Hotwife & O Corno ep:5 - O estagiário na buceta e marido no ouvido

Um conto erótico de feminive
Categoria: Heterossexual
Contém 1077 palavras
Data: 06/04/2026 16:59:50

Capítulo 5

Ele não aguentou mais esperar. A língua saiu da minha buceta com um último chupão forte que me fez arquear as costas, e no segundo seguinte senti a cabeça grossa do pau dele pressionando a entrada, escorregadia de saliva e do meu próprio tesão. Ele segurou meus quadris com as duas mãos, dedos cravados na carne, e empurrou de uma vez, inteiro, fundo, sem dó.

O ar saiu dos meus pulmões num gemido longo. A sensação de ser preenchida assim, de repente, me esticando toda, me abriu inteira. O pau dele era duro como pedra, quente, pulsando dentro de mim, batendo no fundo com cada estocada que começava lenta mas logo virava selvagem. Ele batia forte, ritmado, o som da pele contra pele ecoando no quarto, misturado com meus gemidos e os grunhidos baixos dele.

— Caralho, Ju… você aperta gostoso pra porra — ele rosnou, acelerando, puxando meus quadris pra trás a cada metida, me fazendo empinar mais, abrir mais.

Eu sentia tudo: a fricção deliciosa nas paredes internas, o clitóris roçando na base do pau dele a cada fundo, o ventre se contraindo em espasmos, os peitos balançando pesados, os mamilos roçando o lençol e mandando choques direto pro centro do prazer. Meu corpo inteiro tremia, suado, entregue. Eu rebolava pra trás, encontrando cada estocada, querendo mais fundo, mais forte, mais rápido. A buceta latejava em volta dele, escorrendo, molhando as coxas dele, o lençol, tudo.

Ele se inclinou sobre mim, o peito colado nas minhas costas, uma mão subindo pro meu pescoço — não apertando, só segurando, possessivo —, a outra descendo pro clitóris, dedos circulando rápido enquanto metia sem parar. O prazer subiu em ondas violentas, quentes, quase dolorosas de tão intensas. Eu gemia alto, sem filtro, pedindo mais, xingando de tesão:

— Isso… me fode forte… me fode como o corno nunca fodeu…

Ele riu rouco contra meu ouvido, mordendo o lóbulo:

— Vou gozar dentro de você, Ju… vou te encher toda pra você levar pro seu marido…

As palavras me levaram ao limite. Meu corpo inteiro se contraiu, a buceta apertando ele como um punho, pulsando forte, o orgasmo explodindo em mim como uma onda que me atravessou da cabeça aos pés. Gritei, tremi inteira, as pernas fraquejando, o prazer se espalhando em espasmos quentes que faziam minha visão embaçar. No mesmo instante ele acelerou mais três, quatro estocadas brutas, grunhiu alto e gozou dentro de mim — jatos quentes, grossos, pulsando fundo, enchendo tudo enquanto eu ainda tremia no meu próprio gozo.

Ficamos assim uns segundos, ofegantes, colados, suados, o pau dele ainda dentro de mim, amolecendo devagar, o sêmen escorrendo quente pelas minhas coxas quando ele saiu. Eu desabei de bruços na cama, o corpo mole, satisfeito, a buceta latejando de prazer residual, o peito subindo e descendo rápido. Ele caiu do meu lado, rindo baixo, passando a mão pelas minhas costas.

— Porra… isso foi foda.

Eu sorri contra o travesseiro, o corpo ainda vibrando, as pernas moles, a buceta latejando de um prazer que demorava a se acalmar. O sêmen dele escorria devagar pelas coxas, quente, pegajoso, e eu adorava aquela sensação suja, de ser marcada, de levar ele dentro de mim mesmo depois que acabou.

Depois daquela primeira rodada, o Daniel — que era só um pouco mais velho que um menino, mas ainda tinha aquela energia incansável de quem acabou de descobrir o quanto pode foder — começou a explorar o motel como adolescente. Apertou todos os botões: luzes coloridas piscando, hidromassagem borbulhando, música ambiente safada tocando baixo. Meu celular vibrou na bolsa jogada no chão. Levantei correndo, nua, suada, os peitos balançando, pra atender. Afinal, eu estava “trabalhando”. Sinalizei pro Daniel fazer silêncio com o dedo na boca e atendi, voz tentando soar normal.

Era o Dedé.

— Oi, Dedé…

— E aí, como está aí?

— Ahn… você sabe…

Eu voltei pra cama devagar, sentando na beirada, olhos fixos no garoto que ficou congelado no lugar, corpo tenso, pau ainda meio duro balançando, me olhando nervoso como se o mundo fosse acabar. Só relaxou quando fiz um sinal positivo com o polegar, tipo “tá tudo bem”.

— O motel é legal?

— É sim, na verdade eu nem reparei direito… — falei a verdade sem filtro, sem pensar que a verdade podia cutucar. — A gente chegou já… você sabe! Nossa, eu tô com vergonha.

Me deitei encostada na cabeceira, pernas semiabertas, o corpo ainda quente. O Daniel veio rastejando pra perto, silencioso, como se quisesse ouvir cada palavra da ligação. Eu achava que conhecia meu marido: ele estava ligando pra saber se eu estava bem, se precisava de algo, se o motel era seguro. Dedé era assim, atencioso, protetor, um bom marido mesmo depois de tudo. Comecei a contar pra ele do plano — como o estagiário inventou a visita falsa, como saí do trabalho sem levantar suspeita —, quando o moleque se escorreu entre minhas pernas, cara colada na minha buceta ainda gozada dele.

Fiz uma careta pra ele, tipo “nem vem”, mas não convencia nem a mim mesma.

— Eu não te perguntei, mas aquela vez aqui em casa… foi a primeira de vocês ou vocês tinham transado antes?

O Daniel me puxou mais pra baixo pela cintura, me deixando escorregar na cama, abrindo minhas pernas com as mãos grandes. A boca dele roçou de leve na buceta inchada, gozada e sensível. Uma febre subiu pela minha barriga na hora.

— Mais ou menos… a gente só fez umas coisinhas escondidas no carro, ir pra casa foi uma coisa meio burra na real…

Lá embaixo, ele começou com beijos leves, lábios macios tocando os lábios, lambendo o líquido que escorria, misturando com o seu gosto. Perdi o ar. O corpo inteiro arrepiou, os mamilos endurecendo de novo, a respiração falhando.

— Sai… sai! — sussurrei pra ele, tentando empurrar a cabeça sem fazer barulho, mas minha mão traiu, acabou afagando o cabelo dele.

— O que foi, Juliana? — André perguntou do outro lado, voz calma, curiosa.

— Nada não, amor…

— Nada não? Eu quero saber…

O Daniel ignorou meu sussurro. Abriu mais minhas pernas, língua traçando devagar a entrada, lambendo tudo que tinha sobrado dele, depois subindo pro clitóris inchado, circulando devagar, sugando de leve. Meu ventre se contraiu forte, um gemido baixo escapou antes que eu pudesse segurar. Cobri a boca com a mão livre, olhos fechando, quadril se mexendo sozinho contra a boca dele.

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