Minha esposa e o marido da amiga

Um conto erótico de ssydelirius
Categoria: Heterossexual
Contém 2018 palavras
Data: 07/04/2026 08:34:25

Acredito que o maior medo de quem é corno é que ser exposto, no meu caso não era diferente. Embora eu soubesse que muita gente já havia visto minha esposa com outros, tudo aquilo ainda era discreto e íntimo entre eu e ela (e alguns amantes dela). Mas recentemente algumas amigas fofoqueiras de Pâmela insistiam em querer saber detalhes, ela dizia que nunca contava do meu fetiche, sempre assumia a culpa e as “traições", e a gente conseguiu fugir dessa exposição, até agora.

Certo dia, minha esposa e duas amigas, Bia e Luana, chegavam juntas de um bar, ainda era cedo e eu havia acabado de chegar do trabalho quando elas entraram em casa ainda com garrafas de cerveja e rindo alto, elas então se sentaram a convite de Pâmela, minha hotwife, e ficaram conversando. Em um dado momento da conversa Bia, que é casada começou a falar algumas indiretas:

– Seu marido sabe que o que você faz na balada amiga?

Ela falava sorridente imaginando que eu não soubesse de nada.

Pâmela tentava desconversar, mudava de assunto mas a curiosidade de Bia era maior, e ela continuava:

– Então Alex, sua esposa se diverte muito, uma pena que você nunca vai com a gente. Você não sabe o que está perdendo!

Eu sorria sem graça fingindo não dar importância, mas tinha um certo receio de ser visto com preconceito. Pâmela, mesmo meio bêbada, percebeu meu constrangimento e pediu para que a amiga parasse, o que funcionou por um tempo, mas ela voltou a insistir:

– Você não devia deixar ela sair sozinha, qualquer hora ela te troca por outro.

Ela falava enquanto sorria de maneira debochada.

Luana, a outra amiga, acabou percebendo que eu e Pâmela estávamos incomodados e convenceu Bia a ir embora, elas não demoraram muito e seguiram pras suas casas.

Como eu disse, Bia é casada e por azar dela eu conheço o marido, um cara comum, eu diria, mas que vivia aprontando no início do casamento e eu sabia bem. Compartilhei com Pâmela, que percebeu minhas intenções e ficou toda animada com a vingança.

No dia seguinte liguei pro marido de Bia.

Claudinho, como o chamamos atendeu rapidamente, dizendo que eu havia sumido e nunca mais liguei, comentei sobre um campeonato de sinuca em um bar aqui perto, pois sabia que ele era apaixonado pela jogatina, combinamos então de formar uma dupla. O campeonato de fato existia, somente utilizei como desculpa pra colocar o plano em prática. No dia do campeonato Pâmela se arrumou toda, escolheu uma roupa atraente mas não vulgar, embora o vestido deixasse suas lindas pernas à mostra, todo o restante era comportado, a blusinha com um decote pequeno, salto não muito alto, brincos e um colar discreto, além claro do batom brilhante e convidativo, mas também não muito chamativo.

Chegamos no bar, nos sentamos, quase todos já nos conhecem, então ficamos à vontade, pouco antes de começarem às partidas Claudinho chegou apressado, disse que não teve tempo de buscar Bia em casa e ela não viria, aquilo me pareceu melhor que o esperado. Bebemos algumas cervejas enquanto Pâmela jogava todo seu charme pra cima da vítima, eu fingia não ver, disfarçava para ele se sentir à vontade com ela. Jogamos algumas partidas, perdemos umas, ganhamos outras e quase no fim da noite enquanto jogávamos aguardávamos o adversário fazer sua jogada ele falou:

– Cara, você não tem ciúme da sua esposa não? Só esse tempo que estamos aqui, pelo menos 3 caras já foram falar com ela.

Acho que finalmente ele estava entrando no jogo… não o do campeonato, no jogo psicológico de sedução de Pâmela. Respondi que não tenho ciúmes, eu entendo que as mulheres devem ser livres para fazer suas escolhas independente de nós. Percebi que ele sorriu um pouco sem graça, mas continuou falando:

– Sei lá… ela é muito bonita, os caras ficam em cima!

Quando ele a elogiou percebi que tinha uma oportunidade e agi rapidamente:

– Você realmente acha ela bonita?

Falei sorrindo.

– Com certeza!

Ele respondeu rapidamente, mas rapidamente tentando corrigir.

– Com todo respeito, falei sem pensar.

Disse já desviando o foco para o jogo novamente.

No fim da partida fomos desclassificados, perguntei se ele queria beber um pouco mais lá em casa, Pâmela ofereceu fazer alguma coisa pra comer e então fomos. O bar fica a poucos metros da minha casa, então fomos andando mesmo, percebi que ele não tirava os olhos das coxas e da bunda da minha esposa e comentei com ela isso, sem que ele percebesse, ela então sorriu e ficou ainda mais empolgada. Chegando em casa, eles se sentaram no sofá e eu fui pegar as cervejas, propositalmente demorei. Quando voltei ouvi Pâmela dizendo:

– Relaxa, tá tudo bem… a gente gosta disso!

Ao me aproximar vi que ele estava com as mãos na coxa dela, quando cheguei ele tentou tirar e disse que foi Pâmela que havia feito aquilo, eu sorri e entreguei a cerveja. Obviamente Claudinho não entendeu nada, era perceptível que ele estava com vergonha, mas também com curiosidade, eu então tomei à frente:

– O que está acontecendo aqui é que eu gosto de ver minha esposa feliz, você entende?

Ele confirmou com a cabeça e antes que pudesse falar, Pâmela se aproximou dele no sofá, colocando a mão dele de volta na coxa dela. Percebi um suspiro de Claudinho quando ele me olhou assustado, quase que esperando uma aprovação minha, novamente sorri e disse que estava tudo bem, que eles poderiam ficar à vontade.

Entre goles rápidos de cerveja e os toques da minha esposa eles foram ficando mais próximos, tanto fisicamente quanto em tesão, percebi que Pâmela mordia os lábios quase que implorando para que ele o beijasse, ele se conteve por alguns minutos, mas não conseguiu resistir. Eles se beijaram intensamente, bem na minha frente!

O beijo foi melhor do que eu imaginava, aquele rapaz tímido e amedrontado se mostrou um amante intenso. Enquanto se beijavam as mãos percorriam os corpos, Pâmela tocando o pau dele por cima da calça e ele pegando em sua cintura, já subindo para os peitos. Naquele momento senti que nossa vingança contra à esposa desbocada estava apenas começando. Em um movimento quase instintivo, Pâmela tirou a blusa e quase arrancou o sutiã deixando seus grandes e deliciosos seios à mostra, que foram rapidamente abocanhados por Claudinho, que chupava com vontade, deixando ela toda melada.

Segui tomando minha cerveja gelada assistindo aquela cena maravilhosa!

Em alguns momentos ele lembrava que eu estava ali assistindo tudo e me olhava como se pedisse permissão pra seguir, eu sempre confirmava com a cabeça, mesmo sabendo ele não falando nada, negociamos pelo olhar, enquanto Pâmela tinha outras formas de conseguir o que queria.

O ímpeto era tanto que sem perceber eles já estavam tirando suas roupas. Minha esposa agora estava agora só de calcinha, enquanto o novo amante já estava completamente nu, revelando seu pau já quase duro, deixando tudo ainda mais excitante. Pâmela começou a beijar o abdômen dele, deslizando a língua molhada até chegar na virilha, ele respirava forte, com leves gemidos. Ela então começou a chupar as bolas dele, deixando-o ainda mais duro e mais safado.

É impressionante como eles estavam confortáveis com a minha presença, os toques, os beijos e gemidos foram ficando cada vez mais íntimos, até que Pâmela começou a beijar o pau já duro do macho, que segurava sua cabeça, guiando-a para mais perto. Ele sentado no sofá, com as pernas abertas e elas, minha esposa ajoelhada engolindo cada centímetro daquele cacete rígido de tanto tesão. Seguimos trocando olhares, mas agora já não havia vergonha ou desconfiança, Claudinho estava seguro de que poderia se satisfazer com minha amada esposa que eu aprovaria tudo em silêncio.

Quando percebi que o tesão já havia tomado os dois por completo, peguei uma camisinha que sempre guardo por precaução, e ofereci ao amigo, que prontamente aceitou. Pâmela o ajudou a colocá-la usando a boca e movimentos experientes. Já extremamente duro e cheio de desejo, eles se posicionaram no sofá de forma que minha esposa ficasse no colo do amante, de costas pra mim, e com movimentos sensuais ela foi sentando naquela pica dura, escorregando sua buceta naturalmente lubrificada por toda a extensão do caralho daquele homem.

Senti o prazer dos dois invadir o ambiente, me consumindo por completo. Quando me dei conta estava com as calças abaixadas com o pau na mão já me masturbando para aquela cena deliciosa. Era um episódio de uma série pornográfica da vida real que minha esposa me fazia assistir, ela sendo a atriz principal merecia um prêmio, que por sinal, já estava aproveitando. Enquanto Pâmela cavalgava em seu novo macho, ele segurava na cintura dela, por vezes beijando sua boca, pescoço e seios, chupando os mamilos e me olhando como se me agradecesse por permitir que tudo aquilo acontecesse.

Estávamos os três em sincronia, eu afastado mas seguindo cada movimento dos casal de amantes apaixonados, me tocando e observando toda a ação acontecer bem próximo a mim. Me levantei e me aproximei ainda mais, sentindo o cheiro dos perfumes, do suor e ouvindo a respiração ofegante dos dois. Pâmela percebendo que me aproximei, mudou de posição, ficando de quatro, apoiada no sofá e chamando seu novo comedor pra fodê-la, ele não pensou duas vezes. Primeiro deu alguns tapas naquela bunda grande e empinada, depois tocou a buceta dela sentindo a umidade que favorecia à penetração e em seguida começou a enfiar seu pau nela. Acabei gemendo junto com ela, como se o prazer dela fosse o meu, como se ela transmitisse de alguma forma seu tesão pelo ar, no cheiro, nos gemidos. Não me contive e cheguei ainda mais perto, agora observando as expressões da minha linda esposa, que naquele momento já estava com a maquiagem toda borrada, suor no rosto e descabelada, ficando ainda mais maravilhosa me enchendo de orgulho.

Após alguns minutos de uma foda apaixonada, eles começaram a ficar mais extremos. Claudinho puxava o cabelo curto da minha esposa que empinava ainda mais a bunda e forçava seus quadris para trás, deixando as estocadas ainda mais deliciosas, o barulho dos corpos se encontrando, os gemidos e palavrões que ecoavam pelo ar me fizeram delirar e me sentar novamente no sofá, assistindo de camarote à tudo aquilo.

As metidas intensificaram ainda mais, Pâmela agora gritava como uma louca fazendo ecoar seu som de prazer por toda a vizinhança, o escândalo deixou o amante ainda mais excitado, e ele com uma força invejável afundou o pau ainda mais, fazendo Pâmela cravar suas grandes unhas no sofá, quase o rasgando. Eu não conseguia mais aguentar, estava prestes a gozar, mas não queria fazer isso antes deles, até que com um grito ainda mais alto ela gozou, falando indecências e elogiando o novo amante, dizendo que ele era sensacional, não demorou muito até que Claudinho também gozou, enchendo a camisinha de porra e tirando pau logo na sequência, como se quisesse que eu admirasse. Acabei gozando na sequência.

Trocamos olhares mais uma vez, dessa vez sorrindo maliciosamente, Pâmela foi a primeira a se levantar, dando um beijo na boca do novo comedor e se retirando da sala, eu deixei Claudinho à vontade, e depois de me limpar, fui buscar mais cerveja. Ele estava sem acreditar que eu havia assistido eles transarem bem na minha frente, me perguntou se eu não ficava chateado, nem nada do tipo, disse que não, acabei me acostumando, acabei convencendo-o a voltar mais vezes, minha esposa voltou a nos fazer companhia e após algum tempo eles acabaram transando novamente, mas dessa vez eu estava exausto e fui dormir, deixando-os a sós para aproveitar a noite.

No dia seguinte, acordei com minha esposa dizendo que a amiga havia ligado várias vezes e Claudinho não atendia, sentindo culpa ou medo que ela descobrisse. Nossa vingança estava concluída. Tomamos nosso café, rimos da situação, prometemos repetir isso outras vezes e ficamos satisfeitos por termos encontrado outro amante para Pâmela. A depravação da minha esposa estava controlada, ao menos temporariamente, como ela é muito exigente em relação aos amantes, toda vez que encontramos alguém que a satisfaça, ficamos felizes.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive ssydelirius a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários