Meu irmão, minha mulher e eu!

Um conto erótico de SevenRJ
Categoria: Gay
Contém 1639 palavras
Data: 10/04/2026 22:53:32

Meu nome é Felipe, sou casado com a Rafaela, tenho 32 e ela 28 anos. Sou moreno claro, cabelos pretos, cuido do corpo e uso cavanhaque. A Rafa é uma mulher um pouco mais baixa, cabelos cacheados castanhos claros, olhos verdes e pele bronzeada de sol. Além de bonita, é gostosa demais, a bunda é perfeita e ela gosta muito de sexo, assim como eu, curtimos locais e posições diferentes.

Sempre gostei de fazer sexo oral nela e ela adora. Tem a buceta pequena e rosinha, parece que foi desenhada! Gosto de fazer ela gozar com a minha língua, mas não dá para ver as feições dela gozando e acho que deve ser linda, pois quando goza na penetração eu fico louco só de ver!

Tentamos algumas vezes ficar com mais uma pessoa, mas nem chegou a acontecer, porque na hora eu ficava com ciúmes, mesmo sendo outra mulher (tentamos com duas mulheres e um homem). A vontade de ver ela gozando com oral se juntou com a de uma terceira pessoa e resolvi conversar com ela. Teria que ser alguém de total confiança, tanto no cuidado com a saúde quanto no sigilo e também na certeza de que não iria correr risco de traição. Entre algumas hipóteses, eu falei brincando que meu irmão seria um ótimo candidato: 36 anos, moreno, bonito, alto, cabelo curto, casado e a esposa estava grávida! Ele se cuidava muito e éramos muito amigos e nossas esposas, também, e é claro, que a dele não ia participar e nem saber! Rafaela ficou pensativa e concordou!

- Felipe, é só uma fantasia, só sexo, não vai ter sentimento! Não tem risco de nada, ele vai ser pai e a Amanda é minha amiga, eu não trairia nem você nem ela! Acho que ele aceitaria, é seu amigo, também, e o sigilo é garantido, né? - falou. Fiquei pensativo. Meu irmão, Fábio, era um cara muito atraente e sempre foi muito procurado pelas mulheres por ser másculo demais e gente boa. Fiquei meio receoso, mas era certo de que daria tudo certo.

Tomei coragem e chamei ele para beber uma cerveja. A sós na minha casa, falei da minha fantasia e que ele poderia realizar. No começo ficou grilado, pensativo. Conversamos bem e ele aceitou! Teria que ser tudo muito discreto para que ninguém percebesse. Combinamos que eu chamaria ele em um sábado para me ajudar em uma situação qualquer e ele passaria um tempo conosco.

No dia, por volta das 16h, estávamos um pouco nervosos e ansiosos. Rafaela falava em desistir, pois estava com medo de ficar sem graça ou de rolar ciúmes. Eu a acalmei, dizendo que era meu irmão e que seria bom, mas por dentro eu estava pilhado! Às 17h, Fábio chegou. Estava com uma bermuda, camiseta branca marcando seu corpo e tênis. Ele percebeu que estávamos tensos e começou a descontrair a todos. Ele tinha chegado com duas garrafas de vinho e como estava frio, ia cair muito bem!

Peguei as taças e ele fez questão de abrir a primeira garrafa e servir a todos. No final da segunda garrafa, o calor já estava acendendo nosso fogo. Levantei e chamei os dois para o quarto. Tirei a roupa da Rafaela devagar, olhando e desejando ela. Fábio sentou na cama e tirou a camisa. Comecei a beijá-la e Fábio já estava no clima e se aproximou de nós, beijando suavemente o corpo de minha mulher até descer para a vagina. Rafaela era muito sensível a sexo oral e já estremeceu quando meu irmão começou. Fábio passava a língua de cima a baixo, chupando suavemente os lábios da buceta dela, enfiando mais a língua, lambendo o grelinho rosa. Rafaela gemia baixo e eu estava adorando ver suas feições de prazer. Como homem experiente que era e com as dicas que eu dei, meu irmão continuou: chupava sua vagina, lambia, mordia o grelo, sempre com delicadeza, mas uma certa pressão, até que começou a aumentar o ritmo. Eu observava ele com a cara enfiada no corpo da minha linda esposa e ela, de olhos cerrados, gemendo e tremendo a cada movimento.

Agora, Fábio lambia e chupava com mais intensidade, sua saliva se misturava com a lubrificação de Rafaela, que era muita, fazendo aquele som de molhado, de sexo oral gostoso e intenso. Ele segurava seu corpo por baixo, pelas nádegas, com a cabeça entre suas coxas. Ela gemia e se contorcia e comecei a chupar seus mamilos. Sabia que ela ia ficar doida! Ao mesmo tempo, dois homens se deliciando em seu corpo, até que ela avisou que ia gozar. Segurando firme o lençol, minha mulher se contorceu e teve um orgasmo muito intenso, na boca do meu irmão, que foi diminuindo o ritmo até ela soltar a respiração.

- Vem, Felipe, quero gozar de novo, parece que meu orgasmo ainda não terminou, vem! - ela me puxou para cima. Olhei para o lençol embaixo dela, estava encharcado da bucetinha dela, que pingava de desejo. encaixei meu pau e penetrei, tirando gemidos e sentindo seu calor. Fábio olhava, ao nosso lado, recostado na cama, de pau duro. No embalo do momento, falei para ela chupar seu pau. Fábio se levantou e ficou de joelhos ao nosso lado. Virei o rosto de Rafaela em direção ao cacete dele. Realmente éramos bem parecidos, só que o pau tinha uns 17 cm, grosso, um pouco menor que o meu.

Rafaela fez menção de chupar e:

- Vamos! Chupa também! Se você não fizer, eu não faço, Felipe, vamos chupar juntos, vamos cometer o mesmo ato! - ela falou cheia de vontade de chupar e que eu aceitasse. Falei que eu não curtia, mas que ela podia fazer. Rafa disse que teríamos que fazer juntos, para eu não ter ciúmes depois. Meu irmão estava calado, olhando para nós, com o pau pingando de tesão.

Não pensei mais e coloquei o membro entre nossas bocas e começamos a chupá-lo. Fábio gemia e revirava os olhos. Eu nunca tinha chupado um pau, nem pensado em ficar com um homem e estava ali, chupando meu irmão junto com minha esposa. Segurei pelo talo e fiz ela engolir tudo e ela me direcionou para chupar as bolas. Nos revezamos entre a ponta e o corpo do pau e o saco. Coloquei todo na boca até sentir os pentelhos do meu irmão no meu rosto e ao mesmo tempo metia nela. Era muito tesão de todos os lados. Fábio gemia e falava que nunca tinha sentido duas bocas no seu pau e que estava sendo maravilhoso! As palavras e gemidos dele e a empolgação da minha mulher me fizeram ter mais vontade de ter e dar prazer, agora já valia tudo, sem limites nem pudores. Ela masturbava meu irmão enquanto a gente chupava e ele avisou que ia gozar! Rafaela parou e pediu que ele a penetrasse, queria sentir ele gozando dentro dela, comigo assistindo.

Saí de cima e meu irmão tomou meu lugar, deslizando seu pau grosso todo dentro dela, que gemeu e o apertou as costas e a bunda, assim como faz comigo! Metendo fundo e segurando um seio e mordendo o pescoço de Rafa, Fábio deu um urro e se contraiu todo, suando, falando coisas e eu percebi que estava gozando dentro dela. Parecia que não ia terminar! Meu pau estava doendo já de vontade de gozar e assim que ele saiu dela, minha mulher pediu para que eu fizesse sexo oral, queira gozar nam inha língua. Como é uma coisa que eu adoro, não pensei duas vezes e abri sua buceta, abrindo suas pernas com as mãos por dentro das coxas. Vi como ela estava molhada e vermelha! Comecei a chupar e lamber com intensidade, da maneira que ela gostava, com a língua subindo e descendo e de um lado para o outro! A quentura de seu corpo demonstrava que ia gozar logo, até que senti um gosto e uma textura diferente inundando minha boca: era o esperma de Fábio que estava escorrendo. O cheiro de sexo e a novidade daquilo para mim, me deixou curioso e lambi e suguei tudo o que pude, realmetne meu irmão tinha lotado ela co seu sêmen! Minha mulher começou a gozar de novo, segurando minha cabeça entre suas pernas, com meu rosto enfiado em sua buceta. Eu apreciava o gosto dela e dele e o cheiro maravilhoso de sexo. Sentindo ela gozar na minha língua, gozei em seguida, vários jatos saíram em espasmos inimagináveis! O lençol já parecia uma piscina. Os três respirando forte, cansados e satisfeitos. Meu irmão pela novidade, minha mulher pela fantasia de ser chupada comigo assistindo e eu por tudo aquilo, ainda me deliciando com o gosto dela e do esperma dele ao redor da minha boca.

Fábio levantou e foi ao banheiro, tomou um banho rápido e já estava pronto para sair. Rafaela estava dormindo, de tão cansada. eu já tinha lavado meu rosto e esperava ele sair para chupá-la um pouco mais.

- Cara, que doideira, acho que saiu um pouco do controle. - disse Fábio.

- Que bom que saiu, foi delicioso, meu irmão! - falei e dei um abraço nele, que me afagou o cabelo, me olhos nos olhos e me deu um beijo leve na boca, me surpreendendo.

- Você tá com cheiro de sexo, Felipe! Se eu pudesse ficaria mais, mas, não dá, você sabe. Gostei, surpresa boa! Adorei tudo. Você gostou? Não esperava que fosse rolar de você…

- Nem eu, mas rolou, e eu gostei, e ainda bem que foi com você, nunca faria isso com outro cara, nem tenho tesão, mas, foi maravilhoso! - falei e nos abraçamos de novo.

Fábio saiu.

Voltei para a cama e acordei Rafaela para que ela gozasse de novo na minha língua.

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Foto de perfil de Seven RJSeven RJContos: 129Seguidores: 135Seguindo: 1Mensagem Escrevo histórias reais. Escrevo relatos meus, de amigos e de pessoas que gostam da minha narrativa e me procuram para que eu possa contar as suas histórias e experiências. Escrevo pensando no leitor, que vai se identificar, seja pela realidade ou fantasia que tem. Alguns relatos viraram livros, por terem se tornado relações que envolveram pessoas e sentimentos depois do tesão inicial. Conheça meus livros na Loja Kindle da Amazon. Procure por mim lá: CM Sèven. Instagram já em atividade: @_cmseven_ Quer contar sua história? seven2002@bol.com.br

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