Elias acordou no domingo com o sol já alto, o corpo ainda marcado pelo tesão da noite anterior, mas a mente pesada com as imagens da câmera. Decidiu focar no pai – cuidou dele o dia todo, trocando fraldas, dando banho e alimentando, enquanto Juliana gerenciava o resto da casa, preparando o almoço. A família chegou por volta do meio-dia: Alessandra com o marido, Alexandre com Caroline e sem Tífani dessa vez, todos reunidos em um almoço simples mas acolhedor. Tudo corria normalmente – risadas sobre velhas histórias, atualizações sobre a empresa, o ar leve apesar da condição de José. Elias observava, tentando ignorar o nó no estômago, o juramento à mãe ecoando como um lembrete de que aquilo tudo era por ela.
Em dado momento, Juliana chamou Elias para o quarto, voz baixa e urgente: "Vem cá, amor… preciso de você." Fecharam a porta, e o amor veio gostoso, intenso – ela o montou em cowgirl, rebolando ritmada no pau grosso dele: "Ahh, delícia… rebola assim, minha linda." Juliana gemia: "Mete fundo, amor… ahh, safado." Trocaram para de quatro, ele por trás, estocadas profundas na boceta úmida: "Sente isso, gostosa… toma devagar." E então, eufórica, ela pediu: "Come meu cuzinho, Elias… vai, devagar." Raramente pedia aquilo, mas ele obedeceu, lubrificando e metendo com gosto, o cu apertado dela o envolvendo: "Ahh, delícia… rebola assim." Ela estava ansiosa, excitada, gemendo alto: "Ahh, sim… meu safado." Elias gozou dentro, o tesão o consumindo, e admitiu para si mesmo, ofegante: "Isso tudo… talvez esteja deixando nosso casamento mais quente, nos conectando como nunca."
Ao voltarem, após um rápido banho no banheiro do quarto, foram recebidos por zoeiras – Alessandra liderava, rindo alto: "Olha só os pombinhos… que barulheira foi aquela? Elias, você ganhou na loteria!" José juntava-se, olhos brilhando: "Vocês não param, hein? Meus ouvidos que o digam." Alexandre resmungava, corado: "Ainda bem que não trouxe a Tífani… isso é impróprio." Todos riam, Elias levando na boa, Juliana mais animada e relaxada, visivelmente aliviada após gozar, acostumada à nova rotina. Ela elogiou o sogro: "Cuidar de você é uma honra, José… você é um homem e tanto." Todos riram, mas Elias percebeu uma troca de olhares entre os dois – demorado, carregado, algo íntimo que o incomodou como um soco no estômago. Aquilo o deixou inquieto, o juramento que fizera à sua mãe parecendo cada vez mais uma armadilha.
Ao fim, todos partiram, e o domingo se encerrou em uma calmaria tensa. Na segunda, encucado, Elias resolveu olhar a câmera ao final do expediente, o escritório vazio ecoando seus pensamentos. Acessou o app, pulando para o presente, ao vivo, e vê e ouve uma conversa que rolava entre Juliana e José. Ela dizia, voz animada: "Amei o sexo com Elias… fazer com a família em casa deixou tudo mais excitante." Ria, e José gargalhava: "Joana tinha dessas, nora… transar com visita, deixando ouvir – claro, sem crianças por perto." O clima entre os dois era de confidentes, José contando histórias românticas e safadas com Joana: "Ela me punhetava devagar, bebia tudo… me matava de tesão." Juliana ouvia atentamente, rindo: "Que mulher, hein?"
Elias percebeu que o banho já acontecera quando Juliana perguntou, provocante: "Gostou do banho, sogro?" José: "Amei… não acredito naquilo." Juliana: "Foi um agradecimento pela ideia." Isso quase fez Elias surtar de pânico – o que teriam feito? Ela se despediu: "Vou aguardar meu maridinho… te vejo depois." José: "Faz o certo, nora."
Elias voltou na gravação e achou o banho. Começara normal – Juliana de vestidinho branco justo, agradecendo pela primeira vez a ideia do sexo barulhento: "Deixou tudo mais quente… obrigada pela dica." José ria. Ela: "Pensei numa forma de agradecer." Puxou e levantou o vestido, revelando apenas uma calcinha branca minúscula que sumia no bumbum, seios pequenos livres pra José ver e babar. Subiu na cama, punhetando devagar, mudando o ritmo: "Mmm, relaxa." Estava visivelmente excitada, mamilos duros, respiração acelerada. José: "Que loucura maravilhosa, nora… isso é lindo de ver." Tecia elogios românticos e safados: "Você é linda… essa boceta deve ser um paraíso." Ele gozou, sujando a barriga dele. Juliana riu, terminou o banho e perguntou: "Meus seios são bonitos, apesar de pequenos?" José gaguejou: "Lindos… são perfeitos." Ela riu, envergonhada, e saiu, voltando após quase 30 minutos, de banho tomado. Admitiu: "Tive que bater uma siririca gostosa no banho, igual no sabado." José: "Por quê?" Ela apontou pro pau dele: "Culpa disso aí." Riram juntos, o clima e a conexão ficando perigosamente mais forte – Elias via aquilo, o peito apertando.
Foi pra casa, mente em turbilhão. Mal chegou, Juliana o agarrou: "Vem, amor… tô louca por você." Fodem gostoso no banho – primeiro ela punhetando: "Meu gostoso." - dizia ela. Depois, cavalgando em cima dele: "Enfia esse pau até o talo… ahh... que caralho de primeira! Aahhhhh Tão duro! Que gostoso! aaahhhhh Que tesão de pau! Aahhhhh Cutuca meu útero com esse pau, porraaa! Aaaahhhh!" Gozava enquanto dizia, orgasmos múltiplos: "Ahh, sim, que pica deliciosa de sentir!" Elias gozou dentro, em êxtase: "Ahh, safada… toma tudo." Mas percebeu uma coisa que o deixou com calafrios: aqueles elogios ao "pau"… realmente eram pro dele? Ela o beijou: "Você é muito gostoso", se levantou e partiu pro banho. Elias notou algo mais: sempre ficavam abraçados pós-sexo, trocando juras de amor, mas naquele dia, após gozar e senti-lo gozando, ela só lhe deu um beijo, se ergueu e foi. Fora que ela dissera ter se masturbado… aquele fogo, aquela mudança… isso estava ficando perigoso, o juramento à mãe agora uma corda apertando seu pescoço.