Por motivos de sigilo e anonimato, usarei nomes fictícios, mas saiba que as descrições físicas nesse relato são autênticas.
- Já tá chegando, Vitão? – Júlio mandou mensagem no meu celular.
- A caminho, meu amigo. Em dez minutos tô aí. – respondi.
- Tá certo. Avisa quando estiver chegando.
- Deixa comigo.
A gente se conheceu tem uns anos, na época que eu tava iniciando na carreira de médico, abrindo meu consultório, e precisei de alguém pra administrar minha vida contábil. Era recém formado e confesso que fiquei perdido, pois tinha acabado de começar a ganhar dinheiro e nunca entendi muito bem essa parte de documentação financeira, até que um colega do Rio de Janeiro que manja do assunto recomendou o “Irmãos Leite Ltda.”, escritório de contabilidade e planejamento tributário dos amigos dele.
Pra ser sincero, de primeira fiquei meio cabreiro e não senti muita firmeza, ainda mais que o Júlio resolvia tudo à distância e isso não me deixa confortável. Mas acabou que marcamos uma reunião on-line, ele se apresentou, explicou o passo a passo da parte tributária da clínica com a maior paciência e tirou minhas dúvidas várias e várias vezes sem reclamar, aí sim eu vi que estava em boas mãos e fiquei mais tranquilo de chamar ele pra ser meu contador.
Desde então, é o Júlio César Leite quem me salva quando eu esqueço a declaração do imposto de renda ou algum outro documento referente às contas do consultório. Apesar de viver em outra cidade e ser um cara agitado, ele entende tudo de tributação, é atencioso e não deixa um detalhe passar batido. Fazemos reuniões virtuais quando necessário, trocamos mensagens no Whatsapp e falamos pelo menos uma vez na semana, ele é um dos poucos que eu não deixo com a secretária.
- Cheguei, Julinho. Qual é o quarto?
- Deixei teu nome na recepção, meu chapa. Tô aqui fora. – ele avisou.
- Beleza.
Me informei no balcão, o funcionário do hotel me deu um cartão de identificação e me levou até a parte de trás do prédio. Chegamos no bar da piscina, olhei ao redor e esperei encontrar um homem sério, de cavanhaque, terno e gravata, mas tudo que vi foi o barman misturando bebidas na coqueteleira e um sujeito de óculos escuros tomando sol na espreguiçadeira mais próxima. Nenhum sinal do Júlio César.
- Cadê você? Tô aqui. – mandei mensagem.
- Ué, aqui aonde...? – ele respondeu.
Até que o cara na espreguiçadeira levantou, veio na minha direção e tirou o óculos de sol pra me olhar.
- Vitão?
- Julinho? Porra, quase não reconheci!
- Tu é alto, meu parceiro, achei que era mais baixo. Hehehe. Satisfação. – meu contador estendeu a mão, eu o cumprimentei e o aperto virou meio que um abraço.
O abraço de dois colegas que nunca se viram pessoalmente até então, já que sempre tratamos tudo virtualmente e sem a necessidade do encontro físico.
- Você que é mais barbudo que na foto do Whatsapp, pô. Na paz?
- Tranquilo, Victor. – ele sorriu, apertou meu ombro e pediu dois drinks ao barman.
- Acho melhor não, não vim pra beber. Vim resolver burocracia. – falei.
- Duvido, irmão. Veio resolver burocracia e veio beber também, uma coisa não impede a outra. Primeira vez que a gente se vê, porra, vai dar pra trás? Temos que tomar uma.
Pior que ele tinha razão. Júlio viajou pra minha cidade pra participar de um fórum importante e prospectar novos clientes da área médica, daí a gente aproveitou pra fazer nossa primeira reunião presencial e ajustar algumas pendências antes da auditoria fiscal da clínica, por isso eu fui no hotel onde ele se hospedou. O problema é que apareci lá profissionalmente, ele não. Enquanto eu fui de blusa social, calça e sapato, meu contador tava de sunga branca, óculos escuros e boné na cabeça, relojão de pulso e cordãozinho de prata.
- Ao sucesso, Vitão. – ele pegou o drink no balcão do bar e brindou a taça na minha.
- Ao dinheiro, Júlio.
- Também. Ao dinheiro, claro. Gehehe! – o safado alisou o cavanhaque, virou goles da bebida e usou a outra mão pra beliscar a pica na sunga.
Esse foi meu primeiro impacto na tarde de sábado, jamais imaginei que um dia estaria manjando a rola do meu contador ao vivo. Na verdade, pra início de conversa, eu nunca nem suspeitei que Julinho fosse gostoso desse jeito, porque nosso contato sempre foi à distância e pra tratar apenas de contabilidade, nada mais. Mas agora, estando ali na piscina do hotel e frente a frente com esse trintão tatuado, minha mente viajou e eu me perdi em cada pegada que ele deu na mala.
- E aí, tá gostando da cidade? Me conta. – puxei assunto.
- Tô, tô achando bem acolhedora, irmão. Tá dando pra curtir. Ontem tomei umas nos barzinho e pá, hoje fiquei aqui da piscina mesmo, mas mais tarde devo dar um rolé. Recomenda algum lugar com mulher gata? – ele falou com o sotaque puxado pro “X” e eu enxerguei a malícia de carioca meio malandro.
- Pela orla sempre tem gente bonita.
- É, ontem vi cada mulherão na praia. Cheguei a babar, só não disse por onde. Heheheh! – Júlio segurou o mastro e começou a rir.
O cara é mais ou menos da minha altura, sua pele clara e lisa é ligeiramente bronzeada do sol do Rio de Janeiro e ele tem o corpo puxado pro definido, mas sem exageros: ombros largos, trapézio destacado, braços saltados, peitoral meio aberto. Sua tatuagem do lado direito do peito cresce até o braço, toma o antebraço inteiro e a mão, a barba é cortada estilo cavanhaque, mas um cavanhaque grande, tipo barbão. Em suma, Júlio César tem o que chamam de corpo de marido e eu consigo ver nele uma coisa paizão de família, porém ele ainda tem muito daquele jeito afobado de garotão que cresceu. É zoador, falante, adora papo e tem assunto pra tudo.
- Qual foi, Vitão, tá olhando o quê? – meu contador sem querer percebeu minha olhada em suas coxas, mas não maldou.
- Nada, tô pensando se trouxe tudo. – tirei a mochila das costas e puxei a cadeira pra perto. – E aí, vamos ao que importa?
- Bora. Te mandei aquele gráfico do último semestre corrigido, chegou a ver?
- Lembro, vi sim. O que tava errado nele?
- O erro foi nessa parte aqui, ó. – ele pegou o notebook na espreguiçadeira, voltou pro meu lado e abriu o computador no balcão do bar. – Mostrei pro meu irmão e ele pegou a falha na hora, Vitão.
- Irmão? – fiquei surpreso.
- Eu e meu mano. Por falar nele...
- O que tem eu? – a voz meio rouca veio de trás, eu virei pra ver quem era e dei de cara com a versão mais velha do Júlio César.
- Victor esqueceu de tu, mano.
- Esqueceu, doutor? – Marcão riu, se aproximou e esticou a mão pra me cumprimentar. – Até que enfim tamo se conhecendo pessoalmente. Tudo joia?
Mas eu não consegui responder, pelo menos não de imediato. Marco Antônio segue o mesmo tipo físico inteiraço do irmão tatuado, só que ele é mais velho, já quarentão, é mais peludo, mais barbudo e menos acelerado que o Júlio César, diria até mais centrado. Os dois são sócios no escritório de contabilidade lá no Rio, mas é Marcão quem supervisiona e chefia tudo, enquanto Júlio tá mais pro executivo da área contábil. E ali, diante dos meus olhos, o macho tava ensopado de suor e com o calção de futebol colado na cintura, seu corpo ofegante respirando acelerado.
- Doutor Victor? – ele estalou o dedo e me trouxe de volta à realidade.
- Esquece o doutor, Marcão. Me chama só de Victor, melhor. Maneiro conhecer vocês ao vivo, tava aqui contando pro Julinho. – apertei a mão dele, senti o calor do toque e não deu pra evitar, meu cuzinho piscou no meio dos dois irmãos.
- Ah, agora lembrou de mim? Hehehe.
- Na verdade, nunca esqueci. Não tem nem como esquecer meus contadores, né? Hahaha. Eu só não sabia que você também veio na viagem.
- Pois é. Preferia ter vindo sozinho, mas tu sabe como Marco Antônio gosta de controlar tudo. – Júlio riu e espalhou protetor solar na tatuagem do braço.
Marcão tava de músculos inchados pós exercício físico, com o cabelo curto penteado pra trás e o início das entradas avançando testa acima. Ele esfregou o abdome cabeludo pra se livrar do suor e seus dedos desceram até os pelos abaixo do umbigo, daí o short escorregou demais e eu salivei com o início da pentelhada aparecendo. Que macho gostoso do caralho, viu?
- Já começaram a reunião? Tava correndo, tô todo suado. Vou subir rapidão, vocês esperam? – Marco avisou.
- Então bora subir também. Daqui a pouco chega gente na piscina e começa a barulheira, não vai dar pra trabalhar. Vamo lá, Vitão? – Júlio me convidou.
- Vamos. Também prefiro um lugar mais quieto. – concordei.
Acompanhei meus contadores pra dentro do hotel, subimos no elevador e eu passei mal respirando o odor quente que exalou do Marcão. De um lado, o irmão mais velho peludo trajado no calção suado e com a pica deitada de lado; do outro lado, o mais novo segurando o notebook numa mão e apertando a sunga com a outra.
- Te falar? Tô animadão pra mais tarde, sem sacanagem. – o tatuado falou.
- Tu tinha que ver, doutor, ontem só mulherão. Esse aqui ficou maluco quando chegou. Hehehe.
- Imagino. Gostou das mulheres daqui, Júlio?
- Porra, gosto muito! Não recuso buceta, ainda mais de outra cidade. – Júlio César respondeu afiado, apalpou a piroca de novo e eu me senti tentado demais.
- Mas você não é casado, amigão? – perguntei.
- Sou ca-SA-do, não sou ca-PA-do. Tehehe! Quero aproveitar a viagem, Vitão. A vida não é só trabalho, não. A patroa ficou no Rio, essa é minha hora de dar uma gastada na pica, né não? Fala tu. Concorda ou não concorda?
- Meu Deus, você é um safadão. Hahaha! – não concordei e nem discordei, apenas zoei.
- Sou mesmo, pô, não nego. Comigo é assim: se der mole, é piru e leite. Heheheh! – a mão tatuada foi novamente no volume do caralho e ele se divertiu apertando o piruzão pesado na roupa de banho.
- Sossega o fogo, Júlio César. Viemos trabalhar. – Marcão repreendeu.
- Ó, começa a querer me controlar não. Tu não é meu pai, me deixa quieto. Quer bancar o maridão fiel, problema teu, mas comigo não. Eu sou eu, tu é tu, fica na tua. – Julinho respondeu grosso e fez o irmão se calar.
É... Acho melhor ajustar a comparação anterior: de um lado, o irmão mais velho disciplinado, profissional, controlador e com perfil de quarentão sério; do outro lado, o mais novo safadão e infiel, sem vergonha na cara e cheio de fogo pra pular a cerca. E eu no meio deles, manjando a caceta do Marco no calção e devorando a mala pesada do Júlio com os olhos.
- “É um no cu e outro na boca sem pena. Ah, se eu tivesse uma chance... Só uma. Deixava no pelo com certeza, tá maluco!” – minha mente inflamou.
Se dependesse de mim, ajoelharia ali no elevador mesmo e daria a devida atenção que machos tipo eles merecem, com direito a suor, mijão, pelos, cuspe, curra sem capa e garganta profunda, porém me controlei, ignorei o cuzinho piscando de tesão e fiz esforço pra me ater apenas ao lado profissional da reunião.
Chegamos na suíte onde os irmãos se hospedaram e a primeira coisa que o Júlio fez foi pedir um balde de cerveja pra gente beber, enquanto Marco Antônio sentou na beira da cama, removeu os tênis de corrida e fez o chulé subir.
- Tu não acha melhor adiantar o lado do doutor e depois beber, Júlio? – Marcão resmungou.
- Dá pra fazer os dois ao mesmo tempo. Vitão vai tomar um gelo com o brother dele, não vai? – ele encheu meu copo e brindou.
- É. Só uma não faz mal. – falei.
- Olha lá, doutor. Confia nesse cara não, ele é sem noção. Daqui a pouco tá mamadão te dando trabalho aí. – o mais velho deixou os tênis no chão do quarto, se mandou pro banheiro e fechou a porta.
Por mais que eu quisesse me controlar, fui bombardeado por dois suores diferentes no mesmo ambiente. Os cheiros desses machos penetraram minhas narinas, eu tonteei e contei as horas pra resolver logo tudo que tinha que resolver e cair fora dali o quanto antes, sob risco de acabar manjando alguém na cara de pau.
- Mais uma, vai?
- Que isso, Júlio, quer me deixar bêbado?
- Para de caô, vai tomar sim. Primeira vez que a gente se vê, porra, tem que beber. – ele encheu meu copo e a todo momento repetiu a mania de coçar o saco na sunga, o que me convenceu a tomar outras cervas.
- Puta merda... Bem que seu irmão avisou. Tamo aqui pra trabalhar, homem, segura a onda. Hahahah.
- Nada. Dois minutos e eu acerto as tabelas, tem terror nenhum. Tu confia ou não confia no teu contador, Vitão?
- Confio, lógico. Se não confiasse, não faria negócios e a gente nem seria amigo.
- Ah, show de bola. Então já que somos amigos, tu vai fazer um favorzão pro teu parceiro. – sem mais nem menos, o macho jogou o pé no meu colo e voltou sua atenção à tabela no notebook. – Deu cãibra na piscina, vê se tu me ajuda a esticar o pé. Tu não é médico?
Deve ter sido efeito da cerveja, só pode. Não acreditei no quão folgado o Júlio César foi. Até pensei em argumentar e dizer que não sou ortopedista, mas ter aquele pezão suado e da sola grossa nas minhas mãos foi convincente, principalmente quando olhei pra frente e vi aquele malote peso pesado tombado de lado na sunga. Só eu sei como torci pras bolas vazarem pelo elástico da virilha na hora que ele abriu as pernas.
- SSSS! Aí mesmo, Vitão! Porra, tu foi no lugar certo! Nasceu pra ser médico, não tem jeito. – ele gemeu alto conforme eu apertei as bases do corpo.
Por alguns minutos, foi como se eu tivesse meu contador gostoso à minha disposição e sob meu poder, Júlio fazendo alterações na planilha do Excel enquanto eu pressionava suas solas branquinhas. A cada gemido sincero de relaxamento que ele dava, eu olhava sua aliança no dedo e me sentia tendo acesso a um tipo de intimidade que, na prática, apenas a esposa dele deveria ter, mas ali estávamos nós, eu dando massagem e o macho de pernas abertas pra mim.
- Pronto, tabela de indicadores atualizada. Mas só vou encaminhar se continuar massageando, é aí mesmo onde tu tá. FFFF! Tu tem mão de fada, Vitão, sem zoeira. – ele mexeu os dedos dos pés e prendeu os meus dedos das mãos.
- Tá bom, mas não acostuma, não. Eu não sou massagista, nem entendo disso.
- Tu é meu brother, pô. Meu braço, meu parceiro. Meu mão amiga, né não? Hehehe! – o filho da mãe me gastou, encheu meu copo de novo e abriu outra tabela no notebook. – Agora vamo atualizar as entradas do primeiro semestre.
Só que ele deu muito mole, vacilou nível amador. Na hora de trocar de tabelas, Júlio sem querer abriu uma pasta que estava minimizada e até tentou fechá-la rapidamente, mas eu consegui ler a tempo e meu cuzinho miou com aquela informação.
- Caramba! Impressão minha ou tudo isso é pornô que você baixou? Bahahah!
- Vou mentir pra tu não, é pornô mesmo. Mas qual é o homem que não baixa uma putaria ou outra, fala tu? Faz parte.
- Faz parte. Mas você tem milhares, ó! E tudo de mulher dando a bunda. Que isso, Júlio, fetiche?
- Pô, Vitão... – ele usou o dedo mínimo pra desafogar as bolas no meio das pernas, puxou o elástico da sunga e eu quase vi o sacão pelancudo dar o ar da graça. – Pior que eu tenho fetiche, sou viciado em anal.
- Mentira?! – quase caí pra trás, minhas mãos chegaram a prender o pé dele.
- Tô dizendo. A patroa fica puta, ela não dá a bunda. Aí já viu... O que resta é punheta, ou então...
- Ou então...?
- Ou então eu viajo pra outra cidade e tento desenrolar uma puta que libere o furico. Sou que nem tarado, foda-se. Tehehe!
- Caralho, Júlio César... – eu nem soube o que dizer.
Ter o pé desse homem nas minhas mãos enquanto ele confessava o vício sodomita foi outro detalhe que me deixou inquieto na cadeira, sobretudo com as cervejas fazendo efeito. O cretino poderia ter parado aí, mas ele foi além, deu detalhes do fetiche e terminou de me hipnotizar.
- É foda, irmão. Quando penso em rabo, a pica sobe rápido. É tiro e queda, melhor nem ficar pensando muito. Ó como eu já tô, só de falar. – Júlio segurou o tronco, levantou e deu com ele na mesa do notebook, a superfície sacudiu inteira com a porrada.
Sua pegada firme fez a marca do babão transparecer na sunga, pra não falar do estrondo na mesa, do peso da piroca e das veias grossas marcando no tecido. Não tava duro, com certeza não, mas a mera citação do sexo anal foi suficiente pra incitar a meia bomba e fazer a sunga parecer pequena na cintura dele, porque era MUITO piru.
- “Quem dera casar com um macho desse. E pensar que a esposa não faz anal... Tadinho.” – pensei.
Uma vez de pé, ele foi na mala de viagem buscar o carregador do notebook, eu aproveitei e sentei no lugar dele pra conferir as tabelas atualizadas. Só que o Excel do Júlio é uma versão modificada pra contabilidade e eu tive dificuldade pra localizar vários indicadores, daí ele parou do meu lado e, de maldade ou não, esbarrou o malote de leve na ponta do meu cotovelo apoiado na mesa.
- Como faz pra ver os outros meses? – eu tremi de nervoso, quase gaguejei.
- Aqui embaixo, ó. – o sacana moveu a cintura pra perto de mim, sarrou no meu braço e provavelmente não percebeu o que fez.
Nessa de querer me auxiliar, ele cobriu o corpo no meu, pôs a mão sobre a minha no mouse e chegou a boca no pé do meu ouvido pra dar as instruções.
- Primeiro passa a coluna pro lado, Vitão... Depois a linha. Devagar, senão a linha quebra. – sua pica tocou minhas costas, eu fingi que não era comigo e pisquei descontroladamente na cueca, fiquei torto de tesão.
- Primeiro coluna, depois linha. S-Saquei.
- Tá tenso, irmão?
- Não, Julinho. Por quê?
- Tua mão tá travada, pô. Solta ela. – ele vestiu minha mão com facilidade, cruzou os dedos nos meus e ganhou o domínio do mouse. – Isso. Deixa que eu te guio, ó. Vai aqui em opções, configurações, tamanho da linha, espaçamento...
Você acha que eu dei atenção a alguma coisa que saiu da boca dele? Não mesmo, meu foco foi na pressão da mãozorra em cima da minha e também nas minhas costas servindo de tela pra ele pincelar e melecar de seiva de macho. A tensão sexual foi tão latente que eu juro que senti Júlio César farejar meu cangote num dado momento, a ponto da pele arrepiar de nervoso e do meu pau envergar na calça social. Tive que me desdobrar na cadeira pra ele não notar o tumulto.
- Na moral, aposto que Marcão tá batendo punheta. Papo de quê, quinze minutos no banheiro já? Isso não existe. – ele reclamou.
- Batendo punheta? Seu irmão? Ele é casado, não precisa disso.
- Ah, tá! Tu que pensa! Não conhece a figura, Vitão. Não vai nessa onda dele de marido fiel, não, que Marco Antônio não vale nada. Aquilo ali é punheteiro de carteirinha, tu tá por fora. – Júlio foi na porta do banheiro, deu três batidas e berrou. – CHEGA DE BRONHA, VICIADO! BORA LOGO, JÁ TAMO NAS PLANILHAS!
Inquieto, ele danou a apertar a cobra na sunga, o álcool me deixou facinho e eu não consegui ficar na minha, tive que falar.
- Que isso, tá apertado pra mijar?
- Quero é trocar de roupa, mas esse cuzão não sai do banheiro. Tirar essa sunga molhada, senão vou ficar assado.
- Entendi. Por que você não-
- Ah, quer saber? Foda-se, tu é homem e eu também. Até parece que nunca viu rola, hehehe! – sem mais nem menos, o afobado perdeu a pouca paciência, arriou a sunga e ficou peladão.
A nudez, no entanto, não durou muito. Júlio só queria trocar de roupa e se livrar da sunga, mas foi tempo suficiente pra eu ver o tamanho da chibata e tomar um choque com a grossura dela. Assim que ele desceu a roupa, uma ponte de babão permaneceu conectada do forro da sunga ao prepúcio delgado, cena da qual nunca esqueço e que perdura na minha memória até hoje. O próprio macho viu aquilo e achou graça.
- Aí, não disse que falar de cu me deixa galudo? Até babei. Teheheh... – ele arregaçou a vara, mostrou o cabeção pesado e extraiu mais e mais babosa transparente, uma verdadeira fábrica de pré-gozo.
- Na boa... – fiquei seco.
- É foda, irmão. Tô dizendo... O dia que eu comer um cuzinho, isso para.
- QUÊ!? Tá brincando que você é viciado em anal, mas nunca comeu cu?!
- A patroa não libera, pô, esqueceu? Por isso que eu tô animado com a viagem. Mais tarde o bicho pega, pode anotar. – usou a mão esquerda pra espremer mais seiva do caule da pica, a direita apertou os culhões imensos e eu pirei, a boca agora encheu d’água depois da secura.
Eu poderia falar dos pentelhos curtos do Júlio César ou de como ele tem aquela descidinha dos oblíquos bem marcada na cintura, mas não posso me enganar: nenhum traço físico do meu contador se compara com as dimensões do pau dele. Aliás, pau não, aquilo dali é piroca de verdade! Caralha, caceta, jeba mesmo! Um monstro em forma de pica, com aparência de torpedo, silhueta de cogumelo e a cabeçona que mais parece capacete, tipo chapéu. Um pauzão uncut bonitão e com pele de sobra pra lamber e chupar antes de engasgar.
- Qual foi, vai ficar olhando? – ele me zoou.
- Ué, você que tirou a roupa do nada. É a cerveja, né? Hahahah! – levei na esportiva.
- Hehehe! Relaxa, Vitão, tô te gastando.
Manjei à beça enquanto ele procurava um short na mala de viagem. O caralho do Júlio não é tão longo e compridão, mas é largo feito um latão, torto pra direita e curvado pra cima. O tipo de pica que não mente quando entra em ereção, porque aponta logo pro alto e chama atenção de quem tá perto. Grossa mesmo, bojuda do talo à ponta e com a glande capaz de arrombar até a mais larga das bucetas, fora a uretra tubulosa e as teias de baba ao redor do prepúcio. Quem é que não olha? Difícil, quase impossível.
- Toma, já que tu gostou. – depois que vestiu o short, ele jogou a sunga em mim.
- Sai fora, porra! Hahaha! – difícil mesmo foi fingir que eu não queria meter a cara naquele forro todo borrado de babão.
Mesmo de longe, o cheiro abriu meu apetite, a testosterona dele alimentou meu olfato e eu lamentei de não ter visto esse macho tatuado nu por mais tempo. A porta do banheiro abriu logo na sequência e eu achei que a tensão fosse passar, mas Marcão saiu enrolado na toalha, a jeba dando seta no pano e o corpo peludo ainda suado, exposto. Seu peitoral cheio ganhou meus olhos, as axilas felpudas nutriram minhas narinas e eu viajei na curva sugestiva que se formou no meio da toalha.
- Quem me chamou de punheteiro aí? – o barbudo quis saber.
- Seu irmão. – apontei.
- Chamei mesmo. Meia hora no banheiro e tu nem tomou banho, só pode ser bronha. – Júlio pegou a sunga que tirou, foi no banheiro mijar e voltou em seguida.
- Posso usar o banheiro? – aproveitei a chance.
- Claro, vai lá.
Entrei, fechei a porta e não deu outra: sobre o balcão da pica, a sunga branca e toda melecada que o Júlio César acabou de tirar; jogada no chão, a cueca suada e cheia de pelos que o Marco Antônio removeu depois que voltou da corrida. Não apenas isso, a boxer preta tinha várias marcas de porra ressecada e eu não pensei duas vezes em meter a língua no néctar daquele quarentão rústico. Lambi, chupei, cheirei... Até nas meias encardidas dele eu dei uma boa passada, aí misturei a baba da sunga do Júlio e quase morri entorpecido no banheiro da suíte.
- Vai bater punheta também, Vitão? Não demora, tua cerva tá esquentando! – meu contador bateu na porta.
- Que nada, só mijei. Hahaha. – lavei as mãos e saí.
Marcão tava na cama, enrolado na toalha e mexendo no celular, conversando com alguém. Júlio no notebook, a lata de cerveja na mão e a tela do bate-papo aberta, distraído da reunião. Cheguei por trás da cadeira, vi ele papeando com uma garota de programa e dei-lhe um tapa no ombro.
- É sério que você vai trair sua mulher, Julinho? Por um minuto, achei que era só brincadeira.
- Isso aqui é brincadeira pra tu, Vitão? – ele apertou a trolha no short e mostrou o volumão borrachudo. – Olha as fotos dessa piranha, mano, tomar no cu.
Abriu três imagens de uma loira rabuda de quatro numa cama, foi passando uma por uma e exibindo pra mim, como se eu estivesse interessado na mulher. A cada foto dela, Júlio amassou a mão na piroca e pulsou, doido pra fuder.
- Tu não comeria o cu de uma puta dessa? Fala a verdade.
- Eu? Sou casado, esqueceu? – mostrei minha aliança no dedo.
- E daí? Também sou, parceiro. Tehehe! – ele mostrou a dele.
De repente a acompanhante de luxo saiu do chat, abandonou ele sozinho e o canalha ficou puto.
- Ah, vai se fuder! Difícil pra caralho desenrolar com as puta daqui, fala sério! Tu não conhece ninguém pra jogar no peito do pai, Vitão? Nem faço questão que seja peituda e turbinada, não, a única coisa que eu quero é que dê o cu, só. Ou então... Não precisa dar, pode ser só uma emprestada rápida. Hehehehe! – quanto mais ele bebeu, mais soltinho ficou.
- Como pode, né? Esse tempo todo que a gente se fala à distância e eu achando que cê é um cara casado, fiel, apaixonado. Que doideira. – falei.
- É como eu te expliquei. Sou casado, mas não tô morto.
- Seu irmão é um safado, Marcão, tá vendo aí?
- Sou mesmo! E Marcão também é, tu acha que não? Fica com esse jeito de certinho, mas eu já vi ele de papo com as secretárias no escritório. Pensa que engana. Só minha cunhada acredita nessa imagem de marido exemplar. Heheheh! – Júlio dedurou Marcão.
- Mentira que você também é cafajeste, Marco Antônio? Meus contadores são dois safados, mereço. – zoei.
- Hehehe! Ninguém é de ferro, doutor. Eu não sou de aço. – Marco riu.
- Então a safadeza é de família? E eu pensando que vocês eram maridos exemplares. Hahaha!
- Corta essa, Vitão. Nós somos homens e tu tá entre amigos. Vai dizer que nunca deu uma pulada de cerca com a tua mulher? – o tatuado olhou pra minha aliança.
- Eu não tenho esposa. – revelei.
- E esse anel no teu dedo, qual foi? Achei que tu fosse casado, pô.
- E sou.
Eles pensaram durante um momento, fizeram as contas mentalmente e ninguém quis responder. Júlio César, afobado como sempre, não se conteve e abriu o bocão.
- Caralho, Vitão... Então quer dizer... Tu é casado com homem?
- Sim, sou gay. Jura que vocês não sabiam?
- Não! Ou seja... Tu... Tu é viado, meu parceiro?
- Bom... Se é assim que você quer chamar... Sou, Julinho. Por quê?
- Nada, imagina. Nada não. Cu... Riosidade de amigo só. – a forma dele de me olhar mudou completamente depois que me assumi.
Sentado na cadeira, Júlio enfiou a mão na pica, deu várias apertadas famintas e cresceu o olho gordo na minha bunda sem pena, sem vergonha de olhar. Ele não teve nem um terço do cuidado que eu tive pra manjar, fez na cara de pau e sem receio de me constranger. Suas pegadas na rola foram tão insistentes que ela cresceu, amontoou no short e eu me senti cercado no canto da mesa.
- Eu ser gay muda algo na nossa amizade, Júlio? – questionei.
- Vou ser sincero, Vitão. Pior que muda. Muda tudo, e muda feio... – outra patolada e ele me espreitou com fome. – Tô galudão atrás de cu, a piranha deu pra trás e tu viu como meu pau tá babando, não viu? Que tipo de amigo é você?
Marcão virou pra gente e não entendeu, eu também não.
- Como assim, que tipo de amigo eu sou? Sou teu amigo, ué. Somos colegas, profissionalmente falando. Você é meu contador, seu irmão também. Não tô entendendo o problema, Júlio.
- Ah, não tá? Então vem cá que eu explico. – numa só puxada, o trintão me pôs de joelhos no chão do quarto e forçou o volume da piroca na minha cara, bem do jeito que eu queria que ele fizesse.
- Qual é, Júlio, tu tá maluco!? – o irmão mais velho deu um pulo da cama, assustado com o que viu.
- Maluco é esse viado aqui, que tá me vendo desesperado pra fuder cu, dá cuzinho sem frescura e nem pra me salvar! Ainda diz que é amigo! Amigo de cu é rola, viado! Sente aqui o cheiro do meu pau, sente!? Abre a boca, filho da puta!
Obedeci, abri o bocão e ele segurou atrás da cabeça pra ditar o ritmo e a profundidade do caralho na minha garganta. A sensação de lacrimejar veio logo de cara e achei que não fosse dar conta da grossura da pica do Júlio, mas arreganhei bem os beiços, caí de goela e só sosseguei quando senti o sacão dele empurrar meu queixo, aí sim entendi que engoli no talo.
- Não acredito, cuzão! Vai virar pegador de viado agora?! – Marco Antônio continuou assustado.
- Fazer o quê? Já que só tem ele, vai ele mesmo. Quero nem saber, o importante é esvaziar o tanque. SSSS! Posso dar o papo? Tu devia fazer a mesma coisa e aproveitar, porque esse aqui sabe o que tá fazendo. Ó! – o irmão mais novo prendeu meu crânio, mexeu a cintura e chumbou minha garganta sem piedade, no intuito de convencer o outro.
Ele mordeu a língua, fez cara de bruto, encoxou minha cara e macetou durante bons segundos sem me deixar respirar, e eu lá, ajoelhado, tendo a boca feita de caçapa, chorando de tesão na vara e engolindo sem frescura. No único minuto que o Júlio tirou o pau da minha goela, eu reclamei e pedi mais. Cheguei a abraçar o quadril dele pra grudar em seu corpo, meu nariz afundou com tudo nos pentelhos suados desse macho e minha respiração se resumiu a testosterona.
- SSSS! Isso, mama gostoso! Se chupando é assim, imagina dando o cuzinho. Tirei a sorte grande quando resolvi fazer negócio contigo, Vitão! Doido pra abrir teu negócio, hehehe!
- Você é um bom de um filho da puta, isso sim. Tá desde cedo pegando nessa rola e me provocando, acha que eu não percebi?
- E tu se fazendo de inocente, né, viadinho? Agora eu vou fazer contigo que nem os caras fazem com as vagabundas no XVIDEOS, tu tá fudido! GRRRR! – sua mão forçou minha cara na virilha, tive a língua atropelada na chibata outra vez e engasguei a mil por hora, até achei que ia vomitar.
Olhei pra cima, observei as feições de alfa mandão no rosto dele e fiquei molinho diante de um macho que soube me dominar sem nem prometer. Quando eu engolia tudo, Julinho abria a boca, gemia devagar e me olhava daquele jeito meio pidão, com a testa forçada, as sobrancelhas arqueadas e cara de quem queria mais, muito mais. Era nesses momentos que eu prendia a garganta na bengala, mirava os olhos dele e a gente se observava durante o latejar do caralho no fundo da minha goela.
- AAARGH! ACERTAMO NA LOTERIA, MARCÃO, TÁ MALUCO! – ele ficou na ponta dos pés, debruçou na minha boca e brincou de fuder minha glote em alta pressão, cravado nos meus beiços.
A mão presa atrás da minha cabeça me impediu de fugir, fechei os olhos pra derrubar mais lágrimas e o mundo se fechou na minha úvula rodopiando ao redor da glande de cogumelo do meu contador afobado. Quando eu parava de engasgar, Júlio dava tapas na minha cara e me deixou de bochechas quentes, vermelhas e inchadas. Cuspiu na minha língua, socou as bolas na minha boca e me explorou à vontade, do jeito que ele bem queria desde cedo.
- Safado! Você não vale nada, cara, não sei se sinto pena ou inveja da tua mulher.
- Inveja por quê? Queria tá no lugar dela, viado?
- Com certeza! O que eu ia engasgar na tua pica todo santo dia, não tá escrito.
- Te preocupa não, logo tu vai entrar na vara. Vou botar tudão na tua bunda. – ele me colocou de pé, chupou meu mamilo e eu trinquei de nervoso com a sensação das mordidas e da barba pinicando. – Vou estrear minha rola num cu e vai ser no teu, Vitão, a gente vai lembrar disso pra sempre. Tá preparado?
- AAHNSS! Não sei se dou conta, tua pica é grossa demais. – fiz charme.
- Dá conta sim. Se o corno do teu marido pode, eu também posso. Mereço, não mereço? Ó como é que eu tô. – pôs minha mão na madeira pra eu masturba-lo, sugou o bico do meu peito e afastou minhas nádegas pra beliscar o dedo no meu cuzinho, tudo ao mesmo tempo.
- Mmm! Você vai acabar me rasgando, tô falando sério.
- Tomara! Tudo que eu quero, sentir teu cu abrir na minha vara. – cheio de fogo, ele me virou de costas, abaixou meu rosto na cama e empinou meu lombo a seu favor.
- Tu é muito otário, Júlio! Tomar no cu, mermão! Vacilão! – Marco não aprovou.
- Ganhei uma mamada profissa de quem sabe engolir pica e tu tá aí pagando de moralista, Marcão. Tem certeza que o otário aqui sou eu? Olha bem o que tu tá perdendo, ó. – Julinho arreganhou minha bunda e mostrou meu cu rosa pro irmão mais velho.
- Tu vai comer o rabo do nosso cliente no pelo? Tá de sacanagem?!
- É mesmo, Júlio. Pega a camisinha, vai? – pedi.
- Ssssh. Minha primeira vez num cu tem que ser em grande estilo. Tá com medo do quê, de engravidar do teu macho? – o desgraçado falou baixinho no pé da minha orelha. – Só fodo se for pra fazer família. Vou comer teu buraco e ainda vou gozar lá dentrão, tu vai me sentir esguichar.
- Tô dizendo que você é filho da puta, cara... Tudo isso é fome?
- Fome de cuzinho, tu sabe. – ele cuspiu no meu anel, esfregou o cabeção na porta e pressionou devagar, sem pressa pra entrar.
Mas não foi questão de pressa ou velocidade, e sim de a cabeça da piroca dele ser IMENSA! Como passar uma glande obesa num buraquinho miúdo e macio? O bom é que eu tô acostumado a dar pro maridão, me concentrei de quatro na cama e relaxei pro Júlio plantar o cabeçote, daí ele ficou brincando de entrar e sair na portinha das pregas e isso causou a maior ardência no meu cu, mas o ardor veio acompanhado do prazer e do tesão de ser atravessado.
- OOHNN! MUITO GROSSO! – respirei fundo pra aguentar.
- Mas tu consegue, tu é viado raiz! Viado dá o cu sorrindo, não dá?! FFFF! – ele apertou minha cintura, rebolou lentamente e foi inserindo centímetro por centímetro da trave, desbravando minhas entranhas e sentindo minha quentura interna.
- TÁ ME RASGANDO, FILHO DA PUTA!
- QUEM É O FILHO DA PUTA!? – tapa na minha cara, mordida no pescoço e Júlio César se atolou no meu meio, doido pra sumir dentro de mim.
- NÉ POSSÍVEL QUE TU É MEU IRMÃO DE VERDADE, JÚLIO! – Marcão só faltou arrancar os cabelos na cama.
- Cala boca e aprende, Marco Antônio! SSSS! Isso aqui que é comer cu! – a cintura do Julinho me preencheu, senti as beirolas do cuzinho mastigarem o talo grosso da caceta e foi conexão total entre nós.
As pernas dele grudaram atrás das minhas, ele terminou de me rechear na tora e seu saco bateu no meu, de tão carcados ficamos um no outro. O trintão mais uma vez se rendeu à ponta dos pés, ajustou o ângulo, começou a tirar a giromba e empurrou de novo, só pelo bel prazer de descascar meu cu na grossura dela. A queimação foi maior que o tesão durante alguns minutos, mas nem assim eu quis que ele parasse, pois só eu sei o que senti quando olhei pra trás e vi esse comilão canalha trepado em mim.
- É assim que come cu, Vitão!? AAARGH!
- É, macho! Come o meu, come! TESÃO DEMAIS!
- Tá gostoso, tá!?
- TÁ O MUNDO! SOCA, QUERO SENTIR ARDER!
- FFFF! Tá sentindo minha vara zonear tua bunda!? – ele estancou firme e aumentou a velocidade.
- TÔ SENTINDO TUDO, SUA PICA TÁ ME ALARGANDO! Mmmm!
- É QUE EU TÔ TODO DENTRO DE TU, SÓ FALTA O SACO! SSSS!
- Caralho, Júlio César... – Marco Antônio perdeu a voz diante do irmão me amassando pra valer.
Ele tava acostumado a ver Júlio com a esposa ou até com outras mulheres, nunca com um homem, então certamente teve motivo pra ficar em choque daquele jeito. E o mais fascinante nisso é que o safado do irmão mais novo me comeu como se eu fosse a piranha do chat de mais cedo, fez meu cuzinho de buceta sem hesitar. Tudo que o macho queria era experimentar um cu e satisfazer a tara em sexo anal, e foi comigo que ele se achou na cama do hotel.
- É ASSIM QUE O MARIDÃO FAZ EM CASA, VIADO!? GRRRR!
- NÃO! COM ELE É NO AMOR, VOCÊ É NA SAFADEZA! AAHNSS!
- TÁ GOSTOSA MINHA PIROCA TE REVIRANDO!?
- TÁ DEMAIS, CONTINUA! – implorei por mais tapas e ganhei.
- Sempre achei que tu fosse macho, Júlio... Que decepção. – Marco falou em tom de desgosto.
- E tu acha que eu vou parar de gostar de buceta só por que tô torando o cu desse viado? Larga de frescura, mano, tu me conhece! SSSS! Tô fazendo com ele o que eu faço na xota das puta, pô! Ó como ele aguenta o barulhinho! – Júlio esticou as cinturadas, montou de vez no meu traseiro e aí sim o PLEC, PLEC, PLEC, PLEC estalou vicioso do meio de nós.
Quando faz esse barulho repetitivo, é sinal que o encaixe aconteceu, a pica já acostumou no agasalho do cu e agora dá pra meter à vontade, pode até brincar de bate-estaca. Foi o que ele fez, brincou. Me comeu mais acelerado do que meu marido costuma fazer, marcou a mão na minha bunda na base das palmadas e cavalgou no meu rabo até eu gemer. Entre uma socada e outra, eu pisquei o furico e senti as paredes do ânus fecharem ao redor da cobra durante o vai e vem, o que gerou atrito e uma comichão fogosa no fundo do cu.
- Cucetinha gostosa de comer, tô no paraíso!
- Gostoso é esse teu cheiro de macho!
- Gosta, viado? Então pera aí. – ele foi no banheiro, pegou a sunga, vestiu na minha cabeça e usou como alça pra me manter nas rédeas dos galopes afobados. – SSSS! SENTE O CHEIRO DO TEU MACHO, SUA PUTA! VAGABUNDA! QUEM É MINHA PUTINHA!?
- SOU EU, MACHO!
- Lambe essa porra, vem cá! – puxou minha cabeça de encontro ao sovacão, me botou pra mamar seu suor e eu fiz com prazer e satisfação, enchi a boca de testosterona e antitranspirante enquanto tomava no cu.
As molas da cama começaram a ranger junto com a cintura do Júlio, ele olhou pro irmão e tentou me vender pela última vez.
- Vem sentir o que eu tô sentindo, Marcão. Tu não vai querer outra coisa, o bagulho é gostoso mesmo. Cuzinho é diferente, ó. – tirou, mostrou minhas pregas larguinhas e socou dentro de novo. – SSSS! Vem, mano, vai gostar!
- DUVIDO! Prefiro ficar na fome do que comer viado.
- Olha lá... Nunca diga que dessa água não bebereis. Heheheh! Duvido que minha cunhada aguenta rola assim. – outro empurrão selvagem, Júlio jogou meu corpo pra frente e me puxou de volta pra trás, pra dar o estanque explosivo.
Marco Antônio até tentou lutar, mas não teve escolha. Eu segurei no pé dele, gemi dando a bunda e deixei ele ver o quanto eu gosto de emprestar buraco pra putão faminto. O sonso tava de pau duro vendo nós dois e não quis assumir, só que eu vi a tromba pulsar no calção, olhei nos olhos dele e me empinei.
- Você é meu contador e tá sempre me ajudando. Deixa eu ajudar também, vai? – alisei sua perna, subi a mão e primeiro ele recusou o contato.
- Tô de boa, doutor. Te respeito, mas sou hétero.
- Eu sei que é, tá na cara que você é mestre buceteiro. Só pelo jeito de macho controlador dá pra ver. Mas não precisa deixar de ser. Só quero te aliviar, minha mamada não vai interferir no seu gosto por buceta. Dá uma chance. Se não for bom, eu paro e a gente finge que nunca aconteceu. – botei a mão no volume do short, Marco pensou e não fez nada, me deixou tocar.
- Tu se garante mesmo? – ele quis saber.
- Dou meu nome, pode contar comigo. É só botar pra fora e-
O quarentão puxou a saída da perna do calção, botou a penca do caralho pra fora e meu cu fechou firme na piroca do Júlio César, morri de ardência nessa hora. A pica do irmão mais velho é mais comprida do que grossa, maior que um palmo e meio de extensão e um pouco mais escura do que seu tom de pele claro, detalhe que tomou minha atenção. Na real, o que mais me atraiu foi o púbis super pentelhudo e o cheiro suculento que subiu quando ele tirou a roupa.
- Então já é, doutor. Já que tu se garante, ...
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