Era a semana seguinte, e o destino nos jogou na casa de Adriane e Marcelo, no bairro Batel, Curitiba. Meu marido Leonardo trabalhava no escritório improvisado no andar de cima, passos dele ecoando ocasionalmente no piso de madeira, enquanto nossa filha ouvia música alta no quarto com fones – o risco da casa cheia fazia meu coração disparar e minha buceta carnuda pulsar úmida sob o vestido justo de malha preta, seios pesados tensos nos piercings frios roçando a tecido fino. Adriane, 29 anos, magrinha com coxas suculentas esticando um body de renda preta que mal cobria os mamilos rosados duros, me recebeu na sala ampla: luz baixa das arandelas douradas dançando nas paredes bege, sofá modular de couro cinza enorme no centro, tapete persa felpudo esperando nossos corpos suados, cheiro leve de incenso de baunilha no ar parado.
— Hoje eu participo de verdade, Andressa. Você é minha puta madura, Marcelo meu pauzudo, e ninguém lá em cima desconfia do barulho que vamos fazer.
— Chama ele pra cá. Diga que é "reunião rápida de amigas".
Discou no viva-voz do celular sobre a mesinha de vidro. Marcelo desceu as escadas em minutos, jeans azul casual esticando o volume rígido familiar na virilha, camisa polo branca colando no peito atlético suado de 35 anos, barba por fazer sombreando o maxilar forte – ele pausou na porta da sala, olhos castanhos devorando minhas curvas maduras.
— Aqui em casa? Com o Leonardo em cima? Loucura total... mas que tesão arriscado.
Adriane apontou o sofá com un chinio imperioso, saltos clicando no piso.
— Tira tudo dele, Andressa. Começa chupando devagar como da última vez. Eu vou guiar cada lambida e tocar você pra enlouquecer.
Obedeci devagar, ajoelhando-me no tapete macio aos pés dele, cheiro masculino de suor e sabonete invadindo minhas narinas. Desabotoei a camisa revelando abdômen definido com trilha escura de pelos, depois abri o zíper com dentes rangendo no metal: pau de 17cm veados saltou rígido pro meu rosto, cabeça roxa inchada brilhando de excitação natural, veias pulsantes latejando quente. Lambi a base devagar da virilha salgada, língua plana e larga subindo o comprimento venoso até rodar a glande sensível com vácuo molhado e quente, babando copiosamente fios viscosos que pingavam no tapete enquanto mamava só a ponta carnuda, garganta relaxada por anos de prática se abrindo aos poucos.
— Engole mais fundo agora, vadia. Até as bolas baterem no teu queixo.
Adriane ajoelhou ao meu lado direito, mão delicada mas firme enfiando meus cabelos loiros pra baixo, forçando mais pau na minha boca – seus olhos verdes fixos captavam cada espasmo meu, saliva escorrendo em riachos pelas bolas peludas dele, minhas bochechas afundando no vácuo rítmico. Intensifiquei o ritmo, engolindo centímetro por centímetro até a garganta acomodar tudo, mão manicure torcendo a base exposta em movimentos espiralados, bolas pesadas batendo ritmadas no meu queixo úmido com estalos molhados. Marcelo gemia rouco baixo, mão no meu ombro cravando unhas.
— Usa a mão na base com mais torque, torce forte enquanto chupa. Faz ele pulsar e vazar pra tua corna ver cada veia inchando.
— Agora mama as bolas dele devagar. Eu ajudo lambendo junto.
Obedeci, soltando o pau com um "pop" sonoro, sugando a bola esquerda pesada e cheia com fome gulosa, língua rodando a pele enrugada salgada enquanto masturbava o pau latejante com a mão direita. Adriane se inclinou do outro lado, língua rosada lambendo a bola direita devagar, nossas línguas se roçando acidentalmente no saco dele – faíscas elétricas de contato lésbico novo percorrendo minha espinha, gosto almiscarado misturado na boca dela gemendo baixinho.
— Porra, vocês duas nessa... que delícia de boquete duplo, continua.
— Lambe o cu dele também, Andressa. Eu seguro as nádegas abertas pra tua língua gulosa entrar.
Virei Marcelo de costas no sofá, suas nádegas firmas e musculosas se abrindo sob os dedos dela – minha língua mergulhou faminta no anel rosado quente e apertado, lambendo em círculos largos e penetrantes enquanto ela masturbava o pau dele por baixo com mão experiente, gemendo rouca no meu ouvido quente:
— Boa puta obediente, Andressa. Tá pingando mel na minha mão... molhada pra mim também?
— Senta nele agora. Cavalgada de frente pra mim. Eu fico atrás chupando o atrito de vocês dois.
Levantei-me trêmula, montei no colo largo de Marcelo no sofá, guiando a cabeça roxa do pau grosso com dedos melados pra entrada da minha buceta carnuda depilada e inchada, gemendo rouca e prolongado ao afundar devagar sentindo cada veia preenchendo minhas paredes úmidas até o talo bater no colo do útero.
— Ahh, que pica deliciosa me preenchendo toda!
Rebolava em círculos lentos e profundos primeiro, minhas tetas pesadas quicando livres contra o peito dele, piercings tilintando levemente, sucos melados grossos pingando viscosos nas coxas musculosas dele e manchando o couro. Marcelo mamava voraz meus bicos duros e rosados, dentes roçando piercings, mãos grandes apertando meus quadris carnudos. Adriane posicionou-se de joelhos atrás de mim no sofá, língua quente lambendo minhas costas suadas em trilhas lentas, descendo pela curva da bunda pra sugar precisamente onde pau veado encontrava meus lábios carnudos esticados – dedinhos ágeis roçando e circulando meu clitóris inchado e latejante, bebendo nossos fluidos misturados.
— Acelera o rebolado agora, vadia, mas segura o gozo. Bombeia pra cima ritmado, amor. Eu chupo o mel de vocês juntinhos sem parar.
Estocadas dele subiram ritmadas e fortes do sofá, pele nua chiando molhada obscena a cada impacto, meu corpo maduro tremendo inteiro com a boca quente dela lambendo voraz o atrito exposto – ondas de prazer subindo da buceta pro ventre. Gemi prolongado e gutural, unhas vermelhas cravando os ombros definidos dele.
— Puxa meus cabelos loiros forte, Marcelo. Faz eu implorar pra Adriane como a puta que sou.
Ele obedeceu, punhado de fios puxado pra trás expondo minha garganta, acelerando bombadas profundas que faziam creme branco se formar na base do pau.
— Por favor, Adriane... me deixa gozar nessa pica grossa!
— Não ainda, sua gulosa. Desmonta devagar. Limpem um ao outro na minha buceta raspadinha.
Deslizei devagar pro tapete, ajoelhando com Marcelo – lambemos juntos o pau dele coberto viscoso dos meus sucos melados, línguas se enroscando na cabeça roxa inchada. Adriane ergueu o vestidoinho colado, expondo a buceta raspadinha encharcada e rosada brilhando. Lambi voraz seu clitóris inchado e protuberante, língua mergulhando fundo nas dobras quentes e doces enquanto Marcelo chupava e mordia minhas tetas pendentes, mãos apertando minhas estrias suaves.
— De lado no sofá agora, Andressa. Perna no ar bem alta. Eu fico do outro lado chupando tudo.
Deitei-me lateralmente no couro macio, coxa esquerda erguida pro alto expondo buceta aberta e vermelha. Marcelo se encaixou atrás, pau afundando fundo em ângulo novo e apertado, bombadas laterais ritmadas fazendo minhas tetas balançarem como pêndulos pesados pro ritmo hipnótico. Adriane ajoelhada do outro lado mamava alternado meus mamilos suados e duros, mão macia massageando o saco peludo dele cheio, depois descendo língua pra lamber minha virilha exposta e o creme branco se formando na junção molhada.
— Fode mais fundo e lento, amor. Belisca forte esses piercings. Eu chupo teus dedos suados agora, vadia.
Mam ei os dedos dela melados de nós dois enquanto levava pica profunda, gemidos roucos abafados pelo risco da casa cheia ecoando passos leves lá em cima.
— Gira os quadris mais largo, Andressa. Rebola gostoso pro pau do meu marido.
— Tá me preenchendo delicioso até o fundo, Marcelo!
— De quatro no tapete agora. Bunda bem empinada pra gente. Eu comando de trás e frente.
Arquei as costas no tapete felpudo macio, bunda madura empinada pro alto como oferta, lábios da buceta inchados piscando. Marcelo cuspiu na mão pra lubrificar a entrada e meteu vaginal forte e bruta atrás – estocadas profundas e selvagens fazendo minha bunda carnuda ondular ondas hipnóticas visíveis, bolas pesadas estalando molhadas na virilha exposta com sons obscenos. Adriane se posicionou na frente esfregando rápido meu clitóris latejante com dois dedos, outra mão beliscando e torcendo minhas tetas pendentes, língua invadindo minha boca suja de sexo pra um beijo molhado e faminto.
— Chupa meu dedo melado enquanto leva essa pica, vadia. Goza pro meu marido me enchendo os olhos!
Meu corpo inteiro convulsionou em espasmos violentos, creme abundante e grosso escorrendo em riachos quentes pelas minhas coxas internas tremulas, molhando o tapete em poça escura.
— Missionário com pernas nos ombros agora. Eu monto tua cara gulosa, Andressa.
Marcelo me dobrou de costas no sofá macio, coxas maduras erguidas e dobradas até roçarem meus próprios peitos fartos, pau mergulhando vertical e brutal fundo – batendo ritmado no colo do útero sensível a cada socada possessiva, meu clitóris roçando a virilha peluda e suada dele. Adriane sentou pesada na minha cara ofegante, buceta melada e quente esfregando direto no meu nariz e boca aberta – lambi voraz seu cu rosado apertado e clitóris inchado alternando, bebendo sucos doces e salgados que escorriam pelo meu queixo enquanto levava bombadas profundas que faziam meu corpo quicar inteiro.
— Fode ela como animal selvagem, amor. Chupa minha boca suja de pau agora.
Marcelo se inclinou sobre mim pra beijar Adriane faminto e profundo sobre meu rosto, línguas enroscando audível com baba misturada pingando na minha testa suada.
— Ajoelhem os dois na minha buceta agora. Depois ele goza na tua garganta funda.
Ajoelhamos exaustos no tapete úmido, lambendo alternado e sincronizado a buceta raspadinha dela – minhas língua experiente no clitóris, Marcelo nas dobras internas – até ela tremer violento gozando na nossa cara unida, creme quente jorrando molhando nossos narizes e bocas. Depois virei pro pau dele voraz, mamando com garganta aberta engolindo pulsos ritmados e fortes até a porra quente e espessa jorrar direto e abundante, transbordando cantos da minha boca em fios viscosos pelo queixo. Engoli tudo gulosa, lambendo cada veia limpa com carinho final.
Adriane desabou de costas no sofá, ofegante e selvagem nos olhos verdes dilatados, corpo mole de orgasmos múltiplos.
— Perfeito, minhas putas obedientes. Da próxima, arriscamos com o Leonardo assistindo de canto.