Corrida para uma crentinha safada

Um conto erótico de CarlosUber
Categoria: Heterossexual
Contém 1521 palavras
Data: 08/04/2026 13:20:43

Na época da escola todo mundo era doido pela Kelly. Ela era daquelas garotas que se desenvolvem rápido e tinha um corpo incrível. Era alta, tinha a cintura marcada, bunda grande e arrebitada e peitos médios durinhos. As mulheres morriam de ciúme, os caras de tesão, mas ela não dava brecha, apesar de provocar bastante.

Numa confraternização do segundo ano eu cheguei a beijar ela, a vagabunda se esfregava no meu pau, mas freava qualquer incitação maior.

Pois bem, acontece que depois do ensino médio ela conheceu um carinha um pouco mais velho. Ele tinha herdado o mercado dos pais recém falecidos e começou a namorar a Kelly. Ele era crente e comecou a levá-la junto para a igreja, daí ela se converteu. Apesar dos vestidos comportados, continuava uma gostosa, só mais recatada.

Eis que num domingo a tarde, eu estava rodando pelo meu bairro e recebi uma chamada para a Congregação. Chegando no embarque, era Kelly, junto com o namorado. Os dois bem vestidos e perfumados.

Ao entrar ela fingiu que não me conhecia, acho que pra não acabar falando do passado. Eu confirmei o destino e os levei.

Umas 2 horas depois, vi uma chamada no radar com o destino inverso e resolvi aceitar, já sabendo que seriam eles. Porém, dessa vez, só ela embarcou.

- Boa tarde. Kelly né? - comecei.

- Oi, Carlos. Você sabe que sou eu. É de volta pra casa mesmo.

Eu fiquei curioso para entender o motivo de ela ter me ignorado na Indaguei e estar disposta a falar na volta.

- Achei que não se lembrava de mim, nem falou comigo quando viemos.

- Ah, sabe como é né? Meu noivo é meio ciumento e não gosta de falar com o pessoal que eu conheci antes dele.

- Qual é. Eu sou tão gente boa. - falei isso dando uma gargalhada.

Ela relaxou mais depois disso e começamos uma conversa leve.

- Você tem vergonha da sua vida antes dele?

- Claro que não. Eu era virgem até conhecer ele. Apesar das pirraças, nunca fui de aprontar. Você sabe.

- Pera aí. Vocês são noivos né? Não é pecado transar antes do casamento?

- Pode até ser. Mas eu tava com vontade, ele tambem. De qualquer modo, foi só uma vez. - gargalhou.

- E valeu a pena esse pecado?

Ela ficou meio constrangida com a pergunta e relutante em responder. Mas, depois de pensar, resolveu falar.

- Nem tanto viu. Ele era virgem também. Foi tudo tão rapido.

Eu nem estava procurando, mas a brecha apareceu e eu ia explorar.

- Entendi. A primeira vez tem que ser com um cara rodado, Kelly. Que saiba o que fazer.

- Talvez. Mas eu não tinha como saber né.

- Verdade. Mas agora que sabe, pode ter outra chance.

Eu dei uma gelada, não sabia se era uma boa ideia, mas estava querendo ver até onde dava pra ir.

- Como assim? Ele não vai ficar experiente do nada. - respondeu Kelly.

- Eu sei disso, mas você pode procurar outro, só para experimentar. Tipo eu.

Ela parou um pouco, olhou para mim pelo espelho e eu fiquei firme, sem demonstrar muita dúvida.

- Você deve estar brincando.

- Claro que não. Se eu te pegar, você vai descobrir do que gosta, aí ensina pra ele.

Kelly parecia incerta, mas não me repreendeu nem um pouco.

- Olha aqui. - me direcionei a ela. - Tira o cinto e olha.

Botei meu pau duro pra fora e ela veio dar uma olhada. Quase inconscientemente ela mordeu os lábios e ficou um tempo admirando. Eu mal conseguia me concentrar no caminho, sabia que estava perto.

- Seu pau é grande mesmo. - disse ela quase sussurrando.

- E não é só isso. Aposto que ele nem te chupou, ou dedou sua bundinha. Eu posso fazer tudo isso.

Ela fez uma cara de confusa, mas não voltou para o lugar, continuava olhando meu pau.

- Faz o seguinte, pega nele e diz o que você sente.

Ela não titubeou nesse momento, agarrou minha pica e alisou ela uns segundos.

- Você tá bem duro. - comentou.

- Estou. Imagina essa rola dura na sua buceta. Ia ser gostoso né?

Foi então que ela sentou novamente e ficou quieta por um tempo.

- Meu noivo está na igreja para o culto que vai ter a noite, só sai lá pelas 21h.

Eu entendi a deixa na mesma hora. Fui até o destino só para finalizar a corrida, mas não a deixei descer, logo comecei um outro caminho.

- Estamos a 5 minutos do motel. Vou te fazer mulher de verdade.

O caminho todo ficamos em silêncio, entrei no motel, passei pela parte burocrática e fomos para o quarto. Ela desceu na frente, eu depois.

Quando entrei no quarto, ela estava sentada na beira da cama. Eu me juntei e a agarrei quase engolindo. O beijo dela era delicioso, tinha malícia, tesão. Enquanto estávamos na pegação frenetica, desci a mão até sua calcinha, que estava ensopada.

Kelly tomou a frente e comecou a tirar o vestido, usava uma lingerie branca - safada até demais para uma crente-, o corpo dela era lindo, quase um pecado esconder num vestido tão ruim.

Fomos nos deitando na cama e ela tirou minha blusa, cheirou e beijou meu corpo, depois tirou o sutiã esperando uma retribuição, assim o fiz. Ela tinha mamilos rosinha, bem macios e desenhados, que mulher espetacular. A cada novo movimento, eu ia mais fundo na buceta, dedando e massageando, arrancando gemidos discretos e deliciosos dela.

Me levantei para tirar a calça, ela ficou ainda mais impressionada com meu pau de perto e veio pegar nela. Massageava discretamente e olhava quase salivando.

- Mama, safada. Eu sei que você quer.

Ela só precisava desse gatilho, caiu de boca com uma vontade enorme. Era desajeitada, mas sua fome fazia ela babar e lamber do jeito que eu gosto. Senti, por vezes, sua garganta contrair na minha glande, um tesão maravilhoso. Ela bateu com o pau na cara algumas vezes, o que me deu uma ideia. Puxei para que ela ficasse de joelhos no chão e mamasse mais um pouco. Depois tirei o pau da sua boca e fiquei punhetando o, batia a pica na cara dela e falava sacanagens.

- Você gosta dessa pica, Kelly?

- Gosto muito. - respondia de olhos fechados.

- Daqui a pouco você vai reencontrar seu noivo corno e vai beijar ele. Ele vai sentir o gosto do meu pau na sua boca.

Ela botou a língua pra fora, esperando mais.

- Fica de quatro na cama, cachorra.

Ela abriu os olhos e levantou, beijou minha boca e fez o que eu pedi, de quatro toda empinada. Eu afastei sua calcinha de lado e caí de boca, seu corpo reagiu de imediato, voltando contra mim como se desejasse aquilo mais que tudo, enquanto sua boca soltou um dos gemidos mais profundos que ja ouvi.

- Que delicia... - gemeu enquanto minha língua era enterrada na sua buceta.

Fui com vontade, sem pena daquela bucetinha, queria deixar aquela crente puta marcada pela transa comigo.

Ela rebolava desajeitada e pressionava cada vez mais o corpo contra minha boca. Foi aí que eu parei. Ela olhou com certo desespero, mas não reclamou quando viu o que viria a seguir. Já estava punhetando meu pau e o aproximando dela.

Enfiei sem pedir licença, mas com calma, ela era bem apertada, quase virgem. Mais um daqueles gemidos profundos quando entrei por inteiro, então comecei a socar sem pena. Ela se segurava na cama como se quisesse controlar a vontade de gritar. Eu não parava nem para respirar, metia firme e com força nela. Sua bunda empinada era um convite a ir mais longe e eu estapeava e massageava por cima do cuzinho.

- Agora sim, sabe como é trepar de verdade. Vai querer outra vez?

- Vou sim. Mete, não para.

- Vai ser minha puta, crentinha cachorra?

- Vou, Carlos. Me come.

Eu segurei na cintura dela e comecei a socar o mais forte que conseguia. Era difícil me controlar, mas logo ela anunciou que ia gozar.

Mais duas socadas com força e ela gritou de prazer. Ela urrava sem parar e apertava forte na fronha. Fiquei parado admirando e só voltei ao mundo real quando ela caiu de bruços na minha frente, com a buceta ainda piscando.

Fiquei me punhetando e admirando aquele rabo enorme e o trabalho que tinha feito naquela puta. Ela estava ofegante, mas calma.

Me sentei do seu lado e segui me masturbando, ela olhava pro meu pau como no carro, ainda cheia de desejo.

- Vem cá. Chupa que eu gozo na sua boca.

Ela veio e começou o boquete, mas chupou sem força dessa vez. Isso me deu mais tesao ainda e logo eu gozei. Ela fez questao de tomar meu leite e chupou quase tudo, mas ainda esporrou um pouco no seu rosto.

- Que delicia, Kelly. Não limpa a boca até beijar aquele seu noivo corno, ouviu?

Ela apenas acenou que sim. Nem fez questao de se lavar, apenas colocou a roupa e sentou na cama, esperando eu me trocar.

Saí do hotel e a deixei na porta de casa, deixando tambem um cartão meu.

- Quando quiser repetir, me liga. Eu sei do que você precisa.

- Eu vou ligar e não vai demorar, viu? - disse ela se despedindo...

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Comentários

Foto de perfil de Loiro Safado RJ

Tesão da por.. esse conto. Quanto tempo tem essa história? Rolou de novo? Onde (em qual cidade) rolam essas corridas? Rs... conta mais aeehhh...

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Quê delicia de conto,ficou imaginando essa gostosa,também gozei, nesta crente gostosa, manda uma foto dela ,pauloealine930@gmail.com

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