“A história que vou contar não teria sido diferente mesmo se o pênis de meu filho não fosse tão excepcional, pois quando o seduzi não fazia ideia. Fisicamente é dolorido e desconfortável por ser muito grande, mas o que dá tesão é a potência do macho que te toma e te preenche, especialmente se ele é o ser a quem você deu à luz e um espécime tão formidável de dar orgulho.”
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Tudo começou com meu casamento muito, muito jovem por ter ficado grávida. Eu amava meu namoradinho de paixão e ele a mim e nos pegas e amassos chegamos ao sexo muito antes da hora. Não éramos totalmente desconhecedores de que eu poderia ficar grávida, então o único método que podia usar sem que minha mãe descobrisse era a tabelinha e evidentemente não funcionou.
Famílias tradicionalistas e religiosas nos fizeram casar, mas não faltou apoio financeiro e nem de ajuda com as duas avós cuidando do neto enquanto continuávamos os estudos, nos formávamos e Tales começasse a trabalhar. Apesar de jovens e atarefados éramos muito felizes porque nos amávamos muito.
Por ter arrumado um ótimo emprego em uma grande empresa, Tales me pediu para não trabalhar e só cuidar do filho, pois já tínhamos dado muito trabalho as nossas mães cuidando dele e era hora delas descansarem. Concordei com a ideia sabendo que ficaria mais próxima de meu filhinho, pois tinha remorso de não cuidar dele como deveria.
Os anos foram passando e continuamos muito ativos sexualmente com o mesmo tesão da adolescência. Tales é meu tipo de homem e por isso comecei a gostar dele, depois namorar e transarmos antes da hora. Cara de homem com queixo quadrado, principalmente quando a barba estava por fazer. Lindo com olhos esverdeados e moreno com o cabelo bem preto ondulado. Fora isso seu corpo naturalmente tonificado era grande, largo e alto com 1,83 m e quando me envolvia com aqueles brações, me sentia no melhor lugar do mundo e minha calcinha melava.
Seu dote acompanhava seu corpo e só o aguentava porque começamos a fazer sexo muito cedo quando não era totalmente desenvolvido e fui me acostumando aos poucos enquanto ele crescia. Ser meu tipo de homem, talvez seja porque sou completamente diferente dele. Tenho 1,60 m, sou loira de olhos azuis e um rosto tão feminino que pareço ter bem menos idade do que tenho. Costumam dizer que sempre tive cara de menina mesmo após a adolescência.
Tudo em meu corpo sinuoso se destaca. Tenho seios grandes e bem firmes mesmo tendo amamentado, bumbum redondo e grande, mas sem exagero e cintura muito fina. Minhas pernas são torneadas levemente musculosas chegando ao bumbum arrebitado. Tudo natural porque não era adepta de academia antes dessa história, mas me cuidava na alimentação regrada.
Por amor a meu marido, ter um tesão gigantesco por ele e sempre me deixar muito satisfeita, sempre me vesti com roupas que não chamassem atenção, mas mesmo assim as formas de meu corpo são difíceis de esconder e quando visto calça jeans ou vestido sempre fui muito xavecada, mesmo quando tinha meu filho Giuliano ao meu lado ainda pequeno.
No auge de minha vida aos 32 anos eu tinha um marido lindo e tarado, um filho na adolescência amoroso comigo e estudioso sem dar nenhum problema de comportamento e uma vida financeira muito tranquila pois além do salário de Tales, meu pai dava uma bela mesada por estar muito bem de vida e ter só duas filhas.
Tínhamos toda a família unida e sempre estávamos juntos com a família de Tales ou a minha e anualmente viajávamos para um lugar diferente.
Então tudo começou a mudar quando se abriu a possibilidade de Tales ser promovido de Gerente a Diretor da Empresa e era uma enorme promoção. Em salário, mas também em dedicação e para ter essa promoção que disputava com outro Gerente começou a trabalhar muito mais, mas o pior foi começar a ter que fazer Happy Hours para melhorar seu relacionamento com os outros Diretores.
Ele que nunca bebia mais de duas latas de cerveja ou duas taças de vinho, sendo exemplar ao filho, começou a chegar embriagado em casa nas noites que não trabalhava até muito tarde. Isso afetou seu interesse por mim caindo drasticamente o delicioso sexo que fazíamos.
No início achei que seria passageiro até conseguir a promoção e aceitei resignada, mas quando conseguiu o tão desejado posto de Diretor só piorou. Ou ele chegava muito tarde trabalhando demais para mostrar serviço ou quando saía mais cedo, ia beber com os colegas de trabalho não conseguido mais deixar as bebidas.
De um jeito ou do outro ia direto dormir me deixando na mão. As vezes rolava um sexo, mas cada vez era menos frequente e cansado não era nada como antes me deixando insatisfeita por meu tesão estar no ápice devido minha idade.
Claro que desconfiei sobre ter uma amante, mas pedi a Giuliano para ir a seu escritório tarde da noite e aos bares que frequentava e seu pai sempre estava lá trabalhando ou bebendo com amigos.
Giuliano é fisicamente a cópia exata de seu pai e adolescente ainda já era bem maior do que eu e lindo de dar orgulho, mas o que me dava mais orgulho era ser o filho exemplar, estudioso, muito família e ser um companheiro meu sempre disposto quando precisava de sua ajuda para qualquer coisa.
Após um ano de Tales se tornar Diretor nossas relações sexuais caíram para duas ou três por mês. Pesquisei sobre o assunto e o estresse realmente acaba com a libido, mesmo de alguém jovem como ele aos 33 anos. Além de trabalhar muito e beber, começou a viajar frequentemente para a Matriz no exterior e outras filiais ao redor do mundo. Normalmente por uma semana, mas as vezes por 10, 15 dias.
Eu só aguentava porque o amava demais e por ele me dizer que logo tudo se acalmaria e voltaria a dar a merecida atenção a mim. O sexo antes incendiário tinha perdido o fogo e muitas vezes ele só fazia amor porque eu exigia, mas quando tinha bebido nem se lembrava que tínhamos feito amor na noite anterior.
Brigávamos muito e nosso filho acompanhava nosso distanciamento aumentando, mas para me ajudar me confortava sendo presente e fazendo as coisas comigo que seu pai não fazia mais. Coisas simples como ir a um restaurante, me acompanhar ao shopping, supermercado ou ir assistir um filme que eu queria assistir no cinema ou em casa, entre tantas coisas que me faziam falta.
Estava há 3 meses sem sexo e subindo pelas paredes e Tales saiu para uma viagem de só um dia para outro estado. Para me confortar eu tinha começado também a tomar vinho, nada como Tales, mas abria uma garrafa e tomava metade para afogar minhas magoas uma ou duas vezes por semana no máximo.
Naquela noite eu estava particularmente sensível porque Tales viajou sem lembrar que era nosso aniversário de casamento e o pior foi que já noite, não me mandou nenhuma mensagem se lembrando.
Além de sensível por uma vida que não tinha mais e sentia falta, estava com muita raiva dele por ter se deixando envolver pela ganancia não só pelo dinheiro, mas pelo poder que seu cargo agora lhe dava. O que adiantava me dar mais dinheiro para gastar em coisas pessoais se não me dava o que mais eu queria que era amor, atenção e o sexo delicioso que tínhamos.
Com essa raiva toda naquela noite fui além da meia garrafa e já tinha tomado uma garrafa inteira e abri a segunda. Tinha a TV ligada com a luz apagada, mas não assistia nada e só pensava nos momentos deliciosos de sexo intenso que tinha antes e que não tinha mais.
Giuliano em uma de suas idas a cozinha vindo de seu quarto, percebeu meu estado e como sempre, preocupado comigo veio se sentar a meu lado já com seu pijama de short e camiseta. Eu vestia uma camisola de seda comportada, mas que ia só até e metade de minhas coxas, normal para aquela época do ano.
– Mãe, é melhor parar de beber porque já tomou uma garrafa ou amanhã vai estar bem mal, falou muito, muito preocupado.
Mesmo em meu estado bem alterado consegui identificar em sua voz e seu rosto sua preocupação genuína por me amar demais.
– Aquele desgraçado nem se lembrou que hoje é a data de nosso casamento e nos casamos tão jovens e apaixonados, mais novos do que sua idade.
Tentando amenizar minha tristeza, ele deu uma desculpa por seu pai.
– Ele deve ter tido reuniões pesadas hoje.
Em minha confusão mental olhei bem para Giuliano e enxerguei naquela cópia exata de meu marido naquela idade, o namoradinho fogoso e tarado que eu tinha que sempre me levava ao ápice do prazer. Muitas das vezes no sofá da sala da casa de meus pais quando eles não estavam, me puxando para monta-lo quando eu estava propositalmente de vestido e só afastava a calcinha e me comia até gozarmos pelo menos duas vezes sem tirar, se não precisássemos terminar escutando algum barulho.
Pelo tanto que fazíamos amor foi difícil ter certeza de quando engravidei, mas pelas contas foi quase certo que engravidei em uma dessas vezes montada em seu colo no sofá de minha casa.
Olhar para Giuliano idêntico a seu pai naquela nossa fase de sexo despreocupado e incessante e me lembrar de nossos momentos no sofá me deu um imenso tesão e melou minha calcinha instantaneamente.
Não posso justificar o que fiz naquele momento pois é injustificável e até hoje não sei de onde veio aquela reação. Talvez porque eu fosse uma esposa muito jovem e bonita sendo negligenciada, mais estar sexualmente insatisfeita e necessitada além do álcool turvar a consciência do que era certo ou errado. Fora isso a cópia daquele homem que escolhi que era meu tipo ideal estar ali me dando atenção, sendo amoroso e preocupado comigo. Se há justificativas, são essas.
Não conseguindo me controlar de tesão, coloquei a taça na mesa central, me virei para seu lado e o montei o deixando totalmente surpreso e sem ação.
– Não importa os motivos, hoje seu pai realmente não deveria ter me deixado sozinha porque vai se arrepender, falei já imaginando até onde iria com aquela cópia de meu namoradinho que me conquistou.
Egoísta ao extremo nem pensava que jovem como era, Giuliano poderia ser virgem e se tivesse a primeira vez comigo o atacando poderia o afetar emocionalmente pela vida toda. Estava entorpecida pelo álcool e pelo tesão me levando a tomar uma decisão irracional sem pensar nas consequências. Minha buceta negligenciada pulsava de tesão.
– Mãe, o que você está fazendo?
Eu não tinha a resposta e a que dei foi começar a ir para a frente e para traz em seu colo, separando seu pau de minha xoxota melada só com os tecidos finos e macios de minha calcinha, seu short de pijama e uma cueca por baixo.
Sendo tão jovem e tendo os hormônios sexuais correndo intensamente por seu corpo, mesmo assustado e surpreso com minha atitude seu pau começou a reagir e o senti endurecendo e pulsando.
Não me veio em mente que qualquer jovem naquela idade com um ataque de uma mulher como seu vestindo uma camisolinha teria a mesma reação, porque entorpecida por tesão e álcool, justifiquei minha ação a mim mesma como se Giuliano estivesse gostando e querendo aquilo há muito tempo.
Nunca, nunca tinha pego nenhum lance dele mostrando desejo por sua jovem e linda mãe, sempre companheiro e amoroso por realmente me amar como mãe. Eu também jamais tive qualquer pensamento que não fosse de um amor maternal infinito, principalmente naqueles meses que esteve me consolando com o afastamento de seu pai.
Minha buceta que controlava minha ação insana se animou com sua reação e começou a se esfregar mais forte.
– Nem eu sei o que estou fazendo meu amor, mas se quiser me consolar mesmo me deixe continuar e se não quiser me diga agora, falei com o ultimo fio de consciência maternal que ainda restava.
Não sei se foi porque estava gostando ou porque eu disse que me consolaria que meu filho não reagiu e se entregou a minha insanidade. Eu não queria só fazer sexo com ele para satisfazer minhas necessidades, mas fazer ali no sofá como fazia com seu pai quando jovem me vingando dele pelo abandono.
Com minha mente turvada pelo álcool, olhava para o rosto de Giuliano as vezes pensando que era meu jovem namorado e outras tendo consciência que era meu filho, mas nada abalava meu tesão. Na verdade, só ficou insanamente maior.
Pela situação de sua mãe gostosa estar abusando dele, seu pau endureceu rapidamente e o sentindo em sua plenitude, parecia ter uma tora de madeira entre as pernas. Não via, mas como tinha montado centenas de vezes em meu marido, tinha a certeza que era mais grosso e maior do que o dele que já tinha um bom dote, mesmo Giuliano sendo bem mais jovem.
Era a única diferença gritante entre os dois e nunca reparei antes porque nunca olhei para meu filho com malicia e também porque nunca o peguei em uma situação constrangedora.
Apesar de ter aumentado meu tesão também me assustou porque sempre fui apertada para o pau de meu marido, mas nada pararia minha insanidade naquele momento. Não querendo perder tempo, me afastei escorregando meu bumbum até seus joelhos e levei apressada as mãos aos elásticos das cinturas do calção e da cueca e os puxei juntos até a metade das coxas onde não ia mais por meu bumbum estar lá.
Quando se soltou da cueca, seu pau deitou em seu púbis e passava do umbigo mostrando que era enorme, mesmo para mim que lidava com um pau grande antes. Além do tamanho era lindo, rosado, com um formato ovalado, mas com um detalhe saliente que corria da glande aos testículos por trás.
Mesmo entorpecida pelo álcool nunca me esqueceria daquela primeira visão daquele pau maravilhoso e o querendo sentir levei minhas duas mãos a ele lado a lado e ainda sobrava mais um tanto igual ao da largura uma mão. No de seu pai o que sobrava era a metade da largura de minha mão.
O envolvendo meus dedos não se fechavam sobrando o vão de um dedo quando no de meu marido os dedos se cruzavam ultrapassando a largura de um dedo. Ao aperta-lo era uma massa rígida e quente, mas tinha uma flexibilidade não diferente de seu pai.
As vezes olhávamos para minha mão em seu pau o sentido e outras para os olhos do outro sem dizer nada envergonhados pelo que acontecia. Eu precisava ter aquele pau dentro de mim urgentemente e me movendo para frente, voltei a apoiar um joelho no assento do sofá, mas tive que dobrar a outra perna e apoiar o pé para me levantar na altura daquele poste que eu tinha colocado em pé.
Visualmente, por fora minha buceta era pequena e com lábios delicados rosados de cada lado de minha fenda, mas internamente ela tinha se acostumado ao pau grande de meu marido, só que sempre muito apertada.
Quando afastei minha calcinha, Giuliano olhou boquiaberto para minha buceta loirinha próxima a seu enorme cogumelo. Quando me abaixei e o encostei entre os lábios levemente abertos o senti os abrindo e gemi ao mesmo instante que Giuliano gemeu.
– Ahhhhhhuuuuuuu, gemi
– Ohhhhhhhhh, Giuliano gemeu provavelmente sentindo a mesma corrente elétrica que passou por meu corpo.
O pincelei sentindo um prazer inimaginável. Pela diferença de tamanho já não confundia meu filho com meu namoradinho e sabendo de quem era meu tesão incontrolável tinha ficado muito maior.
Quando o encaixei na portinha decidi que acontecesse o que acontecesse com minha buceta, não iria parar. A dilacerar com o pau de nosso filho seria uma vingança ainda mais completa a seu pai que quando voltasse a usa-la não sentiria mais todo aquele aperto que sentia antes.
Ao começar me empalar as dores vieram junto e eram ainda mais fortes das que tive quando perdi a virgindade.
– Ahhhhhhhhiiiiiiiiiiiiiiiii, gritei assustando Giuliano que me olhou apavorado, mas como não parei ele voltou os olhos para seu pau enorme rasgando a bucetinha de sua mãe como jamais foi antes, a não ser quando ele saiu por ela.
Se estava quietinho gemendo contido olhando esbugalhado para meus lábios super esticados, eu gritava sem me conter de dor e um prazer imensurável, o maior que já senti me vindo definitivamente à consciência que era com meu filho e não com meu namoradinho que fazia amor comigo quando jovem.
– Auuuuhhhh. Aihhhhh. Mmmmmm.
Quando consegui engolir todo seu enorme cogumelo comecei a gozar insanamente no de longe mais poderoso orgasmo de minha vida e ainda tinha tão pouco dele dentro de mim.
– Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn.
Tão insano como aquele orgasmo fui eu que descontroladamente fui me empalando sem o cuidado de antes gozando continuamente sentindo meu canal ser arrombado sabendo que nunca mais seria como antes. Talvez pela dor da compressão gigantesca de minha buceta ou por estar assustado com meus gritos Giuliano não gozou e ficou acompanhando enquanto seu pau enorme desaparecia na bucetinha de sua mãe.
Eu estava em um orgasmo múltiplo como só uma vez tive com seu pai antes de ficar grávida.
Levei uns 2 ou 3 minutos para o ter todo dentro de mim sempre gozando e sem esperar me acostumar tomei outra atitude desajuizada e comecei a subir e descer naquele pau. Como tinha apoiado também o outro joelho no sofá me acomodando melhor, não tinha mais altura suficiente e só o tirava até a metade para me afundar nele novamente.
Giuliano estava imóvel talvez com receio de me tocar o que só me despertava para estar abusando de meu filho, mas não tinha mais volta. Eu tinha o melhor, mais intenso e mais longo orgasmo de minha vida e o impossível de ficar ainda melhor aconteceu depois de mais um minuto quando Giuliano começou a tremer todo e gemendo gozou tão intensamente que senti o primeiro jato no colo do útero e os outros também potentes se esparramando dentro de mim me fazendo gozar mais forte por saber que era o esperma proibido de meu filho e não de meu marido.
Ainda o cavalguei gozando por um tempo, mas quando sua ejaculação terminou e seu pau começou a perder a rigidez finalmente meu orgasmo começou a ceder e terminou rápido depois de tanto gozar. Meu filho lindo tinha uma carinha satisfeita e feliz sentado no sofá sob minhas pernas e o que era para me trazer felicidade e finalmente satisfação após o melhor e mais longo orgasmo de minha vida se transformou em pesadelo quando o universo caiu em cima de mim.
Com a adrenalina correndo em meu sangue o álcool perdeu o efeito e me dei conta que tinha abusado de meu jovem filho, provavelmente ainda virgem e de ter traído o marido a quem amava, mesmo chateada com ele. Um remorso gigantesco me tomou e levantando desesperada de seu colo, corri para meu quarto e me tranquei chorando em desespero. Nem pensar que poderia ter deixado o filho que tanto amo mal com minha reação, me fez voltar e falar com ele tentando me justificar.
Chorei por horas e só quando consegui tomar banho querendo me livrar dos vestígios de meu filho, foi que o terror me tomou lembrando que tinha parado com as pílulas 2 meses antes, porque fazendo tão pouco sexo achei por bem dar um tempo para dar um descanso a meu corpo. Para isso tinha comprado umas camisinhas, mas que não foram usadas já que estava há 3 meses sem sexo e antes disso já estava devagar.
Foi ainda mais difícil dormir depois, mas só tendo ejaculado dentro de mim uma única vez achei que seria improvável estar fértil e se por azar ficasse gravida, daria qualquer jeito de fazer sexo com seu pai para justificar.
Como a viagem de meu marido era só de um dia e na noite seguinte já estaria em casa, não tinha como fugir de conversar com Giuliano antes e mesmo tendo dormido tão pouco levantei cedo para preparar nosso café da manhã pois a funcionária chegava só as 8 horas.
Pela manhã ao invés da camisolinha que sempre ficava, não a usei, pois, o lembraria da noite anterior e me vesti muito discreta. Ele não tinha culpa de nada e não tinha porque fugir, mas talvez pela minha reação final na noite anterior chegou mais tímido que o normal.
– Bom dia mãe, falou baixinho e já começando a arrumar a mesa que era dever seu.
– Bom dia filho.
Em silencio absoluto terminei de fazer e arrumar tudo e tomamos o café e quando terminou, tomei coragem.
– Filho, preciso falar sobre o que aconteceu ontem antes que seu pai volte.
Ele olhou para mim e permaneceu em silencio esperando.
– Eu tinha bebido demais. Estava muito insatisfeita porque seu pai tem me negligenciado e por ser tão parecido com ele quando tinha sua idade, minha mente ficou confusa e aconteceu o que aconteceu. Só me dei conta no final que tinha abusado de você e traído seu pai e o remorso me tomou porque o que fiz foi muito errado, porque você é meu filho e amo seu pai, apesar de como ele está agindo agora. Isso jamais pode acontecer novamente. Por favor, vamos esquecer e manter o lindo relacionamento de mãe e filho que sempre tivemos.
Era impossível saber o que Giuliano estava pensando.
– Eu entendo mãe, meu pai não deveria negligenciar uma esposa linda como você e tão jovem. Quanto a abusar de mim não aconteceu porque você me perguntou se eu queria parar e não respondi.
– Mas você é tão jovem ainda e meio que não dei chance a você quando disse que ajudaria a me consolar.
– Não sou tão inocente assim. Não se preocupe porque nunca vou me arrepender da decisão que tomei. Eu te amo mais do que tudo.
– Também te amo mais do que tudo filho. Quero perguntar algo, mas tenho vergonha e medo da resposta.
– Pergunte mãe.
– Foi sua primeira vez?
– Foi sim.
– Oh deus, o que eu fiz? Além dos pecados que cometi, ainda te roubei sua primeira vez.
– Mãe, levando-se em conta que eu queria ter minha primeira vez com alguém que eu amasse muito como você e meu pai tiveram um com o outro, realizei meu desejo e acho que seria impossível ter sido com uma mais bonita do que você.
Claro que sua resposta não aliviou meu remorso por roubar sua virgindade daquela forma, mas como era um assunto sensível e ele aparentava estar bem, não quis continuar falando sobre isso.
– Seu pai nunca poderá saber disso. Espero que ele volte a ser o mesmo de antes.
– Claro que não mãe. Como disse, não sou ingênuo e nem criança.
– Vamos ficar bem filho? Não quero que nada mude. Você tem sido um companheiro maravilhoso para mim.
– Nada muda mãe. Estou indo. Até mais tarde.
Quando Giuliano se foi uma alivio enorme me tomou pois eu estava preocupada com aquela conversa desde a noite anterior. Tinha sido muito melhor do que eu esperava, mas não o senti sendo totalmente honesto como sempre era. Ele não revelou seus verdadeiros sentimentos, mas para não me deixar mal, como sempre foi o filho amoroso pensando em mim.
Com aquela ansiedade toda pela conversa, não me dei conta antes, mas naquele momento quando me levantei da cadeira foi que senti como eu estava terrivelmente dolorida. Além da dor minha buceta ardia por estar esfolada e me lembrando no prazer gigantesco que aquele pau me deu ela pulsou de excitação, mas eu tinha que esquecer o que aconteceu.
Quando meu marido entrou pela porta naquela noite totalmente cansado, meu remorso foi aos céus, não bastasse aquele de ter abusado de meu filho virgem. Porém quando ele dormiu a meu lado sem querer fazer amor foi um alivio enorme porque não teria conseguido sem gemer de dor deixando o momento estranho.