Sara e Gislaine enfim retornam no domingo, saindo cedo de Jundiaí após o café da manhã no hotel. O sabado foi de passeios e uns acertos no contrato. Estavam ansiosas pra voltar pra casa, o clima leve entre elas – conversas animadas sobre a viagem, risadas sobre fornecedores e confissões leves sobre saudades dos amados. Sua relação nunca fora tão forte e próxima, como se o tempo juntas tivesse selado uma cumplicidade nova.
Elas chegam na hora do almoço. Rufus já tinha tomado banho e estava cheiroso, com um perfume amadeirado intenso e fresco, e comprara Yakisoba pelo aplicativo – a entrega em breve. Elas amam ouvir aquilo: "Meu Deus, Rufus… perfeito! Tô morrendo de fome", diz Sara. Gislaine dá um abraço apertado e demorado nele, corpos colados: "Saudades, meu padrasto lindo" Rufus ri: "Eu também, minha enteada linda." Ela parte pro banho, piscando maliciosa. Sara beija Rufus esfomeada, língua invadindo: "Tô cheia de saudades, amor… mas preciso de um banho, foram horas de estrada." Mas não se segura, ajoelhando e chupando o pau semi-duro com fome, sugando ritmado: "Mmm, delícia..." Rufus geme: "Ahh, Sara… assim eu gozo rápido."
Quando Gislaine termina e sai do banheiro, enrolada na toalha, se depara com a cena – Sara lambendo voraz, Rufus ofegante. Ela morde os lábios, olhos brilhando de tesão: "Meu Deus… que visão." Sara corre pro banho, rindo: "Já volto!"
Mal Sara entra no banho e agora é Gislaine quem agarra Rufus, beijando faminta, mãos no short dele: "Estava morrendo de saudades... queria tanto você agora..." Rufus avisa, ofegante: "João vem almoçar com a gente, só vai demorar um pouco." Mas ela ignora, ajoelhando pra chupá-lo, língua circulando a cabeça babada: "Ahh, delícia… esse pau já tá babado, hein?" Mas suga com fome, engolindo fundo: "Mmm… saudade desse gosto." Rufus geme: "Ahh, Gi… que coisa boa…"
Percebendo que o chuveiro foi desligado, ela se levanta, o beija mais uma vez – lábios macios se unindo longamente – e corre pro quarto: "João vai ter trabalho essa tarde… mas não vejo a hora da nossa próxima escapada." Diz Gislaine. Ela então para e volta, dando mais um beijo profundo, sussurrando: "Só nós dois…huum"
Mal Gislaine fecha a porta, Sara sai do banheiro nua, gotas d'água escorrendo no corpo magro e seios fartos, e agarra Rufus: "Agora sim..." Olha ao redor, procurando algo, meio desapontada. Ao beijá-lo, percebe a mudança no sabor da boca – resquício de Gislaine – e sorri maliciosa: "Eu sabia..." - fala baixinho. O carrega pro quarto, fechando a porta.
Eles fodem gostoso, saudades explodindo em tesão intenso. Primeiro, missionário na cama – Sara deitada, pernas abertas, Rufus metendo devagar na boceta úmida, estocadas profundas que fazem os seios dela balançarem: "Ahh, delícia… mete assim, amor. Saudades desse pau… mais forte!" Troca para cowgirl – ela monta, rebolando ritmada, mãos nos ombros dele. Rufus acelera de baixo: "Delícia de loirinha!." Sara treme, gozando alto: "Ahh, sim… tô gozando!" Então, manhosa, pede: "Agora come meu cuzinho bem gostoso… por favor, amor… devagarinho." Rufus lubrifica com saliva, virando-a de quatro – pau deslizando devagar no anel apertado, estocadas ritmadas e profundas, mãos nos quadris: "Ahh, delícia… rebola assim no meu pau." Sara delira: "Mmm, assim… mete fundo, ahh… tô gozando de novo!" Ele acelera, tapas leves na bunda. Outra posição: frango assado – pernas dela sobre os ombros, metendo bruto no cu, pau batendo no fundo: "Ahh, delícia…!" Sara grita: "Ahh, Rufus…"
Ao final, Sara suga todo o leitinho, ajoelhada, lambendo cada gota: "Mmm, amo esse leitinho… não imagino como seria se fizesse uma viagem mais longa." Eles gargalham juntos, ofegantes: "Ia ser uma saudade louca… mas a gente dá um jeito."
Após o sexo intenso de saudades, eles tomam banho juntos – água quente, beijos suaves, mãos explorando corpos suados. Quando saem, Gislaine recebia, com um João que acabara de chegar, a comida. O almoço tinha chegado: "Timing perfeito… vamos comer, galera!" - diz Rufus, animado e relaxado.