Fake! Sequestro parte 1

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 500 palavras
Data: 07/04/2026 02:17:45
Assuntos: Esposa, Heterossexual

O fogo que acendi sozinha

Meu nome é Larissa Costa. Tenho 29 anos, sou esteticista num spa de luxo no centro de Goiânia, e sou mãe de dois filhos lindos: Luana, de 10 anos, e Mateus, de apenas 5. Quando eu trabalho, eles ficam com minha mãe, como sempre. Em casa sou a esposa dedicada do André há oito anos — o homem que me deu uma família, que me ama com uma lealdade que eu nunca mereci. Ele chega cansado da construtora, beija minha testa, pergunta como foi meu dia. Eu sorrio. Por fora sou calma, organizada, a mãe perfeita. Por dentro… eu estava queimando viva, consumida por um vazio que ele nunca soube preencher.

Tudo começou numa noite quente de março, quando André viajou a trabalho. As crianças estavam na casa da minha mãe. Eu estava sozinha no sofá, o celular na mão, rolando o Facebook sem rumo, o coração já pesado de solidão. O perfil dele surgiu como um soco: Victor Ramos. Corpo definido, olhos pretos que pareciam me atravessar a tela, sorriso de quem sabe exatamente como destruir uma mulher. A primeira mensagem chegou como um sussurro proibido: “Você tem cara de quem precisa ser comida até esquecer o próprio nome.” Minha calcinha molhou na hora. Eu ri sozinha, nervosa, mas respondi. E não parei mais.

Durante um mês inteiro nós vivemos dentro da tela, o lugar de desejo que me consumia. As mensagens começaram inocentes e viraram pornografia pura, crua, sem limites. Ele mandava áudio com aquela voz grave, animalesca, rouca de tesão:

— Larissa, eu imagino você de quatro pra mim, essa bundinha empinada, buceta melada escorrendo, enquanto eu seguro teu cabelo e meto meu pau grosso até o talo, batendo fundo, te chamando de puta safada. Quero ouvir você gritando “me fode mais forte, Victor, me arromba toda” enquanto teu marido dorme do lado como um otário que não sabe te satisfazer.

Eu respondia com os dedos trêmulos, já com a mão dentro da calcinha, três dedos enfiados fundo na minha boceta encharcada:

— Victor… eu tô no banheiro agora, sentada na pia, dedo fodendo minha buceta pensando no teu pau me rasgando. Meu marido tá na sala e eu só consigo imaginar você me batendo na cara, me chamando de vadia barata enquanto goza dentro de mim. Vem me destruir, por favor… eu tô pingando, latejando, louca pra ser tua puta.

A culpa me rasgava por dentro como facas quentes. Depois de cada orgasmo silencioso, eu olhava pro André dormindo ao meu lado, via o rosto dele, lembrava dos nossos filhos, dos votos de casamento, e as lágrimas vinham quentes, silenciosas. Eu amo ele… amo a família que construímos… como posso estar virando essa vadia nojenta? O conflito interno era insuportável: o amor verdadeiro que eu sentia por ele contra o desejo selvagem que Victor despertava. Eu me odiava. Mas o corpo traía a mente. Toda noite eu gozava pensando nele, o coração acelerado de medo e excitação, sabendo que estava destruindo tudo que importava.

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Comentários

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Não entendi porque deletou os outros comentários.

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Amo mulher que gota de ser dominada, caso queira conversar comigo sou um coroa na casa dos 64 anos, caso interessar segue o meu email: euamoavida2020@gmail.com

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