UMA NOVA FAMÍLIA – IV – ARREBENTANDO TABUS

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 1326 palavras
Data: 08/04/2026 19:41:27
Assuntos: Gay, Homossexual

Certo dia, ao entrar no apartamento de Manu, notei-a agitada mas procurando manter a calma; estranha, mas tentando demonstrar naturalidade. E antes que eu a questionasse (e talvez eu não fizesse isso, porque, pelo nosso acordo, se alguma coisa estiver incomodando ou precisando ser dita, será dita, sem que o outro pressione), ela veio ao meu encontro, pendurou-se em meus lábios e me puxou para a cama – mas de um jeito que não era para foder, eu já conseguia distinguir essas coisas.

Deitada sobre mim, seios amassados contra meu peito, a xoxota sabendo do meu cacete duro, falou que precisava me dizer algo: um colega de trabalho, em quem ela estava de olho desde que aparecera no escritório da firma, para uma consultoria, esse colega convidou-a para sair, após várias insinuações dela. “Eu estava tão afoita que já fui aceitando o convite, e somente então ele me disse que era o fim de semana todo, na chácara de um amigo dele. Ele me mostrou as fotos: tem um chalé no meio da mata, com paredes de vidro – até o banheiro é transparente... Minha buceta alagou e meu cérebro bugou: aceitei sem nem pensar que eram três dias, e sem falar com você...”

Tranquilizei-a, fazendo-a ver que não precisava de forma alguma ficar angustiada, menos ainda me comunicar antes. “Sua xoxota molhada decidiu por você, minha deusa!” Eu estava super feliz, só de antever o prazer imenso que ela iria experimentar. “Mas eu vou querer o relato minucioso, os detalhes mais sórdidos, na sua volta...” Ela não me deixou falar mais nada. Seus olhos se iluminaram feito duas tochas, e me beijou com uma avidez intensa, esfregando-se feito enguia no meu corpo. Em pouco, estávamos nus e nos fodendo, numa ânsia louca que somente dois corpos que se amam acima de todas as convenções sociais podem se amar. Gozei gozamos!

Na sexta-feira, feriado nublado, Manu saiu de casa cedinho, mochila nas costas, para seu festival de trepança na casa de vidro do meio da floresta, com seu mais novo crush, disposta a quebrar todos os tabus e convenções. Antes de descer, porém, veio ao meu apartamento, enveredou pelo meu quarto, pediu que eu atualizasse Fê sobre a viagem, pois não conseguira falar com ele pelo celular (aquele viado deve estar trepando por aí, com o celular desligado); em seguida, deu uma bela chupada no meu pau, deixando-o rígido, para o alto e brilhando. Ela estava ainda mais gostosa, num mini-micro-short todo enterrado na bunda. Duvido que conseguissem chegar à chácara sem se comerem antes... E com a chuva que prometia cair, decerto não sairiam da cabana de vidro.

Ainda fiquei na cama, conversando com minha preguiça, antes de me levantar e tomar aquele banho quente, embranquecendo o banheiro de vapor. Sequei meu corpo, deixando-o úmido, e fiquei desfilando minha nudez pelo apartamento, mordiscando uma coisa e outra, já começando a sentir saudade de Manu. Debrucei-me na varanda, apreciando o chuvisco que principiava, comecei a pensar na tora do seu colega comendo a buceta da minha parceira, e minha pica foi se fazendo dura. Fechei os olhos, só sentindo o vento de chuva acariciando meu corpo e a neblina umedecendo meu rosto, braços e peito.

Um barulho de porta se abrindo e Fê entrou, lépido, dando bom dia e derramando alegria por todos os poros. Estava só de bermuda folgada de pijama, o corpo ainda molhado de banho. Chegou à varanda, deu uma lambida no meu rego, a título de cumprimento, e se pôs ao meu lado. Dissera que vivera um dia muuuuuito gostoso com sua “apetitosa carne”, que nunca dera tanto o boga – e exagerava nos trejeitos. Perguntou pela mãe. “Foi passar o finde prolongado trepando numa chácara com parede de vidro.”

– Uau! Que tudo! Então ela deixou o bofe dela todo pra mim!

Aceitei a provocação:

– Será que você vai dar conta?

Aí baixou a diva da seriedade em Fê, ele me olhou nos olhos:

– Ah, Clau... Você sabe que eu sou super a fim de você, desde o dia em que a gente se conheceu na conveniência, né? Só que como dona Manu ficou balançada também, achei que ela merecia mais do que eu, naquele momento difícil que estava passando. Mas meu tesão por você só aumenta com o tempo e as tentativas de autorrepressão. Vocês estavam tão felizes juntos, que fui ficando sem jeito. Suas fodas maravilhosas me deixavam aceso, pensando em estar no lugar da minha mãe.

Segui sua onda:

– E você sabe que eu sempre quis você? Muitas vezes imaginei esses lábios indo além do selinho, esse abraço gostoso indo além do cumprimento... Mas também achei que isso tudo fazia parte de sua espontaneidade, e ficava na minha.

– Nós somos dois bostas mesmo, né não? – Seu sorriso de olhinho fechado despertou todas as minhas borboletas.

E nos beijamos com todo o tesão acumulado, a chuva agora caindo forte, enquanto eu fui baixando sua bermuda e libertando seu pau, que pinotava para o alto. Esfregamos nossos paus enquanto nos abraçávamos. Ele se agachou e sentou-se diante de minha rola, tomando-a na boca e boqueteando com competência, enquanto seus dedos vasculhavam meu cu. Eu gemia como uma desvairada.

Ao perceber que gozaria, fui também abaixando e sentando devagar sobre a pica tesa de Fê, que a acomodou em meu cu e foi me penetrando suavemente. Eu controlava os movimentos de sobe e desce, nenhum dos dois se importando com o banho que tomávamos, os grossos pingos que invadiam a varanda, nos banhando e multiplicando nosso prazer. Gemíamos loucamente...

Eu sentia a cabeça da sua rola tocando no mais fundo de mim, como sentia o vento frio quente que açoitava nossos corpos. Eu senti sua rola crescendo e chovendo seu tesão no meu interior, enquanto sentia a chuva lavando nossos corpos ardentes. Fê ofegava, eu também, sua rola ainda pulsava dentro do meu cu. Carinhosamente saí de cima dele e o fiz deitar no chão, em meio a uma poça d’água. Suguei seu cu, enfiando minha língua até onde conseguia. Ele gemia, rosto na poça, fazendo bolhas d’água.

Ele abriu as pernas, e aquele cu rosado e depilado me chamava. Segurei minha rola, direcionando-a, e ela foi sumindo deliciosamente naquele buraquinho. Eu estocava com carinho, enquanto seu corpo se remexia sob o meu, espalhando água por toda a varanda. Sentindo a chuva forte lavando meu cu, que expulsava o leitinho tomado antes, fui acelerando os movimentos, sentindo a energia do gozo se aproximando e explodindo em Fê, com a energia de mil demônios. Eu mordi a nuca dele, que empinou mais ainda o rabo, desejando me engolir por inteiro pelo cu.

Depois de gozados, rimos muito, nos beijamos e brincamos girando nossos corpos nus na poça d’água da varanda, a chuva feito temporal, também a natureza gozando sobre nós.

Nesse final de semana prolongado e chuvoso não conto as vezes que nos comemos, nos chupamos, nos gozamos, nos beijamos. Tomamos banho juntos, nos alimentamos um sentado no colo do outro (teve uma vez que tomamos o café da manhã ele sentado no meu colo, com minha pica enfiada no seu cu). Foram muitos beijos, dormimos juntos, de conchinha (muitas dessas conchinhas terminando com uma enfiada no rabo do outro e mais uma foda).

No domingo, depois da pizza do almoço e do cochilo, Fê falou que sua “apetitosa carne” estava querendo comê-lo, naquele final de semana em que praticamente não se falaram.

– Tudo bem, Fê... Pode ir...

– Mas eu não queria te deixar... Ainda não consegui matar minha saudadinha...

– Então chama ele pra cá...

– Não acredito: tu ficaria com nós dois, bicha?!

– Se ele não estranhar, por mim tudo bem...

Aí veio a revelação:

– Estranha não. A gente faz muita loucura junta. E ele sabe que eu sempre fui super a fim de você, e que sonhava em ficarmos juntos, os três...

O safado parecia ter tudo planejado. Não seria eu que iria frustrar os seus planos, não é?

– Pode chamar, então!

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Comentários

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Porra que delícia de desfecho!! Não só o desfecho, tudo!

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Nooosssa, pensei que ia terminar por aí, finalizando com o Fê, mas vejo que apareceu outra pessoa. Quero ver, como vai ser desenrolar o próximo e já imaginando quando a mãe do Fê voltar.

Meu pau não para de latejar imaginando os próximos contos.

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Prepare seu pau para gozar muito, que ainda tem muita safadeza pra rolar...

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