Me chamo Dudu, tenho 40 anos, sou branco, 1,68, olhos castanhos cabelo cacheado e sou gordinho, me identifico como bissexual embora meus relacionamentos sempre tenham sido com mulheres, tive poucas experiências com homens. Como estou solteiro, tenho me permitido estar aberto a novos relacionamentos, no caso com homens, mas nunca foquei nisso nem fui a lugares onde esse tipo de relação rola.
Com o tempo passei a sentir mais tesão mesmo sem ter relação e me sentia pronto para algo a mais. Um dia em casa bebi mais que o normal e resolvi sair para procurar algo, estava com tesão e inconsequente. Sai com o carro andei pela cidade e como já era quase 3 da manhã todos lugares estavam fechados, não tinha mais como achar ninguém.
Dando uma volta na praça vi uma barraca onde tinha mendigos morando, não sei onde estava com a cabeça, mas estacionei o carro e fiquei esperando para ver se tinha alguma movimentação. Passaram uns dez minutos e vi uma movimentação, um negro de uns trinta anos saiu da barraca e caminhou até o canto da praça. Resolvi chegar mais perto, ele viu e eu estava meio trôpego. Ele baixou a bermuda e deu uma mijada, começou ela e parei do lado, nunca vi ninguém mijar tanto, aproveitei pra mijar também e tentar puxar assunto.
Mijei e falei, “Deus quando fez o homem perguntou, tu prefere mandar no relacionamento ou prefere mandar no relacionamento? E o homem escolheu mijar de pé” dei risada e ele acompanhou mas acho que nem entendeu. Aproveitei para dar uma manjada naquele pau do mendigo, nada passava pela minha cabeça, não sabia o risco que estava correndo e nem me importava com isso, ele percebeu e deu umas pegadas no pau enquanto eu olhava.
“Meu nome é Hugo, e você, como se chama?” Respondi que me chamava Dudu e apertei a mão dele, a mesma que a pouco ele acariciava o pau. Ele perguntou, “O que um branquinho gostoso desses faz perdido essa hora na madrugada?” Respondi que tava bebendo e sai pra dar uma volta de carro, procurando uma aventura diferente. Ele riu, apalpou o pau e falou que achava que podia me agradar por um trocadinho.
Resolvi ser direto e ofereci 50 reais para ele passar um tempo no meu carro, já tinha me planejado chupar o pau do Hugo no meu carro. Ele sorriu e falou que precisava gozar, que já fazia meses que não gozava. Convidei ele para ir no carro, ele respondeu que podia me receber na casa dele, que é humilde mas estava de portas abertas. Não sei nem o que me passou pela cabeça mas aceitei ir na barraquinha de Hugo.
Fomos caminhando e eu estava meio trôpego, como um cavalheiro Hugo me segurou e guiou para barraca. Entramos e era um espaço grande, aquelas barracas para mais pessoas.
Vou descrever o Hugo, ele é negro, 1,88 de altura e bem magro e musculoso, com cabelo curto e barba rala. Um homem muito bonito e com sorriso muito lindo. Não entendi porque estava na rua, podia ter outra vida. E o pau dele era grosso mesmo mole, daqueles bem cabeçudos. Estilo torpedo, daqueles que imaginava nas minhas fantasias.
Entrei na barraca e fiquei surpreso, tudo estava organizado e num canto um senhor negro gordo mais idoso dormia e roncava. Ao entrar Hugo me ofereceu bebida, estava bebendo cachaça numa garrafa de plástico e dei uns goles. Tinha três banquinhos, sentei em um e Hugo em outro. Ele me falou pra ficar a vontade, que era benvindo e que ele ficaria a vontade também. Sentei no banco meio tenso, a ficha caindo de onde estava e me surpreendo com ele tirando a roupa e ficando nu. “Assim que fico a vontade, fique também”. Despido de vergonha me despi das roupas também, mas ainda envergonhado pelo que tava acontecendo. Ele me pediu um cigarro e dei a ele e acendi um para mim, fumamos nos olhando e ele resolveu chegar mais perto de mim.
Não conseguia tirar os olhos da rola dele e ele percebeu, pegou na minha mão e direcionou ao pau dele. Sem falar nada senti a grossura e consegui sentir que estava endurecendo, sem me fazer de rogado ajoelhei e coloquei o pau na boca. Estava sujo, mas isso me dava mais tesão e chupei com vontade. O pau dele devia ter uns 16 cm, bem grosso com veias. Consegui abocanhar ele todo e senti muito tesão enquanto ele segurava minha nuca pra meter mais fundo. O gemido dele se misturava com o ronco do velho.
Enquanto mamava aquele pau delicioso senti sua mão massageando minha bunda e senti ele forçando o dedo para enfiar no meu cuzinho, gemi involuntariamente, e ele colocou dois dedos na minha boca e deixei bem babado, mas sem parar de chupar aquele pau. Com os dedos lubrificados, um entrou fácil no meu cuzinho, era um dedo calejado e grosso, gemi baixinho empinando mais a bundinha. Ele entendeu o recado e logo enfiou dois dedos enquanto eu chupava aquele pau. Senti o líquido pré gozo e tinha um gosto suave. Ele afastou um pouco o pau e pediu para eu me virar.
Me ajeitei de quatro naquela barraca já suando e fiquei quase encarando o velho. Senti ele se levantar com o pau já muito duro e babado e direcionar a rola para meu cu. Ele demonstrava muita calma e conhecimento do que estava fazendo. Encaixou a cabeça e senti uma pontada forte no meu cu quando ela entrou. Ele fazia carinho na minha bunda e abria bem para facilitar a penetração.
Me senti quase sem ar e com uma dor forte no cu e senti ele deslizar bem devagar. Quando entrou metade do pau ele deixou um tempo pra meu cuzinho se acostumar. E tirou e começou um movimento de entra e sai. Eu já não me controlava e gemia alto sentindo ser enrabado por aquele macho viril. Ele continuou nesse movimento por alguns instantes e já não sentia dor, só prazer. Gemia ao ritmo das bombadas. Ao percebe isso ele me deu um tapa forte em cada nádega e chamou meu buraquinho de guloso.
Percebi que ele tirou tudo, abriu minha bundinha e enfiou até o fundo o pau pela primeira vez. Senti minhas pregas se abrindo e vi estrelas. Não aguentei e dei um grito de dor. Senti as bolas tocando minha bundinha, um toque aspero das bolas peludas.
Com meu grito o velho que dormia até então acordou de sobressalto. Olhou meio incrédulo o que acontecia, sorriu uma risada maliciosa e tirou o pau pra fora para se punhetar. “Temos visita Hugo. Prazer, sou José, ao seu dispor”.
Eu não conseguia pensar em nada, só na dor de ser rasgado de uma vez e senti que uma lágrima corria em meu rosto. O velho viu e sorriu sádico. Se ajoelhou e posicionou o pau na altura da minha boca. Quando dei por mim estava abrindo a boca pra chupar o velho. Não acreditei na grossura e tamanho do pau dele, era muito mais grosso que o do Hugo e muito maior, pelo menos uns 20 cm. E tinha as bolas gigantescas. Cai de boca naquele pau sem nem pensar em mais nada.
Me distrai por um segundo da dor que sentia no cu sento afogado por aquela benga na minha boca. O Hugo com pena ou experiência deixou o pau enfiado para meu cu acostumar. Foi tirando devagar e a dor foi passando e veio o prazer de sentir ele entrando e saindo de forma ritmada no meu cu. Enquanto me afogava com o maior caralho que já tive na boca.
Depois disso só senti prazer e o Hugo me fodia deliciosamente, num ritmo rápido de fodedor experiente, ouvia as bolas dele baterem nas minhas. Quando estava quase gozando ele me pediu para deitar no colchão, queria me fuder olhando nos olhos. Ele olhava fundo em meus olhos enquanto me metia num frango assado delicioso. Enquanto isso o velho ao lado batia punheta nos olhando. Totalmente entregue e com ele a minha frente tentei beijá-lo, mas ele desviou. Não gostava de beijo. O velho vendo isso se aproximou, levou minha mão até aquele pau imenso, me fez punhetar e me beijou com fome, um beijo gostoso, babado, com língua entrando me fazendo arrepiar enquanto Hugo me comia com um sorriso nos lábios.
Senti Hugo acelerar o ritmo e comecei a gemer mais. Senti que o pau dele foi ficando mais duro e que ia gozar. Pedi mais gemendo que falando pra ele gozar na minha boca. Ele meteu mais forte, mais rápido e tirou de uma vez e veio com pau em direção ao meu rosto. Veio punhetando o pau gostoso e mandou eu abrir a boca, me ajeitei, abri aboca e senti um jato de porra na garganta, ele enfiou mais e veio o segunto, terceiro e quarto jato maior direto na minha garganta. “Engole tudo Dudu”, ouvi de forma grave na voz e obedeci. Era uma porra grossa, com cheiro forte e que engoli com facilidade enquanto ele gemia e apertava o pau pra me dar até a última gota.
Estava nu, com a garganta cheia e segurando o pau do velho na mão.
O velho ao ver isso sorriu desdentado e posicionou o pau na minha boca. Ao ver a facilidade que o pau entrou começou a meter enquanto eu chupava com fome. Hugo estava sentado, se movimentou pra se vestir. Enquanto o velho comia minha boca acompanhava o movimento na barraca.
Senti o pau do velho se enrijecer mais, sabia que vinha leite e caprichei mais na chupada. Ele aumentou a velocidade da metida até que enfiou tudo, quase me afoguei, mas senti o pau dele gozando. Se Hugo já tinha me enchido de leite o velho gozou o dobro, direto na minha garganta. Engoli tudo com os olhos marejados. Não sabia que um pau podia gozar tanto. Engoli o que consegui e ainda babei um pouco de porra nos peitos. Exausto o velho sentou no canto da barraca ainda com pau duro, mas lustroso e babado de porra.
Ele falou, “ filho, espera dois minutos que vou comer esse cuzinho guloso”, me fiz de dentendido e fui pegar minhas roupas. Me vesti, peguei a carteira e dei os 50 reais pro Hugo que me agradeceu e rindo disse, “te comeria até de graça”, peguei outra nota de 50 e dei pro velho que aceitou sorrindo.
Disse que precisava ir, os dois falaram para dormir ali, mas resisti a vontade e fui cambaleando até o carro, não sem antes tomar um gole grande de cachaça. Entrei no carro e vi os dois me olhando de pé fora da barraca. Senti dor no meu cu e sentei mais de lado. Dirigi direto pra casa satisfeito com a loucura que tinha acontecido. E pensando seriamente em voltar outro dia conforme eles me convidaram.