A nerd tímida viciada em agradar macho - parte 3 - no banheiro abandonado

Um conto erótico de Franzinha
Categoria: Heterossexual
Contém 2531 palavras
Data: 04/04/2026 16:11:09

Eu sou a Fran. Vou seguir aqui contando minha trajetória de nerd tímida pra viciada em agradar macho. Pra melhor compreensão da história e personagens, favor ler os contos anteriores.

PARTE 3 - NO BANHEIRO ABANDONADO

Eu estava lá, no banheiro do segundo andar, conforme Robson havia me ordenado. Era um banheiro antigo e ruim quase abandonado, por isso praticamente ninguém ia lá, até mesmo a equipe de limpeza não comparecia pra limpar. Fiquei me olhando naquele espelho sujo, me encarando enquanto pensava no que acabara de fazer e no que estava prestes a dar continuidade. "Fran, olha bem pra você, até ontem você nunca tinha visto um pau e agora acabou de masturbar o Robson na sala de aula e tá aguardando dois caras pra punhetar eles. O que você está se tornando?", pensei. Mas sentia um orgulho de mim mesma, sentia que eu estava fazendo o meu dever como mulher e estava feliz por isso. Enquanto sentia o calor subir pelo meu corpo com esses pensamentos impuros, ouvi passos no corredor e fiquei nervosa. Acanhada, fiquei olhando pra entrada quando de repente vi Cadu e Dio entrarem, os dois sorridentes e com uma cara de tarados.

- Olha ela aí, a nova sensação do colégio, a poderosa Franzinha! - disse Cadu, se aproximando lentamente de mim

- É verdade, hein! Essa gata é a nova febre da escola, o Robson acertou em cheio. - disse Dio, esfregando as mãos uma na outra - O que cê tá fazendo aqui, Franzinha?

- E-eu... Eu vim aqui como o Robson mandou. Ele disse que eu precisava fazer uma coisa... - eu disse, bastante acanhada, mas ao mesmo tempo muito excitada com a situação

- E o que ele disse que cê tinha que fazer hein? - perguntou Cadu, alisando o pau já duro por cima da calça de abrigo que vestia

- Ele... E-ele disse que eu deveria punhetar vocês também, do mesmo jeito que punheto ele. - as palavras escapavam da minha boca, eu não conseguia acreditar que estava falando com essa franqueza

- Boaaa, o Robson é muito nosso faixa. Ele sabe compartilhar o que a vida tem de bom. - Dio falou, se aproximando de mim, andando em volta e cheirando meu cabelo, o que me fez ficar toda arrepiada - Mas diz aí Fran, cê tá fazendo só porque o Robson mandou?

- E-eu... É claro que sim... Quer dizer... - fiquei muito ruborizada, senti minha buceta latejar e molhar instantaneamente - E-eu também gosto muito de punhetar um pau...

- Ele tinha razão mesmo, você é uma vagabunda de primeira! - disse Cadu, já abaixando sua calça devagar - Vamos fazer o seguinte, Franzinha... Fica só de sutiã e calcinha pra gente.

- O-o que? Eu não... N-não posso fazer isso, o combinado não era esse - dei dois passos pra trás, surpresa com o pedido

- Qualé, Fran, o Robson disse que cê gosta de agradar, não vai fazer essa por nós? A gente te acha tão linda, só queremos ver esse corpinho melhor enquanto cê punheta a gente, viemos até aqui pra isso - Dio falou enquanto também baixava a calça

Ele tinha razão. Eu precisava agradar eles, eles estavam perdendo aula pra estar ali comigo e eu não podia desapontá-los. Não era justo com dois homens tão atenciosos como eles eu não fazer como eles mandavam, eles me achavam linda. Eu tinha que dar o meu máximo pra que eles gostassem de mim e também dissessem pro Robson que os obedeci. Além disso, nada ia sair do combinado, eu iria fazer o que fui fazer: punhetar os manos do meu macho. Só estaria sem minha blusa e calça

- T-tá bom, meninos. Eu farei isso como vocês quiserem. - falei acanhada, mas comecei a tirar o calçado e desabotoar a calça

- Isso, putinha. Mostra pra gente o que cê tem guardado aí embaixo.

Tirei minha calça lentamente, fui descendo até tirá-la completamente pelos tornozelos. Minhas coxas grossas e torneadas completamente a mostra pra não um, mas dois homens, era algo que nunca imaginei ser possível. Percebi que os meninos estavam com as rolas extremamente duras dentro da cueca, o volume marcava muito, eles se alisavam e me olhavam com cara de quem estavam com muito tesão no meu corpo. Dio pegou pela minha mão e me fez dar uma voltinha, mexendo minha bunda carnuda pra que eles olhassem e exclamassem quase que juntos "puta merda". Cadu apertou minha bunda com vontade, senti a ponta dos dedos pressionando minha carne e cheguei a soltar um gemido inaudível. Essa sensação de ser desejada me deixava eufórica, era maravilhoso saber que eu podia deixar machos tão tarados assim. Em seguida tirei a blusa, quase deixei cair meu óculos quando fiz isso, mas o ajeitei no rosto e fiquei olhando pra eles. Cadu apenas me olhou, deu um assobio e gesticulou com a mão pra que eu ajoelhasse na frente deles. Entendi o recado e fiquei de joelhos no piso gelado do banheiro. Eles se aproximaram, quase que simultaneamente e sacaram os paus pra fora da cueca. Eram paus lindos, menores que o de Robson, mas bastante deliciosos. O pau de Cadu era grosso e curvado pra cima, com bastante veias aparentes, já a rola do Dio era bem rosada e um pouco mais fina, mas comprida. Eles não falaram nada, mas eu sem a menor cerimônia peguei nas duas pirocas e comecei a punhetar os dois.

- Caralho, essa vagabunda é boa mesmo! Não precisou nem mandar, ela já saiu agarrando!

- É, Dio, essa aí com certeza nasceu pra ser vadia de macho. Não tenho dúvida que isso aqui é só o começo.

Eu ia punhetando eles devagar, alternando os olhares entre as picas gostosas deles. Se eu pudesse me olhar, diria que estava com um olhar de maravilhada, como se fosse noite de Natal e eu estivesse ganhando o presente que sempre quis. Eu sorria descontroladamente, lambia e mordiscava meus lábios, sentindo o calor e a textura daqueles paus nas minhas mãozinhas macias. Minha buceta estava encharcada, o que molhava o tecido de algodão da calcinha e deixava uma mancha molhada, o que foi notada pelos rapazes.

- Tá molhadinha, né Fran? Punhetar macho te excita? - disse Cadu, olhando pro meio das minhas pernas com olhar de tesão

- Sim... Eu adoro fazer isso.

- É sua primeira vez com dois machos, não é? Pelo jeito não vai ser a última! hahaha - Dio ria e cumprimentava com um hi five o Cadu

- E-eu... Nunca estive com dois. E bem, não quero que seja só essa vez. - falei sem pensar, vidrada no movimento das picas nas minhas mãos, o odor de macho subindo e invadinho meu narizinho delicado, me deixando louca

- Puta merda, que cadela essa menina! Capricha, Fran, mostra pra gente o quanto cê gosta, quem sabe a gente te deixe fazer isso mais vezes. - Cadu disse, ofegante, enquanto alisava meu cabelo

- Meninosmisto de excitação e vergonha tomou conta de mim, mas não recuei e fui direta na minha fala - E-eu quero punhetar você mais vezes, quero que essa seja a primeira de muitas. Por favor, deixem que eu seja a punheteira de vocês.

- Caralho, que vagabunda! Isso aqui é ouro, meu parceiro! Ouro, porra! - Dio arfava e falava entre os dentes, enquanto tirava sua camiseta e foi acompanhado pelo Cadu nessa

Eu já estava fora de mim, quanto mais punhetava a rola dos meninos mais eu me sentia bem, me sentia feliz de poder estar dando prazer pra eles e cumprindo meu papel de agradar macho, exatamente como minha mãe me ensinou. Eu não sei o que acontecia, mas estar nessa posição de submissão mexia muito comigo, me fazia sentir completa, uma sensação de estar atingindo um propósito de vida.

- Fran... - Cadu falou de forma direta - Tira o óculos e deixa a gente esfregar o pau nesse rostinho lindo?

- O-o que? Eu não... Meninos, eu acho melhor... - fui interrompida por Dio colocando as mãos no meu óculos e tirando devagar

- Deixa de ser fazida, puta. Cê tá aqui pra nos obedecer, e a gente vai sim esfregar a pica nesse rosto de anjinho

Eu estava incrédula com esse nível de perversão. Acreditei que seria apenas punheta, somente minhas mãos. Mas antes que eu pudesse falar qualquer coisa, eles se aproximaram e começaram a esfregar as rolas bem duras nas minhas bochechas. Pincelavam de cima a baixo, de um lado pro outro, cutucavam meu rostinho com a cabeça babona daquelas picas. Eu estava em transe, não conseguia ter reação nenhuma, apenas fechei os olhos e permiti que eles fizessem do jeito que quisessem. O Dionatan estava certo, eu estava ali pra obedecer, não cabia a mim retrucar. Tinha que ser do jeito deles, os machos no comando. Eu estava incrivelmente excitada, minha buceta pulsava ao sentir o quentinho do cacete deles no meu rosto. Eu ofegava, sentia minha boca encher de saliva e o cheiro de macho bem próximo do meu nariz me deixava louca! Coloquei as mãos na coxa deles e fiquei acariciando. Estava saindo do meu juízo, aquilo era incrível e sem pensar falei:

- Isso, meninos, passem a pica no meu rostinho... Isso, assim...

- Hahahaha ela é muito puta, mané! Nasceu pra ser submissa! Fala aí, Fran, se abre com a gente. Que cê tá sentindo? O que cê quer que a gente faça? - Dio falava excitado

- I-isso é muito bom, eu tô adorando sentir o pau de vocês na minha carinha - falava em sussuros excitados, devassos - Esfreguem, meninos, batam com o pau no meu rostinho, me deixem com a cara fedendo a pica de macho. Eu mereço isso, eu sou a punheteira de vocês e tô aqui pra servir.

- Vadia de marca maior, meu faixa. Nem acredito que perdemos tanto tempo sem nos aproveitarmos dessa puta! - dizia Cadu enquanto batia com sua rola na minha cara

- Isso, não parem. P-por favor, continuem - dizia enquanto minhas mãos iam até meus peitos e eu começava a alisá-los por cima do sutiã

- Fran putinha, a partir de amanhã cê vai começar a vir com lingerie de puta, né? Não pode mais essas lingerie de tia velha, tem que ser fio dental socadinho na bunda, é assim que a gente gosta.

- Uhum, eu vou fazer isso. - eu respondia insandecida, sentindo minha cara ser esfregada de todos os lados por aquelas picas deliciosas, sorrindo excitada com a situação - Eu vou ser a putinha que vocês quiserem que eu seja.

Aquilo era demais pra mim. Eu pingava pela buceta, a saliva escorria pelos cantos da minha boca, minha cabeça estava derretendo de tanto tesão. Estava enebriada pelo prazer de estar sucumbindo ao desejo perverso daqueles machos, aceitando as ordens e me permitindo ser apenas um objeto pra eles. Como eu poderia voltar a ser o que era antes? Como iria me concentrar nos estudos como deveria se estava descobrindo um novo mundo onde eu era feita pra ser usada? O sentimento é que era uma viagem só de ida pra essa terra da submissão, e eu recém estava no início da jornada. Comecei a me tocar por cima da calcinha enquanto os meninos pincelavam o meu rosto, volta e meia sentia a cabeça de alguma pica passando pelos meus lábios, aquilo me enlouquecia cada vez mais.

- Fran, a gente vai gozar em você. Eu vou querer gozar nos seus peitos, e você, Cadu?

- Eu quero gozar direto na boca dessa puta. É claro que cê aceita, né Franzuda?

- S-sim, meninos... Gozem em mim. - falei sentindo os paus cutucando meu rostinho safado

- Pede direito, sua puta. Pede como se precisasse disso!

- Meninos, por favor... - falei sincera e fiquei os encarando, com um olhar de pidona - Gozem muito na putinha de vocês, gozem a vontade. Me deem toda a porra que mereço.

Dio foi o primeiro. Ele segurou a piroca rosada apontada pros meus peitos e gozou fartamente, vários jatos grossos e espessos nas minhas tetas durinhas. Eu sentia aquele leite todo escorrendo, era uma delícia o calor daquela porra na minha pele branquinha. Eu sorri e mordi o lábio olhando pra ele, em sinal de agradecimento. Pra completar, ele bateu com o pau melecado no meu rosto, o que fez respingar porra na minha bochecha. Eu não liguei. Logo em seguida, Cadu segurou minha cabeça, começou a gemer bem forte e mandou eu abrir a boca. Eu fiz o que ele pediu, e ele repousou só a pontinha do pau sobre meu lábio e descarregou toda a porra que tinha guardada no saco dentro da minha boquinha. Aquilo me levou às estrelas, era muito diferente de comer a porra da minha mão. Sentia os jatos caindo na língua, aquele gostinho agridoce, cheguei a lacrimejar de excitação. Após vários jatos de porra, ele bateu com o caralho já amolecendo nos meus lábios e eu senti as últimas gotas caírem sobre eles. Eu estava completamente apaixonada por aquela sensação de ter a porra de dois machos gostosos só pra mim. Olhei fixamente pros dois e engoli toda a porra de Cadu, espalhava a porra do Dionatan pelos meus peitos e lambia a ponta dos dedos. Sorria faceira, era como ganhar um prêmio!

- Obrigada, meninos. Obrigada por fazerem isso comigo e me permitir servir vocês dessa forma! - falei sorridente, me sentindo satisfeita

- Que isso, gata. Precisa agradecer não. Vamos fazer isso mais vezes, não vamos? - Cadu falou terminando de subir as calças e dando um tapa nas costas de Dio, que sorria safado

- Vamos, por favor. Eu gosto disso, eu gosto muito. - falei, mordendo o lábio e sentindo minha buceta dar fisgadas. Eu já não tinha mais vergonha de assumir o que sentia - Me deixem servir vocês mais vezes, me sinto especial. Podemos fazer quando quiserem!

- Hahahaha cê é especial demais, vadia! Agora a gente vai lá, já deve estar quase na hora de tocar o sinal. E Fran... Eu adoraria que você não se limpasse, só vestisse a camiseta por cima da minha porra... - Dio falou me fazendo um cafuné no cabelo, saindo do banheiro logo em seguida e rindo sacana com Cadu.

Eu fiquei ali, sozinha no banheiro. Me levantei e me encarei no espelho. A expressão nos meus olhos era de absoluta felicidade, eu não me lembro de quando me senti dessa maneira. Meus peitos estavam melecados, o sutiã molhado de porra. Peguei o papel pra me limpar mas lembrei do que Dio disse e pensei "por que não? A minha função não é discordar e fazer o que eu quero, mas sim o que o macho manda. Assim ele não me abandona". Peguei minha camiseta e vesti assim mesmo, por cima da porra. Senti o tecido grudar na pele e molhar. Certamente iriam notar a blusa molhada, mas eu iria dizer que derrubei milkshake ou sei lá o que. Enquanto colocava as calças, vi minha calcinha ensopada na região da minha buceta e lembrei que eu precisava de calcinhas micro, já que era assim que os meninos mandaram. "Chega de me vestir igual uma santinha como minha mãe sempre pregou, os machos gostam de mim vestida igual uma prostituta", pensei. Ajeitei meu cabelo, recoloquei meus óculos e saí do banheiro, amando estar suja de porra de um, o gosto forte da porra de outro na boca e o rostinho com cheiro de pau dos dois machos. Eu estava subindo de nível na submissão e queria mais!

CONTINUA

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Comentários

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Falta só enfiarem piroca na boca dessa puta e deixa ela arrotando porra e cm bafo de pica😈

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Surpreendendo sempre...

Adoro locais públicos...

Beijo nas tetas😈♥️

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