Gislaine estava irritada com Sara e Rufus, visivelmente sentindo ciúmes deles – "Por que eles deram mole praquela Beatriz? O Rufus até é novo e poderia ser enganado, mas minha mãe, cascuda do jeito que é?! Aff", resmungava sozinha. Ao mesmo tempo, condoída com Jaqueline e o que sofrera nas mãos da ex-colega, decide levá-la para jantar: "Ei, Jaqueline… vamos sair pra comer algo? Você merece um up depois de tudo." Jaqueline aceita, grata: "Sério? Obrigada, Gi… tô precisando mesmo." Mas João fura com Gislaine, mandando mensagem: "Desculpa, amor… vou ter que dobrar. Te amo." Irritada, ela não sabia como terminar a noite – "Droga, João… agora o que faço?"
Jaqueline dá uma sugestão: "Sabe, Gi… a gente podia ir conversar com a Sara e o Rufus. Eles são legais, e eu… bem, eu sei do rolo de vocês três. Ouvi conversas por acidente, mas guardei pra mim – não sou fofoqueira." Gislaine cora, surpresa: "Você sabe? Meu Deus… tá bom, vamos. Mas sem julgamentos, hein?" Ela aceita e partem pra casa de Sara.
Lá, encontram o casal vendo TV, já com roupas de dormir – Rufus de short solto e camiseta, Sara vestindo uma camisola linda e transparente de renda branca, que realçava seu corpo maduro e sedutor: loira magrinha com seios fartos e empinados, os mamilos rosados visíveis através do tecido fino, traços delicados no rosto marcado por ruguinhas sutis ao redor dos olhos e boca aos 42 anos, dando um ar experiente e irresistível. A calcinha minúscula, um fio dental preto, mal cobria sua boceta levemente peludinha, as curvas da bunda redonda aparecendo ao se mover. Sara não teve vergonha: "Entrem, meninas! Que surpresa boa."
Jaqueline fica visivelmente impressionada, olhos devorando Sara: "Uau… você tá linda nessa camisola, Sara." Jaqueline vestia um vestido curto preto justo, que subia ao sentar – entre uma cruzada de pernas e outra, sua calcinha branca ficava exposta, revelando a umidade sutil. Sara e Rufus viam tudo, devorando-a com os olhos: "Ei, Jaqueline… senta aqui", diz Rufus, voz rouca. Gislaine percebeu a faísca no ar, ficando grilada mas também excitada – "Eles tão olhando pra ela… mas que tesão isso dá." Gislaine usava um vestido curto rosa simples mas lindo, apertando seus pequenos seios sem sutiã, mamilos marcando o tecido. Jaqueline era uma ruiva alta de 1,78m, cabelo curto quase masculino, magrinha com seios e bumbum pequenos mas redondos, braço esquerdo fechado de tatuagem tribal – um jeito masculino, mas muito linda aos 25 anos, com olhos verdes penetrantes.
Durante a conversa, Jaqueline conta o que passara com Beatriz, voz tremendo um pouco: "Ela ficava me zoando, dizendo que eu sou lésbica 'masculina' e que ninguém me quer. Mas não é verdade… eu gosto de homens e mulheres, só que ela usava isso pra me humilhar." Sara escuta, empática: "Que horrível, Jaqueline… você não merece isso." Jaqueline continua, sensível: "Depois de ser chifrada por um ex-noivo e, depois pior, por uma namorada, entrei em depressão. Antes, eu era toda colorida, cabelo enorme… mas na recuperação, adotei esse visual – um reset, sabe? Pra me sentir forte. Mas desde então, poucos encontros… as pessoas julgam." Seus olhos marejam. Ela então repara em um lindo colar que Sara usava: "E esse colar, Sara… e o anel de prata no dedo do Rufus. São presentes um pro outro, né? Me lembra o que eu perdi… amor verdadeiro." Rufus assente, suave: "É, amor… a gente se deu no começo. Você vai encontrar isso de novo, Jaqueline. Você é incrível." Gislaine a consola, abraçando forte: "Ei, vem cá… você é forte, linda. Não chora." Dá um beijo carinhoso no rosto dela: "Tô aqui pra você."
Jaqueline agradece, enxugando lágrimas: "Obrigada por ouvirem… vou partir agora." Sara, com toda sua sensualidade, a convida: "Fica mais, vai… vamos abrir um vinho e relaxar." Logo compartilhavam taças, rindo e dançando na sala ao som de música suave. Sara dançava com Jaqueline, corpos roçando: "Solta o corpo, menina… assim." Jaqueline se solta, abraçando forte Sara e Gislaine: "Vocês são demais… me sinto viva." Rufus observava, excitado: "Que visão…" Sara o chama: "Vem, amor… você não é de só olhar." Ele ri, se levantando: "Tem razão."
Inesperadamente, antes que Rufus abrace Sara, Jaqueline a puxa e a beija devagar, línguas se tocando: "Morria de vontade disso… agora aceito qualquer punição." Gislaine a chama: "Safada! O primeiro beijo devia ser meu." E a beija, mãos nos cabelos curtos dela. Antes que termine, é puxada novamente – se surpreende ao ver Rufus: "Ei… você?" Mas não recua, apertando e alisando o peito dele enquanto o beija profundo: "Mmm… delícia."
Quando Rufus olha, Sara e Gislaine dançavam juntas, se esfregando suavemente, seios roçando: "Ahh, Gi… minha filhota linda e safadinha." Aquilo o excitou demais, pau endurecendo. Ele chega por trás de Sara, Jaqueline por trás de Gislaine – um quarteto dança e se despe, mãos tirando roupas devagar. Sara e Gislaine abraçam uma à outra, beijando Rufus e Jaqueline alternadamente: "Vem cá, amor… beija ela também", diz Sara pra Gislaine, que beija Jaqueline: "Você é quente…"
Quando todos estão nus – corpos suados, cheiros misturando –, Sara puxa Rufus: "Me come com gosto, amor… agora." Ele o faz em missionário na sala, metendo ritmado na boceta úmida, estocadas profundas: "Ahh, delícia…" Sara geme: "Mmm, mete forte… tô molhada pra você." Ao lado, Gislaine suga os seios pequenos de Jaqueline, lambendo os mamilos pontudos, depois partindo pra boceta depilada: "Ahh, que delícia de boceta!" Jaqueline suspira: "ahh, continua!"
Após um orgasmo gostoso de Sara, ela senta na cara de Jaqueline, rebolando no rosto dela: "Me lambe gostoso, ruivinha." Rufus maceta Jaqueline, pau fundo na boceta apertada: "Caralho, como é apertadinha!" Gislaine beija Rufus, passando mãos pelo corpo de Jaqueline e Sara: "Ahh, vocês são quentes… me excita tanto." - diz Jaqueline.
Depois, foi a vez dele comer Gislaine, metendo devagar no cu dela: "Ahh, Gi… delícia." Ela gemia, com tesão e raiva: "Vocês deram mole praquela safada da Beatriz… me deu ciúme." Sara se desculpa: "Foi erro nosso, filha… perdoa?" Rufus não entende o ciúme: "Ei, por quê? A gente te ama." Gislaine geme gostoso no pau dele.. Quando Rufus diz descaradamente: "Minha amante deliciosa não devia ter ciúme… a única mulher mais linda que você é a Sara", ela treme mais: "Ahh, seu safado… te amo!"
Jaqueline e Sara fazem um 69 gostoso, línguas circulando: "Mmm, que boceta doce, Jaqueline…" Sara complementa: "Você é incrível… gostosa... aaahhhh! Tesudinha demais!" Jaqueline responde: "Você que é! aahhhh Toda perfeita! Amo trabalhar na sua loja, Sara… jamais sacanearia vocês. Sou muito grata por tudo!! aaaahhhhh!"
Ao final, as três tomam a porra de Rufus juntas, chupando o pau pulsante. Elas fazem um beijo triplo cheio de porra, línguas se misturando cremosas: "Mmm… que safadeza." - pensa Jaqueline.
Mas Rufus não estava satisfeito: "Ainda não acabei…" Puxa Gislaine, surpreendendo-a, e a chupa com fome, língua no clitóris: "Ahh, Gi… goza na minha boca." Ela logo goza forte: "Ahh, assim… aaahhhh você me deixa mooooole!" Faz o mesmo com Sara: "Vem, amor…" Sara treme: "Ahh, delícia, meu marido gostoso!" Por fim, com Jaqueline: "Sua vez… relaxa." Ela suspira: "Ahh, Rufus… que língua boooooa!"
As três ficam deitadas na sala, uma ao lado da outra, rindo como bobas, ofegantes e suadas. Sara diz: "Amo meu marido tesudo… você é o melhor." Gislaine também: "Amo meu amante delicioso… apesar do ciúme." Jaqueline ri e agradece: "Que noite inesquecível… obrigada por tudo."