"Ex-corno" Parte 5

Da série "Ex-Corno"
Um conto erótico de João
Categoria: Heterossexual
Contém 1434 palavras
Data: 09/04/2026 18:50:27

Partimos para a bendita casa de praia, apesar do clima estranho eu amava a Ana e achei que íamos superar aquilo, ela estava toda animada e comprou biquínis e roupas, na casa de praia arrumamos as coisas, e pensei em dias de férias tranquilos.

– Amor, o que acha da gente provocar uns caras? Juro que é só provocar

– Ana, eu não quero problema, isso é para ser entre eu e você

– E vai ser, a gente só deixar uns caras babando na tua mulher gostosa.

Olhei para ela com desconfiança e meu pau me traiu mais uma vez, ela viu o volume e mordeu o lábio.

– Estou vendo que curtiu a ideia

– Só não passa dos limites

– Qual limite amor ?

– Não me provoca Ana ...

– Se não vai fazer o que amor ?

Virei ela com as mãos para a parede a bunda arrebitada naquela jeans deixava ela ainda mais gostosa. E deu um tapa forte.

– Aii amor, vai deixar marca quando eu for para a praia

Abaixei a caixa dela, tirei a calcinha para o lado e botei tudo até o talo.

– Huum que gostoso amor, me fode

Meti nela ali em pé, puxei seu cabelo e fui até o ouvido dela

– Você é minha sua puta

– Sou sua, suaaaa Aii

Ana gozou apertando minha pica me fazendo acelerar as estocadas e gozar dentro dela.

– Vou tomar banho rapidinho amor

Ana colocou biquínis pequenos que a bunda dela tampava tudo e deitou para tomar sol, eu voltava do mar quando vi ela conversando com um vendedor e finge não conhecer ela.

– Mate um é 15, dois é 20, vai senhora ?

– E se eu te deixar passar protetor em mim, quanto sai o mate ?

– De graça senhora

Ana ficou me olhando enquanto vendedor passava as mãos nas costas da Ana e na bunda, me deixou logo de pau duro, assim que ele acabou de passar o protetor eu me aproximei.

– Olha amor, ganhei um mate de graça

– Te devo nada amigo?

– Não chefe, eu gostei da simpatia dela

Vendedor tentava esconder a ereção enquanto Ana se divertia com a situação. Eu puxei para casa porque eu ia explodir de tesão

– Aí está meu corninho que gosta de ser provocado

– Vamos ficar só assim amor, senti saudades da gente.

– Sentiu meu ciumento ?

– Senti poxa

– Então senta aí que eu quero ver quantas saudades você sentiu

Ana tirou meu short e o pau tava duro que nem pedra, ela passou a língua das bolas até a cabeça me fazendo suspirar, ela circulava a cabeça da minha pica fazendo ela ter solavancos pulsando.

– Chupa amor, coloca ele todo na boca

Ana passou a enfiar até engasgar, deixando bem babado.

– Come meu cu amor?

Coloquei ela de lado no sofá, uma perna na altura do peito e outra esticada e o cuzinho picando para mim, pincelei a cabeça e empurrei e foi entrando devagar, até chegar nas bolas

– Aí meu cu amor, entrou tudo

– Entrou amor

– Vai devagar que dói - ela falou chorosa

Meti cadenciado enquanto ela gemia

– aí meu cu, aí meu cu

Enchi o cu dela de porra

– Nossa, gozou muito

– Ainda não acabei

Virei ela de frente e chupei a buceta dela como não fazia faz tempo, com tesão e vontade de ver ela gozar na minha boca

– Come essa buceta amor, a sua buceta

Colocou os pés delas sobre meus ombros e soquei com raiva e vontade até gozar na barriga dela.

– Estava com vontade né amor? Estou acabada

– É saudades

Passamos o dia descansando e arrumei uma pesca no dia seguinte, prometendo voltar com peixe para o almoço, mas quando chego em casa quem me recebe não é Ana.

– Oi amigão, tudo bem?

Olhei de cara feia para a Ana

– Ela não sabia que eu vinha, eu procurei vocês porque me senti mal quando soube que brigaram, vim só pedir desculpas, não queria fazer mal, vi as fotos de vocês no Instagram e cheguei aqui.

– Tudo bem Danilo, mas se não se importar, queria que você deixasse eu e a minha esposa curtir nossas férias.

– Claro amigão, só queria pedir desculpas se ultrapassei os limites.

– Não se preocupa, só deixa a gente em paz

– Tudo bem, tudo bem

Disse ele saindo com as mãos levantadas e rindo

– Não tenho nada a ver com isso, ele apareceu aqui do nada

– Tá tudo bem amor, eu confio em você. Trouxe o peixe como prometido.

– Meu pescador maravilhoso.

Mentira, eu não acreditei em uma palavra do que ele disse e tão pouco na desculpa da Ana. O celular da Ana tava bloqueado e eu não sabia a senha. Nunca tinha mexido em nada dela, eu não era esse tipo de cara, mas eu estava cansado de tudo o que tinha acontecido.

Então escondi o carregador dela. No outro dia assim que o celular começou descarregar e ela cansou de procurar pelo carregador, ela conectou o Whatsapp no Notebook. Na primeira ida dela ao banheiro eu conectei contas, e não achei nada, nem contato dele.

Me senti um merda por desconfiar dela, saímos para comprar a droga do carregador. Mas esqueci a carteira em casa, com celular, com tudo, o vendedor da loja permitiu que ela carregasse o celular lá para pagar com Pix.

Quando ela ligou o celular pude ver as mensagens do Danilo pelo Pix, ela disfarçou e eu fingi que não vi. Ela desbloqueou com reconhecimento facial.

naquele dia embebedei ela, até ela cair no sono, não me orgulho disso, mas eu estava ficando maluco e desbloqueei o celular e via as mensagens.

“O corno tá outo?”

“Surtou, acredita?”

“Vou aparecer aí, onde vocês estão, ele vai me implorar para te comer”

“Não vem, por favor”

“Mas eu tô com saudade”

“Eu também, mas preciso convencer ele a deixar rolar”

“Eu convenço, tô doido para te comer”

“Não vem”

“Porra te falei para não vir”

“Achei que manso tava calmo já”

“Vai embora, se não eu faço merda”

“Vou te esperar no quiosque 18 e te comer no banheiro”

Na manhã seguinte ela acordou com uma dor de cabeça horrível, eu paguei para ver se ela iria mesmo, e inventei uma desculpa deixando o caminho livro, para dar a ela o benefício da duvida.

Fui na frente dela para o quiosque onde Danilo já estava, ela chegou e eles começaram a discutir, eu não conseguia ouvir o que era, mas ela foi com ele para o banheiro, não fiquei para ver o que eles fizeram lá, e acabei enchendo a cara. Voltei para casa mais cansado que bêbado, e ela estava me esperando como se nada tivesse acontecido.

– Amor você tá bêbado?

– Você me ama Ana ? - cortei ela

– Eu te amo

– Então porque prefere o Danilo? Eu sei que ele tá aqui e te comeu hoje

– Amor eu não consigo mais ter a vida de casal de antes, eu preciso de pica, mas eu te amo e não quero te perder. Mas a verdade é que eu sou uma puta tenta entender isso, vamos achar um jeito que funcione, por favor

Ela começou a chorar copiosamente e bater na própria cabeça

– Puta burra, puta burra, puta burra

Ela Repetia batendo na cabeça, e eu percebi ali duas coisas, nosso casamento tinha acabado, mas eu não podia terminar com ela naquele momento por medo dela fazer alguma loucura, querendo ou não eu amo a Ana, talvez não mais para ser marido dela, mas não queria ser o motivo dela se machucar.

– Tá certo Ana, amanhã a gente conversa.

Abracei ela até ela adormecer chorando. No outro dia de manhã eu sentei para conversar com ela.

– Ana, eu vou voltar, Danilo tá aí, você pode curtir o resto das férias com ele

– Não amor, é nossas férias

– Eu decidi que você pode pular tuas cercas, mas dessa vez eu não quero participar.

– Não tá parecendo isso, se você for embora eu vou contigo

– Você quem sabe, mas estou colocando minhas coisas no carro

Ela colocou as coisas dela no carro e voltamos em silêncio para casa com o acordo costurado de que eu não queria mais saber com quem ela transava, mas o que ela não sabia era que eu não queria mais aquele casamento, só não sabia como sair dele, e enquanto eu estava ali, eu só sentia dor. Mas não por muito tempo.

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Foto de perfil genéricaEspectador Contos: 91Seguidores: 115Seguindo: 6Mensagem Tendo a fixar na realidade.

Comentários

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Não.vou dizer q o conto está ruim, mas na minha opinião está muito longe de ser bom, marido um zero a esquerda, desde o início sendo desrespeitado, sendo humilhado, manipulado e não.toma.uma atitude de homem, dizer q não se separou ali mesmo na praia depois de mais uma vez ver q a esposa não vale nada e não.eata nem aí pra ele, é.no mínimo papel de trouxa, um homem de verdade nem se sujeitaria a esse estilo de vida, que dirá ficar preocupado com uma vadia sem caráter, se ela quisesse se matar ali mesmo seria um favor a ele, mas o merda mesmo depois de tudo estava preocupado com a piranha?, só num conto mesmo,.kkkkkkkk

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Esse texto respeitou uma linha, ficou mais interessante. Aqui se revela a completa falta de respeito com quem entra nessa balela de liberar esposa. Tanto ela quanto o amante perderam o medo. Ela fez cena - MENTINDO - para se safar e se dar bem - Mal chegou na praia e já queria aprontar - Deus me livre de um encosto desse na vida. É uma completa egoísta, não dá valor nenhum para os acordos com quem jura dizer que ama. Embora eu discorde do andamento do autor, achei que ele deixou novamente a corda esticar. Marido já calejado não deixaria a puta ir no quiosque, já colocaria na mesa a mentira e voltaria para casa. DEssa vez, 3 estrelas - que chegue a fase de ex-corno - já está claro que não tem jeito - O final foi muito claro - é uma relação que só bate dor - o cara fez de tudo para agradar, mas ela novamente mostrou que não tem condições

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É a coisa que mais me deixa curioso nesse conto: o título dele.

Curioso para saber como se dará essa ideia de "ex-corno". Pode ser algo óbvio ou algo diferente, inovador, sei lá.

Vamos ver.

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É complicado você achar que a sua esposa pode fazer algo contra ela mesma se você tomar a atitude de pedir o divórcio. Mas lembre-se que foi ela quem se colocou nessa situação.

E mais, agora, você está sofrendo, ela não.

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Eu sabia que ela ia aprontar. Tava na cara. Pelo menos o corno começou a tomar atitude. O corno disse pra ela ficar que ele ia embora e ela resolver ir também. Oi? Por que não ficou com o amante, então? Não dá para entender. É um tipo de amor muito deturpado. Espero que o corno se saia por cima.

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Simples Carlos, a vadia que dar pra todo mundo mas não quer perder o maridinho corno, acredito que não por amor, mas por conveniência!!

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Já a devia ter posto a mexer… é uma grande vagaba

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