Gislaine, encucada com a troca de olhares entre Rufus, Sara e Beatriz, resolve ficar de olho. Aqueles sorrisos cúmplices e toques "inocentes" não saíam da cabeça dela – "Por que eles tão tão próximos dessa menina de repente?", pensava. Perguntando a amigas em comum (ex-colegas da irmã de Beatriz), descobriu que Beatriz era uma putinha que se fazia de inocente. Sua fama de chupadora de rola e de boceta era forte na antiga escola – "Ela manipulava todo mundo, Gi… fingia amizade pra conseguir o que queria, depois virava as costas", contou uma amiga. Gislaine franziu a testa: "Sério? Tipo, ela é noiva, né? Mas age como se fosse solteira." A amiga confirmou: "Exato… e é cruel com quem não segue o jogo dela."
Certo dia, Gislaine encontrou Jaqueline chorando em um café perto da loja – olhos vermelhos, fungando. "Ei, Jaqueline… tá tudo bem?" Jaqueline hesitou, mas desabafou: "É a Beatriz… ela fica jogando piadinhas, dizendo que sou lésbica, mulher masculina escrotinha e sem graça e que ninguém me quer. Mas eu não sou! Gosto de homens e mulheres, mas ela usa isso pra me humilhar, como se eu fosse uma aberração." Gislaine abraçou-a: "Que ridícula… ela é uma bully. Não liga, você é linda do seu jeito." Jaqueline sorriu fraco: "Obrigada… mas dói, sabe? Ela faz isso pra se sentir superior." Aquilo confirmou as suspeitas de Gislaine – Beatriz não era só safada, era tóxica, manipulando fraquezas alheias pra se destacar.
No dia seguinte, Gislaine decide confrontar sutilmente e vai à loja no horário de almoço, quando sabia que Rufus e Sara estariam sozinhos com as funcionárias. Entra quieta pela porta dos fundos (tinha chave, afinal era filha de Sara), ouvindo risadinhas e gemidos abafados do estoque. "Que porra é essa?", pensa, coração acelerado. Espia pela fresta da porta e flagra: Beatriz ajoelhada, chupando o pau duro de Rufus com fome, lambidas ritmadas – "Mmm, delícia… que pau gostoso" –, enquanto Sara assistia, dedilhando-se: "Ahh, continua… ele adora assim." Gislaine fica puta, um misto de ciúme e raiva – "Como eles caíram nessa? Ela é uma mentirosa!" Mas nada poderia falar ali, sem provas concretas; confrontar na hora estragaria tudo. Em vez disso, observa mais, excitada apesar da raiva, o tesão traindo sua fúria.
Rufus despe Sara devagar, beijando o pescoço dela: "Vem, amor… deita aí." Sara ri: "Safado… e você, Beatriz?" Ele vira pra Beatriz, desabotoando a blusa dela, revelando o corpinho da asiática de 24 anos – cabelos lisos e pretos longos até o bumbum, seios pequenos e pontudos, bunda grandinha e redonda (herança da mãe brasileira). "Você é uma delícia", murmura Rufus, tirando a saia curta, calcinha verde já úmida. Beatriz geme: "Ahh, me come… vocês dois."
Gislaine, excitada e decidida a virar o jogo, resolve flagrá-los. Abre a porta de repente: "Ei… o que tá rolando aqui?" Beatriz se desespera, pulando pra trás: "Gislaine! Meu Deus… não é o que parece!" Mas Gislaine a beija forte, língua invadindo, mãos nos seios dela: "Agora você tá nas minhas mãos, safada." Beatriz ofega, surpresa, mas excitada: "Ahh… tá bom." Gislaine entra no sexo, virando um quarteto caótico no estoque – subtexto claro: ela controlava a situação agora, usando o tesão pra expor Beatriz.
Rufus come Sara de quatro, metendo forte na boceta úmida, estocadas profundas com tapas na bunda: "Ahh, delícia… rebola assim." Enquanto isso, Gislaine coloca Beatriz pra chupá-la, deitada no chão, pernas abertas: "Lambe direito, sua putinha… ahh, assim." Sara goza alto: "Ahh, Rufus… tô gozando forte!", escandalosa como sempre. Gislaine também, gemendo alto: "Mmm, continua!" Eram duas escandalosas, principalmente com Rufus – olhares cheios de cumplicidade entre eles, mas pra Beatriz, o de Gislaine era inquisitório, como se dissesse "Eu sei quem você é".
Rufus então fode Gislaine de lado, pau deslizando ritmado no cu apertado dela, mãos nos quadris: "Ahh, Gi… delícia." Sara faz um delicioso 69 com Beatriz, línguas circulando clitóris: "Mmm, molhadinha… me lambe mais." Beatriz fica impressionada, olhos vidrados: "Meu Deus… ele comendo a filha dela? Que loucura quente!"
Gislaine beija Rufus na boca, ofegante: "Te amo, Rufus… sempre." Beatriz não acreditava naquela safadeza familiar e goza forte na boca de Sara: "Ahh, tô gozando… delícia!" Gislaine comenta algo no ouvido de Rufus: "Ela é uma mentirosa… cuidado." Ele ri diferente, um riso de quem entendeu o subtexto – Beatriz não era confiável, manipulando todos pra seu prazer egoísta. Rufus chama Sara, a beija: "Vem, amor." Logo os três trocam um beijo triplo, línguas se misturando, excluindo Beatriz sutilmente. Gislaine comenta algo com Sara. Segundos que foram usados de forma cirúrgica. Ela pega seu celular e mostra a tela para Rufus e Sara.
Beatriz, ansiosa pela safadeza que viria a seguir, sem perceber o que rolara entre os três, inebriada pela excitação, sorri: "Que família doida. Vamos continuar? Tá uma delícia! Sara, você e sua filha se pegam também?" Mas toma um susto ao ser questionada por Sara, tom sério: "Quando você ia contar a verdade de ser uma puta safada? Tipo, manipulando a gente com aquelas frases 'soltas'?" Rufus pergunta do noivo, descompromissado, não como acusação: "Ei, e seu noivo? Ele sabe que você curte trios assim?" A intenção era testá-la, ver se mentiria mais.
Ela falha no teste, se enrolando: "Noivo? Ah, sim… ele é liberal, juro! Não, espera…ele mesmo não curte, mas não liga de participar." Entra em contradição: "Quer dizer, nem sempre ele sabe, mas é um segredo nosso. Meu e dele, eu digo..." Logo começa a chorar, falsa vitimização: "Vocês são maus… Gislaine, sua vagabunda!" Gislaine rebate: "Vagabunda? Olha quem fala. Eu sei o que você fez com a Jaqueline – humilhando ela, chamando de lésbica escrota e feiosa pra se sentir superior. Ela chorou por sua causa!"
Aquilo deixa Sara e Rufus muito irritados – Sara, especialmente, admite: "Eu percebi que você era assim, Beatriz… manipuladora, fingindo inocência pra conseguir o que quer. Ignorei minhas percepções porque o tesão falou mais alto, mas agora chega." Rufus assente, tom firme na voz: "É… caráter zero. Você usa as pessoas, né? Nossa brincadeira acabou por aqui." O sexo estava encerrado, assim como o contrato de trabalho de Beatriz, que foi demitida ao final daquele dia: "Pega suas coisas e vai… não queremos gente assim aqui." Beatriz sai chorando, mas a verdade era clara: suas lágrimas eram teatro, como tudo nela – uma pessoa sem caráter, diferente de Gislaine e Sara, que eram safadas mas honestas e leais uma às outra, e também à Rufus.
Depois desse dia, eles não tiveram mais contato com Beatriz.