O susto no quarto tinha sido tão grande quanto o tesão. Meu coração ainda batia descompassado quando minha sogra foi muito perspicaz. Assim que ouvimos os passos do Cláudio no corredor, ela não entrou em pânico. Seu rosto, antes entregue ao prazer, endureceu num segundo. Com um movimento rápido, ela mandou eu me esconder atrás de uma caixa que tinha no quarto, uma caixa grande de plástico cheia de cobertores de inverno, no canto mais escuro. Eu me esgueirei para trás dela, meu coração na garganta, enquanto ela se limpou rapidamente com uma camiseta que estava por perto, jogando-a depois no cesto de roupas sujas. E logo depois abriu a porta, apenas o suficiente.
Parecia que nada tinha acontecido. Sua voz saiu calma, um pouco rouca, mas ela atribuiu ao sono. Meu sogro perguntou por mim – “Onde tá o Pedro?” – e ela disse que eu tinha ido ao banheiro, enquanto ela procurava uma caixa de brinquedos aquáticos. A mentira foi tão fluida, tão natural, que gelou meu sangue. Ele pareceu acreditar e, com um comentário sobre o calor, ela o levou para o andar de baixo, fechando a porta do quarto sem olhar para trás.
Eu esperei um pouco, ouvindo os passos deles sumirem, a música da piscina voltar a tocar. A respiração voltou aos poucos. Saí de trás da caixa, me sentindo um adolescente bobo, mas com o cheiro do sexo e dela ainda impregnado em mim. E desci também.
Todos estavam na piscina – meu sogro, alguns tios, Paula e uns primos. A alegria era contagiante, falsa para mim. Eu, com a cara mais desconfiada, tentei interagir com todos. Cumprimentei o Cláudio, que me deu um tapinha nas costas. “Tá sumido, hein! Vem pra água!”. Sorri, um sorriso que doía nos músculos do rosto. A Sônia estava deitada numa espreguiçadeira, de óculos escuros, tomando uma cerveja. Nem sequer olhou na minha direção.
O restante do dia passou normalmente. Foi um daqueles finais de tarde intermináveis, com churrasco, risadas e uma tensão subterrânea que só eu conseguia sentir. Cada vez que minha sogra se levantava, cada vez que ela ria, meu corpo reagia com um misto de medo e desejo avassalador.
À noite, fui para Minha casa com Paula, que estava cansada e feliz. Ela dormiu no carro. Com a lembrança de mais essa transa com minha sogra – a segunda, ainda mais intensa e arriscada que a primeira – girando na minha cabeça como um disco quebrado. Cheguei em casa, tomei um banho gelado, mas não adiantou. A imagem dela de quatro, me chamando, estava cravada em mim.
Por volta das 22h, já na cama ao lado da Paula adormecida, eu recebi uma mensagem no celular. Não era um número salvo, mas eu reconheci os últimos dígitos. Era dela.
A tela iluminou o escuro do quarto. A mensagem era curta, direta, sem margem para interpretação:
“Amanhã quero você às 18 horas no motel Plazar. Ainda não terminei a festinha contigo. Me pega no estacionamento do Atacadão. Não se atrasa.”
Eu li. E reli. O coração disparou de novo, mas agora era uma mistura de pavor e excitação pura. Ela nem esperou eu responder e sumiu. O ícone de “online” desapareceu. Era uma ordem. Não um convite.
Deitei de costas, olhando para o teto. Onde aquilo tudo ia parar? A pergunta ecoou, sem resposta. Só sabia que, às 18h do dia seguinte, eu estaria lá. Não tinha escolha. Não queria ter escolha.
O dia seguinte foi uma agonia. Trabalhei sem conseguir me concentrar. Minha mente estava no estacionamento do Atacadão, no motel. Às 17h, tomei um banho, vesti uma roupa casual, mas que pudesse ser tirada fácil. Disse a Paula que ia encontrar um amigo para resolver um problema no carro. Ela, distraída com uma série, apenas acenou.
Às 17:50h eu estava no estacionamento. O lugar era enorme, meio vazio nesse horário. Fiquei parado num canto, o motor ligado, os olhos farejando cada carro que entrava. A ansiedade era um nó na garganta.
Às 18h em ponto, um carro preto entrou e estacionou a algumas vagas de distância. A porta abriu. Minha sogra apareceu. Ela usava um sobretudo cinza longo, elegante, cobrindo tudo. Parecia uma foragida. Olhou rapidamente ao redor, localizou meu carro, e veio em direção a ele com passos rápidos e decididos. Abriu a porta do passageiro e entrou.
Entrou no meu carro e logo se desfez do sobretudo, jogando-o no banco de trás. Por baixo, ela usava um vestido preto, curto e justo, decotado. Olhou para mim com aquele olhar predador da mesma maneira no quarto. Um olhar que não era de mãe, nem de sogra. Era o olhar de uma caçadora que tinha encontrado sua presa.
“Você achou que realmente tinha acabado?” ela perguntou, a voz baixa, carregada de uma malícia que fez meus pelos se arrepiarem.
Eu não consegui falar. Só balancei a cabeça, negando. Meu pau já estava endurecendo só com a presença dela, com o cheiro do seu perfume caro enchendo o carro.
Ela mandou eu ir em direção ao motel. Apontei o carro para a saída. Logo ela estava com a mão sobre a minha calça, massageando o volume que crescia a cada segundo. Apertando o meu cacete. Aquilo já estava insano e meu pau querendo ser libertado daquele aperto. Eu dirigia com uma mão só, tentando me concentrar na estrada, mas era impossível.
Ela puxou meu pau para fora da calça, abrindo o zíper e a cueca com uma habilidade assustadora. Começou a me punhetar. A mão dela era quente, firme, perfeita. Meu pau já estava duro, latejando na palma dela. Era eu passando a marcha do carro e ela me alisando gostoso. Cada troca de marcha, minha mão tremia. Cada rotação da sua mão, eu soltava um suspiro.
Nessa hora, ela baixou o assento do passageiro um pouco e caiu de boca no meu pau. Que delícia de mamada. A boca dela era um vácuo úmido e quente, a língua dançando na cabeça, os lábios apertando o corpo. O vidro fumê do carro deixava a gente no anonimato. Eu dirigia pela avenida, o sol se pondo, e enquanto minha sogra chupava deliciosamente, o mundo lá fora desaparecia. Ela sugava, descia fundo, massageava as bolas. Era uma humilhação gloriosa, uma entrega total.
Chegamos no motel com ela ainda me chupando. Passei na portaria. Eu pedi o quarto – “Uma diária, pelo amor de Deus” – enquanto ela não parava de me chupar. O funcionário nem olhou direito, entregou a chave. Segui para o chalé. Ela só parou quando entramos no apartamento, quando a porta se fechou atrás de nós e o silêncio privado nos envolveu. Ela se levantou, limpou a boca com o dorso da mão, e olhou ao redor com um sorriso de satisfação.
O motel era dos caros. Tinha uma banheira de hidromassagem, espelhos no teto e, no canto, um pole dance. Tinha um pole dance no quarto. Sônia olhou para ele e seu sorriso se alargou. Ela já tomou conta. Caminhou até o poste, tirou os saltos altos e, sem cerimônia, começou a dançar sensualmente. Não era uma dança profissional, mas era cheia de intenção. Seu corpo girava em volta do metal, as mãos subiam e desciam, os quadris balançavam.
Eu sentei no sofá e fiquei olhando tudo. Foi ali que eu pude ver que ela vestia apenas uma renda que a deixava praticamente nua. O vestido preto era, na verdade, um body de renda preta transparente. Dava para ver tudo por baixo: os seios grandes, os mamilos escuros, o umbigo, o triângulo escuro entre as pernas. Aquela bunda era maravilhosa – empinada, redonda, marcada pela renda – e eu estava ficando cada vez mais louco por ela.
Em um movimento teatral, ela pegou a barra do body e rasgou. A renda não aguentou. Essa renda foi sendo rasgada enquanto ela dançava sensualmente para mim, deixando pedaços de tecido caírem no chão. Em segundos, deixando os peitos e a bunda à mostra. Ela estava completamente nua, só de salto alto, dançando no pole dance para o seu único espectador: o genro.
Foi aí que ela veio engatinhando até mim. Saiu do pole e se aproximou pelo chão, como uma pantera. Começou a dançar agora pertinho de mim, esfregando os seios no meu rosto, passando a bunda na minha perna. Eu estava louco para comer aquela mulher. Minhas mãos subiram e agarraram aquele traseiro glorioso, apertando a carne morena com força.
Ela tirou meu pau para fora novamente – ele nunca tinha amolecido – e já colocou na boca, me chupando como tinha começado no carro. Mas aqui era diferente. Ela me olhava nos olhos enquanto fazia isso, com um ar de posse, de desafio. Caralho, eu não cansava de sentir aquela boca na minha pica. Era a sensação mais proibida e mais gostosa do universo.
Mas eu queria mais. Queria saborear. Deitei-a no sofá do apartamento, ela de costas, as pernas abertas. E fui direto em sua buceta. Enterrei o rosto entre suas pernas. Chupei como se fosse uma fruta doce e suculenta. Ela já estava encharcada, o cheiro e o sinto eram intoxicantes. Puta que pariu, que mulher gostosa do caralho. Minha língua explorou cada centímetro, foco total no clitóris inchado. Ela gemia enquanto eu dava um trato na sua bucetinha carnuda e gostosa. Os gemidos dela eram altos, livres, sem nenhuma preocupação agora.
Ela acabou não resistindo. Seu corpo arqueou, os dedos se enterraram nos meus cabelos, e ela gritou. Gozou na minha boca. Senti o líquido gostoso saindo da sua buceta – um fluxo quente e leve – e aquilo só me deixou com mais tesão. Lambi tudo, limpando-a, enquanto ela tremia em espasmos.
Mas eu estava maluco para comer minha sogra. Não dava mais para esperar. Só virei ela de lado no sofá, ficando atrás dela. Peguei uma camisinha que desta vez não esquecemos – tinha um pacote na mesa de centro, provavelmente colocado por ela – e a coloquei às pressas. Me posicionei e meti nela de ladinho. A entrada foi profunda, fácil, pois ela estava mais que pronta.
Soquei forte naquela buceta, segurando seu quadril com uma mão e seu seio com a outra. Querendo partir minha sogrinha no meio. Cada estocada era um baque surdo, um impulso de toda a tensão, do desejo reprimido, da culpa transformada em fúria sexual. Ela gemia a cada impacto, “Isso, assim, me fode, Ricardo!” – e dessa vez, era meu nome. Não do marido dela. Meu nome. Isso me deu um poder absurdo.
Comecei a meter com mais voracidade, o ritmo ficando frenético, descontrolado. O sofá rangia, nossos corpos suavam, o quarto cheirava a sexo puro. Minha sogrinha gozou pela segunda vez, seu corpo se contorcendo violentamente, segurando minhas mãos que estavam em seus seios, como se estivesse se agarrando à vida. Enquanto eu metia cada vez mais forte, sentindo o aperto úmido e convulsivo dela ao meu redor.
Era demais. Acabei não aguentando também. A pressão explodiu. “Vou gozar!”, grunhi, e gozei forte, dentro da camisinha que eu estava. Senti as jorradas quentes saindo de mim, meu pau pulsando dentro dela, enquanto meu corpo tremia em ondas de prazer absoluto. Foi um orgasmo que veio dos pés, que me esvaziou completamente.
Ficamos imóveis por um minuto, ofegantes. Então, tirei a camisinha do pau com cuidado. E despejei a porra que estava nela sobre a bunda da minha sogra. Os jatos brancos e espessos caíram sobre as nádegas morenas, escorrendo pelo vale, pintando minha marca nela. Aquela putaria estava apenas começando, eu pensei, errado. E eu estava adorando.
Final
Ainda fodemos mais duas vezes naquele dia. A segunda vez, ela me cavalgou na cama redonda, controlando tudo, me esgotando. A terceira, foi no chuveiro, rápido e sujo. Minha sogra tinha dado uma desculpa esfarrapada de encontro com as amigas, e eu que tinha um trabalho para terminar. Era a farsa que sustentava nosso mundo paralelo.
Por volta da meia-noite, saímos separadamente. Deixei ela no estacionamento do Supermercado novamente. Ela se vestiu no carro, o sobretudo cinza cobrindo novamente a mulher sensual e depravada que tinha passado horas comigo. E nos despedimos, com promessas de mais. Beijei-a, um beijo longo e profundo, que sabia a mentira e a verdade ao mesmo tempo. Mas essa promessa não se cumpriu.
Minha sogra, a partir daquele dia, me tratou como qualquer pessoa. Foi a coisa mais estranha. No domingo seguinte, no almoço em família, ela era a Sônia de sempre: carinhosa com a filha, respeitosa com o marido, e comigo… cordial. Distante. Não me chamou mais para nada, eu virei apenas o seu genro. Nada naquele olhar predador, nada naquele sorriso secreto. Era como se o motel, as transas, os gemidos, tivessem sido um delírio meu.
Até nas vezes que meu sogro viajava para o trabalho, o que acontecia com certa frequência, eu ficava na expectativa de ser chamado. Olhava o celular, esperava uma mensagem cifrada, um sinal. Mas nunca mais aconteceu. O silêncio dela era absoluto. Profundo. Intencional.
Não sei o que houve ou se fiz alguma coisa. Talvez o risco tenha ficado grande demais. Talvez a culpa a tenha consumido. Talvez ela tenha apenas saciado uma curiosidade, um desejo de vingança contra o marido ausente, e ponto final. Eu nunca saberia. Só sei que nunca mais fui com minha sogra.
O tempo passou. Depois da faculdade, eu deixei de namorar Paula. O relacionamento desgastou-se naturalmente, ou talvez a sombra do que aconteceu com a mãe dela tenha criado uma fissura invisível que nunca conseguimos consertar. Nos despedimos como amigos, com um aperto de mão triste.
Mas minha sogra sempre estava nos meus pensamentos. Não como um amor, mas como um fantasma do desejo, uma experiência máxima de prazer proibido que coloria todas as minhas relações subsequentes. Nenhuma mulher chegava perto da intensidade, da perversidade, da entrega total daqueles encontros.
Até que um dia, cerca de 5 anos depois da última transa que tive com Sônia, ela me mandou uma mensagem.
Eu estava em casa, um apartamento novo, preparando um relatório chato para o trabalho. O celular vibrou. Um número desconhecido, mas os últimos dígitos… meu coração parou. Era o mesmo número de anos atrás.
A mensagem era curta, como sempre. Mas diferente.
“Pedro. Espero que esteja bem. O Cláudio e eu nos separamos faz um ano. Estou me mudando, vendendo a casa. Encontrei uma caixa de coisas antigas. Tem algumas suas aqui, acho. Um boné que você deixou, um livro… e umas lembranças que não deveriam existir. Preciso que você venha buscar. Só você. Amanhã, às 20h, na casa antiga. Vou estar sozinha. A última vez, eu prometo.”
Eu li a mensagem uma, duas, dez vezes. A “caixa de coisas antigas”. As “lembranças que não deveriam existir”. O “só você”. E aquela assinatura: “A última vez, eu prometo.”
A promessa do motel não se cumpriu. Mas o destino, ou Sônia, estava dando uma chance de um fim diferente. Não um recomeço, mas um encerramento. Ou talvez, só talvez, um último capítulo para enterrar de vez os fantasmas – ou para acordá-los de novo.
Deitei o celular na mesa. Olhei pela janela, para a cidade que havia mudado tanto em cinco anos, assim como eu. A resposta estava pronta na minha mente antes mesmo de eu pensar. Eu iria. Claro que iria.
Porque algumas histórias, por mais proibidas e perigosas que sejam, exigem um ponto final. E só ela e eu podíamos escrevê-lo. Amanhã, às 20h, na casa onde tudo começou.
Continua...
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