suas coxas musculosas, agarrei aquele pênis enorme com as duas mãos — tão grosso que mal conseguia fechá-lo com os dedos — e comecei a masturbá-lo lentamente, sentindo-o ficar mais duro, mais cheio de veias, mais quente. Abaixei o rosto e inspirei profundamente, pressionando meu nariz contra a base, contra seus testículos pesados.

—Cheira… cheira… cheira… Como eu adoro esse cheiro de pau, filho…! Esse cheiro de um jovem, de um pau duro, de líquido pré-ejaculatório fresco… cheira… cheira… cheira… me excita tanto… me dá vontade de engolir tudo…

Miguel gemeu baixinho, agarrando meu cabelo.

—Você gostou dos paus do Negro e do Roberto, mãe…? Te excitou ter seus buracos rasgados na minha frente sem que eu dissesse nada?

"Ah, sim, meu amor... eu os amei..." confessei, minha voz tremendo de desejo. "Os dois penetraram minha vagina ao mesmo tempo, romperam minha virgindade com aquele pau grosso e negro... me encheram de esperma quente até eu ficar toda molhada... e eu gritei como uma puta barata. Gozei pensando em como aquilo era proibido... e agora... agora eu quero o seu, filho... quero provar o pau do meu próprio filho..."

Senti o pau dele se contrair violentamente na minha mão, ficando ainda mais duro, a glande inchada secretando mais líquido pré-ejaculatório espesso que escorreu pelos meus dedos. Confirmado: ele estava incrivelmente excitado por saber que a mãe dele tinha deixado as melhores amigas transarem com ela, que ela tinha sido a vadia delas. Isso o deixava louco.

Abri a boca e lambi lentamente, dos testículos até a ponta, saboreando aquele gosto salgado, proibido, familiar e estranho ao mesmo tempo.

—Hum… que belo pau você tem, Miguelito… maior que o dos seus amigos… Vou chupá-lo como ninguém nunca chupou antes… Vou ser sua puta particular… sua mãe safada… você quer isso, filho? Quer que eu lamba seus testículos enquanto penso em como Roberto e Negro me encheram de sêmen meia hora atrás…?

Comecei a passar a língua lentamente sobre seus testículos peludos e pesados, inalando aquele forte aroma masculino e jovem, misturado com o cheiro do seu líquido pré-ejaculatório fresco que já escorria da fenda da glande. Lambi-os um a um, levando seus testículos à boca, sugando-os suavemente, mas com firmeza, sentindo-os contrair sob minha língua. Então, subi lentamente, seguindo a veia grossa que percorria todo o comprimento do seu pênis, até alcançar a glande, vermelha, inchada e brilhando com saliva e líquido pré-ejaculatório. Circulei-a com a ponta da língua, lambendo o frênulo sensível, saboreando aquele fluido espesso e salgado que me fazia salivar.

Desci até seus testículos, chupei-os como se fossem doces proibidos e voltei a subir, roçando a ponta da língua na glande grossa, dura como ferro em brasa. Depois de torturá-lo por alguns segundos, abri a boca o máximo que pude e engoli tudo de uma vez: a glande passou pelos meus lábios, metade do seu pênis preenchendo minha boca, e continuei descendo até sentir a ponta tocar o fundo da minha garganta. Engasguei um pouco, mas não parei; empurrei até meus lábios tocarem a base, meu nariz pressionado contra seu púbis, inalando seu cheiro de filho no cio.

—Mmm… mmm… mmm… arrastado… arrastado… arrastado… Que pênis lindo e delicioso você tem, meu filho…! Pênis grandes e grossos como o seu me excitam tanto… arrastado… arrastado… arrastado… e como o dos seus amigos… mmm… mmm… mmm… Adoro senti-los pulsando na minha garganta… engolindo o líquido pré-ejaculatório quente deles…

Miguel gemeu baixinho, agarrando meus cabelos com força e me empurrando um pouco mais para dentro.

—Gosto de como você chupa meu pau, mãe… hum… Você chupou os paus do Roberto e do Negro assim…? Você engoliu todos até o fundo como está fazendo agora comigo…?

—Sim, meu amor… e mais do que isso… slurrr… slurrr… slurrr… Eles enfiaram na minha boca e rasgaram minha buceta e meu cu… Seus amigos são tão maus, meu amor…! Eles fizeram o que quiseram comigo… me usaram como a puta deles… —Imprimi uma voz de menininha mimada, inocente e safada ao mesmo tempo, enquanto babava em volta do pau dele.

"Não se preocupe, minha rainha... Vou falar com eles e dizer umas boas verdades... por te tratarem como a vadia que você é", disse ele com um sorriso torto e excitado. "Diga-me, Valéria... você foi boazinha com eles ou foi uma mãe realmente má e vadia?"

—Bem… tudo começou na cozinha… mostrei meus peitões, deixei que apertassem, chupassem meus mamilos até ficarem duros como balas… e então… me colocaram de quatro e enfiaram os dois paus na minha buceta ao mesmo tempo… primeiro um, depois o outro, até esticarem minha xoxota ao máximo… e outra vez Roberto penetrou minha buceta com seu pau grosso e comprido enquanto Alejandro enchia meu cu virgem com seu pauzão preto… rasgaram meus dois buracos ao mesmo tempo, filho… me encheram de porra quente até escorrer pelas minhas pernas… gozei gritando que eu era a puta deles…

"Você mereceu, Valeria... por ser uma puta tão gostosa..." ele rosnou, empurrando minha cabeça para baixo para que eu engolisse tudo.

—Acho que você tem razão, meu garotinho… Me comportei como uma vadia… Agora vou para a cama para que minha xoxota possa engolir esse pauzão que você tem entre as pernas… o do meu próprio filho… o mais proibido de todos…

Subi em cima dele, sentando-me sobre seus quadris largos. Segurei seu enorme pênis com as duas mãos — tão grosso que meus dedos mal conseguiam se fechar — e o guiei até minha entrada úmida, deslizando-o lentamente para dentro. Senti-o me abrir novamente, centímetro por centímetro, sua glande grossa separando meus lábios inchados, roçando as paredes ainda sensíveis e manchadas com o sêmen de seus amigos. Desci mais, até a ponta tocar meu colo do útero, e permaneci ali, tremendo, com todo o seu comprimento enterrado profundamente dentro de mim.

—Aaaarrg… aaaarrg… aaaarrg… Eu sinto tudo, Miguelito… tudo dentro de mim…! Ooooh… ooooh… ooooh… sem dúvida, meu amor… uuuufff… uuuufff… uuuufff… é maior que o do Roberto e do Negro… estica minha vagina deliciosamente… chega até o fundo… mmm… mmm… mmm… você está abrindo minha xoxota, meu filho… Que incesto delicioso…! Que proibido…!

Comecei a me mover para cima e para baixo lentamente, sentindo cada veia, cada pulsação do seu pau roçando minhas paredes internas. O prazer era brutal, indescritível: eu tinha acabado de ser fodida pelos melhores amigos dele na sala de estar, e agora meu próprio filho estava me penetrando na nossa cama de casal, onde ele dormia com o pai. A excitação me consumia: o sêmen de outros homens ainda escorrendo do meu cu, minha xoxota engolindo o pau que eu tinha parido dezoito anos atrás, meus peitos balançando contra o peito dele enquanto eu gemia o nome dele como uma puta desesperada.

—Sim… filho… enfia mais fundo… me fode como uma puta… eu sou sua mãe puta… sua cadela pessoal… me fode como se fosse a primeira vez que abro as pernas para você…!

Miguel agarrou meus quadris e começou a empurrar para cima, com força, seus testículos batendo no meu cu ainda aberto, o som úmido e obsceno preenchendo o quarto.

"Que buceta deliciosa você tem, mamãe…! É apertada, quente e molhada como nunca antes…! Continue me cavalgando assim, mamãe… mmm… mmm… mmm… uuuufff… uuuufff… uuuufff…" Miguel gemeu, sua voz rouca de pura luxúria, enquanto eu cavalgava para cima e para baixo em seu enorme pau, sentindo cada veia grossa roçando minhas paredes internas, a glande batendo com força contra meu colo do útero a cada estocada.

Ainda estávamos naquela posição selvagem de vaqueira: meus seios grandes balançando e meus mamilos duros pressionando contra seu peito suado, meu líquido quente jorrando incontrolavelmente em seu pau, sobre seus testículos, e caindo em grossos filetes sobre os lençóis já encharcados. O suor escorria pela minha testa, meu pescoço, minhas costas, misturando-se com o do meu filho; nossos corpos pegajosos, escorregadios, com cheiro de sexo cru, de incesto proibido. O colchão rangia loucamente sob nós, e cada estocada fazia minha bunda bater contra suas coxas com um estalo úmido e obsceno… estalo… estalo…

De repente, Miguel sentou-se na cama, sem sequer tirar o pênis para fora. Olhou para mim com olhos famintos, apertando meus quadris com força.

—Segure firme no meu pescoço, mãe… enrole suas pernas na minha cintura… Está um calor infernal aqui. Vamos lá para a varanda. Me excita tanto te foder ao ar livre, onde qualquer um pode nos ver… onde os vizinhos podem ouvir a Dra. Valeria gritando enquanto o filho dela a penetra com força.

"Oh, não, meu filhinho...! Você está louco...? Acha que seria sensato...? Roberto e Alejandro estão lá embaixo dormindo na sala depois de me darem leite... e seu pai pode chegar a qualquer momento... eles nos veriam... eles nos ouviriam!" Protestei, mas minha voz saiu trêmula, traiçoeira, porque a curiosidade mórbida já fazia minha vagina pulsar com mais força só de imaginar.

Miguel ignorou meus apelos. Ele me levantou como se eu não pesasse nada — seus braços musculosos e definidos pela academia se tensionaram — seu pau ainda profundamente dentro de mim. Ele caminhou com confiança em direção à varanda, cada passo fazendo seu pau se mover dentro de mim, roçando meu ponto G, arrancando gemidos abafados. Saímos para o ar fresco da manhã, a brisa noturna batendo na minha pele suada, meus seios expostos, minha bunda nua, minha vagina aberta e pingando ao redor do pau do meu filho.

Ele me posicionou de frente para a grade: minhas mãos e antebraços agarrando o ferro frio, meus seios pendendo como melões, minha bunda empinada para ele. Com seus braços fortes, ele levantou minhas pernas, me abrindo como um livro, e começou a me penetrar impiedosamente: estocadas profundas, rápidas e selvagens. Seu pau entrava e saía completamente, seus testículos batendo contra meu clitóris inchado, meu líquido respingando no chão da sacada.

"Você gosta de como eu estou te fodendo, mamãe...! Não gosta...? Papai nunca te fodeu na varanda, não é...? Ele nunca te teve assim, aberta para o mundo, gritando como uma puta enquanto ele enchia sua buceta..." ele rugiu baixinho no meu ouvido, mordendo meu lóbulo.

—Aaaah… aaaah… aaaah… Aquele idiota nunca fez nada por mim… ooooh… ooooh… ooooh… fora do comum… sempre na cama, luzes apagadas, rápido e sem graça… mmm… mmm… mmm… Ele é um idiota… um corno que não sabe usar o pau! Continue, meu filho… uuuufff… uuuufff… uuuufff… continue fodendo sua mãe… arrebente minha buceta aqui fora… ooooh… ooooh… ooooh… Sinto seu pau esticando minha buceta inteira… indo mais fundo do que qualquer outro…! Aaaah… aaaah… aaaah…

Por vários longos e brutais minutos, Miguel me penetrou sem piedade. A varanda era nosso palco proibido: a cidade de Chiclayo do outro lado, luzes distantes, talvez um vizinho acordado observando da janela, ouvindo os gemidos de uma mulher madura sendo fodida pelo próprio filho. Meus seios balançavam a cada estocada, o suor escorria pelas minhas costas até a minha bunda, meu líquido pingava no chão da varanda, formando uma poça que umedecia os pés do meu filho. O orgasmo estava chegando, imparável, crescendo em meu útero como uma explosão.

Eu não aguentava mais. Meu corpo se tensionou, minha vagina se contraiu em volta do pênis dele como se quisesse engoli-lo inteiro, e eu gozei.

—Aaaah… aaaah… aaaah… ooooh… ooooh… ooooh…! Estou chegando, filho… Estou chegando forte…! Você está me fazendo gozar na varanda… uuufff… uuufff… uuufff… com seu pau dentro da sua mãe safada…! —Gritei incontrolavelmente, os gemidos ecoando pela casa, certamente podiam ser ouvidos até nas casas vizinhas, e talvez Roberto e Alejandro tenham acordado lá embaixo na sala de estar, ou talvez algum vizinho tenha espiado pensando que era uma puta gritando na noite.

Jatos quentes de fluido jorravam de mim, encharcando o pau de Miguel, seus testículos, o chão da varanda, que estava inundado com poças do meu líquido. Eu tremia por inteiro, minhas pernas balançando em seus braços, minha vagina pulsando ao redor do pau do meu próprio filho, a quem eu dera à luz dezoito anos atrás e que agora me fodia como uma puta na varanda da nossa casa.

Miguel não parou: continuou empurrando, rugindo baixinho:

—Continue gritando, mamãe… conte para todo mundo que seu filho está te dando o que o papai nunca conseguiu… que ele está te preenchendo como uma puta, como você merece…

De repente, ouvi passos rápidos subindo as escadas. Não era um passo só… eram dois. Meu coração disparou, mas o prazer me deixou tão fora de mim que eu não conseguia parar de mover os quadris, pressionando contra o pênis do meu filho.

Viramos a cabeça e lá apareceram Roberto e Alejandro, só de cueca, com os pênis já meio eretos só de ouvirem meus gritos. Eles tinham atravessado meu quarto, parados na porta que dava para a varanda, observando a cena: eu com as pernas abertas, montada no pênis do meu próprio filho, os peitos balançando, a bunda exposta ao ar fresco, minha xoxota esticada em volta daquele pau enorme do meu próprio filho.

Roberto abriu um largo sorriso.

—Puta merda… Miguelito…! Você foi longe demais, seu idiota…! Então você também está dormindo com a médica? Deixamos ela quentinha lá embaixo e você vem aqui terminar o serviço… que filho da puta você é.

—Sim… Ele é um filho da puta! Você não vê…? Ele está dormindo com a própria mãe…

Alejandro aproximou-se, esfregando seu pênis negro que ficou imediatamente duro.

—Tia… Você nunca se cansa, droga? Acabamos de te dar leite na sala de estar e agora você está gritando com o pau do seu filho dentro de você… você é a mãe mais vadia que eu já vi.

Miguel não parou por um segundo. Continuou me atropelando com força, olhando para eles com um sorriso triunfante.

—Entrem, seus idiotas… minha mãe está implorando por mais pau. Vocês acabaram de ouvi-la gritar que é uma puta… Venham ajudar seu amigo a foder a mãe dele como ela merece.

Soltei um gemido mais alto, a curiosidade mórbida explodindo na minha cabeça: meus dois buracos já usados ​​por eles, agora com meu filho pregado na concha, e nós três juntos na varanda, ao ar livre, expostos.

—Sim… meus meninos… ai… ai… ai… vamos lá… não parem… deem tudo de si… eu sou a puta de vocês… ooooh… ooooh… ooooh… a mãe do Miguel… a prostituta… aaaah… aaaah… aaaah…

Roberto e Alejandro não precisaram de convencimento. Rapidamente tiraram as cuecas e foram para a varanda. Roberto se jogou no chão quente e úmido, pingando meu sêmen, com o pênis apontando para o céu, e exclamou:

—Miguel, coloque sua mãe montada em mim, para que eu possa enfiar meu pau na buceta gostosa dela…

Meu filho bruto me jogou de repente sobre o pênis de Roberto, que percorreu meu interior até tocar meu útero em um segundo.

—Aaaarrg… aaaarrg… aaaarrg… Você é um animal, Miguel…! Ooooh… ooooh… ooooh…. O pau do Roberto é tão gostoso! Mmm… mmm… mmm…

Por trás, meu filho encarava meu ânus com um olhar sodomita.

—Olha só como essa sua bundinha tá bonita, querida… —disse Miguel—, ainda pingando um pouco do leite do Negro… Vou te enfiar de novo enquanto o Roberto enche sua xoxota.

Alejandro ficou ao meu lado, agarrou minha cabeça e enfiou seu pênis negro na minha boca sem aviso prévio.

—Chupa essa, doutor… engole o pau que tirou sua virgindade… e agora você vai chupar enquanto seu filhinho te fode na nossa frente.

Miguel acelerou o ritmo, penetrando meu reto com força, fazendo meus seios baterem no ar.

—Uuufff… uuufff… uuufff… Você é um sátiro, filho… aaaarrgg… aaaarrgg… aaaarrgg… Você não tem piedade da sua mãe…! Você me destruiu de uma vez só…! Ooooh… ooooh… ooooh… mas é bom…

—Isso mesmo, mãe… engole o pau do negro enquanto eu arrombo seu cu… Roberto, continua enfiando na buceta dela… deixa ela sentir os três paus de uma vez… deixa ela saber o quanto minha mãe é puta.

Os três me tinham completamente à sua mercê na varanda, exposta ao ar fresco da aurora de Chiclayo, as luzes distantes piscando como testemunhas silenciosas. Miguel ainda estava empalado em minha bunda, penetrando com força brutal, suas mãos agarrando meus quadris para que eu não pudesse escapar nem um centímetro. Roberto estava socando minha buceta por baixo, seu pau longo e grosso entrando e saindo impiedosamente, roçando no do meu filho através da parede fina que nos separava. E Alejandro estava fodendo minha boca, seu pau preto e grosso enfiado na minha garganta, meus lábios esticados ao redor da base, saliva escorrendo pelo meu queixo e caindo nos meus peitos que balançavam.

A varanda cheirava a sexo puro: suor, sêmen velho, meus fluidos, o aroma terroso do meu cu ainda aberto. Meus gemidos saíam abafados em volta do pau do Alejandro, mas ainda assim eram altos, roucos, desesperados.

— Mmmph… mmmph… sluuurrp… aaaah…! — ele tentou gritar, mas só saíram bolhas de saliva e sons guturais.

Miguel foi o primeiro a chegar ao seu limite. Suas estocadas se tornaram erráticas, mais profundas, seus testículos pressionando minha vagina inchada e tocando os testículos de Roberto.

"Estou chegando, mãe...! Vou encher sua bunda com meu leite... o leite do seu próprio filho...! Toma tudo, sua puta...!" ele rosnou, penetrando-a uma última vez até o fundo.

Senti o primeiro jato quente explodir direto no meu intestino, espesso, abundante, preenchendo meu reto como se quisesse me marcar para sempre. Jatos mais quentes e pegajosos se seguiram, transbordando do meu ânus dilatado e escorrendo por seus testículos, pelas minhas coxas, caindo sobre os testículos de Roberto e depois no chão da varanda em gotas brancas. Meu orgasmo veio instantaneamente: minha vagina se contraiu ao redor do pênis de Roberto, como se tentasse ordenhá-lo, meus jatos respingando em seu púbis.

—Aaaarrg… aaaarrg… você está me enchendo, filho…! Seu leite dentro da sua mãe… que incesto delicioso… Estou chegando… Estou chegando…! —Gritei, minha voz embargada, sem me importar se os vizinhos já estavam espiando ou gravando com seus celulares.

Roberto não conseguiu resistir por mais tempo quando sentiu minhas contrações através da parede fina.

"Caramba, tia... sua xoxota é tão apertada... vou gozar dentro de você...!" ele rugiu, penetrando fundo mais uma vez.

Seu pênis pulsava com força dentro da minha vagina e liberava jatos quentes e espessos direto no meu colo do útero. Senti o calor me inundando, preenchendo minha vagina até transbordar, o sêmen branco escorrendo, descendo pelos quadris de Roberto e se misturando com o de Miguel que saía do meu ânus. A dupla penetração me fez tremer por inteiro, outro orgasmo secundário percorrendo minhas costas, meu ânus se contraindo ao redor do seu pênis como se nunca mais quisesse soltá-lo.

Alejandro foi o último. Ele agarrou meu cabelo com mais força, tirando o pênis da minha boca por um segundo para que eu pudesse ver.

"Olhe para mim, doutor... veja como estou marcando seu rosto..." disse ele com a voz rouca.

Ele enfiou na minha garganta mais duas ou três vezes, bem fundo, fodendo minha boca como se fosse outra buceta, e então puxou para fora. Ele se masturbou rapidamente duas vezes e gozou: enfiou o pau de volta na minha boca e jatos poderosos de sêmen quente jorraram pela minha garganta. Ele tirou e espirrou por todo o meu rosto, meu cabelo, minhas bochechas, meu nariz, meus lábios entreabertos e ofegantes. Um jato caiu direto nos meus lábios, salgado e grosso; outro nos meus seios, escorrendo pelos meus mamilos duros; outro na minha testa, pingando em direção aos meus olhos. Ele me deixou marcada como uma puta usada, sêmen escorrendo pelo meu rosto, misturando-se com meu suor e minhas lágrimas de prazer.

"Engole, tia... lambe o que puder..." ele ordenou, e sem pensar, estiquei a língua e lambi o que pude dos meus lábios, engolindo o leite dele enquanto os outros dois ainda estavam dentro de mim, pulsando, liberando as últimas gotas.

Os três ficaram parados por um segundo, respirando pesadamente, comigo empalada entre eles: o pênis do meu filho no meu cu, cheio de sêmen; o de Roberto na minha vagina transbordando; o de Alejandro pingando o resto no meu queixo. A varanda estava uma bagunça: o chão molhado de fluidos, sêmen e suor; o ar denso com o cheiro de sexo proibido; eu, a mãe de quarenta e oito anos, transformada no centro de uma orgia com meu filho e seus amigos, coberta de sêmen por dentro e por fora, tremendo de prazer obsceno.

Miguel beijou meu pescoço por trás, ainda enterrado nele.

—Bem-vinda à sua nova vida, gata… agora todos nós sabemos que puta você é… e vamos continuar te usando assim… quando quisermos… onde quisermos.

Roberto e Alejandro sorriram um para o outro, deixando o sêmen jorrar dos meus orifícios como cachoeiras brancas.

Eu só conseguia gemer, exausta, mas ainda excitada:

—Sim… meus garotos… eu sou a puta de vocês… dos três… me fodam quando quiserem… me quebrem quando quiserem…

Os três ainda estavam ofegantes, seja dentro de mim ou ao meu redor, quando ouvimos o som inconfundível da porta da frente lá embaixo. O clique da chave na fechadura, o rangido da porta se abrindo, passos pesados ​​no corredor. Sebastian, meu marido, havia chegado mais cedo do que o esperado.

Miguel foi o primeiro a reagir, mas não tirou o pênis do meu cu, que ainda estava cheio do seu esperma. Ele apenas me olhou com um sorriso malicioso e sussurrou:

—Shhh, mãe… fique quieta… vamos ver a cara que o papai vai fazer quando vir a esposa dele transformada numa prostituta.

Roberto e Alejandro ficaram surpresos, mas também não se mexeram. Roberto ainda tinha o pênis dentro de mim, pingando as últimas gotas de sêmen; Alejandro esfregava a glande negra nos meus lábios, deixando rastros brancos no meu queixo. Eu estava um caos: sêmen escorrendo da minha vagina e do meu ânus, meu rosto e seios salpicados de esperma espesso, meu cabelo emaranhado com um pouco de sêmen, suor e fluidos por todo o meu corpo. Minhas pernas tremiam, expostas na varanda como uma oferenda obscena.

Os passos subiam as escadas. Lentos. Pesados. Sebastian sempre subia assim, mas desta vez havia algo diferente: um silêncio pesado, como se ele já soubesse de algo.

Meu marido estava parado na porta do nosso quarto. Ele olhou para a varanda e nos viu nós quatro: eu no meio, montando o pau do Roberto, com meu filho e Alejandro de cada lado, seus pênis meio moles, mas ainda brilhando com meu líquido e o esperma dele. Meu rosto estava coberto de sêmen fresco e seco, meus seios pingavam, minha vagina e meu ânus estavam escancarados e um líquido branco e espesso escorria pelas minhas coxas. Ele atravessou o quarto até a varanda.

"O quê... o que diabos é isso...?" ele gaguejou, com a voz embargada, incrédulo.

Miguel foi quem falou primeiro, e Roberto insistiu gentilmente mais uma vez para poder ver como ele entrava e saía da concha da esposa.

—Bem-vindo de volta, pai… você chegou bem na hora de ver sua esposa transando com o pau do filho e dos amigos dele. Olha só como o esperma está escorrendo por ela… nosso esperma… por toda parte. Viu? É isso que acontece quando você deixa uma mulher como ela sem por muito tempo.

Sebastian cambaleou, agarrando-se ao corrimão. Seus olhos percorreram meu corpo, de Miguel para Roberto e Alejandro, que agora sorriam um para o outro, despreocupados.

Em vez de me cobrir ou gritar, senti uma nova e intensa onda de prazer percorrer meu corpo. Ver meu marido ali, paralisado, observando seu filho e seus amigos me usarem como uma prostituta... me excitou novamente. Minha vagina se apertou em volta do pau de Roberto, fazendo-o gemer.

—Sebastian… —Eu ofeguei, minha voz rouca e suja—. Olha… olha o que eles fizeram comigo… o que seu filho está fazendo comigo… eles preencheram meus buracos… eles me corromperam… ​​e eu adoro isso… aaaah…

Roberto retirou o pênis da minha vagina com um som molhado, deixando mais sêmen jorrar em um fluxo branco que caiu no chão da varanda. Ele se aproximou de Sebastián, nu, com o pênis ainda pingando.

"Relaxe, doutor... sua esposa é uma campeã. Nós acabamos de dar a ela o que você nunca lhe deu. E Miguel... bem, Miguel é quem a entende melhor agora."

Alejandro colocou o pênis dele na minha boca de novo, só a pontinha, para que meu marido pudesse me ver lambendo.

—Olha, doutor… sua esposa chupando o pau preto que tirou a virgindade dela. Quer ver ela engolir tudo enquanto seu filho a fode na sua frente?

Meu marido não se mexeu. Estava pálido, tremendo, mas seus olhos estavam fixos na cena. E então eu vi: um volume crescendo em suas calças. O corno estava ficando excitado me observando assim.

"Rapazes, vamos para o quarto", ordenou Miguel. "Ficaremos mais confortáveis ​​lá."

Miguel ficou imediatamente excitado e, assim que estávamos na cama de casal, ele colocou o pênis de volta na minha vagina, acelerou o ritmo e começou a me penetrar com força novamente.

—Pai… senta na cama e me observa terminar de satisfazer a mamãe… ou participa se quiser… mas acho que você prefere assistir, não é? Observar seu filho e os amigos dele transformarem sua esposa em nossa prostituta particular.

Eu gemia em volta do pau do Alejandro, olhando fixamente para Sebastian.

—Vem cá, querido… olha como eles estão me fodendo… como estão me usando… eu sou uma vadia… sua vadia… aaaah… aaaah… estou gozando de novo… na sua frente…! —A cena de cornos que meu marido estava encenando me deixou incrivelmente excitada. Ter meu próprio marido me vendo transando com o filho dele, na frente de dois amigos nus, completamente nus, foi um prazer indescritível.

E eu explodi de novo, jatos de esperma saindo da minha vagina ao redor do pau do Miguel, enquanto ele gemia e ejaculava outro jato quente dentro de mim, misturando-se com o primeiro. Roberto e Alejandro estavam se masturbando rapidamente, mirando em mim: um espirrou nos meus seios de novo, o outro no meu rosto, deixando mais sêmen fresco escorrendo pela minha pele.

Sebastian se deixou cair na cama, com os olhos vidrados, e sua mão foi involuntariamente até a virilha, tocando-se por cima da calça enquanto nos observava terminar.

"Valéria..." ele murmurou, com a voz embargada. "O que esses filhos da puta fizeram com você...?"

—Hum… Bem… seu filho Miguel, sim, ele é um filho da puta, como você pode ver… os outros dois… eu os chamaria de… meus amantes…? Bem, eles me deram o que você não me dava há muito tempo: pau, sêmen, prazer… Eles me fizeram sentir como uma puta…

Eu, coberto de sêmen por dentro e por fora, com os três pênis deles ainda por perto, sorri maliciosamente para ele, ofegante.

—Eles me acordaram, Sebastian…! Eles me transformaram no que eu sempre fui… uma puta tarada… e agora… agora você vai ver o que acontece a seguir… porque isso não termina aqui.

—Bem-vindo ao show, pai— disse Miguel. —Fique à vontade… sua esposa quer mais.

Meu marido ainda estava sentado na beira da cama, os olhos fixos em mim: ajoelhada na cama, sêmen escorrendo da minha vagina e do meu ânus, meu rosto e seios salpicados com o leite fresco dos três jovens, seios pesados ​​pingando, coxas tremendo e abertas como se eu estivesse me oferecendo novamente. Sua mão não estava mais apenas me tocando por cima da calça; ele havia aberto o zíper e tirado o pênis para fora — não tão grande quanto o de Miguel, mas mais duro do que eu o vira em anos — e estava se masturbando lentamente, a respiração ofegante, os olhos vidrados com uma mistura de choque, raiva e uma excitação proibida que ele não conseguia esconder.

Miguel foi o primeiro a perceber. Ele tirou o pênis da minha vagina com um som úmido e obsceno, deixando um jato de sêmen escorrer e pingar no lençol. Ele sorriu, olhando para o pai.

—Olha só vocês, seus idiotas… meu pai ficou excitado vendo a gente encher os buracos da mamãe. Viu, pai? Sua esposazinha é uma puta de primeira… e você, um corno de marca maior, tá se masturbando vendo o esperma sair da buceta da sua esposazinha.

Roberto aproximou-se do meu marido, nu, com o pênis circuncidado ainda semi-ereto e gotejando líquido pré-ejaculatório.

"Relaxe, doutor... não fique constrangido. Todos sabemos que o senhor não tem uma ereção há meses. Agora veja como seu filho e nós a fazemos gritar. Quer uma vez? A vagina da sua esposa está bem lubrificada com o nosso esperma... entra fácil."

Alejandro agarrou meus cabelos e levantou meu rosto em direção ao meu marido, para que ele pudesse ver claramente como eu lambia os restos de seu sêmen negro dos meus lábios.

—Vem cá, doutor… chega mais perto. Sua esposa está implorando por mais pau. Olha só como o esperma do Miguel está escorrendo da buceta dela… e o cu dela ainda está escancarado. Você não quer enfiar e sentir como ela está quente e usada depois de nós três a termos despedaçado?

Meu marido engoliu em seco. Sua mão deslizou rapidamente sobre o pênis, seus olhos fixos na minha vagina aberta, no sêmen branco que escorria lentamente dos meus orifícios. Ele se levantou devagar, como que hipnotizado, e caminhou em minha direção. Parou diante de mim, pênis na mão, tremendo.

"Valéria..." ele murmurou, com a voz rouca. "Você realmente... gosta disso...? Que seu filho e os amigos dele a usem como uma prostituta... na minha frente...?"

Encarei-o, com o rosto coberto de sêmen, e lambi meus lábios sujos.

—Sim, Sebastian… eu adoro… você me deixou louca… você preencheu meus buracos… você me fez gozar como nunca antes com você… e agora… agora eu quero que você veja como você, meu marido corno, se junta a nós… coloque dentro de mim… coloque dentro dessa buceta que não é mais só sua… ela está cheia do esperma do nosso filho e dos amigos dele… mas ainda tem espaço para você… vamos lá, corno… me foda como você nunca ousou…

Sebastian soltou um gemido abafado. Ajoelhou-se à minha frente, suas mãos trêmulas acariciando meus seios, beliscando meus mamilos ainda sensíveis. Olhou para mim por mais um segundo, posicionou seu pênis na entrada da minha vagina, como se pedisse permissão ou perdão, e então enfiou-o direto na minha xoxota encharcada. Entrou com facilidade, lubrificado com todo o sêmen anterior, e ele soltou um longo grunhido.

"Caramba... tá tão quente... tão molhada... tão cheia do esperma de outra pessoa...!" ele ofegou, começando a bombear devagar no início, sentindo minha vagina se apertar ao redor dele, ainda pulsando do orgasmo anterior. "Eu nunca... nunca senti isso assim... tão vadia... tão aberta... Você é uma vadia, Valeria! E você não tem ideia de como é bom ser corno!"

"Sim... e com orgulho, meu amor!" respondi ao meu marido. "Então, foda essa vadia como se estivesse num bordel... mmm... mmm... mmm... assim... assim... ooooh... ooooh... ooooh..."

—Isso mesmo, papai… enfia fundo… sente como sua esposa foi corrompida… como ela agora é nossa puta compartilhada. Mexe os quadris, corno… faz ela sentir que até você pode usá-la quando quisermos.

Roberto e Alejandro se aproximaram pelas laterais. Roberto inseriu dois dedos no meu ânus enquanto meu marido me fodia na vagina, me abrindo ainda mais. Alejandro agarrou minha cabeça e enfiou seu pênis negro de volta na minha boca.

—Chupa essa, tia… enquanto seu marido enche sua buceta com nosso esperma… diga a ele o quão puta você é na frente dele.

Eu gemia em volta do pau do Alejandro, enquanto Sebastian penetrava com mais força, perdido no prazer mórbido.

—Sim… Sebastian… olha pra mim… eu sou sua puta… ooooh… ooooh… ooooh… a esposa safada que se abre para o filho e os amigos dele… aaaah… aaaah… aaaah… e agora pra você… enfia mais fundo… sente como eu tô cheia de sêmen jovem… uuuufff… uuuufff… uuuufff… do pau do Miguel… do Roberto… do Negro… aaaah… aaaah… Você tá fodendo uma xoxota usada… corno… e você adora isso…!

Sebastian acelerou, rosnando como um animal.

— Sim… porra… sim…! Me excita te ver assim… coberta de leite… gritando por mais…! Toma, Valeria…! Toma o pau do teu marido… mesmo que seja o último da fila…!

Então meu filho fez o pai deitar de costas e eu subi em cima dele, mas sem tirar o pênis do meu marido da minha vagina.

Roberto continuou enfiando os dedos no meu cu, o que era gostoso. Então, Miguel empurrou por trás, enfiando o pau no meu ânus ao lado dos dedos de Roberto.

—Então, papai… mais uma vez em dobro… mas com seu filho no cu dela enquanto você a enche pela frente… sinta como nos esfregamos lá dentro… como a abrimos, nós quatro.

Sebastian soltou um grito abafado ao sentir o pênis do filho roçar no seu através da fina parede, e os dedos de Roberto, que também estavam ali, invadindo seu reto. Ele começou a se masturbar freneticamente, perdido em uma luxúria proibida.

— Estou chegando… Estou chegando dentro da minha esposa puta… com meu filho fodendo o cu dela…! Toma, Valéria… toma meu esperma… mistura com o deles…!

Explodiu dentro de mim, jatos quentes se juntando ao sêmen de Miguel e dos outros, transbordando da minha vagina e escorrendo pelos seus testículos. Ao mesmo tempo, Miguel gemeu e ejaculou mais uma vez no meu cu, enquanto Roberto e Alejandro se masturbavam rapidamente e espalhavam mais sêmen fresco no meu rosto e nos meus seios.

Cheguei com eles, gritando incontrolavelmente:

— Aaaah… aaaah… todo mundo… todo mundo lá dentro e além disso… eu sou a puta deles… a vadia da família… a única para os quatro… me fodam… me quebrem… nunca parem…!

Quando terminaram, me deixaram estirada na cama, coberta de sêmen por todo lado, escorrendo pelos meus orifícios, tremendo de prazer exausto. Os quatro me encararam, com os pênis pingando, respirando pesadamente.

Sebastian, ainda com o pênis para fora, ajoelhou-se na minha frente e beijou minha boca suja, saboreando a mistura de leites.

"Valéria..." ele sussurrou, com a voz embargada e cheia de desejo. "Isso... isso não termina aqui... termina?"

Sorri, lambendo meus lábios manchados.

—Não, seu corno… isso é só o começo… agora eu sou a puta de todos… e vocês todos vão se revezar para me usar… quando quiserem… onde quiserem.

PS: INIMIGAS INTIMAS: MÃE BANDIDA, FILHA MALDITA

Essa é uma história de conflitos, intrigas, persuasões, golpes, incestos, traições, brigas e sexo entre familiares e agregados, vamos embarcar nesta história e deixar a imaginação nos levar a lugares onde nosso cotidiano não permite (ainda bem).

Na semana que vem, início uma nova série, essa sim, de minha autoria, sejam todos bem vindos.

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