O pai do meu amigo - Agora, meu chef

Da série Tio Marcelo
Um conto erótico de Henrique
Categoria: Gay
Contém 3269 palavras
Data: 09/04/2026 19:10:51

A praia passou voando, me diverti muito com todos, mas chegou a infeliz hora de ir embora. Arrumamos as coisas no domingo a noite e fomos dormir.

Na segunda de manhã acordamos cedo, quase 5h da manhã, colocamos nosso uniforme, pegamos a mala, a mochila e nos despedimos da vó. Eu estava usando uma calça azul marinho, e uma camisa polo branca, e o Miguel também, uniforme padrao. Tio Marcelo olho para mim, e quase não conseguiu disfarçar. Entramos no carro e caímos na estrada. A viagem foi tranquila, conversamos sobre futebol, a paisagem, a noite, carros. Tudo normal.

A conversa foi baixando e eu e o Miguel fomos ficando cansados. Em alguns minutos de silencio, vi que o Miguel dormiu.

- Miguel, ooo - Eu

A cabeça dele estava para baixo e para o lado, ele tinha apagado mesmo.

- Ele dormiu - Eu

- Que bom, vocês tem um dia cheio hoje - Marcelo

Eu olhei para o tio Marcelo, e ele estava me olhando pelo retrovisor, e as vezes virava a cabeça. Me olhava de cima a baixo como se eu estive com a roupa mais sexy do mundo.

Eu sorri para ele. Vi que ele estava com a mão no seu pau por cima da calça bem discretamente, e , como de costume, duro, muito duro haha.

- Sim tio, hoje vai ser um dia muito grande, muito grande mesmo - Eu

Ele mordeu o lábio, e esfregou um pouco mais o pau dele por cima da calça .

- Você fica bem de uniforme sabia Henrique - Marcelo

- Brigado tio, eu gosto de usar ele fora da escola também - Eu

- Hm mesmo? - Marcelo

- Sim, o único problema é que é meio quente, tecido grosso sabe, então as vezes, eu suo um pouco com ele - Eu

- Isso é ruim - Marcelo

- Tudo bem, qualquer coisa eu tiro a camisa e fico só de calça - Eu

Ele nem conseguia mais esconder. Estava quase se lambendo. Ficou batendo punheta por cima da calça, e aquilo estava me deixando louco. Ficamos em silêncio, eu me apoie no banco da frente e coloquei a mão no pau dele.

- Xiiiu, aqui não - Marcelo

- Só um pouquinho tio, já vou terminar. - Eu

Eu não sei o que estava acontecendo comigo, o tesão me dominava com aquele homem. Eu pus a mão dentro da calça dele, segurei seu pau grosso e enorme, que eu nem fechava a mão direito, e bati para ele. Fiquei ali uns 2 minutos batendo, batendo, batendo. Ele soltou um gemido um pouco mais alto e o Miguel se mexeu. Eu tirei rapidamente a mão, e fiquei apoiado ainda no banco como se estivesse olhando a paisagem.

Vimos que o Miguel nem tinha acordado, mas acho que eu e ele ficamos assustados com a possibilidade de sermos pegos.

- Eu estava pensando, se você quiser, te consigo um estágio la na empresa pra você ir começando, fica perto de mim la na empresa, te ajudo sabe - Marcelo

- Sério tio? Mas é trabalho mesmo? Com salário? Ou você só quer me ensinar umas coisas - Eu

- Não, to falando sério, meio turno, trabalha só a tarde - Marcelo

- Eu quero, só tenho que falar com a mãe - Eu

Eu torci para ser verdade.

Chegamos na escola e o Miguel acordou. Nos despedimos do tio Marcelo. Fiz minhas aulas e depois fui para casa a pé como de costume.

Cheguei em casa, e o carro do tio Marcelo estava lá. Estranhei. Entrei e o tio Marcelo estava sentado almoçando com minha mãe, ambos me esperando. Ele disse que tinha trazido minha mala da praia, mas que aproveitou e que fez a proposta do estágio para minha mãe. Ele adorou, até por que o tio Marcelo, era muito, mas muito bem sucedido, e era de confiança ja que era amigo da família a mais de 10 anos.

Ela me deu um beijo na bochecha e fizemos um acordo de eu começar na próxima segunda.

A semana passou devagar, eu estava ansioso pelo meu primeiro dia de trabalho. Na segunda, cheguei na empresa, tirei meu uniforme, coloquei uma roupa de trabalho (jeans e camisa). Depois conheci todos meu colegas. Foram todos super gentis comigo.

Eu trabalhava firme e aprendia muito. Eu não vi muito o tio, estava sempre correndo ou na sua sala. Nos finais de semana, Miguel dormia lá em casa, ou dormíamos na casa da mãe dele, pelo que entendi, o tio Marcelo estava num projeto enorme.

E foi assim um mês. Acorda, coloca uniforme, pega a mochila, vai pra escola, estuda, sai da escola, vai pro trabalho, troca o uniforme pela roupa normal, entra no trabalho, trabalha, termina, e vai pra casa. Padrão todo brasileiro.

Era sexta-feira, e eu acabara de completar 30 dias trabalhados a empresa. Ali se tinha o costume de fazer um feedback a cada 30 dias. O RH me chamou e parabenizou pelo meu trabalho e empenho. Fiquei feliz.

A moça continuou.

- Só irei te pedir para ficar hoje até mais tarde, por que o seu Marcelo também quer fazer a avaliação com você, e depois você está liberado. Bom final de semana. - Moça do RH

- Muito Obrigado, igualmente - Eu

Foi o que eu fiz.

Esperei das 17h até as 18h. E nada do tio.

A secretária dele pediu para eu pegar minhas coisas na minha mesa que ela apagaria as luzes. Peguei minha mochila. E quando voltei ela me disse tchau e foi embora. Esperei mais um pouco e nada. Bateu 18:15 o tio abriu a porta.

- Henrique, mil desculpas, estava com cliente no telefone, agora acabou, entra ai - Marcelo

- Tudo bem tio, faz parte - Eu

Ele estava de terno cinza bem escuro e uma gravata vermelha. Entramos no escritório dele e sentamos em duas poltronas num mini sala de estar e iniciamos a conversa.

Ele me fez algumas perguntas do trabalho, de como era trabalhar na empresa dele, como os outros profissionais me tratavam. Enfim, estava super profissional. Estava sério, mas carismático. Nem parece que eu e ele já havíamos tomado até banho juntos ahaha.

Depois de quase meia hora conversando sobre a empresa, ele me perguntou:

- Valeu a pena o emprego? - Marcelo

- Sim seu Marcelo, to realmente muito feliz aqui na empresa - Eu

- Pode me chamar de tio Marcelo quando estamos nós dois, pode ficar tranquilo - Marcelo

- Haha ta bom, respeito muito o senhor sabe - Eu

- Eu sei sim. Me diz uma coisa, a Carina ( secretária ) disse que você chega de uniforme todo dia e troca aqui no banheiro isso? - Marcelo

- Sim - Eu

- Você deixa ele na mochila o dia todo? - Marcelo

- KK sim - Eu

- Hmmmmm - Marcelo

Eu sabia o que ele queria.

- Sabe tio, você me ajudou muito com esse emprego, é um lugar bom, e tudo, eu queria realmente saber como faço para agradecer isso - Eu

- Você quer me agradecer? - Marcelo

- Sim tio - Eu

- Coloca seu uniforme para mim? - Marcelo

- Mas claro tio, tem um banheiro aqui? - Eu

- Tem sim, ali perto da minha mesa - Marcelo

Eu fui até o banheiro com minha mochila, coloquei meu uniforme, calça azul e polo branca. E abri a porta. Ele estava sentado na poltrona me esperando.

- Eita aluninho Henrique em - Marcelo

- haha o que você acha tio ? - Eu

- Acho que se você trabalhasse de uniforme todo dia, iria ganhar um aumento haha - Marcelo

- Que isso, tem nem um mês que estou aqui haha - Eu

- Mas você sabe que você pode pedir aumento sempre que quiser - Marcelo

Eu fui até ele e sentei na poltrona na sua frente.

- Posso mesmo tio? - Eu

- Pode, quanto você está ganhando? - Marcelo

- 500 tio - Eu

- Hmmmm, consegue me dizer por que deveríamos subir para 650? - Marcelo

Eu levantei, fui em direção a ele, e ele imediatamente encostou as costas no encosto da poltrona, e abriu as pernas discretamente. Eu sentei na sua coxa direita. Ele colocou a mão muito discretamente na minha bunda, alisando o tecido do uniforme, que naquela posição, grudava na minha bunda.

- Tio, eu pensei que o senhor apoiava os estudantes a terem um futuro mais promissor, dando oportunidades, lembra quando eu era criança e o senhor me pegava no colo? Agora estou grande querendo uma chance nesse mercado difícil - Eu

Tudo isso era parte do jogo, eu não queria aumento, mas pelo jeito foi a história que o tio Marcelo tinha fantasia, pois ele respondia a isso.

Ele me olhou de baixo para cima e veio até mim como se fosse um abraço, encostando seu peito na minha cintura, e me obrigando a colocar o braço por trás da cabeça dele, no seu outro ombro. Ele usou sua mão esquerda para colocar a mão na minha coxa, que quase fechava na mão dele de tão grande.

- Você tem sido uma benção na vida do tio sabia? - Marcelo

- Hmmm mas eu nem fiz nada tio - Eu

- Fez sim - Marcelo

- Não fiz não, mas agora vou fazer pro meu patrãozinho. - Eu

Eu me ajoelhei na sua frente e abri o zíper da calça social dele. E tirei o pau dele pelo buraco do zíper. Com bastante dificuldade, pois a anaconda já estava dura, achei que não conseguiria sem machuca-lo. Quando finalmente tirei ele até gemeu como se tivesse segurando a respiração o tempo todo.

Eu o coloquei na minha boca, enquanto estava ajoelhado de 4 pra ele. Eu puxava minha calça do uniforme na parte da frente, onde fica meu pau, para que o tecido ficasse apertado na minha bunda, e ele pudesse olhar. E não era para menos, ele quase não me olhava nos olhos, era só na minha bunda.

Durante minha mamada nele, ele constantemente ia até minha bunda com suas mão grandes e braços enormes e me dava um tapa e me alisava.

- Cada tapa, esta custando mais 20 reais tio Marcelo - Eu

Ele me olhava com um sorriso e com cara de tesão e me dava mais um tapa.

Eu gostava de deixar aquele homem com tesão. Puxei as calças dele pra baixo. E voltei a chupa-lo. Agora com as bolas recheando minha boca. Eu mamei ele com vontade, quase 1 mês sem aquele corpo, meu deus, até eu estava pirando. Eu me ajoelhei para trás e fui tirar a camisa.

- Não - Marcelo

- Tudo bem tio? - Eu

- Se tirar o uniforme, não vai ganhar aumento - Marcelo

- haha como você quer patrão? - Eu

- Vem aqui - Marcelo

Ele me puxou pelo braço e me colocou com os cotovelos na sua mesa com a bunda empinada. Ele ajoelhou, baixou minhas calças, apenas até a altura do joelho. Bateu na minha bunda e começou a chupar meu cuzinho e minhas bolas. Que delicia sentir aquela boca macia, e aquela barba em mim. Meu cuzinho se derretia nele. E minhas bolinhas amavam a língua dele e a chupada daquele urso gostoso. Meu pau estava uma pedra, ele notou, pegou ele e puxou para trás, amaçando minhas bolas com meu próprio pau, e o colocou na boca. Foi a primeira fez que fui chupado daquela forma, achei que iria gozar ali mesmo, mas eu segurei. Ele me chupava inteiro.

- Tio marcelo - Eu

- Fala amor - Marcelo

- Por favor, me diz que o senhor tem lubrificante - Eu

- É claro, isso faz parte da sua avaliação aqui na empresa - Marcelo

Ele foi até a mesa dele, abriu uma gaveta e trouxe um pote enorme roxo. Passou o lubrificante em mim e no pau dele. O cheiro de morango preencheu a sala.

- Pisca pro papai, pisca - Marcelo

Eu piscava para ele o máximo que conseguia.

Ele colocou uma perna na mesa, e colocou a cabeça do pau dele no meu cuzinho, encaixando seu quadril na minha bunda.

- Isso é pro seu futuro amor - Marcelo

- Vai tio, coloca que eu to com saudade - Eu

Ele começou a enfiar em mim. Meu corpo estava novamente se rendendo aquele homem, se abrindo fácil fácil. Era uma vontade tão grande, que mesmo que existisse dor, era totalmente abafada pelo prazer.

Ele empurrava em mim, e eu tentava não gemer alto.

- Pode gemer amor, todo mundo foi embora, ninguém vai te salvar - Marcelo

Quando eu soltei um gemido mais alto, sem querer fui para trás, enfiando todo o pau dele, e batendo suas bolas nas minhas.

Nós dois gememos.

Ficamos uns 15s segundos ali, parados, com o pau dele até o talo em mim, e eu piscando meu cuzinho, apertando aquela anaconda feita de pedra.

Depois dessa tempo, ele respirou fundo, e moveu sua cintura para trás, tirando o seu pau até a cabecinha, e voltando para dentro de mim. Bem devagar ele começou a macetar em mim, bem de levinha.

e assim foi aumentando o numero de estocadas que ele dava em mim.

Ele parecia um touro de tão grande comparado ao meu tamanho e me fodia com vontade, com se fosse a primeira vez, só que agora, sem vergonha ou culpa.

- Caralho tio, a gente, não pode, ficar, tanto tempo, sem, foder, assim, meu deus - Eu

Eu falava entre as estocadas. Ele sorria para mim, e me dava tapas na bunda.

Ele tirou o pau de mim, me pegou pela mão e foi até a sua cadeira presidencial e sentou nela. Eu tirei a calça e fiquei apenas com a camisa do uniforme. Ele me pegou pela cintura e me levantou. Eu coloquei os pés no acento da cadeira, mirei meu cuzinho nele, peguei seu pau com minha mão e coloquei na entrada do meu buraquinho. Eu comecei a sentar nele. Logo eu estava quicando no pau dele, fazendo barulho naquela cadeira, e me sentindo o putinho dele.

Eu segurava os ombros dele, e ele minha bunda e minha cintura. Dava uns tapas até meio fortes.

- Calma tio Marcelo, você machuca - Eu

- Desculpa, tio ta com muita fome - Marcelo

Aquilo me dava mais tesão ainda.

Depois ele me colocou deitado de barriga para cima na sua mesa, colocou minhas pernas no seu ombro forte, colocou o pau em mim e meter novamente. Admito que essa foi a posição que eu senti mais dor, mas eu não queria desaponta-lo. Eu só queria fazer aquele homem ter um AVC de tanto tesão. Ele passava as mãos no meu peito, e me enforcava de leve em alguns momentos. Ele tirou a camisa e a gravata que ainda estava usando ficando totalmente pelado para mim.

Acho que só de olhar para ele meu pau ficava duro, eu comecei a bater punheta. Pouquíssimo tempo depois eu gemi mais alto com aquele pau entrando e saindo de mim, fechei os olhos e disse.

- Eu vou gozar, caralho, eu vou, eu vou, eu vou gozar - Eu

Gozei tão forte que foi no meu próprio rosto, no meu peito e um pouco nos meus braços. Ele usou minha própria porra passar passar pelo meu corpo com sua mão enorme e forte. Como se estivesse fazendo uma massagem em mim.

Depois ele me tirou da mesa, tirou minha camisa e me deixou todo pelado. Fomos até a frente da poltrona, onde tinha um tapete grande e grosso, ele me ajoelhou no tapete, e me pôs de 4. Veio por trás e meteu o pau em mim. Ele encostou o peito forte nas minhas costas, deixando sua boca no meu ouvido.

Ele voltou a estocar aquela linguiça grossa em mim. Meu cuzinho estava sendo arrombado em tantas posições que eu não sei se conseguiria sentar no dia seguinte.

Ele suava, e deixava meu corpo molhado com o seu suor, grudando em mim, como se estivéssemos unidos além do pau no meu cuzinho, mas com os corpos se entrelaçando. Ele gemia um gemido grosso no meu ouvido como se fosse um urso, e falava putaria pesada, que eu era o aluninho dele, e que ele iria se aproveitar de mim. Falava que meu cuzinho merecia um aumento de salário. Ele falava de tudo, eu só gemia fino para ele, e dizia, "sim papai, sim patrãozinho, sim tio Marcelo".

Depois de alguns minutos ele me apertou forte e avisou que iria gozar.

- Amor, vou gozar - Marcelo

- Goza amor, dá leitinho dá - Eu

- Fica quietinho que papai vai te engravidar hoje - Marcelo

Ele falava aquilo com tanta naturalidade que eu salivava de tesão enquanto ele urrava e jorrava vários jatos da sua porra dentro de mim. Dessa vez eu dei um gritinho de tesão quando eu senti o leite quentinho dele.

Ele me abraçou e esperou. Deixou seu pau amolecer dentro de mim, com sua própria porra o expulsando do meu cuzinho.

Acho que ficamos uns 5 minutos ali. Parados, suados e curtindo o êxtase supremo de um tesão fora do normal.

Eu olhei para ele, e ele me deu um beijo por de trás de mim. Eu senti então seu pau escorregando para fora de mim.

- Caralho tio Marcelo - Eu

- Eu sei, puta que pariu. Esse novinho ainda vai acabar comigo - Marcelo

Nos levantamos e nos espreguiçamos enquanto estávamos falando:

- Hahah eu que digo tio, vai estourar meu cuzinho daqui a pouco - Eu

Ele se virou para mim e deu um beijo de língua na minha boca, segurando minha cintura.

- Eu te amo molequinho - Marcelo

- Eu também tio - Eu

Ele em deu mais um beijo e deu um tapa na minha bunda. Rimos, ele se vestiu e eu também.

Quando coloquei a calça do uniforme, ele me colocou no seu colo e voltou a me beijar, e acreditem se quiser, ele acabou me comendo de novo naquela poltrona. Foi a primeira vez que ele me comeu duas vezes seguidas. Não durou muito, pois eu não consegui mais dar para ele pela dor. Eu pedi desculpas e ele disse que não tinha problema. Ele também se desculpou pela fome dele.

Ele fez questão de me deixar em casa, pois ja era passada das 20h. No dia seguinte era sábado então eu poderia descansar, inventei uma dor no corpo para ninguém suspeitar.

Dias depois era dia 05, o RH me chamou para me pagar os 500 reais em dinheiro já que eu não tinha conta, agradeci. No mesmo dia tio Marcelo me chamou para uma conversa rápida, fui até a sua sala e ele me deu um envelope.

- Tá aqui seu pagamento pela nossa brincadeirinha na sua avaliação. - Marcelo

- Tio, é sério, não precisa, eu fiz por que queria - Eu

- Relaxa, é um presente - Marcelo

Tinham 5 mil reais no envelope.

- Tio, eu acho que ... - Eu

- Henrique, ta tudo bem, só não conta para ninguém. Ninguém mesmo - Marcelo

Eu vi que ele estava falando sério. Agradeci e fui para casa no final do dia.

Era inacreditável pensar que agora, além de putinho dele, eu ainda seria uma espécie de prostituto particular? Eu nunca pedi nada disso a ele, mas acho que ele queria me fazer o mais feliz possivel ou se proteger, pois era bem obvio que o que fazíamos era totalmente errado.

Eu e o tio Marcelo ficamos por um bom tempo desse jeito, mas nós só nos pegávamos uma vez por mês, geralmente no meu feedback. Eu colocava o uniforme da escola e ele fazia “a avaliação” em mim haha. Fora as vezes que eu dormia na casa dele com o Miguel e rolava uma oportunidade ou outra dele me comer.

Ficamos nisso 6 meses. E ele sempre dava um bônus de 5 mil mesmo eu dizendo que era demais e que eu não precisava. Mas ele insistia, só pedia pra ninguém saber. Eu guardava tudo achando que uma hora teria de devolver pra ele.

Depois de 6 meses, ele me chamou na sua sala. Ele queria falar sobre meu aniversário que estava chegando, pois ele queria fazer uma coisa muito especial e diferente.

No próximo conto, vai ser sobre meu aniversário com o tio Marcelo. Que rolou um trisal haha.

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Comentários

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Henrique, será que teremos um tribal com Miguel? Conte-nos mais...

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Filho vai disputar com o pai pelo amor do. Amigo?

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NÃO CURTO SURUBAS MAS TÔ CURIOSO COM QUEM SERÁ?

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