Rufus, Sara, Gislaine e João almoçam o delicioso Yakisoba que Rufus comprou – macarrão quentinho com legumes crocantes e frango suculento, aromas enchendo a casa. João beija Gislaine com saudades, após o fim de semana todo delas viajando: "Senti muita falta de você, amor." Sara e Rufus mal se soltam enquanto comem, mãos entrelaçadas, beijinhos rápidos. E apesar de dar carinho a João – abraços e risadas –, Gislaine vez ou outra troca olhares com Rufus, daqueles cúmplices e cheios de faísca.
Após o almoço, acabam indo cochilar, devido ao cansaço das meninas da viagem. "Ai, tô exausta… vamos tirar um cochilo?", sugere Sara, e todos concordam, espalhando-se pelos quartos.
Após cerca de 40 minutos dormindo, Rufus acorda devagar, um aperto suave em seus pés meio que o despertou. Ele percebe que Gislaine e Sara conversavam ali, no quarto deles, sentadas na ponta da cama, vozes baixas. Gislaine reclamava: "Poxa, mãe… o João nem tentou namorar antes de dormir. Tô cansada, mas subindo pelas paredes de tesão. Ele nada…" Sara zoa: "Ah, filha… você já tirou uma casquinha do Rufus mais cedo, né? Dá um desconto pro João." Gislaine ri, corando igual pimentão: "Mãe! Para… mas é sério, tô precisando relaxar antes de cochilar de verdade."
Elas então sussurram, Rufus ainda se fingindo de dormindo, não entendendo tudo. Uma risadinha, Sara corando igual Gislaine: "Shh… cuidado pra não acordar ele." Após muito cochicho, ele as vê trocando carinhos – mãos se tocando levemente nos braços, rindo baixinho. Sara faz um carinho longo e suave no rosto de Gislaine, que ri e fecha os olhos. Ela fala: "Aquela brincadeira de sábado à noite foi quente, hein?" Sara segura o riso, concordando: "Foi… mas para com isso agora." Rufus fica muito curioso sobre o que aquilo se tratava, tentando não imaginar alguma brincadeira saliente. Ele já estava excitado, pau quase furando a bermuda, coração acelerado.
Então Sara se deita de novo, e Gislaine volta pro quarto dela: "Vou tentar acordar o João… tchau, mãe." Rufus fica surpreso – achava que seria uma parada a três. E de repente, Sara pega em seu pau por cima da bermuda, rindo: "Imaginava que você tava acordado… apertei seu pé de propósito pra te chamar." Rufus pisca, sorrindo: "Ei… ouvi tudo. O que rolou sábado?" Sara ri: "Depois eu conto… agora, vem cá."
Eles conversam sobre como Gislaine mudou, entre um beijo e outro. Sara diz: "Tô ficando orgulhosa dela, amor… crescendo, amadurecendo enfim." Rufus assente: "É… mas você tá preocupada com o quê?" Sara admite: "Meu único medo é que, por você ainda morar no coração dela, ela fique confusa e estrague tudo, a relação dela com João, a nossa..." Rufus a tranquiliza: "Ei, eu sou seu, Sara. Acima de tudo. Te amo." Ela sorri e o beija devagar: "Eu também… vem."
Eles fazem um amor gostoso, devagar e carinhoso. Primeiro, missionário – Sara deitada, Rufus por cima, metendo ritmado na boceta úmida, corpos colados: "Ahh, delícia… assim." Sara suspira: "Mete devagar… ainda to com saudades disso." Troca para cowgirl – ela monta, rebolando lenta, mãos no peito dele: "Sente? Tô molhadinha." Rufus geme baixinho: "Delícia… rebola mais." Ela acelera um pouco, gozando suave: "Ahh… sim." Por fim, de lado – ele atrás, estocadas profundas, mão nos seios dela. Sara delira: "Ahh, amor… tô gozando de novo!! huuuumm"
Durante o sexo, Rufus pergunta, sorrindo safadamente: "E aquela brincadeira de sábado? Me conta…" Sara desconversa, rindo: "Depois, meu gostoso." Rufus não força: "Tá bom, minha deliciosa safadinha."
Ela termina bebendo o leitinho, sugando o pau com carinho, lambendo cada gota: "Mmm… você é o melhor marido do mundo." E complementa: "Só não chamei a Gi porque ela precisa aprender a se resolver com o João sozinha. Sem recorrer a outro pau ou boceta… sem uma terceira pessoa na cama." Rufus, analisando, concorda: "É… vai ajudá-la a ser mais madura."
E então os gemidos ecoam pela casa – Gislaine enfim conseguiu o que tanto queria, voz alta e prazerosa: "Ahh, João… assim!"
Sara e Rufus sorriem, alegres pela conquista e crescimento daquela que também morava em seus corações.