Saí do banho chorando.
A água quente não conseguiu lavar nada. A porra de Lucas ainda escorria pelas minhas coxas quando entrei no chuveiro. Fiquei ali, encostada na parede fria, soluçando baixinho enquanto a água caía sobre meus seios médios e minhas coxas grossas. “O que eu fiz… meu Deus, o que eu fiz?”, repetia para mim mesma. Eu tinha deixado meu próprio filho gozar dentro de mim. Tinha gozado enquanto ele me fodia no sofá da sala. Eu, que sempre me considerei uma mulher decente, uma boa mãe, uma esposa fiel… estava me transformando em algo que eu mesma desprezava.
Vesti uma roupa leve e desci. A casa estava silenciosa. João ainda não tinha voltado. Eu me sentei na cozinha, tentando me recompor, quando ouvi a porta dos fundos se abrir.
Era Adriano.
Ele entrou com aquele jeito calmo, quase educado, mas os olhos escuros brilhavam com desejo contido.
— João e o Rubens vão chegar tarde hoje — disse ele baixinho, fechando a porta atrás de si. — Só depois das dez. Temos tempo.
Eu me levantei, o corpo ainda tremendo.
— Adriano… não. Por favor. Eu preciso ficar sozinha.
Ele se aproximou devagar, como quem não quer assustar um animal ferido.
— Só conversar, Cristiane. Só isso. Vamos até o curral velho… ver o pôr do sol. Ninguém vai lá. Prometo.
Eu neguei com a cabeça. Mas ele estendeu a mão, tocou meu braço com delicadeza e disse:
— Você tá tremendo. Deixa eu te ajudar a relaxar. Só um pouco.
Eu não sei por que aceitei. Talvez pelo medo de ficar sozinha com meus pensamentos. Talvez porque, no fundo, eu queria ir.
Caminhamos em silêncio até o curral abandonado. O sol estava baixo, pintando o céu de vermelho e laranja. O lugar era isolado, cercado de madeira velha e feno seco. Adriano me encostou contra uma das vigas grossas da cerca.
— Você é tão linda… — murmurou ele, a voz rouca.
Ele me beijou.
Não foi um beijo suave. Foi profundo, faminto, apaixonado. A língua dele invadiu minha boca enquanto as mãos apertavam minha bunda grande por cima do vestido. Eu tentei empurrar o peito dele.
— Não… Adriano… seu pai pode chegar… eu sou casada… — sussurrei contra os lábios dele.
Ele não parou. Apertou meu corpo contra a madeira, levantou meu vestido e tirou minha calcinha com um puxão. Meus seios foram expostos. Ele chupou um mamilo com fome, mordendo de leve, depois o outro.
— Para… eu não quero isso… — pedi, a voz fraca.
Mas meu corpo traía. A buceta já estava encharcada.
Ele abriu a calça. O pau enorme saltou para fora, grosso, venoso, a cabeça brilhando. Eu caí de joelhos na terra, quase sem pensar. Segurei o pau com as duas mãos e o coloquei na boca. Chupei com desejo reprimido, subindo e descendo a cabeça, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos meus seios.
Adriano gemeu, segurando meus cabelos loiros.
— Isso… que boca gostosa… chupa mais fundo, Cristiane…
Eu gemia em volta do pau dele, uma mão entre minhas pernas, tocando meu clitóris inchado. O medo de João chegar, de Lucas voltar, de alguém nos ver, só aumentava o tesão.
Depois de alguns minutos, ele me levantou, virou-me de costas e me apertou contra a cerca de madeira. Levantou meu vestido até a cintura e colocou a cabeça grossa na entrada da minha buceta.
— Não… não faz isso… — implorei, tentando me afastar.
Ele segurou meus quadris com força e entrou devagar. Eu soltei um gemido longo, meio dor, meio prazer insano. O pau dele era maior que o de João. Me rasgava, me abria, me preenchia como nunca.
— Para… eu não quero… — tentei recuar uma vez, empurrando a cerca.
Mas o prazer era grande demais. Meu corpo cedeu. Ele começou a meter mais fundo, estocadas firmes, ritmadas. Eu gemia alto, as mãos segurando a madeira.
— Mais… — acabei pedindo, a voz rouca. — Mais fundo…
Ele acelerou, fodendo-me com força contra a cerca. O barulho de pele contra pele ecoava no curral vazio. Eu gozei gritando o nome dele, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando o pau grosso.
Adriano gozou logo depois, enchendo-me de porra quente, gemendo no meu ouvido.
Quando ele saiu de dentro de mim, eu senti a porra escorrendo pelas minhas coxas. A realidade caiu como um soco.
Eu me vesti rapidamente, as lágrimas escorrendo.
— Isso foi um erro… um erro enorme — disse, a voz embargada.
Saí correndo do curral, deixando Adriano para trás.
Cheguei em casa ofegante, o vestido amarrotado, o cabelo bagunçado, a porra dele ainda escorrendo entre minhas pernas.
Lucas estava na porta.
Ele me olhou de cima a baixo. O olhar demorou na minha boca inchada, no cabelo desalinhado, nas marcas vermelhas no pescoço.
— Mãe… você deu pro Adriano, né? — perguntou ele, sem rodeios.
Eu congelei. As lágrimas voltaram.
— Foi… foi só uma fraqueza… — confessei, chorando. — Não vai mais acontecer. Por favor, não conta pro seu pai.
Lucas me olhou com uma calma que me irritou profundamente.
— Não tem problema nenhum, mãe… eu até ajudo a esconder.
Aquela frieza, aquela naturalidade… me deixou furiosa. Meu próprio filho falando como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Eu não respondi. Fui para a cozinha e comecei a fazer o jantar, as mãos tremendo, as lágrimas caindo no balcão.
Aline apareceu pouco depois, como se soubesse exatamente o que tinha acontecido.
Ela se aproximou e disse baixinho:
— Agora que você deu pro Lucas… eu também quero provar ele. Nunca dei pra ele antes. Queria que você fosse a primeira.
Eu parei, a faca parada no ar.
— É justo… — respondi, a voz sem força. — Você deu pro seu filho. Agora eu dei pro meu. Nada mais justo.
Aline sorriu, satisfeita.
Mais tarde, depois que todos foram embora e antes de João chegar, eu me sentei sozinha na varanda escura.
Fiquei olhando o cerrado infinito.
“Eu não quero isso”, pensei, as lágrimas escorrendo silenciosas. “Eu não quero virar uma vagabunda. Eu não quero ser essa mulher que abre as pernas pro filho e pro enteado. Eu sempre fui uma mulher de respeito…”
Mas o corpo traía.
Eu ainda sentia o pau enorme do Adriano dentro de mim. Ainda sentia o gosto dele. Ainda sentia o prazer insano de ter sido fodida daquele jeito.
E o pior: uma parte profunda de mim… tinha gostado muito.
Muito mesmo.
E isso me assustava mais que qualquer coisa.
No dia seguinte a tempestade chegou de repente, como um aviso do céu.
O vento uivava forte, as árvores do cerrado balançavam violentamente e a chuva caía grossa, batendo no telhado como tiros. João me ligou no final da tarde dizendo que não voltaria para casa. A estrada tinha ficado intransitável e ele ia dormir na sede da fazenda com o Rubens.
— Fica tranquila — disse ele, a voz distante pelo telefone. — Amanhã cedo eu volto.
Eu fiquei sozinha na casa grande. O barulho da chuva abafava tudo. Era como se o mundo lá fora tivesse desaparecido.
Eu estava no quarto, ainda tentando processar tudo que tinha acontecido, quando ouvi batidas leves na porta da cozinha. Meu coração disparou. Fui até lá e abri.
Lucas e Adriano estavam parados na varanda, molhados da chuva, os corpos jovens brilhando sob a luz fraca.
— Mãe… a gente veio ver se você tá bem — disse Lucas, a voz baixa. — Com essa tempestade… a gente ficou preocupado.
Adriano só olhou para mim, os olhos escuros cheios de algo que não era só preocupação.
Eu deveria ter mandado eles embora. Deveria ter trancado a porta. Mas a solidão, o medo e o desejo que ainda latejava no meu corpo me traíram.
— Entra… — murmurei.
Eles entraram. A água escorria dos cabelos e dos corpos. O cheiro de chuva e de homem jovem encheu a cozinha. Sem dizer nada, eles me levaram para o quarto — o nosso quarto, o quarto que eu dividia com João.
O barulho da tempestade era ensurdecedor. A chuva batia forte nas janelas, abafando qualquer som.
Adriano me encostou na parede e me beijou com fome. Lucas veio por trás, as mãos grandes apertando minha bunda por cima do vestido.
— Não… — sussurrei, tentando empurrar o peito de Adriano. — E se João voltar? Isso é loucura…
— Ele não volta hoje — murmurou Adriano contra minha boca, a voz rouca. — A estrada tá impossível.
Lucas levantou meu vestido até a cintura. Eu senti os dedos dele deslizando pela minha calcinha já molhada.
— Para… por favor… — pedi, mas minha voz saiu fraca, quase um gemido.
Eles não pararam.
Adriano tirou meu vestido pela cabeça. Lucas puxou minha calcinha para baixo. Fiquei nua entre os dois. Dois corpos jovens, fortes, paus duros roçando em mim.
Caí de joelhos no chão do quarto do casal.
Segurei o pau do Adriano com as duas mãos e o coloquei na boca. Era enorme, grosso, quente. Chupei com desejo reprimido, a saliva escorrendo pelo queixo enquanto Lucas segurava meus cabelos.
— Isso, mãe… chupa ele bem gostoso — gemeu Lucas.
Adriano gemia, fodendo minha boca devagar.
Depois eles me levantaram. Lucas me deitou na cama — a nossa cama — e abriu minhas pernas. Ele enfiou o pau grosso na minha buceta de uma vez, sem aviso. Eu soltei um gemido alto, as mãos agarrando os lençóis.
— Não… Lucas… para… isso é errado… — implorei, mas meu corpo arqueou contra ele.
Adriano se ajoelhou ao lado da minha cabeça e enfiou o pau na minha boca novamente. Os dois me foderam ao mesmo tempo: Lucas metendo fundo na minha buceta, Adriano fodendo minha garganta.
— Caralho… que buceta apertada… — grunhiu Lucas, estocando mais forte.
Eu gemia em volta do pau de Adriano, o corpo tremendo. Tentei recuar, empurrar Lucas com as mãos.
— Para… eu não aguento… — supliquei, a voz abafada.
Mas o prazer era insano. O pau grosso de Lucas me abria toda, batendo fundo, enquanto Adriano segurava minha cabeça e metia na minha garganta. O barulho da chuva abafava meus gemidos.
Eles trocaram de posição. Adriano me virou de quatro e enfiou o pau enorme na minha buceta. Era grosso. Eu gritei, as mãos agarrando os travesseiros.
— Para… Adriano… vai devagar… — pedi, quase chorando de prazer.
Ele não foi devagar. Segurou minha bunda com força e me fodeu com estocadas profundas, brutas. Lucas enfiou o pau na minha boca, fodendo minha garganta.
Eu gozei forte, o corpo inteiro convulsionando, a buceta apertando o pau de Adriano enquanto eu gemia em volta do pau de Lucas.
Eles não pararam.
Continuaram me usando, alternando, me enchendo. Eu tentei recuar mais uma vez, mas o tesão tinha vencido completamente. Eu estava rendida.
Eles gozaram quase ao mesmo tempo. Adriano encheu minha buceta de porra quente. Lucas gozou na minha boca, me obrigando a engolir tudo.
Fiquei deitada na cama do casal, nua, suada, a porra escorrendo da minha buceta e do canto da boca.
Eles se vestiram rápido.
— A gente se vê amanhã — disse Adriano, beijando minha testa como se nada tivesse acontecido.
Eles saíram pela porta dos fundos, desaparecendo na chuva forte.
Fiquei sozinha no quarto, o corpo marcado, a cama bagunçada, o cheiro de sexo no ar.
Foi quando ouvi.
O barulho de um carro se aproximando pela estrada de terra, mesmo com a chuva.
Meu sangue gelou.
João.
Ele tinha voltado.
E a casa ainda cheirava a sexo.
Eu me levantei correndo, o coração na boca, tentando arrumar a cama e o quarto antes que ele entrasse.
Mas era tarde.
A porta da frente se abriu.
E eu ouvi a voz dele:
— Cristiane? Cheguei.
Saí do quarto ainda tremendo, o corpo marcado, o gosto forte de porra na boca e escorrendo pelas minhas coxas. Tentei andar normalmente, mas sentia o líquido quente escorrendo devagar pela pele. Meu vestido estava amarrotado, meus cabelos bagunçados, os lábios inchados. Eu só queria chegar ao banheiro e me limpar antes que João voltasse.
Mas a porta da frente se abriu naquele exato momento.
João entrou primeiro, seguido de Rubens. Os dois pararam na sala quando me viram.
O tempo parou.
João olhou para mim. Seus olhos desceram lentamente: o vestido desalinhado, as marcas vermelhas no pescoço, o brilho úmido nas minhas coxas, o canto da boca ainda sujo de porra branca.
Ele entendeu tudo em um segundo.
A fúria explodiu no rosto dele como uma tempestade.
— Sua vadia… — rosnou ele, a voz baixa e carregada de ódio.
Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele deu dois passos rápidos e me deu um tapa forte no rosto. O estalo ecoou pela sala. Minha cabeça virou com violência. Senti o gosto de sangue na boca.
— João… por favor… — supliquei, as lágrimas já escorrendo.
Ele me agarrou pelo braço com força bruta e me arrastou para o quarto. Eu tropeçava, tentando me soltar, mas ele era muito mais forte.
— Rubens! Entra aqui! — gritou João sem soltar meu braço. — Vem assistir a lição que eu vou dar nessa puta!
Rubens entrou em silêncio, o rosto sério, mas sem surpresa. Fechou a porta atrás de si e ficou parado perto da parede, assistindo.
João me jogou na cama com violência. Eu caí de costas, o vestido subindo até a cintura, expondo minha buceta inchada e ainda pingando porra.
— Eu comprei essa fazenda hoje — disse ele, a voz tremendo de raiva. — Eu finalmente sou o dono de tudo aqui… e quando chego em casa, encontro minha esposa cheia de porra de outro homem? Escorrendo pela boca e pela buceta como uma vadia barata?
Eu chorei, tentando cobrir o corpo com as mãos.
— João… me perdoa… eu não quis… por favor, não faz nada comigo…
Ele riu com amargura, tirando o cinto.
— Quem foi? — perguntou, a voz gelada. — Quem te encheu de porra desse jeito?
Eu neguei com a cabeça, soluçando.
Rubens, ainda parado na parede, falou calmamente, quase sem emoção:
— Pode ter sido do Adriano… ou do Lucas. Os dois têm paus grandes o suficiente pra deixar ela assim.
João ficou imóvel por um segundo. Depois virou para mim com os olhos em chamas.
— Você quer morrer, Cristiane?
— Não… — respondi chorando, a voz quase sumindo. — Por favor… eu não quero morrer…
Ele se aproximou, segurou meu queixo com força e olhou dentro dos meus olhos.
— Então agora você não é mais minha esposa. Você é minha puta. Entendeu?
Eu assenti, tremendo.
— Tira a roupa. Agora.
Com as mãos trêmulas, tirei o vestido. Fiquei completamente nua na frente dos dois homens. João abriu a calça e tirou o pau dele — 18 cm, duro, latejando de raiva. Ele segurou meus cabelos e enfiou na minha boca com força.
— Chupa. Como você chupou os outros.
Eu obedeci, chorando, chupando o pau dele com vontade desesperada. Ele fodia minha garganta com estocadas brutas, segurando minha cabeça.
— Isso… engole tudo, puta.
Depois de alguns minutos, ele puxou meu cabelo e me jogou de bruços na cama.
— Rubens… vem cá. Mostra pra ela o que é um pau de verdade.
Rubens se aproximou, abriu a calça e tirou o pau dele.
Eu arregalei os olhos.
Era imenso. Uns 25 cm, longo, mediano de grossura, mas tão grande que parecia impossível. A cabeça era larga, as veias saltadas. Eu nunca tinha visto nada parecido.
— Não… isso não vai caber… — sussurrei, apavorada.
João riu com crueldade.
— Vai caber. Hoje você vai aprender a aguentar.
Rubens me segurou pelos quadris e colocou a cabeça do pau na entrada da minha buceta. Empurrou devagar. Eu gritei, sentindo-me ser aberta ao limite. Era doloroso, mas o tesão misturado com o medo me deixava ainda mais molhada.
— Devagar… por favor… — implorei.
Ele não foi devagar. Empurrou mais fundo, centímetro por centímetro, até metade do pau estar dentro de mim. Eu gemia alto, as mãos agarrando os lençóis.
João se ajoelhou na cama e enfiou o pau na minha boca novamente, fodendo minha garganta enquanto Rubens começava a meter na minha buceta com dificuldade, mas com força.
Eles alternavam. João fodia minha boca enquanto Rubens metia fundo na buceta. Depois trocavam. Tapas estalavam na minha bunda. Humilhações saíam da boca de João:
— Olha pra você… minha esposa virando puta de fazenda… engole o pau do Rubens, vadia.
Eu resistia no começo, chorando, tentando afastar o corpo. Mas o prazer era avassalador. A dor inicial deu lugar a um prazer insano. Meu corpo traía. Eu comecei a gemer mais alto, a empurrar a bunda contra o pau de Rubens.
— Isso… agora você tá gostando, né? — grunhiu João.
Eles me foderam por longos minutos, alternando buracos, me usando como uma boneca. Eu gozei duas vezes, gritando, o corpo convulsionando, enquanto os dois paus me preenchiam.
No final, João gozou na minha boca, obrigando-me a engolir tudo. Rubens gozou dentro da minha buceta, enchendo-me de porra quente.
Eu desabei na cama, destruída, marcada, cheia de porra dos dois homens.
João se vestiu, olhou para mim com desprezo e disse:
— Agora você sabe qual é o seu lugar.
Rubens saiu do quarto em silêncio.
Eu fiquei ali, nua, tremendo, a porra escorrendo de mim, o rosto ardendo do tapa.
E a única coisa que eu conseguia pensar era:
“Como eu vou sobreviver a isso?”