O Marido que Criou o Próprio monstro
Meu nome é Eduardo. Tenho 40 anos, sou pai de Lucas, 14 anos, e Sofia, 13 anos, e há dezoito anos sou o homem que mais ama, mais protege e mais deseja Mariana no mundo inteiro. Mas também sou o monstro que eu mesmo criei — e o karma me cobra caro todos os dias, com juros de sangue, lágrimas e noites em que acordo suando frio, o coração martelando como se fosse explodir. Porque eu já fui o Ricardo. Eu já fui o amante que roubava a mulher casada, que a fazia se sentir viva, que a levava a questionar tudo o que tinha. E agora vejo Mariana — minha Mariana, a mesma mulher que casou virgem comigo — se tornando exatamente como Clara era. E isso me mata por dentro.
Clara. Ainda sinto o cheiro dela quando fecho os olhos. Eu tinha 24 anos, namorava firme com Júlia, uma menina doce que sonhava com casamento e filhos. Júlia era segura, previsível, o tipo de mulher que me fazia sentir “bom”. Mas Clara… Clara era fogo puro, proibido, destruidor. Casada há dez anos com um empresário rico que viajava o tempo todo. Ele não era ruim de cama — ela me contou isso várias vezes, com a voz rouca, entre gemidos e lágrimas de frustração. “Ele sabe foder, Eduardo… quando tem tempo. Mas nunca tem. Chega cansado, mete rápido, goza e dorme. Eu fico lá, molhada, latejando, querendo mais, e ele já ronca ao meu lado.” Ele dava conforto, dinheiro, status. Eu dava o que ela nunca teve: paixão pura, obsessão, a sensação de ser desejada como mulher.
A gente se conheceu numa festa de empresa. Ela usava aliança grossa no dedo, vestido justo que marcava os seios grandes e pesados, a bunda redonda e firme, a cintura fina. Quando nossos olhares se cruzaram, ela mordeu o lábio e sorriu de um jeito que meu pau endureceu na hora. Naquela mesma noite, no estacionamento escuro, ela me puxou pro canto atrás de um carro, colou o corpo quente no meu e sussurrou rouca no meu ouvido, voz tremendo de tesão e desespero:
— Meu marido nunca me toca assim… me beija, Eduardo. Me fode com a boca antes que eu mude de ideia.
Eu a beijei com fome selvagem, língua invadindo a boca dela, mão subindo pela coxa grossa por baixo do vestido, sentindo a calcinha já encharcada, quente, pegajosa de desejo. Meu pau latejava dolorosamente contra a barriga dela. “Você é casada… e eu tenho namorada”, eu disse, voz falhando de desejo e culpa imediata que já apertava meu peito como uma mão de ferro. Ela riu baixo, apertando meu pau por cima da calça com força, esfregando a palma quente:
— E daí? Eu quero pau de verdade. Quero que você me arrombe enquanto ele conta dinheiro no hotel. Me leva agora… ou eu vou enlouquecer aqui mesmo.
No motel, mal fechamos a porta e ela caiu de joelhos, puxando meu cinto com pressa desesperada, olhos molhados de tesão:
— Olha como eu tô molhada só de pensar em você o dia todo… meu marido me dá dinheiro, mas só você me faz pingar assim. Engole meu pau, corno… engole o pau que vai comer sua mulher enquanto você trabalha.
Eu segurei o cabelo dela, meti fundo na garganta quente e molhada, sentindo ela engasgar, babar, lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto gemia em volta do meu pau como uma vadia faminta. “Isso… chupa gostoso, vadia casada… engole tudo que seu marido nunca vai ter.” Depois eu a joguei na cama, rasguei a calcinha encharcada e meti sem camisinha, estocando fundo, pele batendo contra pele com força bruta, sentindo a buceta apertada dela me sugar como se nunca tivesse sido comida direito na vida.
— Diz pra mim que você é minha puta casada — eu rosnava, batendo forte, mão estalando na bunda dela, marcando a pele clara com vermelhidão, dedos cravados nos quadris.
— Eu sou sua puta casada… meu marido me dá conforto, mas só você me arromba assim… me enche de porra, Eduardo… goza dentro da buceta que ele nunca mais vai sentir apertada! Me fode mais forte… me faz esquecer que sou casada… me rouba dele! Eu quero ser sua… só sua!
Eu gozava rugindo, jorrando quente fundo nela, enchendo até escorrer pelas coxas grossas. Ela gozava gritando, unhas cravadas nas minhas costas, corpo tremendo inteiro, olhos revirando de prazer puro, buceta pulsando em volta do meu pau como se quisesse me prender pra sempre. Depois, deitada no meu peito suado, ela chorava baixinho, voz quebrada:
— Eu te amo… me tira dele. Quero acordar todo dia com você dentro de mim.
O desejo de possuí-la era insano. Eu queria ser o homem que ela escolhia, queria roubar a mulher casada, queria destruir o casamento dela pra tê-la só pra mim. Toda semana eu planejava: mandava mensagens o dia inteiro (“Pensa em mim enquanto ele te ignora. Eu te fodo melhor”), ligava escondido (“Deixa ele. Vem morar comigo. Eu te fodo todo dia, te faço gozar até esquecer o nome dele”), prometia futuro. “Eu cuido de você. Você merece pau de verdade todo dia, não essa vida morta.” A tensão era constante: medo de ser descoberto pela Júlia, culpa que queimava como ácido depois de cada encontro quando eu voltava pra casa e via Júlia me esperando com sorriso inocente. Eu me sentia um lixo, um traidor, um monstro. Mas o tesão vencia tudo. Depois de cada foda eu saía do motel com o peito inflado de poder… e no carro, sozinho, o conflito me rasgava vivo: Eu estou destruindo um casamento. Eu estou traindo Júlia. Mas Clara me quer. Ela me escolhe. Eu gozava de novo só de lembrar das palavras dela, pau na mão, lágrimas de culpa escorrendo.
O affair durou quase um ano. Até que o marido desconfiou, brigou feio e Clara, com medo de perder tudo, terminou comigo por telefone, chorando: “Eu te amo… mas não posso perder minha vida.” Eu sofri pra caralho. Chorei sozinho no carro por horas, pau ainda latejando de saudade do corpo dela, odiando o marido dela e me odiando mais ainda por ter desejado destruir um casamento alheio. O conflito nunca saiu de mim: desejo que ainda queimava, culpa que me consumia, lição que eu jurei aprender.
Anos depois, casei com Mariana. Ela era virgem, criada em família conservadora, onde sexo era pecado e “mulher direita” esperava o marido. Quando nos conhecemos ela tinha 19 anos. Olhos baixos, voz tímida, corava só de eu segurar sua mão. “Eu quero esperar o homem certo”, ela me disse. Eu fui esse homem. Fui o primeiro beijo, o primeiro toque, o primeiro pau que entrou devagar nela, numa noite de lençóis brancos, ela tremendo de medo e desejo. Nos primeiros anos o sexo era carinhoso, quase sagrado. Ela gemia baixinho, apertava meus ombros, gozava escondendo o rosto no meu pescoço. Era pura. Era minha.
Tivemos Lucas e Sofia. Eles cresceram vendo o pai e a mãe como o casal perfeito. Lucas, quase 14, já pergunta por que a mãe “viaja tanto a trabalho”. Sofia, 13, me olha com aqueles olhos que parecem saber demais: “Pai, a mamãe tá estranha… você tá bem?” Eles estão no meio disso tudo. Eu morro de medo que descubram. Quero que eles tenham a família estável que eu quase destruí na vida de Clara. Quero que Mariana seja feliz — sexualmente, emocionalmente, completamente feliz. Eu a amo tanto que quero que ela sinta o fogo que Clara sentiu comigo. Mas não assim. Não se isso for destruir nossos filhos, nossa casa, nossa vida.
Parte 02
Meu nome é Mariana. Tenho 38 anos, sou mãe de Lucas e Sofia, e há dezoito anos sou a esposa de Eduardo — o homem que me transformou, devagar e com maestria, de uma menina virgem e assustada em uma puta.
Eu era pura. Cresci numa família conservadora, onde sexo era pecado e “mulher direita” esperava o casamento. Aos 19 anos eu nunca tinha beijado direito. Quando Eduardo apareceu na minha vida, eu me apaixonei perdidamente. Ele era mais velho, confiante, tinha aquele sorriso safado que fazia minhas pernas tremerem. Namoramos dois anos. Eu o deixava me beijar, deixar a mão subir pela minha coxa, mas sempre parava antes. “Eu quero esperar o casamento”, eu dizia, corando até as orelhas. Ele respeitava. Ou pelo menos fingia respeitar.
No dia do nosso casamento, eu tremia inteira dentro do vestido branco. Quando entramos no quarto da lua de mel, ele me despiu devagar, beijando cada pedaço de pele que aparecia. Eu estava molhada, nervosa, virgem. Ele me deitou na cama, abriu minhas pernas com carinho e me olhou como se eu fosse a coisa mais sagrada do mundo.
— Você é minha agora, Mari… pra sempre — sussurrou, enquanto a cabeça do pau dele roçava minha entrada molhada.
Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, me sentindo apertar em volta dele. Eu chorei de dor e prazer, unhas cravadas nas costas dele.
— Devagar, amor… você é tão apertada… tão minha… — ele gemia, estocando com cuidado.
Eu gozei pela primeira vez na vida com um pau dentro de mim, soluçando o nome dele, sentindo que aquilo era amor puro.
Nos primeiros anos o sexo era bonito. Romântico. Ele me comia com carinho, me beijava o tempo todo, me fazia gozar olhando nos meus olhos. Eu gemia baixinho, apertava os ombros dele, nunca falava palavrão. Eu era a esposa perfeita. A mãe dedicada. A mulher que ele jurou proteger.
Mas Eduardo… Eduardo queria mais.
Tudo mudou numa noite quente, anos depois do nascimento de Lucas. As crianças dormiam. Nós estávamos pelados, suados, lençóis embolados. Ele me comia devagar, fundo, olhando nos meus olhos. De repente parou, ainda dentro de mim, e sussurrou rouco:
— Imagina outro homem te tocando agora, Mari… imagina outro pau te abrindo enquanto eu assisto aqui do lado, vendo você gozar pra ele.
Meu coração disparou. Senti a buceta pulsar forte em volta do pau dele. Eu gozei na hora, apertando ele com força, gemendo alto, mas depois veio a culpa pesada. Eu era mãe. Eu era esposa. Como podia sentir tesão com aquilo?
Ele não parou. As fantasias foram crescendo devagar, como um veneno doce. No começo eram leves. Ele enfiava o plug anal devagar no meu cu enquanto me fodia por trás, estocando devagar, voz baixa no meu ouvido:
— Relaxa esse cuzinho, amor… imagina outro pau aqui, te arrombando enquanto eu te como na buceta. Imagina ele te chamando de puta enquanto eu assisto.
Eu gemia, envergonhada e molhada, sentindo o prazer proibido tomar conta de mim. O plug esticava meu cu, o pau dele enchia minha buceta, e eu rebolava contra ele, culpada e excitada.
— Eduardo… isso é errado… eu sou sua esposa… — eu sussurrava, mas minha voz traía, rouca de tesão.
— Errado? Olha como você tá encharcada, Mari. Sua buceta ama a ideia. Diz pra mim… diz que você quer outro pau te fodendo enquanto eu vejo.
Eu gozava forte, soluçando, apertando os dois buracos ao mesmo tempo.
As fantasias ficaram mais pesadas. Ele me pedia pra me vestir como uma puta pra ele — vestido curto demais, sem calcinha, plug no cu o dia inteiro. Eu obedecia, tremendo de vergonha e tesão. Eu me olhava no espelho do quarto e quase não me reconhecia. A menina virgem que casou de branco agora rebolava no colo dele, gemendo palavras sujas que eu nunca tinha dito antes.
— Me chama de puta, amor… me diz que eu sou uma vadia casada — eu implorava, cavalgando ele devagar, sentindo o pau dele me encher até o fundo.
Ele segurava meus quadris com força e rosnava, olhos escuros de desejo:
— Você é minha puta casada… minha vadia que agora quer outro pau te arrombando enquanto eu assisto. Imagina ele te comendo de quatro, me olhando e dizendo “olha como sua mulher geme pra mim”.
Eu gozava forte, culpada, excitada, dividida entre o amor que sentia por ele e o fogo novo que ele tinha acendido em mim.
Até aquela noite fatídica. Depois de eu ter gozado duas vezes com o plug fundo e o pau dele estocando sem piedade, ele parou, ainda enterrado em mim, e me perguntou baixinho, voz rouca de tesão e algo mais escuro:
— E se fosse de verdade, Mari? Outro pau te comendo enquanto eu assisto… ou até sozinho, sem eu ver tudo? Outro homem te arrombando enquanto eu espero em casa com o pau latejando, imaginando cada estocada?
Meu coração disparou. Senti a buceta pulsar forte em volta dele. Engoli em seco e respondi, quase gemendo, voz quebrada:
— Tanto faz, amor… Homem,Qualquer um. Só de pensar em outra boca me chupando, outro corpo me apertando… eu fico encharcada.
Ele me virou de bruços com força bruta, abriu minhas pernas e me comeu com raiva e amor, sussurrando no meu ouvido enquanto o cu piscava contra ele:
— Então você quer virar uma vadia de verdade, né? Quer um pau estranho te arrombando, te enchendo, enquanto eu espero em casa com o pau latejando, imaginando cada gemido que não é pra mim?
Eu gozei gritando o nome dele, apertando o pau dele como nunca, mas na minha cabeça já era outro pau me rasgando. E foi ali que eu comecei a virar essa puta.
As fantasias viraram rotina. Ele me pedia pra me tocar pensando em outro homem, pra contar detalhes enquanto ele me fodia. Eu obedecia, cada vez mais molhada, cada vez mais culpada, cada vez mais viciada.
E foi assim que, anos depois, quando conheci