Esposa tem Marido e namorado parte 8

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 944 palavras
Data: 09/04/2026 16:20:44

O ultimato que quebrou tudo… ou quase

Cheguei em casa na segunda-feira à noite, o corpo ainda marcado da semana inteira com Ricardo. Chupões roxos no pescoço, mordidas nas coxas, a buceta e o cu latejando, inchados de tanto levar pau. Mal abri a porta e Lucas e Sofia estavam na sala, sentados no sofá com cara de quem não dormiu direito.

— Mãe… de novo? — Lucas soltou, voz baixa mas afiada. — Você passou uma semana inteira “viajando a trabalho”? O pai ficou aqui destruído, andando pela casa como um zumbi.

Sofia cruzou os braços, olhos brilhando de raiva e confusão:

— A gente não é mais criança, mãe. Todo mundo tá comentando. A tia Carla me ligou ontem e perguntou se você “tem alguém”. Disse que a família toda tá desconfiando. Que você volta pra casa cheirando a perfume de homem, com marcas no corpo… que isso não é normal.

Meu estômago gelou. Eu tentei sorrir, mas a voz saiu tremendo:

— Meus amores… é só trabalho. Vocês sabem que eu amo vocês e o pai mais que tudo.

Lucas balançou a cabeça, levantando e indo pro quarto sem dizer mais nada. Sofia só me olhou com pena e nojo misturados:

— Se você tá traindo o pai… a gente nunca vai te perdoar.

Fechei a porta do quarto com o coração na boca. Eduardo estava sentado na cama, só de cueca, olhos vermelhos de quem chorou. Não tinha mais o olhar triste de antes. Era frio. Decidido. Ele se levantou devagar, fechou a porta atrás de mim e falou baixo, mas cada palavra cortava como faca:

— Já passou do limite, Mariana. Eu aguentei. Aguentei você voltar cheia da porra dele, aguentei você gemer o nome dele enquanto eu te comia, aguentei as crianças me perguntarem por que a mãe some tanto. Mas agora a família toda tá desconfiando. Seus irmãos, sua mãe… todo mundo tá olhando pra mim com pena. Eu não aguento mais.

Ele me puxou pelo braço, me jogou na cama com força e abriu minhas pernas sem pedir. Enfiou dois dedos na minha buceta ainda melada da porra do Ricardo e rosnou:

— Olha pra isso… ainda tá cheia dele. Depois de uma semana inteira sendo a puta dele. Eu te amo pra caralho, Mari. Mas ou esse romance acaba hoje… ou o nosso casamento acaba. Eu não vou dividir você mais. Não vou ser o corno que todo mundo ri pelas costas.

Eu gemi, empinando a buceta contra a mão dele, lágrimas escorrendo:

— Eduardo… amor… me perdoa… eu te amo… mas ele me pressionou tanto… ele disse que me ama, que quer um filho meu…

Ele parou de mexer os dedos, olhos arregalados de dor e raiva. Met eu com tudo de uma vez, estocando fundo, batendo forte como se quisesse me punir:

— Um filho?! Você quase deixou ele te engravidar e não me contou?! Porra, Mariana… você é minha esposa! Minha! E tá deixando outro homem sonhar em te dar um filho enquanto nossos filhos desconfiam que a mãe deles é uma vadia?

Eu gritei de prazer e culpa, unhas cravadas nas costas dele:

— Me fode, amor… me pune… eu não contei porque tive medo… ele me fez dizer que amava ele mais enquanto gozava no meu cu… me fez filmar ele me arrombando e disse que ia mandar pra você se eu não largasse tudo… ahhh, mais forte!

Ele me virou de quatro, segurou meu cabelo como rédea e meteu no cu sem lubrificante, estocando com raiva e tesão misturados:

— Isso… toma meu pau no cu que ele comeu a semana inteira. Grita pra mim que você vai acabar com ele. Diz que vai bloquear o número dele agora. Ou eu juro por Deus que amanhã eu peço divórcio e conto pra todo mundo o que você virou.

Eu gozei tremendo inteira, apertando o pau dele no cu, voz quebrada:

— Eu vou acabar… eu juro… eu te amo mais, Eduardo… me enche… me lembra que eu sou sua… ahhh, goza dentro do meu cu, amor!

Ele gozou rugindo, enchendo meu intestino com porra quente, mas não parou. Me virou de frente, colocou minhas pernas nos ombros e meteu de novo na buceta, olhando nos meus olhos enquanto lágrimas escorriam pelo rosto dele:

— Eu tô destruído, Mari. As crianças já desconfiam. A família tá falando. Se você não acabar com isso hoje… eu acabo com a gente. Eu te amo demais pra te perder… mas não vou mais ser o idiota que espera em casa enquanto você é comida por outro.

Eu chorei gozando de novo, apertando ele, beijando a boca dele com desespero:

— Eu vou terminar… amanhã mesmo… eu juro… só me fode mais… me fode até eu esquecer o nome dele…

Depois, deitados, suados, ele me abraçou forte, corpo tremendo:

— Eu não vou te perder, Mariana. Nem pros filhos, nem pra família, nem pro pau dele. Acaba com isso. Ou acaba com a gente.

Meu celular vibrou na mesa. Mensagem de Ricardo:

“Já voltou, amor? Quero você de novo amanhã. Essa semana foi só o começo. Eu te amo.”

Eduardo viu a tela. Não disse nada. Só apertou minha coxa com força e sussurrou:

— Responde. Agora. Na minha frente. Diz que acabou.

Meu coração batia tão forte que doía. Os filhos desconfiando. A família toda sabendo. O marido me dando ultimato enquanto me enchia de porra. E Ricardo esperando do outro lado.

Eu peguei o celular, dedos tremendo, e comecei a digitar… sem saber se ia conseguir apertar “enviar”.

Porque eu amo meu marido. Amo meus filhos. Amo a família que construímos.

Mas o pau do Ricardo ainda latejava dentro de mim… e eu não sabia mais se conseguia parar.

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Comentários

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O que será que ela vai responder pro Ricardão?

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Acredito que tentará uma vida dupla ou a anuência do corno, só que de forma mais discreta!!!

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Acho que o corno está decidido a não aceitar. Vamos ver se ele tem palavra.

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