Nestes dias, chegou Fê com uma novidade. Cris arranjara um emprego muito bom financeiramente, para ele fazer o que gosta, e além do mais praticamente no quarteirão do nosso condomínio. A proposta dele era se mudar em definitivo para o apartamento de Fê, e morarem juntos de vez (pois que até então era quase o que acontecia, tanto tempo eles passavam juntos).
Colocado em assembleia familiar (eu já era considerado como sendo do núcleo da família), a proposta foi aprovada por unanimidade, com gritos, abraços, beijos e champanha (que o próprio Cris deixara no refrigerador, dizendo que para alguma data especial). Claro que essa combinação – alegria, festa, champanha e pouca roupa – só poderia terminar mesmo em foda. Os quatro na sala, eu comendo Manu e Fê e Cris se comendo.
Éramos, enfim, uma só família, morando em apartamentos separados, mas partilhando todos os espaços. O amor e o tesão transbordava por todos os poros. A nudez ou a transparência e pequenez das roupas era comum em todos. A qualquer hora que pintasse um clima, pintava sexo. Além dos casais “oficiais”, já aconteceu de eu estar comendo Fê e Cris chegar, me fodendo ou chupando o namorado; já rolou de Cris estar deitado no meu sofá, navegando no celular, sem roupa, cu escancarado e eu chupá-lo, lubrificando-lhe o toba, para depois comê-lo deliciosamente, e Manu entrar e chupar deliciosamente a rola de Cris; certa vez eu cheguei em casa, vindo da rua, com Fê, e encontrarmos Cris se deliciando com a buceta de Manu, que gemia como uma cadela no cio – e nos agarramos e nos fodemos ali, eu e Fê, tendo os gemidos dos dois como trilha sonora de nossa própria foda; eu e Manu já encontramos os dois namoradinhos se pegando na varanda, de madrugada, e minha deusa ofereceu-me o cu para eu gozar abundantemente.
Só não rolara ainda incesto. Manu e Fê não se pegaram até os finalmente – embora rolassem selinhos e até beijos mais demorados, carícias nos seios e na rola, lambidas em ambos os cus, mas tudo castamente, como mãe e filho.
Certa vez, Manu trouxe o Celso, seu colega de trabalho, com quem continuara fodendo depois da sensual viagem à cabana de vidro, e fizemos um trisal maravilhoso. No começo ele estava meio receoso de pegar outro homem, mas quando percebeu que se não cedesse perderia aquela buceta e aquela bunda fenomenal, concordou, somente pedindo calma porque nunca fizera aquilo antes. Mas naquele dia, ele deliciando-se na xoxota de Manu, lambi-lhe e enrosquei meu dedo de tal forma no seu cu que em pouco tempo ele se requebrava e reclamou absolutamente nada quando enfiei minha tora em seu toba. O filho-da-puta gostou tanto, que depois de fazer Manu gozar, agarrou-se comigo e me comeu, derretendo-se dentro de mim.
Nesse dia, para complementar a safadeza, Fê e Cris chegaram exatamente quando o Celso me chupava, cu voltado para o alto, enquanto Manu tomava uma ducha; Fê não hesitou, baixou a bermuda e tendo o cacetão armado, enfiou com gosto em Celso, que chegara com mimimi e já estava recebendo a segunda rola no cu. Manu, saindo da ducha, e vendo seu filho comendo seu colega de trabalho e este fodendo seu namorado, não quis ficar se participar, agarrou Cris e chupou-o intensamente até que ele gozasse horrores em sua boca.
Muitas outras loucuras aconteceram naqueles dois apartamentos, com essa família deliciosa. Lá mesmo ou em viagens que fazemos, alugando sempre quartos quádruplos, e descobrindo, a cada momento, novas formas de amar e foder – os quatro, ou mesmo com convidados... e convidadas, que Manu descobrira as delícias do prazer lésbico.
Reconsiderei viver sozinho, Manu reconsiderou ter um macho fixo de novo, Fê achou maravilhoso ter um namorado e um padrasto com os quais pudesse misturar seu corpo, nos lances mais incríveis de prazer e tesão.
Enfim, todos tínhamos uma nova família. E éramos plenamente felizes assim – pelo menos até quando durasse.
