Jornada de um Casal ao Liberal - Especial - Hot antes de ser Wife - Parte 1/3

Um conto erótico de Nanda do Mark
Categoria: Heterossexual
Contém 4147 palavras
Data: 09/04/2026 15:43:07

Gente,

Enquanto o Mark dá uma descansada na careca para me ajudar com o meu conto, vou postar um capítulo rápido de uma passagem nossa lá do passado, bem na época em que eu começava a me relacionar com o Mark, e quase perdi minha virgindade com outro.

Antes que perguntem, sim, discutimos feio. Na verdade, eu quase o perdi por isso e o safado quase se vingou de mim por isso também. Mas essa, é uma história que, se ele quiser, ele contará um dia.

No final, deu tudo certo e estamos juntos até hoje.

Preferi postar aqui ao invés de fazê-lo lá no meu perfil para não perder a “continuidade” do nosso conto, que está todo no perfil dele. O meu, como vocês sabem, é fictício; este aqui, não.

Espero que curtam.

Beijão procês,

Nanda

[...]

Fazia quase um ano que o meu namorico com o Edson acontecia e desacontecia. A impressão que eu tinha era a de que ele sempre me procurava quando não encontrava algo melhor para se divertir. E isso já estava me deixando uma arara! Apesar das idas e vindas, o Edson foi o primeiro a me apresentar um pau, do jeito errado, afobado, totalmente inconsequente.

Aconteceu quando, certa noite, havíamos saído para tomar um lanche e passear. Já altas horas da noite, paramos numa pracinha vazia perto da minha casa. Estava uma noite escura, de lua minguante e não se via uma só alma viva por perto. Ficamos ali, conversando, namorando, nos beijando, eu encostada numa árvore e ele começou a me “amassar” de uma forma mais intensa.

Sem que eu esperasse, ele subiu a blusinha que eu usava e antes que eu dissesse algo, ele meteu a boca nos meus seios. Como já tínhamos um certo tempo de idas e vindas, e eu já não era nenhuma menininha, acabei deixando. Não sei exatamente se eu deixei ou se a surpresa me bloqueou. Mas fato é que, depois aquele contato quente da boca dele na minha pele, o instinto fez o resto, me aquecendo e me deixando molinha, molinha.

Só que o safado achou que a minha surpresa era um sinal verde para ele ir além. Então, ele simplesmente tirou o pau de dentro da calça, duro como ferro, e isso eu já sabia porque senti quando ele me abraçava, e também quente como brasa, mas isso eu só senti quando ele colocou a minha mão sobre ele, fazendo-me segurá-lo:

- Olha como você me deixa louco, Namá! Tô doido de tesão em você.

Fiquei assustada, mas também curiosa, afinal, nunca tinha pegado num pau antes. O safado então passou a usar a minha mão para masturba-lo e eu, meio sem jeito, acabei fazendo. Não vou dizer que eu queria aquilo, mas acabei aceitando. Eu já era maior de idade e a única virgem das minha turma de amigas. Eu realmente era um caso à parte.

Ficamos naquela situação meio estranha. Enquanto eu atrapalhadamente o punhetava, ele me beijava, acariciava meus seios e bunda, e isso quando ele não dava um jeito de abaixar para chupar meus mamilos. Só que ele queria mais e tentou me empurrar para baixo. Inocente, não entendi o que ele queria. Mas ele sabia bem o que queria:

- Chupar? Cê tá louco!?

- Mas Namá... a gente já fica há um tempão. Estou louco de vontade de ficar com você, te fazer gozar gostoso.

- Eu nunca chupei! Nem sei fazer isso. Além de que você deve estar suado e... Ah não! Isso é nojento...

- Quer ir num motel? Passo lá em casa agora e pego o carro do pai. Aí a gente pode tomar um banho gostoso juntos e brincar com calma.

- Motel!? Mas eu não falei nada que queria transar! De onde você tirou isso?

Bem, o tonto ao invés de tentar ir com calma, forçou ainda mais a barra, tentando desabotoar a minha calça para sabe-se lá Deus o que queria fazer. Nesse momento, eu lhe dei um empurrão. Saí correndo para a minha casa e o deixei literalmente com o pau na mão.

A gente ficou um tempão sem se ver. Eu queria matá-lo e acho que ele sabia disso. Mas num final de semana em que sai com minhas amigas, vim a encontrar o Edson no mesmo barzinho, rodeado de uns amigos, alguns com quem eu já havia ficado, inclusive. Claro que, à certa altura, ele veio conversar comigo. E claro que eu cedi, certo? Errado! Mandei ele à merda no meio de todo mundo e mandei que sumisse da minha vida até virar um homem de verdade. Marisa, uma amiga minha, quando viu o esculacho que dei nele, após ele se afastar veio falar comigo:

- Nanda, o que foi aquilo? Você só faltou bater com o salto na cara do menino.

- Menino... Taí a melhor definição que ouvi sobre ele. Ele é um tonto que não passa de um moleque. Quero ele bem longe de mim ou sou bem capaz de tirar minha bota e dar na cara dele mesmo!

- Tá bom. Me engana que eu gosto... Não dou uma semana e vocês dois vão estar se agarrando de novo. Quer apostar?

- Valendo o quê? - Perguntei, já esticando minha mão para ela.

- Um baseado. Quem perder paga...

- Eu não fumo, sua louca, cê sabe disso.

- E quem disse que eu vou perder? - Ela retrucou, rindo.

Mais ou menos dez dias depois, como a Sandrinha previu, numa sorveteria, o Edson veio falar comigo. A mesma carinha de cachorro sem dono, a mesma ladainha de que havia exagerado, que nunca mais faria aquilo, e blábláblá... E quem mandou eu fazer aquela aposta, né? Bem, fiz, e ganhei! Escorracei ele mais uma vez.

Quando a Sandrinha ficou sabendo, ficou surpresa, mas riu, feliz, por eu ter desmamado dele. Não ganhei o baseado, nem queria, e ela disse que me bancaria a bebida de uma noite inteirinha numa festa de peão que seria realizada em nossa cidade em dois meses.

A vida seguiu. Eu trabalhava de dia numa escola e estudava à noite. Não tinha tempo para sair, e sinceramente, eu estava cansada desses encontros furados. Alguns amigos, sabendo que eu estava sozinha, e ainda sendo rodeada pelo Edson, decidiram agir e me apresentaram quem? Exatamente, o Mark...

De cara não gostei dele: muito arrumadinho, muito certinho, cabelinho bem cortado, curtinho, falando as palavras mais corretamente que meu ex-professor de português, enfim, jeitinho de ser um chato de galocha. Mas ele gostou de mim e voltou no dia seguinte para “visitar” os amigos da escola. Era ele entrar na escola e parecia que um espírito descia em mim: eu começava a andar de um lado para o outro, procurando serviço ou fingindo que fazia algo. Eu e ele mal trocávamos algumas palavras e isso porque uma amiga em comum, praticamente me obrigava a falar com ele.

Ele ainda veio mais algumas vezes à escola, mas depois desistiu. Nossos amigos faltaram me bater por eu não ter dado atenção a ele. Mas eu não conseguia fingir: não havia acontecido o tal “amor à primeira vista”. Estranho foi que comecei a sentir falta dele, e dos olhares curiosos que ele lançava para mim enquanto eu fugia. Sim. Era eu, sendo eu...

Os dias passaram. Vários, por sinal. Normalmente, antes de uma festa de peão que se realiza todo ano em nossa cidade, há um baile num clube para a escolha da rainha, princesa e madrinhas. Sempre gostei desse tipo de temática e me inscrevi. Não, não ganhei, embora, modéstia à parte, eu me considere bem mais bonita que as três primeiras colocadas. Ainda assim fiquei em quarto lugar e não faria parte da “corte” da festa. Então, estava eu andando pelo salão com umas amigas e quem eu encontro lá? Exatamente outra vez, o Mark...

Só que dessa vez, não era o Mark certinho que eu havia conhecido, mas sim um outro bem mais despojado, calça jeans, camiseta xadrez de mangas dobradas, chapéu e um jeitinho de cafajeste. Ah! E bêbado... Ok! Não exatamente bêbado, mas bem alegre, muiiiiito alegre, tropeçando nas palavras. Ele veio conversar comigo e antes que eu dissesse algo, minhas amigas sumiram. Ele então tentou me convencer a dançar com ele. Só que eu sempre tive aversão a homens bêbados, porque cheguei a namorar um que tinha esse problema e digo não foi fácil. Então, não queria outro, e lhe dei um fora.

Interessante que é nesses momentos que a gente vê a diferença entre um homem e um moleque. Quando eu dei o fora no Edson, ele sumiu assustado e depois voltou como um cachorrinho sem dono. Quando fiz o mesmo com o Mark, ele apenas sorriu, balançou seu chapéu para mim, se despedindo e foi curtir o baile com os amigos. Não cheguei a ver ele ficar com ninguém nessa noite, mas o vi dançando com algumas moças. O mais interessante: ele não olhou uma única vez na minha direção, mas eu notei que várias olhavam na direção dele, e algo me incomodou, sem eu entender ainda o quê.

A vida seguiu. A festa de peão se aproximava. Como eu havia terminado com o Edson, estava sem um par. Então, uma amiga minha, também muito amiga do Mark, insistiu e me convenceu a, pelo menos, conversar com ele.

Então, um dia em que eu estava trabalhando, ela chegou e me entregou um telefone na mão, ainda era daqueles antigos, quadradões, sem fio, mas com uma baita antena. Eu a encarei sem entender nada:

- É o Mark. Atende...

Olhei para o telefone e o joguei sobre ela, saindo em disparada para o banheiro. Quando saí, ela me esperava com o telefone na mão:

- Ele ainda está esperando e você vai atender! - Ela mandou.

Mais do que isso: ela me sentou numa mesa, pôs o telefone na minha frente e ficou aguardando eu pegar o aparelho. Mark foi cirúrgico:

- Não foi você que me ligou, né?

- Nã-Não foi você que me ligou!?

- Não. Pelo jeito, a Marisa aprontou com você também.

Olhei para a nossa amiga que já saía da sala com um sorriso malicioso no rosto. Antes de fechar a porta, ela me encarou:

- Manda um beijinho para o Mark. Ou se preferir, dá direto na boca dele quando se encontrarem.

Não consegui xingá-la, pois ela fechou a porta. Acabou que eu e o Mark conversamos mais um pouco, mas sem “liga”, algo meio superficial, forçado. Pelo jeito, ele não gostava de falar pelo telefone, nem eu. Ele me convidou então para irmos numa quermesse da igreja que aconteceria no final de semana. Meio sem jeito de negar, acabei aceitando. Não dá para explicar, mas nesse dia, só eu e ele, sem a pressão ou presença de mais ninguém, conseguimos conversar uma noite toda. A conversa fluía bem, o papo era legal, e eu sentia um comichão cada vez que ele tocava na minha mão.

Começamos a sair para passeios bobos, rápidos, um lanche. Eu já estava achando que ele não queria nada sério comigo. Mas aí me dei conta de que eu trabalhava durante o dia e estudava à noite, o que dificultava bastante. Passamos a nos ver de verdade aos finais de semana. Nesse meio tempo, a gente já havia trocado alguns bons beijos, deliciosos beijos. Ele beija bem demais...

Mas a vida seguiu. No primeiro final de semana, anterior à festa de peão, a gente se encontrou e se divertiu com a aglomeração de um desfilo de amazonas e cavaleiros, mulas, charretes, cavaleiros, amazonas, enfim... Ficamos juntos, óbvio, e comemos um lanche. Depois, ele me deixou em casa e foi embora. Assim foi o sábado e domingo.

Conseguimos nos falar durante a semana e combinamos de irmos juntos a festa de peão. Entretanto, na quarta-feira, ele me ligou e disse que infelizmente não poderia ir comigo à festa na quinta, o primeiro dia da festa, por questões políticas. Fiquei fula e imaginei que fosse mentira, talvez uma desculpa para me dar um fora. Pior, pensei que, talvez ele estivesse indo com outra e acreditasse que eu ficaria em casa. Então, combinei com algumas amigas de irmos juntas à festa. E fomos.

Uma coisa que não contei é que o Edson, depois que ficou sabendo que eu estava me envolvendo com o Mark, começou a me cercar de diversas formas, tentando me reconquistar novamente. Mas eu recusei. Só que, como nada é ruim que não possa piorar, acabei o encontrando na bendita festa de peão e ele novamente veio com aquele papinho mole, tentando me convencer a ficarmos juntos, dizendo que agora seria diferente, que ele estava disposto a me assumir seriamente, namorar, até mesmo noivar. Resultado: neguei novamente! Eu já o conhecia o suficiente para saber que ele não cumpriria.

Ele insistiu e ficou me atazanando, tanto que algumas amigas chegaram a ser grossas com ele, e ele com elas! Foi então que uma delas, Luciana, viu um conhecido ou amigo que eu conhecia do meu tempo de colégio, chamado Artur, e ela foi pedir uma ajuda para ele. Ele veio sem pestanejar e nos cumprimentou: a mim com um beijo na bochecha; ao Edson com um aperto forte na mão. Artur notou que algo realmente não estava bem e perguntou para mim, bem na lata do Edson:

- Está tudo bem, Artur. Só o Edson que não quer me deixar em paz. - Falei meio nervosa.

- Acho que a moça não está curtindo a sua presença, cara. - Falou o Artur para o Edson, com a maior cara séria.

- A gente já está se entendendo. É só você seguir o seu caminho e deixar que eu e ela vamos nos acertar.

Artur olhou para mim e viu que essa ideia estava só na cabeça do Edson. Então, ele foi mais grosso:

- Seguinte... Ou você sai, ou eu saio com você! Posso até ser expulso da festa, mas vou te levar junto, talvez até para o hospital. Mas você não vai mais incomodar a Fernanda.

- Tá louco, mané!? Nem te conheço.

- Mas vai conhecer da pior maneira...

A confusão já estava armada. Os dois se encararam e deram um passo na direção um do outro. Eu entrei no meio dos dois e o Artur falou:

- Relaxa, Fernanda, só vou ensinar boas maneiras para esse carinha aí. - Disse o Artur.

Só que o Edson não havia percebido que o Artur estava com dois outros amigos que eu não conhecia. Eles, ao verem que o clima começava a azedar, chegaram junto para apoiá-lo. O Edson não teve outra saída a não ser sumir.

Agradeci ao Artur e aos seus amigos, que ele me apresentou. Ficamos todos papeando por um tempo. Logo, minhas amigas encontraram seus paqueras e foram saindo. Pouco depois, os amigos do Artur fizeram o mesmo, deixando somente eu e ele. Ficamos papeando um tempo ainda, sugestão dele para ter certeza de que o Edson não iria se aproximar novamente. Nesse papo vai, papo vem, acabei contando para ele que eu estava conhecendo o Mark, mas que ele havia me dado o bolo justamente naquele dia. Artur disse que isso era imperdoável, injusto e canalha da parte do Mark, que se fosse ele, nunca me colocaria em segundo plano. E eu, boba, ouvi e gostei do que ouvi.

Bem, acabou que a boba aqui ficou com o Artur. Não vou dizer que eu esperava por aquilo, pois não esperava. Minha intenção era somente ir e confrontar o Mark, caso eu o visse lá, ou só me divertir com minhas amigas. Só que o Artur é um cara bonito, de presença e soube me envolver aos poucos. Quando percebi, já estava aos beijos com ele. Ficamos juntos na festa, no baile e depois que tudo terminou também.

Aliás, terminado o baile, ele quis me deixar em casa, mas recusei, alegando que meu pai era complicado, que se ele estivesse fumando e me visse chegando com alguém, poderia dar um problemão. Como nossos pais moravam relativamente perto, ele parou o carro em frente à sua casa e ficamos conversando. Ok. Não conversamos apenas, também rolou muito beijo, e passada de mão, até chupada no pescoço:

- Não! Calma, Artur. Não me deixa marcada, porque eu... e o Mark... enfim...

- Pode deixar, Nanda. Vamos só curtir, então.

Ele me convidou para entrarmos em sua casa, pois os pais estavam na chácara da família por não suportar a bagunça da época da festa de peão. Recusei o quanto pude e aceitei ficarmos apenas na escada de acesso. Acabamos não ficando só na escada e fomos parar dentro da sala, mais especificamente no sofá, onde os beijos continuaram e as passadas de mão ficaram ainda mais intensas e íntimas.

Não sei explicar, mas nesse dia eu estava tão inconformada pelo bolo que o Mark me deu e pela forma como o idiota do Edson me tratou, achando que podia mandar em mim, que eu decidi que quem mandaria naquele resto de noite seria eu. E foi o que eu fiz. Pelo menos, eu tentei...

Primeiro, eu sentei no colo do Artur, para beijá-lo mais intensamente e de cara já senti o seu pau duro embaixo de mim. Ambos estávamos de calça, o que me garantia um certo controle se quisesse parar:

- Por que a gente não tira a roupa para ficarmos mais confortáveis, Nanda? - Ele perguntou, a voz entrecortando de tão excitado que estava.

- Porque?! Porque... Porque não, ué! - Respondi com uma voz que de irresignada tinha nada: - Eu nem deveria estar aqui, Artur. Tem o Mark e eu...

Ele me calou com um beijo e sutilmente senti que começou a se esfregar embaixo de mim enquanto nos beijávamos. Ele seguia acariciando os meus seios e a minha bunda, por cima da roupa. Vendo que ele estava tendo trabalho com a minha jaqueta, eu a tire, ficando apenas com uma camisa branca de manga comprida. O safado enfiou a mão por dentro dela, e do meu sutiã, para tocar meus seios, o que me fez gemer, mesmo com a minha boca colada a dele:

- Posso só tirar a jaqueta também? - Ele pediu e eu consenti.

Só que o safado tirou a jaqueta e a camisa de uma vez, ficando com o peito nu, um peito forte, pelado, branquinho:

- Por que você também não tira a camisa? Assim a gente pode sentir a pele um do outro, hein? - Ele pediu, quase implorando.

Imaginei que aquilo não seria nada demais, mas eu também não queria que ele me visse como fácil demais. Então, peguei minha bolsa e olhei as horas em meu celular. No campo de notificações, havia uma mensagem do Mark, enviada próxima das 23:00:

“Desculpa por hoje. Prometo que vou te compensar amanhã. Beijo.”

Senti um calafrio percorrer toda a minha coluna. Não era excitação, era algo mais íntimo, quase sentimental. Pela primeira vez, senti-me mal por ter ido à festa. Encarei o Artur, o semblante já entristecido e mostrei a mensagem. Ele a leu:

- Olha, ainda assim acho que ele podia ter sido mais presente. No mínimo, ele devia ter ido até a festa te encontrar.

- Ele não sabia que eu ia, Artur. Quando ele me disse que não daria para ir, eu só concordei. Não combinamos nada mais.

Eu já estava prestes a desistir, mas ele me puxou para si e beijou novamente a minha boca. Mesmo chateada, agora comigo mesma, acabei aceitando que dar uns beijos ainda era aceitável, afinal, eu e o Mark estávamos só nos conhecendo, nem namorando estávamos.

Artur sabia beijar bem demais, talvez tão bem quanto o Mark. Logo, estávamos embalados e só senti ele desabotoando a minha camisa. Acabei cedendo, deixando ele tirar a minha camisa, mas ainda ficando com o meu sutiã. Deitei-me sobre ele e a pele dele parecia estar fervendo de tão quente que estava, acho que a minha também. Os beijos ficavam cada vez mais intensos e eu comecei a me esfregar em seu pau que parecia duro como uma rocha. Não sei como aconteceu, mas senti que meus seios também estava esfregando no peito dele. Quando olhei para baixo, vi que ele havia desabotoado o sutiã. Olhei meio invocada para ele que me respondeu com a voz embargada de tesão:

- É só pele, Nanda. Relaxa. Vem.

Tirei o sutiã de vez e me deitei sobre ele. Meus mamilos estava duros como pedra com a excitação daquele momento. Quando os encostei no peito dele, sentindo o seu calor, foi como se uma onda de choque percorresse todo o meu corpo. Eu pensava estar no controle de tudo, mas só me dei conta de não quando ele, sem que eu esperasse, inverteu as nossas posições, passando a ficar por cima. Ele então passou a se esfregar entre as minhas pernas como se estivesse me comendo com uma vontade quase louca.

Os beijos começavam em nossas bocas, mas os dele agora percorriam o meu pescoço enquanto suas mãos massageavam meus seios, ora carinhosamente, ora com mais força. Eu suspirava de olhos fechados aproveitando aquele momento, mas ainda tentando manter alguma sanidade. E foi aí que ele desceu a boca e abocanhou um dos meus mamilos. Minha única reação foi apertar sua cabeça e gemer.

Ele não parava. Eu já respirava mais descompassadamente. Senti ele descer sua mão até conseguir desabotoar meu cinturão e minha calça, mas só vi que estava prestes a cruzar uma linha sem retorno quando sua mão tocou minha vagina por cima da calcinha:

- Não. Não! Isso não...

- Calma! Não vou fazer nada além disso. Só quero te fazer gozar gostoso.

- Ainda assim! Eu... Eu não quero...

- Tudo bem. - Ele tirou a mãos de dentro da minha calça.

Fiquei encarando-o, ainda meio invocada. Eu sentia que ele tinha abusado um pouco, mais ainda sabendo que eu estava me relacionando com o Mark. Fechei os meus olhos tentando tomar uma decisão que poderia mudar tudo em minha vida, ficar ou ir. Quando abri meus olhos, vi que ele havia tirado as botas e já baixava suas calças. Não tive reação a não ser ficar olhando enquanto seu pau surgia estufado por trás de uma cueca cinza, um bom volume, diga-se de passagem. Arregalei os meus olhos e ele se deitou sobre mim:

- Calma! É que a festa foi bem animada e eu estou com um baita calor. Cê não tá não?

- Tá! Calor, né? Sei... - Resmunguei: - Mas precisa... ficar assim!?

- Qual o problema? É uma roupa. Não estou pelado.

- Não. Nem vai, né?

- Não farei nada que você não queira. Prometo.

Eu não tinha por que duvidar dele, mas também não tinha porque confiar cegamente. Então, num instante, ainda pensando no Mark, tomei uma decisão, e me levantei. Passei a procurar o meu sutiã, querendo vesti-lo para ir embora dali. Só que ele também foi rápido e me encoxou por trás, apertando os meus seios com as duas mãos e beijando a minha nuca. Depois, ainda sussurrou:

- Calma! Relaxa... Vamos aproveitar o que tivermos que aproveitar. Eu te fiz uma promessa. Confie em mim.

- Mas... Mas...

- Só relaxa.

Amoleci ouvindo aquela voz rouca e embargada de tesão. Então, ele pegou a minha mão e fez algo impensável para mim naquele momento: enfiou-a por dentro da minha calça e a levou até a minha vagina, passando a alisá-la com os meus próprios dedos:

- O que... O que você está fazendo?

- Não vou te tocar, mas nada impede que você faça isso.

- Mas eu... nunca acertei fazer isso.

- Eu te ensino.

- Ensina!? Quer dizer... - Pigarreei: - Como assim... ensina?

- Deixa eu te guiar e relaxa.

A essa altura a minha calça, que já havia sido desabotoada antes, já estava bem abaixo da linha da cintura, do meio da bunda para baixo. Eu não fiz nada, apenas deixei que ele guiasse os meus dedos por cima da minha calcinha. Encostei a minha cabeça em seu ombro e fechei os olhos, decidindo apenas sentir um pouquinho daquele toque gostoso. Esse foi o meu erro. Logo, senti dedos invadindo a minha calcinha, os meus dedos, com os dele por cima:

- Ar-Artur... As-Assim não...

- Não sou eu. É você quem está fazendo tudo, Nanda. Curte. Só curte...

- Eu... não sou boa com isso.

Mas eu também não o parei, afinal, seus, digo, os meus toques, estavam realmente gostosos. Só que, sutilmente, ele deixou seus dedos entrarem nos vãos dos meus e logo era ele quem tocava o meu clítoris. Quando ele pressionou com um pouquinho mais de força, senti um comichão e travei minhas pernas uma na outra, jogando o meu corpo para a frente, enquanto tremia. Não era um orgasmo, ou talvez fosse, mas era algo potente e que me tirou literalmente do prumo. A imagem do Mark me veio à cabeça, enquanto eu lutava contra mim mesma.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DA AUTORA, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 351Seguidores: 725Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Depois que chegamos a certa idade, as lembranças da juventude são mais gostosas!

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Aí Nanda, ouviu o que eu sugeri ao Mark, mas invez dele contar suas peripécias, vc está contando as suas!

De recatada a uma hotwife! 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

É gostoso ouvir histórias assim do passado, vivência, aprendizados!

Coitado do Mark!

Parabéns!

Safadinha! Kkkkkkkkkkk

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Sempre foi muito safadinha rsrsrsr, adorei o conto. mas agora, deu ou não deu rsrsrs teremos de esperar pra saber, mas uma coisa é certa, o Arthur tem lábia.

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