O dia em que minha irmã descobriu que eu tinha tesão na mamãe. pt 7: Novo cotidiano

Um conto erótico de Mauro
Categoria: Heterossexual
Contém 3262 palavras
Data: 09/04/2026 23:34:07

Mamãe estava sentada na poltrona grande da sala, pernas cruzadas, vestido roxo curto e provocante, com um decote suculento. Os seios avantajados subiam e desciam com a respiração acelerada. Os olhos profundos não desgrudavam de nós dois.

Eu estava parado atrás de Michelle, pau ainda enterrado fundo na boceta molhada dela, coração martelando. Michelle, inclinada sobre o braço do sofá, sorria com aquele ar desafiador, a bundinha redondinha empinada contra mim.

— Continuem — repetiu mamãe, voz baixa, quase tímida no começo. — Por favor… eu quero ver.

Michelle olhou por cima do ombro pra mim, olhos brilhando de tesão e poder.

— Ouviu a mamãe? Continua me fodendo, maninho. Devagar… deixa ela ver tudo.

Eu segurei a cintura fina de Michelle e comecei a meter novamente, estocadas longas e profundas. O som molhado da boceta dela ecoava na sala silenciosa. Michelle gemia baixinho, rebolando contra mim, fazendo a bundinha redondinha balançar.

Mamãe não piscava. A mão dela apertava o braço da poltrona, os seios subindo e descendo mais rápido.

— Mais devagar… — pediu ela, voz tremendo um pouco. — Quero ver seu pau entrando nela.

Eu obedeci, diminuindo o ritmo. Saía quase todo e entrava devagar, deixando mamãe ver cada centímetro desaparecendo na boceta de Michelle. Michelle gemeu mais alto, empinando mais a bunda.

— Assim, mamãe? — perguntou Michelle, voz rouca e provocante. — Tá gostando de ver seu filhinho metendo na sua filhinha?

Mamãe mordeu o lábio inferior. A timidez inicial estava derretendo.

— Tá… tão bonito — murmurou ela. — Vocês dois juntos… são tão lindos.

Ela se ajeitou na poltrona, o vestido subiu um pouco mais, revelando parte das coxas grossas.

— Mauro… segura a cintura dela mais firme — ordenou, voz ganhando força. — E mete um pouco mais fundo. Quero ver a bundinha dela balançando.

Eu obedeci. Segurei a cintura de Michelle com mais força e meti mais fundo. Michelle soltou um gemido longo, a bundinha redondinha batendo contra minhas coxas.

Mamãe respirava mais pesado agora.

— Michelle… rebola mais devagar pra ele. Assim… isso. Deixa ele sentir cada centímetro.

Michelle obedeceu, rebolando o quadril em círculos lentos e provocantes. Meu pau deslizava dentro dela, roçando todas as paredes quentes e molhadas.

— Tá gostando, mamãe? — perguntou Michelle, voz manhosa. — Tá gostando de ver seu filho comendo sua filha?

Mamãe assentiu, olhos vidrados.

— Tô… muito. Mauro, aperta os seios dela agora. Aperta com força.

Eu subi as mãos e segurei os seios pequenos e firmes de Michelle, apertando os mamilos rosados entre os dedos. Michelle gemeu alto, jogando a cabeça pra trás.

Mamãe se inclinou um pouco pra frente na poltrona, o vestido provocante colado no corpo. O bico dos seios mercando o tecido.

— Agora mais rápido — ordenou ela, voz mais firme. — Quero ouvir o som da boceta dela.

Eu acelerei as estocadas. O som molhado e ritmado enchia a sala. Michelle gemia sem parar, empinando a bunda pra mim.

Mamãe estava completamente entregue agora. Uma das mãos dela desceu até o meio das pernas, roçando de leve por cima da calcinha enquanto assistia.

— Isso… assim… — murmurou ela. — Michelle, diz pra ele como tá gostoso.

Michelle virou o rosto pra mim, olhos semicerrados de prazer.

— Tá tão gostoso, maninho… seu pau me enche toda… me fode mais forte pra mamãe ver.

Mamãe gemeu baixinho ao ouvir aquilo.

— Mauro… segura o cabelo dela e puxa de leve enquanto mete.

Eu obedeci. Segurei o cabelo curtinho de Michelle e puxei suavemente, arqueando as costas dela. As estocadas ficaram mais profundas. Michelle soltou um gemido longo e rouco.

Mamãe agora tinha arredado a calcinha e se tocava enquanto nos observava.

— Vocês são tão lindos juntos… — sussurrou ela. — Continua, Mauro. Não para até ela gozar pra mim.

O comando dela me deixou louco. Eu meti mais forte, segurando a cintura de Michelle. Ela tremia, gemendo cada vez mais alto.

— Mamãe… eu vou gozar… — avisou Michelle, voz tremendo.

— Goza, filhinha — respondeu Mamãe, voz rouca de tesão. — Goza no pau do seu irmão enquanto eu assisto.

Michelle gozou forte, apertando meu pau com a boceta, corpo inteiro tremendo. Eu quase gozei junto, mas me segurei.

Mamãe tirou a mão de meio das perdas, olhos brilhando.

— Agora para — ordenou ela, voz firme. — Não goza ainda, Mauro. Quero que você guarde pra mim depois.

Michelle desabou contra o sofá, ofegante. Eu tirei o pau devagar, latejando, brilhando com os fluidos dela.

Mamãe se levantou da poltrona, vestido desenhando suas formas, seios avantajados quase explidondo na roupa. Ela nos mandou tomar banho separadamente e depois nos encontrar no quarto dela. “Precisamos conversar direito”, foi tudo que ela disse, voz firme mas baixa.

Michelle e eu obedecemos. Tomei banho rápido, o corpo ainda latejando de tesão e adrenalina. Quando cheguei no quarto de mamãe, ela e Michelle já estavam lá.

Mamãe estava sentada na beira da cama king size, usando o robe de seda bege novamente, mas agora bem amarrado. Michelle estava ao lado dela, só de camiseta larga. As duas olharam pra mim quando entrei.

— Fecha a porta e senta aqui — disse nossa mãe, apontando o espaço entre elas na cama.

Eu obedeci. O silêncio era pesado, mas diferente do silêncio da manhã. Agora tinha desejo, medo e uma eletricidade palpável no ar.

Mamãe respirou fundo, olhando primeiro para Michelle, depois para mim.

— O que aconteceu ontem à noite… e o que aconteceu hoje na sala… mudou tudo — começou ela, voz calma mas séria. — Eu não vou fingir que não gostei. Eu gostei. Mais do que deveria. Mas isso não pode virar bagunça. Não pode destruir nossa família.

Ela olhou para nós dois com intensidade.

— Então vamos colocar regras claras. E todo mundo aqui vai respeitar.

Michelle e eu assentimos em silêncio.

Mamãe continuou:

— Primeiro: respeito absoluto. Eu sou a mãe de vocês. Mesmo quando estivermos transando, mesmo quando eu estiver gemendo ou pedindo coisas safadas… vocês nunca vão me desrespeitar. Nunca vão me humilhar. Nunca vão me tratar como uma qualquer. Sou a mãe de vocês, nunca esqueçam disso. E isso nunca muda.

Ela fez uma pausa, olhando especialmente para mim.

— Segundo: segredo total. Ninguém fora dessa casa pode saber. Nem um amigo, nem um primo, nem uma mensagem vazada. Se alguém descobrir, tudo acaba. Nossa família acaba. Entenderam?

— Entendemos — respondemos os dois.

Mamãe continuou, voz mais suave agora:

— Terceiro: ninguém se apaixona de forma exclusiva. Isso aqui não é um triângulo romântico. É desejo. É prazer. É um amor familiar só nosso. É algo que nós três estamos escolhendo viver. Se alguém começar a sentir ciúme demais, possessividade ou dor… a gente para na hora e conversa. Sem mentira.

Ela olhou para Michelle.

— E quarto: eu decido quando e como. Não significa que vocês não podem pedir ou iniciar. Mas a palavra final é minha. Eu sou a mãe. Eu sou a mais velha. E eu preciso me sentir segura nisso.

Michelle sorriu de leve, mas assentiu.

— Tá bom, mãe.

Mamãe respirou fundo, como se estivesse aliviada por ter colocado tudo pra fora.

— Se todos concordarem com essas regras… podemos continuar. Se alguém não concordar… a gente para agora e tenta voltar ao que era antes.

O silêncio caiu por uns segundos.

Eu olhei para Mamãe — os seios avantajados subindo e descendo sob o robe, o rosto bonito ainda corado — e depois para Michelle, que me olhava com aquele brilho desafiador nos olhos.

— Eu concordo — eu disse, voz firme apesar do nervosismo. — Com todas as regras.

Michelle sorriu.

— Eu também. Quero continuar.

Mamãe fechou os olhos por um segundo, como se estivesse processando a decisão. Quando abriu, havia um brilho novo neles — mistura de alívio, desejo e autoridade.

— Então está decidido.

Ela se levantou, desamarrou o robe devagar e deixou ele cair no chão. O corpo voluptuoso ficou completamente nu na nossa frente: seios grandes e pesados, barriga macia, quadris largos, a boceta lisinha já brilhando de excitação.

Michelle e eu tiramos a roupa rapidamente .

— Agora… venham pra cama — disse ela, voz baixa e carregada. — Mamãe quer sentir os dois juntos de novo. Mas dessa vez… seguindo as regras.

Michelle e eu nos aproximamos. Mamãe nos puxou para a cama, um de cada lado dela.

— Devagar hoje — murmurou ela, beijando primeiro a testa de Michelle, depois a minha. — Sem pressa. Quero sentir cada toque… cada beijo… sabendo que vocês respeitam a mãe de vocês.

Ela pegou minha mão e colocou sobre um dos seios avantajados. Depois pegou a mão de Michelle e colocou sobre o outro.

Michelle se inclinou e capturou o mamilo rosado com a boca, chupando devagar, língua girando. Mamãe soltou um gemido longo e suave, arqueando as costas. Depois olhou para mim.

— Mauro… o outro seio. E use as mãos na minha barriga e nas minhas coxas.

Eu obedeci imediatamente. Segurei o seio esquerdo com as duas mãos, sentindo o peso macio e quente, e comecei a chupar o mamilo com vontade. Minha outra mão deslizou pela barriga macia de mamãe, descendo até as coxas grossas, apertando a carne firme.

Mamãe gemeu mais alto, uma mão no cabelo curtinho de Michelle, a outra no meu.

— Isso… meus filhos… assim… me adorem.

Michelle e eu trabalhávamos juntos, chupando os seios dela em sincronia, mãos explorando cada curva. Mamãe se contorcia de prazer, pernas abrindo devagar.

— Michelle… desce — ordenou ela, voz rouca. — Quero sua boca na minha boceta.

Michelle desceu beijando o corpo da mãe, parando para lamber o umbigo, depois chegou entre as pernas. Mamãe abriu mais as coxas, expondo a boceta inchada e molhada. Michelle começou a lamber devagar, língua larga passando pela fenda, chupando o clitóris com carinho.

Mamãe soltou um gemido profundo, virando o rosto pra mim.

— Mauro… vem aqui. Quero seu pau na minha boca enquanto sua irmã me chupa.

Eu me posicionei ao lado da cabeça dela. Mamãe virou o rosto, abriu a boca e engoliu meu pau devagar, quente e molhada. A sensação da boca da minha mãe chupando meu pau enquanto Michelle lambia a boceta dela era insana.

Mamãe chupava com vontade, língua girando na cabeça, uma mão segurando a base. A outra mão estava no cabelo de Michelle, guiando o ritmo dela.

— Assim… Querida… lambe a mamãe direitinho… — gemia ela entre uma chupada e outra.

Eu segurava o cabelo loiro de Mamãe, metendo devagar na boca dela, sentindo a garganta apertada.

Depois de alguns minutos, mamãe tirou meu pau da boca com um fio de saliva e olhou pra mim, olhos vidrados de prazer.

— Mauro… deixa eu cuidar da sua irmã primeiro, tá?

Eu me afastei um pouco enquanto mamãe se ajeitava e posicionava Michelle bem à sua frente. As duas se olhavam quase com paixão, os olhos brilhando com uma fome descarada. Era uma visão linda e hipnotizante: duas mulheres tão diferentes e ao mesmo tempo tão complementares. A voluptuosa e a atlética. A gostosa de curvas generosas e a fitness de corpo definido. Duas feminilidades distintas, mas com traços parecidos, especialmente no rosto — uma quase ecoava a outra.

Elas se abraçaram devagar. Os seios se espremeram com vontade. Os peitões pesados e macios de mamãe pressionaram os seios firmes e durinhos de Michelle, a carne quente se encontrando, a pele deslizando contra a pele. Mamãe tomou a iniciativa e colou sua boca na dela. Um beijo lento, profundo, molhado. As bocas se encontraram com urgência contida, chupando-se suavemente enquanto as línguas se enroscavam, dançavam e exploravam uma à outra com fome crescente. O som úmido e suave dos beijos preenchia o ar como um acorde de piano baixo e sensual. Era lindo. Delicado. E, ao mesmo tempo, insuportavelmente excitante.

Meu pau pulsava forte só de assistir.

Mamãe desceu com a boca até os seios durinhos e perfeitos de Michelle. Ela os apalpou com desejo, apertando-os devagar, sentindo o peso e a firmeza entre os dedos. Michelle arqueou as costas para trás, gemendo baixinho, entregando-se ao toque.

— Seus peitinhos são lindos, Michelle… Perfeitos — murmurou Mamãe, a voz rouca de tesão.

Depois ela ergueu o olhar para mim, ainda com os mamilos duros de Michelle entre os dedos, e me fitou de forma provocante, quase desafiadora.

— O Mauro deve ter mamado muito neles quando vocês dois transavam escondidos de mim, não é?

Eu não respondi. Apenas sorri, o pau latejando de excitação.

Mamãe voltou sua atenção para os seios. Lambeu-os devagar, traçando círculos úmidos ao redor dos mamilos com a língua quente. Michelle gemeu mais alto, revirou os olhos de prazer, como se estivesse realizando uma antiga e proibida fantasia. Mas quando Mamãe chupou com vontade, sugando o mamilo inteiro para dentro da boca, Michele se contorceu violentamente, o corpo tremendo.

Nossa mãe chupava e lambia com fome, alternando entre um seio e outro, enquanto Michelle aprovava, acariciando os cabelos dela com dedos trêmulos. Aos poucos, mamãe foi descendo o corpo de Michele até deitá-la completamente de costas na cama. Então subiu sobre ela, beijando e lambendo o caminho pelo abdômen definido, até chegar à buceta inchada e vermelha de desejo.

Ali, mamãe parou. Olhou para cima, direto nos olhos da filha, e abriu um sorriso lento e provocante. Sem pressa, aproximou o rosto e abocanhou a buceta molhada, quente e escorregadia.

Michelle gemeu alto e arreganhou ainda mais as pernas, entregando-se completamente. Suas mãos deslizaram pelo próprio corpo até alcançar os seios durinhos, apertando-os com força enquanto jogava a cabeça para trás, perdida em prazer.

Mamãe atolou a boca na buceta dela com tanta dedicação que Michelle tremia sem parar, o corpo serpenteando sobre os lençóis úmidos. Quando mamãe finalmente levantou a cabeça, seus lábios estavam inchados, úmidos e melados de gozo, brilhando com os sucos de Michelle. Ela sorriu para mim com cara de safada e me chamou com o dedo indicador.

Eu me aproximei imediatamente. Mamãe segurou meu cacete com firmeza, punhetou algumas vezes com vontade e guiou a cabeça grossa até a entrada rosada e molhada de minha irmã.

— Sua vez agora, querido… Ela quer você também — sussurrou ela no meu ouvido, a voz rouca e quente.

Michelle estava linda, completamente nua. O corpo trabalhado, definido e totalmente entregue ao desejo. Ela respirava forte, ofegante, olhando para mim com os olhos quase fechados, vidrados de tesão.

Eu entrei devagar, afundando centímetro por centímetro naquela carne macia e quente. Ela estava tão molhada que o som era obsceno — parecia um pote de gelatina sendo invadido. Quando estava todo dentro, comecei a trabalhar. As socadas eram firmes, precisas e profundas. A cada estocada, os peitinhos durinhos de Michelle balançavam deliciosamente.

Mamãe se posicionou atrás de mim, colando o corpo no meu, e soprou no meu ouvido com voz safada:

— Você tem sorte de comer uma mulher dessas… não é todo mundo que tem uma irmã gostosa que consegue fazer isso...

Eu aumentei o ritmo, socando mais rápido. Michelle começou a grunhir descontrolada, os gemidos ficando cada vez mais altos e roucos.

Mamãe então se deitou ao lado de Michelle na cama e também abriu bem as pernas, expondo a buceta grande, carnuda e encharcada. Eu entendi na hora. Saí depressa de dentro de Michelle e invadi a buceta quente e macia de mamãe com uma única estocada firme. Meti forte e rápido. Os peitões pesados dela pulavam descontrolados enquanto eu comia. Tirei o pau todo, brilhando com os sucos dela, e voltei para dentro de Michelle. Fiz isso várias vezes — metendo fundo em uma, tirando babado e enfiando na outra. Alternando entre as duas bucetas quentes e molhadas.

Na quarta vez que entrei em Michelle, o tesão já estava insuportável. Eu não aguentava mais aquelas duas bucetas devorando meu pau. Eram gostosas demais. Michelle começou a choramingar de prazer, revirando os olhos. Os peitinhos balançavam no ritmo das minhas socadas, os cabelos curtos grudados na testa e no pescoço suados, os braços erguidos acima da cabeça, deixando as axilas lisas e definidas completamente expostas. A buceta quente e apertada dela pulsava ao redor do meu pau, sugando-me com força.

Foi demais.

Eu gozei forte, jorrando fundo dentro dela, o corpo inteiro tremendo enquanto esvaziava tudo naquela carne quente e pulsante.

Desabei suado e zonzo sobre a cama, o corpo exausto depois de tantos movimentos intensos. Mamãe sorriu ao me ver sentar e respirar fundo, ainda ofegante.

— Aguenta mais uma, querido? — perguntou ela, provocante, com um brilho safado nos olhos.

Eu sorri, cansado demais para responder qualquer coisa. Queria continuar, mas meus músculos pareciam pesados e relutantes em obedecer. Mamãe então mandou que eu me deitasse ao lado de Michelle, e eu obedeci.

Michelle e eu nos olhamos, ambos cansados, trocando olhares divertidos e cúmplices. Ela parecia ainda mais acabada do que eu. Mamãe se aproximou e começou a me punhetar devagar, enquanto observava nós dois com desejo.

— Vocês são lindos, meus filhos… Têm corpos perfeitos. Nada como a juventude, não é?

— Mas você é mais gostosa, mãe. Nós dois achamos isso — respondi, a voz rouca.

Ela continuou me punhetando com maestria, lentamente, sabendo exatamente como me provocar. Demorou alguns minutos, mas meu pau endureceu novamente, latejando em sua mão. Mamãe então caiu de boca, chupando com desespero e fome. Encharcou o pau inteiro com saliva grossa, cuspia nele, banhava-o com a boca quente e gulosa, caprichando em cada centímetro, da cabeça até a base.

Depois ela se levantou e se posicionou por cima de mim. Pensei que fosse colocar na buceta e cavalgar, mas me enganei completamente.

— Faz tempo que não dou o cu… Espero que eu consiga — murmurou ela, a voz carregada de tesão.

Mamãe foi descendo a bunda generosa e meu pau foi encontrando seu cuzinho apertado. Eu tomei um susto e cheguei a levantar um pouco o tronco. Michelle também abriu a boca, fazendo uma cara divertida de surpresa ao ver mamãe descer devagar, deixando meu pau deslizar centímetro por centímetro para dentro do seu cu quente e estreito.

Logo ele estava todo enterrado nela.

Ela começou a se mexer. Primeiro para frente e para trás, depois subindo e descendo com ritmo. O corpo voluptuoso balançava inteiro, a carne macia tremendo junto com os peitões pesados que pulavam no ritmo das cavalgadas. Ela sentava gostoso, profundo. O cu era muito mais apertado que a buceta — uma pressão deliciosa, quente e viciosa. Mamãe cavalgava meu pau com o cu enquanto se deliciava, gemendo baixo.

Eu apertava seus peitos grandes com as duas mãos, sentindo-os pesados e macios enquanto era engolido pelo seu reto.

— Você já... comeu o cu da Michelle... Mauro? — perguntou ela, ainda sentando com vontade, os olhos semicerrados e a expressão pura de tesão e concentração.

— Ainda não… — respondi, quase num sussurro.

— Precisa aprender a dar o cu pra ele, Michelle — disse mamãe, ofegante.

Michelle não respondeu.

— Da próxima vez eu te ensino… Vai ser gostoso — gemeu mamãe, acelerando o movimento.

Ela continuou me engolindo com aquele cu apertado e guloso, fazendo meu pau entrar e sair completamente. O cheiro forte de sexo, pica e cu tomava o ar. Estava delicioso. Mamãe se inclinou para frente, os peitões balançando perto do meu rosto, e mandou:

— Mama.

Eu me esbaldei nos seus peitões, chupando e mordiscando os mamilos duros enquanto ela cavalgava sem parar.

Não resisti muito tempo.

Com um gemido rouco, gozei mais uma vez, jorrando fundo dentro do cu quente e apertado de minha mãe.

Logo, nós três estavamos deitados na cama, suados, ofegantes, abraçados.

Mamãe no meio, um filho de cada lado.

Ela beijou primeiro a testa de Michelle, depois a minha, e sussurrou com a voz cansada e satisfeita:

— Isso agora é nosso. Segredo nosso. E eu não quero parar.

Michelle sorriu contra o peito dela.

— Nem eu, mamãe.

Eu só apertei as duas mais forte, sentindo o coração delas batendo contra o meu.

A família tinha mudado para sempre.

E nenhum de nós queria voltar ao que era antes.

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Agora que as regras foram estabelecidas,é so alegria e prazer

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