De madrugada Helô me acorda e pede pra comprar café da manhã, mesmo resmungando me levantei e fui na padaria mais próxima. Meu corpo se sentia pesado essas pequenas tarefas me faziam ficar perto de Helô então eu gostava, mesmo com sono fui comprar enquanto ela descansava colocando as minhas necessidades em último lugar. Sim e eu sou um beta supremo.
Às 5:30 da manhã eu estava de volta seu corpo em volta do cobertor, mesmo com sono e sem maquiagem ela era linda e com a carinha de sono, oh meu Deus eu me apaixonava.
Ela foi pelada enrolada no cobertor, falou que não tinha jantando ontem a noite e estava morrendo de fome, ela comeu 3 pães com queijo e presunto esquentado na tostadeira por mim.
Ela com um sorriso no rosto “tenho tanta sorte de ter você.”
E quando ela se levantou deixou o cobertor em cima da cadeira e se virou mostrando a sua bundinha nua pra mim e foi ao banheiro.
“Vini me trás a toalha.”
Entreguei a toalha e ela com um sorriso no rosto “obrigada.”
Fiquei olhando esperando um convite nesse momento meu coração estava acelerado “você estava esperando um convite?”
Seu rostinho lindo ainda tinha migalhas de pão e eu esperando um convite mais com um sorriso fechou a porta e minha esperança se foi, me virei e deixei ela se banhar enquanto eu limpei a mesa, arrumei sua cama e quando ela saiu do banheiro com a toalha enrolada no seu corpo, aquele cheiro de sabonete gostoso.
Eu fiquei olhando igual um tarado.
“Tá achando que vai ter um sexo casual comigo logo de manhã?”
Mesmo com um milhão de pensamentos não podia correr e disse com uma voz quase não saindo “sim.”
Eu a segui no seu quarto aquela toalha era a única coisa que cobria o seu corpo, meu pensamento era agarrar e transar com ela, ela se deitou de costa pra mim na cama e pegou o seu celular, não sabia se era um convite ou ela me ignorou.
“Não vai tomar banho?”
Porra me corri pro banheiro e tomei um banho lavando principalmente minhas partes íntimas. Quando sai do banheiro eu não queria colocar a minha roupa de ontem, e não tinha toalha, sai molhado e pingando do banheiro, fui até o seu quarto.
“Me empresta a toalha.”
Era sacada genial, ela estava no celular ainda é de toalha.
“Que cheiro gostoso é esse? Por acaso usou meu shampoo caro?”
“Nem toquei.”
“Deixa-me ver.”
Ela tinha até ignorado que eu estava pelado e molhado e me puxou para a cama e começou a me cheirar, eu estava em cima dela pelado tudo podia acontecer, eu tomei uma coragem e fiz contato visual e meus lábios tocou no dela pela primeira vez depois de um bom tempo, ela não falou nada, a gente se beijou e passou uma energia tão positiva no meu corpo que me arrepiei.
Meu pênis ficou tão duro que devia ter ficado um centímetro maior, eu não podia ir com pressa mas precisava ser confiante.
Fui beijando devagar e com as minhas pernas entrando no meio delas e quando eu olhei a sua toalha não cobria muita coisa, ela estava tão sensual e seus olhos falavam que estava com tesão, meu quadril se posicionou, meu pau estava na virilha de Helô.
Depois de tudo até parecia mentira aquela intimidade da gente, meu pau esfregando contra a bucetinha dela, era intenso.
Beijei e lambi seu pescoço e orelha e mexia meu quadril esfregando tão forte meu pênis na sua virilha, Helô gemia e tremia de baixo de mim.
Aquela sensação era que se a gente tivesse transando e nada estivesse impedindo, era gostoso e surreal.
“Você vai tentar transar comigo, mesmo depois da promessa.” Ela falou gemendo.
“Uma garota deve tomar cuidado ao ficar sozinha na cama com outro que não seja o seu namorado.”
Ela gemeu “você vai aproveitar de mim.” Sentia seu mamilo duro no meu peito, a sensação era demais.
O calor entre suas pernas era quente, minha mão percorreu até a sua bucetinha que estava úmida e molhada, seria muito fácil força lá e abrir, meu pênis parecia que tinha vida própria, Helô estava vulnerável parecia uma cadelinha no cio.
Ela segurou na minha cintura, como se tivesse pronta para me dar, eu peguei no meu pênis e posicionei bem na entrada.
“Você vai mesmo se aproveitar de mim?”
“Com toda certeza.”
Eu queria fazer o sexo mais bruto da face da terra, fazer ela esquecer de qualquer outro homem, ela gemeu.
E quando eu coloquei a cabecinha do meu pau dentro dela.
Ela gemeu.
“Estou sem camisinha.” eu a provoquei.
Sua mão na minha cintura segurou firme fazendo não sair.
“Você gosta sem camisinha, sem proteção.”
Ela colocou a mão nas minhas bolas “Você não deve gozar dentro de mim.”
Caralho eu não aguentei e enterrei meu pau dentro dela, ela gemeu e com firmeza comecei a bombar, ela passava a mão no meu corpo.
“Me foda.”
Aquela buceta era quente e gostosa mas não era apertada, meu pau sambava nela.
“Mais fundo.”
Caralho ela me provocava e mesmo assim ela ficava excitada não com meu pau e sim com o jeito que ela me constrangia e me manipulava.
“Mais forte.”
Caralho eu me doando ao máximo e estava pra gozar.
“Eu vou… eu vou chamar o Diego se você não me agradar.”
Caralho que merda, meu pau pulsava dentro dela, eu queria fazer ela gozar, e minha única solução foi passar meu dedo no clitóris dela.
Ela gemia eu percebia que estava excitada mas ela não parava “se não for você, vai ser ele.”
Eu bombava tão forte e rápido que a cama rangia, ela gemia e falando alto o vizinho iria escutar se estivesse acordado, o suor já estava todo em volta do meu corpo.
“Vai me fazer gozar?”
“Caralho!” Continuei metendo e peguei no seu peito e apertei “sim.”
Ela gemia e se contorcia.
“Vou chamar ele.”
Eu não iria aguentar mais, o desespero me fez perguntar “Você está pra gozar? Fala que está!!”
Ela segurou meu quadril e eu não aguentei.
“Eu vou gozar.” e enquanto eu falava gozei dentro, eu enchia sua bucetinha de leite.
Ela me olhou “mais já?”
Eu não sabia o que dizer ou fazer.
“Pega uma toalha.”
Fui pegar uma toalha, ela ficou deitada, eu fui limpando e passando o toalha e mais esperma escorria da sua bucetinha, eu limpava com um pano enquanto ela falava.
“Porque eu não deveria te deixar de lado?”
Eu via meu esperma escorrendo, era humilhante não conseguir fazer ela gozar depois de tudo que eu falei.
“Você consegue pensar em algum motivo por qual eu deixaria isso acontecer de novo?”
Ela era cruel e eu tinha acabado de gozar e não me sentia satisfeito, não tinha palavras para responder algo.
“É por isso que eu gosto de outros homens, outros homens igual o Diego, não tenho esse direito?”
Ela viu como eu estava quebrado e derrotado.
“Talvez eu consiga imaginar o quão assustador deve ser, você não tem masculinidade.”
Eu me sentia um fracasso de homem, ela estava sendo cruel mas realista.
“Se você não gozasse tão rápido poderíamos tentar mais vezes.”
“Helô foi quando eu senti o seu calor eu não aguentei se a gente transasse com mais frequência, poderia resistir mais tempo.”
“Você sabe que eu tenho minhas necessidades.”
“Helô, se a gente transar mais eu não vou gozar tão facilmente.”
“Você está pedindo pra eu trair meu namorado mais vezes com você… você não percebe que você é um erro.”
“Helô.”
“Cala boca e pega meu celular, manda mensagem pro Diego terminar o que você começou.”
“Helô.”
E com um olhar assustador eu peguei o celular e entreguei “ele é um homem muito melhor que você na cama… sabe como satisfazer.”
“Helô não liga, deixa eu te fazer gozar.”
Ela ficou me olhando “como?”
E sem falar muito eu abaixei a cabeça na sua bucetinha escorrendo um pouco de esperma meu, eu cheirei.
“Tem cheiro de esperma buceta e pau.”
Quando ela eu vi que ela ia falar algo, eu meti a boca na sua bucetinha, e chupei com vontade, senti meu esperma na minha língua era como se grudasse antes de engolir, não era bom, mais era necessário, não podia deixar ela chamar o Diego, seria meu fim.
Foi quando eu escutei ela gemendo, ela estava gostando, pra falar a verdade eu também não sabia a reação dela, poderia achar tudo nojento, não sei.
A cada linguada tudo ia ficando mais tranquilo, eu limpando sua bucetinha e a deixando mais molhada estava com tesão, continuei chupando, foi quando ela me puxou e deu a ordem.
“Deita.”
Senti um tesão ao comando dela e me deitei enquanto ela subiu em cima de mim deixando uma perna de cada lado da minha cabeça e sentou devagar no meu rosto, sua buceta molhada e com esperma na minha boca.
“Você queria isso? Agora lambe fundo.”
Eu lambi e ela rebolava na minha cara, ela devia se sentir poderosa, esfregando a sua bucetinha na minha cara, não demorou ela acabou gozando no meu rosto, senti seu nervo da perna tremer no meu rosto, ela se deitou comigo.
“Qual foi o gosto?”
“Não sou um especialista, mas com certeza melhor que o Diego.”
Ela riu, “eu nem me lembrava disso, então o seu esperma é melhor, porque vocês tem que sempre fazer essa competição.”
“Pra falar a verdade melhor que muita coisa, porque tinha o seu gosto junto.”
Ela sorriu “vamos se arrumar que temos que trabalhar.”