Quem roda de Uber sabe: as vezes dar mole numa corrida te leva pra lugares desertos. Foi assim comigo nesse dia.
Estava tudo meio parado e eu estava bem disposto a trabalhar. Foi aí que aceitei uma corrida para uma região afastada da minha cidade, conhecida pelas belas chácaras e a falta de gente por perto.
Deixando o passageiro lá, procurei uma sombra e fiquei aguardando uma corrida nova. Nos primeiros 15 minutos eu estava tranquilo, mas o tempo passava e nada de solicitação nova.
Até que 30 minutos depois, me toca uma, de volta para o centro e 500m para a frente na mesma rua. Aceitei prontamente.
Achei que ia ficar esperando, pois a pessoa nem deveria estar pronta para um motorista tão rápido. Mas, não foi o caso.
Assim que me aproximei, vi uma morena cavala bem gostosa parada na porta. Ela estava num vestido curto que mal cobria a bunda toda, tênis branco discreto e usava óculos escuros. Quando parei na sua frente e chamei pelo nome: Bruna - entendi o porquê dos óculos escuros. A mulher era cega.
- Oi, é o Uber?
- Isso, Bruna. Meu nome é Carlos.
- Ah, que rápido. O senhor se incomoda de eu ir na frente?
Normalmente eu não permito isso, mas confesso que não me importei muito por ela ser gostosa.
- Ai, adoro andar em carro cheiroso. - disse Bruna ao entrar.
- A gente faz de tudo pra agradar né.
Ela se aproximou um pouco de mim e cheirou, depois completou:
- O senhor também, bem gostoso seu cheiro.
Eu agradeci e dei início a viagem. Bruna estava sentada como se estivesse no próprio carro. As vezes, ao trocar uma marcha, encostava na perna dela, que não a movia por nada.
Já perto do centro, o silêncio dela foi cortado.
- Sabe, Carlos, adoro homens com mãos grandes.
Minha disposição para trabalhar automaticamente foi direcionada para outra questão.
- Gosta é? Porque? - indaguei.
- Sei la. Eu não enxergo, mas gosto de sentir as veias das mãos e dos braços e gosto quando me apertam.
Na mesma hora eu toquei sua perna, na parte de dentro, ela suspirou, mas não se mexeu. Estávamos perto do seu destino já.
- Número 326 não é? - perguntei.
- É sim. Que pena. Já chegamos?
- Já sim. Infelizmente.
- Olha, salva seu contato no meu celular e você me leva de volta, que tal?
Assim o fiz. Mas nem fui muito longe também, a pica já estava pedindo pra eu parar e esperar. Foram uns 30 minutos e ela me ligou.
- E então? Vai me levar pra casa?
- Claro, Bruna. Estou na rua de baixo. Já eu chego aí.
Dei a volta no quarteirão e parei na sua frente. Dessa vez, desci e a ajudei a entrar, aproveitando para apalpar seu corpo lindo.
- Obrigado pela ajuda, Carlos. Fiz algo pra te ajudar também.
Quando olhei em sua direção, ela estava de pernas abertas, e sem calcinha. Eu fui tomado de vez pela luxúria, comecei o caminho até sua casa e assim que saí do trânsito pior, coloquei a mão e comecei a massagear a bucetinha dela.
- Ai, que delícia. Que mão gostosa. - gemia Bruna enquanto eu a dedava. - Aposto que seu pau é bem grande e gostoso também.
Tirei a mão da buceta dela apenas para por a pica pra fora. Trouxe sua mão até ela e voltei a masturbá-la. Ela punhetava meio sem jeito, acho que por ser destra, sei lá. Já eu, dedava vigorosamente sua bucetinha. As vezes, ela apertava forte meu pau e gemia bem alto quando eu mexia mais perto da entrada.
- Tem um motel no caminho, que tal parar lá? - perguntei pra ela.
- Não dá, nem tenho esse tempo. Meu marido daqui a pouco liga pra saber onde estou.
Bruna tirou minha mão da sua buceta e veio se abaixando até abocanhar minha pica. Eu mal conseguia me concentrar, apenas relaxei e aproveitei aquela mamada. Felizmente, já estava numa estrada até o bairro dela, então não tinha que ficar parando como na cidade.
A puta babava bem minha pica enquanto mamava, punhetava com gosto também. Eu, com a mão direita, dedava sua bucetinha, que estava empinada enquanto ela chupava meu pau.
- Pare no quarteirão de baixo da minha casa. - disse Bruna entre engasgos - Voce vai ver uma rua sem saída, ninguém mora lá e a chácara que fica no final está abandonada.
Eu nem questionei, fui direto para lá, me segurando para não encher a boca dela de porra.
Assim que parei, arrastei meu banco para trás e ela veio sentar em mim. O espaço não era tanto, mas serviu bem. Ela deslizava pelo meu pau, era uma mestre naquilo.
- Que delícia de pau. Pau grosso e veiudo. - gemeu.
- Você gosta, ceguinha safada? Tá faltando em casa e procura na rua é?
Nessa hora ela intensificou a força da sentada.
- É. Meu marido não tem um pau bom.
Eu a segurei pela bunda e comecei a ajudar na metida, deixando tudo ainda mais forte.
- Você tem meu contato agora. Quando quiser uma corrida, ou um pau duro, só me ligar.
- Tá bom. Tá bom. Vou gozar.
Ela era estranhamente quieta gozando, especialmente para uma mulher tão barulhenta enquanto gemia.
- Vou gozar também, Bruna.
Ela rapidamente saiu do meu colo, eu a ajudei a sentar no banco do passageiro outra vez e depois puxei sua cabeca para o meu pau. Mal deu tempo de ela pôr na boca e eu gozei.
Ela engoliu literalmente tudo, não vi uma gota sair da sua boca, sequer me mostrou a porra depois que se levantou.
- Que delícia, acordei com tesao e não consegui gozar mais cedo. - disse ela.
- Bom, agora nós dois gozamos, espero que minha cliente esteja satisfeita. - brinquei.
- Bastante. Mas só vou estar 100% quando sentir esse pauzão em outro lugar. - gargalhou.
Eu a ajudei a se recompor e parecer menos desarrumada, depois segui caminho até sua casa. Chegando lá, o maridão estava a sua espera.
- Olha, meu querido, muito obrigado por trazer ela de volta. Tem dia que é osso achar Uber. - disse ele, me estendendo uma nota de 100 reais.
- Não tem problema, chefe. Sempre que precisarem, só chamar. A Bruna tem meu contato.
Assim que ela saiu, me despedi e segui caminho. Esse dia me acendeu para as possibilidades que ser motorista de aplicativos dá...