A Personal (Parte5)

Da série A personal:
Um conto erótico de Marianna
Categoria: Heterossexual
Contém 3075 palavras
Data: 30/04/2026 13:21:00
Assuntos: Heterossexual

Lucas foi até Giovana e deu um puxão seco na guia da coleira, arrastando Giovana para perto do aparelho onde Mateus estava imobilizado. O metal tilintava no chão, um som que agora parecia marcar o ritmo da desgraça dela.

— Vem, Giovana... vem dar um agrado ao nosso amigo — Lucas zombou, forçando-a a ficar entre as pernas de Mateus. — Ele parece horrorizado, mas olha só... o corpo dele não consegue mentir. Dá pra ver que ele está de pau duro vendo nosso pornô ao vivo. Acho que ele também gostaria de participar.

Mateus tentou fechar as pernas, mas as cordas o mantinham aberto, vulnerável. Por trás da mordaça, ele soltava sons abafados de negação. Ele não queria aquilo, mas a reação biológica do corpo diante de tamanha agressividade e estímulo visual era incontrolável.

— Vamos lá, Gi. Mostra pra ele o que você aprendeu comigo — Lucas ordenou, pressionando a cabeça dela contra o colo de Mateus. — Faz ele gozar. É o mínimo que você pode fazer depois de deixar o garoto assistir a tudo isso.

Com as mãos trêmulas e o rosto ainda sujo pelo sêmen de Lucas, Giovana foi forçada a liberar o membro de Mateus. Ela não conseguia olhar nos olhos dele. O contato era carregado de uma culpa insuportável. Quando ela começou a usar a boca, Mateus soltou um gemido de agonia pura; era o som de alguém que estava sendo destruído por dentro enquanto o corpo era levado ao prazer à força.

Lucas assistia a tudo com um brilho maníaco nos olhos. Ele não aguentou apenas observar.

— Isso... que cena linda — Lucas sussurrou, posicionando-se atrás de Giovana.

Sem qualquer aviso, ele puxou o quadril dela para trás e a penetrou novamente com violência. Giovana soltou um grito abafado contra o corpo de Mateus. Agora, ela estava presa em um sanduíche de humilhação: sendo fodida brutalmente por trás pelo homem que odiava, enquanto era obrigada a chupar Mateus.

— Olha pra ela, Mateus! — Lucas gritava entre estocadas pesadas, fazendo o corpo de Giovana se chocar contra o de Mateus. — Olha como a sua "Gi" se encaixa bem no meu pau enquanto cuida do seu! Ela é uma máquina, garoto! Uma vadia nata!

O som da foda agora era misturado aos soluços de Giovana e aos sons de sufocamento de Mateus. Lucas batia com força na bunda dela, o látex estalando, enquanto a guia da coleira balançava freneticamente. Giovana sentia que sua alma estava sendo estraçalhada; o prazer físico era uma tortura, uma traição final do seu próprio sistema nervoso.

— Chupa, Gi! Não para! — Lucas rosnava, aumentando a velocidade das estocadas. — Quero ver os dois gozando juntos. Quero que essa seja a última memória de vocês.

A academia, um lugar de disciplina e saúde, tinha se transformado em um calabouço de perversão e sadismo, onde Lucas reinava absoluto como o arquiteto da destruição total de dois seres humanos.

A atmosfera na academia era de uma degradação absoluta. O cheiro de suor, látex e sêmen pairava no ar como uma névoa tóxica. Mateus, apesar de todo o horror e da mordaça que cortava seus lábios, não conseguiu lutar contra a biologia. O estímulo forçado e a visão da mulher que ele amava sendo possuída daquela forma brutal quebraram sua última resistência.

Com um espasmo violento que fez as cordas cortarem seus pulsos, Mateus gozou na boca de Giovana. Foi um jorro de desespero, um ápice que veio acompanhado de um soluço abafado e de olhos que se fecharam para não ter que encarar a realidade.

Quase ao mesmo tempo, as estocadas de Lucas atingiram o ponto sem volta. Ele segurou a coleira de Giovana com tanta força que ela teve que inclinar a cabeça para trás, expondo a garganta, enquanto ele descarregava tudo dentro dela em um movimento seco. Giovana sentiu o próprio corpo traí-la uma última vez, atingindo um orgasmo doloroso, vazio e puramente químico, enquanto o sêmen de Mateus ainda estava em sua boca e o de Lucas preenchia seu ventre.

O silêncio que se seguiu foi sepulcral.

Lucas se afastou devagar, soltando a guia da coleira, que caiu no chão com um tilintar metálico final. Ele respirava pesadamente, mas o sorriso em seu rosto era de uma satisfação diabólica. Ele ajeitou a roupa com uma calma insultante, como se tivesse acabado de terminar um treino comum.

Ele caminhou até o balcão da recepção, pegou sua mochila e voltou para perto dos dois.

— Bom... — Lucas começou, a voz agora num tom casual que gelava a espinha. — Missão cumprida. Eu disse que seria uma despedida inesquecível.

Ele se aproximou de Giovana, que continuava de joelhos entre as pernas de Mateus, com o olhar perdido no vazio e o rosto marcado pela mistura de fluidos. Lucas segurou o queixo dela, obrigando-a a olhar para ele uma última vez.

— Gi, valeu por tudo. Você realmente é a melhor puta que eu já tive. Uma pena que agora você é só... isso. — Ele gesticulou para o estado dela. — E Mateus, valeu pelo show, campeão. Não fica triste não, agora você sabe que o seu "anjo" gosta de um tratamento mais rústico.

Lucas caminhou até a porta lateral da academia. Antes de sair, ele parou, tirou uma faca de bolso e a jogou no chão, a poucos metros de Giovana.

— As chaves da academia estão no balcão. A faca está aí. Você decide se solta ele agora ou se deixa ele aí curtindo a vista de você nessa roupinha por mais um tempo. — Ele piscou para ela. — Vejo vocês na próxima vida. Ou não.

A porta bateu. O som do carro de Lucas arrancando no estacionamento foi o sinal definitivo de qGiovana permaneceu imóvel por longos minutos. A vergonha era física; ela sentia que o sêmen em seu rosto e o látex em seu corpo eram agora sua própria pele. Ela olhou para Mateus. Ele tinha a cabeça baixa, os ombros sacudindo em silêncio. Ele não conseguia mais olhar para ela.

Com movimentos mecânicos e lentos, ela engatinhou até a faca. Suas mãos tremiam tanto que ela quase não conseguiu segurar o cabo. Ela se aproximou de Mateus e, sem dizer uma única palavra — porque nenhuma palavra no mundo poderia consertar o que aconteceu —, começou a cortar as cordas.

Assim que a mordaça caiu, Mateus não gritou. Ele apenas respirou fundo, um som quebrado, e se levantou, cambaleando. Ele não ofereceu a mão para ajudá-la a levantar. Ele apenas pegou sua mochila no canto da sala e caminhou em direção à saída, os passos pesados e incertos.

Giovana ficou sozinha no centro da academia escura, de coleira, envolta em látex e humilhação, sabendo que, embora Lucas tivesse ido embora, a prisão que ele construiu para a mente dela estava apenas começando a fechar as portas.

...

O tempo é mestre em acalmar tempestades, mas nem sempre apaga os rastros deixados por elas. Dois anos depois, a dinâmica familiar parecia ter encontrado um novo eixo. Júlia e Mateus, após superarem os traumas do passado, construíram uma relação sólida, estavam namorando, e Giovana vivia sua rotina focada em Theo, com uma maturidade que só quem sobreviveu ao caos possui.

...

O final de semana na casa de praia da família deveria ser de descanso total. Giovana estava na cozinha preparando um lanche quando notou que Theo estava quieto demais, deitado no sofá com os olhos caídos. Ao encostar a mão na testa do filho, o susto foi imediato: ele estava fervendo.

O termômetro confirmou a preocupação: 38.8°C.

Enquanto Júlia e Mateus ajudavam com compressas frias, o celular de Giovana vibrou sobre a mesa. Era uma notificação de mensagem.

André: "Oi, Gi. Como o pequeno está curtindo o final de semana? Deu saudade dele aqui. Manda um beijo pro Theo."

Giovana respirou fundo, os dedos tremendo levemente ao digitar.

Giovana: "Oi, André. O beijo vai ter que esperar um pouco... O Theo acabou de cair com uma febre bem alta. Estou preocupada, monitorando ele aqui agora."

A resposta foi instantânea.

André: "Febre? Onde vocês estão exatamente? Eu vim passar o final de semana na Praia também, estou aqui perto."

André não hesitou.

Menos de meia hora depois, o ronco do motor do carro de André parou em frente à casa. Ele entrou apressado, com a fisionomia carregada de preocupação paternal. Ver André ali, naquele momento de vulnerabilidade, trouxe para Giovana um misto de alívio e uma estranha familiaridade.

— Como ele está? — André perguntou, indo direto para o quarto onde Theo estava deitado.

Ele pegou o filho no colo, sentindo a quentura do corpo do pequeno. Decidiram levá-lo ao pronto-atendimento local apenas por segurança. Durante o trajeto e a espera no hospital, André foi o porto seguro: segurou a mão de Theo durante a medicação e manteve Giovana calma.

Felizmente, era apenas uma virose passageira. O medicamento fez efeito rápido e, quando voltaram para a casa de praia, Theo já estava bem mais disposto, embora ainda manhoso.

André planejava se despedir ali mesmo na porta. Ele ainda sentia o peso do passado e não queria invadir o espaço da família, mas Theo não soltava sua mão.

— Papai, fica... vamos brincar na areia? — pediu o menino, com a voz baixinha.

Os pais de Giovana, vendo a cena e gratos pela ajuda rápida, reforçaram o coro: — André, já está no final da tarde, não tem por que pegar estrada agora. Fica para um café, aproveita o resto do sol com ele.

André olhou para Giovana, buscando algum sinal de negação, mas ela apenas assentiu com um sorriso discreto. — Pode ficar, André. Ele quer muito a sua companhia.

Ele aceitou. Foi buscar sua mochila no carro e, minutos depois, estavam todos descendo para a areia.

...

A brisa do mar soprava leve, carregando o cheiro de sal e protetor solar. O susto com a febre de Theo já tinha passado, e agora o pequeno corria alegremente entre as ondas, sob o olhar atento de André.

André, que inicialmente planejava apenas uma visita rápida de "emergência", viu-se envolvido pela hospitalidade dos ex-sogros. Ele sentia uma mistura estranha de nostalgia e estranhamento. Conversar com o pai de Giovana era fácil; eles sempre tiveram uma boa conexão. Mas manter a conversa enquanto Giovana circulava por perto era um desafio para o seu autocontrole.

Giovana estava radiante. O biquíni vermelho que ela escolhera não era apenas uma peça de roupa; parecia uma declaração de que ela recuperara a posse de si mesma. O corte realçava as curvas que André conhecia tão bem — a cintura fina, as coxas firmes e o bumbum que o biquíni deixava generosamente à mostra. Ela parecia mais gostosa, mais mulher, com uma confiança que ele não lembrava de ter visto antes.

André tentava focar em Theo, mas seus olhos, quase por instinto, voltavam para ela.

Apesar do desejo latente que subia pelo seu corpo, ele ainda guardava algumas mágoas

Ele a olhava e sentia uma atração avassaladora, mas o orgulho e a mágoa serviam como uma barreira invisível.

Giovana, por sua vez, percebia os olhares, mas mantinha a postura, tratando André com uma cordialidade doce, porém cautelosa.

O sol começou a baixar, pintando o céu de laranja e rosa. André estava sentado na areia com Theo, quando Giovana se aproximou para oferecer uma bebida. Ela se curvou levemente para entregar o copo, e André teve uma visão privilegiada do decote e das curvas dela. O silêncio entre os dois durou alguns segundos a mais do que o necessário.

O ex casal deram uma volta com Theo pela orla de noite e depois foram pra casa. Os ex-sogros de André iriam dormir em um quarto, no outro dormiriam, Júlia e Mateus, o restante Giovana e Theo no ultimo quarto, ela até quis colocar um colchonete para André ficar lá também, mas ele preferiu a sala, alegando que estava mais ventilada.

Após o banho, quando a casa finalmente mergulhou no silêncio, Giovana surgiu na penumbra. Ela vestia uma camisola azul clara, extremamente curta, com um decote que deixava pouco para a imaginação. André, que fingia dormir, acompanhou com o olhar cada movimento dela enquanto ela saía brevemente para o quintal.

Minutos depois, ela retornou. Mas, em vez de ir para o quarto, tomou uma atitude que paralisou os sentidos de André: ela se deitou de conchinha ao lado dele no colchonete apertado. Sem qualquer hesitação, ela o abraçou pelas costas e, como se ainda estivessem juntos, passou a mão sobre o pênis dele por cima da bermuda.

A reação física de André foi instantânea. Mesmo tomado pela surpresa e pelas mágoas guardadas, ele ficou excitado na hora. Giovana notou o volume crescer sob sua palma e, num movimento rápido e audacioso, enfiou a mão por dentro da bermuda dele, segurando-o com firmeza.

— Huuummm! — ela exclamou baixinho, sentindo o pulsar do membro dele.

André tentou lutar contra o desejo. O medo de que aquilo fosse apenas uma aventura passageira ou uma confusão de momentos o fez segurar a mão dela, sussurrando:

— Para com isso, Gi... não vamos confundir as coisas.

Mas Giovana não estava disposta a recuar. Ela ignorou o protesto, mantendo o movimento suave de punheta enquanto depositava beijos quentes no pescoço dele. O fogo de André estava incontrolável. Ele tentou se levantar para encerrar aquele jogo perigoso antes que perdesse de vez a razão, mas, ao se mover, o que viu o deixou enfeitiçado.

Giovana ficou de bruços, puxou a calcinha para o lado e ergueu a camisola azul. Na penumbra da sala, as marcas brancas do biquíni vermelho que ela usara à tarde brilhavam na sua bunda perfeita. André ficou parado, admirando aquela visão por alguns instantes, até não resistir mais.

Ele se ajoelhou, completamente rendido. Seus dedos começaram a alisar a coxa dela, subindo em direção ao bumbum e à intimidade. Giovana abriu as pernas, permitindo que o toque dele alcançasse sua clitóris. Em poucos minutos, André sentiu os próprios dedos ficarem encharcados com o mel dela.

Giovana se virou, ajoelhou-se no colchonete e o beijou com uma fome reprimida. De repente, ela se afastou e sussurrou:

— Vamos para lha pro fundo, já deixei tudo pronto lá. Assim eles não nos ouvirão.

André entendeu então por que ela tinha ido ao quintal minutos antes. Ele a seguiu em silêncio. Até com uma cama de solteiro e um lençol limpo que ela já havia preparado. Sem trocar palavras, ela tirou a camisola, revelando o corpo delicioso que André tanto sentia falta.

Enquanto se beijavam, as mãos se exploravam. André sentou-se na beira da cama e Giovana começou a punhetá-lo devagar, os olhos fixos no membro dele como quem mata a saudade de algo precioso. Ela parou por um segundo, sorriu e disse, antes de beijá-lo novamente:

— Será que ele continua gostoso?

André sentiu um calafrio percorrer a espinha com aquela afirmação. O tom de voz de Giovana não era apenas de desejo, era de posse. Ela não estava ali como uma estranha, mas como alguém que conhecia cada centímetro dele e estava reivindicando aquele território de volta.

Ele a puxou pela cintura, fazendo-a sentar em seu colo. O contato da pele nua de Giovana com as pernas dele foi como um incêndio. Ele começou a beijar o pescoço dela, descendo para os ombros, enquanto suas mãos apertavam a bunda dela contra sua ereção.

— Você não faz ideia de como eu senti falta disso, Gi — André sussurrou, a voz carregada de uma rouquidão que ele não conseguia disfarçar.

Giovana soltou um gemido sôfrego, jogando a cabeça para trás. Ela se apoiou nos ombros dele e começou a rebolar devagar, sentindo o volume do pênis de André pressionar sua entrada, ainda por fora. O ritmo era torturante.

— Então prova... — ela desafiou, o olhar brilhando na penumbra. — Prova que ele ainda é meu.

André não esperou mais. Ele a deitou na cama de solteiro — que rangeu levemente sob o peso dos dois — e se posicionou entre suas pernas. Ele parou por um segundo, admirando o contraste das marcas de biquíni na pele dourada dela. Giovana estava ofegante, as pernas abertas, convidando-o para entrar.

Ao penetrar, o encaixe foi perfeito, como se os dois anos de separação nunca tivessem existido. O aperto da boceta dela, quente e encharcada, fez André fechar os olhos e segurar os lençóis com força. Ele começou com estocadas lentas e profundas, sentindo cada dobra da intimidade dela.

— Ahhh, André... é você... finalmente é você... — Giovana balbuciava, as unhas cravando nas costas dele.

O sexo na edícula tinha um sabor de proibido e de cura ao mesmo tempo. André aumentou o ritmo, perdendo o fôlego. O som da carne se chocando e os gemidos baixos, contidos para não acordar ninguém na casa principal, criavam uma atmosfera de cumplicidade absoluta.

Ele a virou de costas, ficando na posição de quatro, exatamente como o flash que ele tivera na sala. Ao ver aquela bunda empinada, com as marcas do biquíni se movendo conforme ele entrava, André sentiu uma onda de adrenalina. Ele segurou os quadris dela com firmeza e começou a meter com força, lembrando-se de como sentira ciúmes e raiva no passado, mas deixando que tudo aquilo se transformasse em puro vigor físico agora.

— Gosta assim, não gosta? — ele provocou no ouvido dela. — Gosto... me fode, André... não para!

O prazer subiu como uma maré incontrolável. André sentiu que estava chegando ao limite e Giovana também começou a ter espasmos, as paredes da vagina dele apertando o pênis de forma rítmica. E eles chagaram lá juntos, após ele a puxar ela pelos cabelos, obrigando-a a olhar para trás em seus olhos, e descarregou tudo dentro dela, sentindo o útero dela pulsar contra ele.

Giovana desabou sobre o lençol, o corpo trêmulo. André se deitou ao lado dela na cama estreita, puxando-a para um abraço de conchinha, os dois ainda ofegantes e suados.

O silêncio na edícula agora era doce. André beijou o topo da cabeça dela, sentindo que, pela primeira vez em muito tempo, o peso das mágoas tinha dado lugar a uma paz estranha.

— A gente precisava disso — ele disse baixinho. — A gente precisava de muito mais que isso, André — ela respondeu, segurando a mão dele e entrelaçando os dedos. — Mas é um começo.

Eles ficaram ali, abraçados na penumbra, sabendo que a manhã traria a realidade, mas que naquela noite, eles tinham reencontrado o caminho um do outro.

(Caros leitores, continuarei a escrever o conto da perspectiva do vencedor. Deixe nos comentários: Quem você gostaria que você gostaria que eu escrevesse um final? André, Lucas ou Mateus?) O que tiver mais comentários até domingo a noite, vence.

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Comentários

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Prefiro as três visões, mas se for pra escolher, eu prefiro saber a do André.

A falta que sinto do André é a mesma que senti ao não vermos muito da relação de Mariana e Guilherme durante o período que ela ficou a mercê da grana (e do trabalho) com o Pedro.

O André sumiu por todos os capítulos e voltou nesse último. Queria saber o que se passou com ele, como era a interação com a Gi, principalmente envolvendo o filho. Se ele apenas deixou por isso mesmo ou se tentou fazer algo com o Lucas.

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Acho que o André pode se tornar o dominador que a Gi descobriu que gosta.

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Gosto que a Giovana seja essa piranha por natureza mas os contos da Mariana sempre tem que colocar um droga pra mulher ficar com mais tesão então deixa a impressão de ser involuntário, tira um pouco da graça.

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Sem querer entrar no mérito da droga, queria opiniar que acho a Giovana é menos paradoxal que a Mariana.

Mariana é um clássico. Você pode amá-la e odiá-la na mesma frase.

Giovana é só amor por ela. Não acho que ela tenha feito nada de errado. E com droga ou não, isso não faz dela menos por ser uma safada na cama.

O único erro dela, da Gi, a meu ver, foi não ter enfrentado o Lucas de frente e ter ido realmente para a polícia. Porém, não é todo mundo que, no calor das emoções, tem a capacidade de ser assertivo no que for fazer. Para nós, um muito fácil falar pela internet.

Em tempo, isso não é uma crítica ao seu comentário, Coyote7. Só quis aproveitar o gancho da droga para tecer esse comentário.

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Prefiro que escreva sobre o Lucas, pegando e usando ela do jeito que ela gosta e se sente realizada, pois o Mateus seria uma sacanagem Du cacete com a Ju, e o André não dá conta não, na primeira oportunidade vai estar usando Chapéu de Touro 🐂🐂🐂. Giovanna no fundo e insaciável, como eu comentei no conto passado, ela curtiu muito em ser usada pelo Lucas novamente e não errou com ninguém, pois estava livre e solta, então que continue assim, fingindo que está sendo chantageada pelo Lucas novamente.

"Cada um é Feliz do jeito que lhe faz Feliz". Simples Assim.

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Sei lá, amigo... A mente quebra. O corpo trai. O que adianta tudo isso e ela se sentir mal depois?

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Aí é que está, ela não se sentiu mal depois, perceba isso na fala do André, o Lucas fez o que fez, destruiu a relação dela com André que ela diz amar, mas permaneceu na academia trabalhando do Lucas que soterrou qualquer possibilidade de reaproximação com o André, que não tem viés de Corno Manso, depois o Lucas fez uma chantagem bem fraquinha, sair com a irmã da Gio de vinte anos, até valido, mas quando ele mandou mensagens deixando clara a chantagem, bastava mostrar as mensagens para Ju, que sairia com o Lucas, somente se fosse Burra, então a Gio estaria livre da chantagem, no fundo ela queria ser dominada e humilhada sexualmente pelo Lucas novamente e sem arrependimento, no fundo ela não se sente mal não, ela "gousta" da coisa entende, ela só finge que não gosta, como eu disse, não traindo ninguém, não vejo mal algum ela gostar de ser usada por cafajeste.

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Na real, o que me pega mais é de novo o filho da puta se dando bem. Ôta

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Não é tão simples Sensatez. Concordo em partes com sua visão, e talvez ela tenha essa vontade, mas será que ela queria ser chantageada e sofrer do jeito que sofreu? Sexo bruto como o Lucas fala, ela já tinha com o André de certa forma, por isso ela gostava, mas chantagem ninguém gosta.

O cara é um psicopata e ela não sabia de que forma ele poderia retaliar. Da mesma forma que ele ordenou ela tomar uma pílula, ele poderia dar uma pra Julia. O cara é perigoso, mas concordo que a chantagem poderia ter escalado mais, pois estava fraca. Ela poderia ter lutado mais e buscado outras saídas, mas sabe quando a pessoa pensa que a batalha está perdida e desiste? Ela só não contava do Mateus estar lá e ter o desdobramento que aconteceu.

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Boa noite Mister Anderson, Não vejo o Lucas como um psicopata, ele é um Bufão sem noção e mau caráter, digo isso porque ele é tão burro, que fez a chantagem por mensagens no celular da Gio, a chantagem na realidade passou a ser inócua , pois bastava a Gio mostrar para a Ju, para ela também ver que ele era sem noção babaca, afinal ela já tem vinte anos, então já tem dissernimento para se proteger, o comprimido que o Lucas ele deu, foi somente um tempero colocado pela autora, pois a Gio ela já tinha sido humilhada na primeira transa no Carnaval e para variar colocou a culpa na bebida, pelo jeito não se pode mais se apaixonar por mulher que bebe, toda desculpa de traição agora é bebida e carência, (se apaixonem somente por mulheres abstêmias e já de cara dêem de presente dois Pets bem fofinhos para evitar carência kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk)

Ps. E não se pode deixar de lembrar que no Carnaval, ela viu que foi armação de dois canalhas, se entregou ao primeiro, se entregou ao totalmente ao Lucas se deixando humilhar e sabendo, inclusive argumentando, que ele tinha compromisso com a colega de trabalho dele e dela também, me desculpa, mas se isso não é prova que ela gosta desesperadamente de uma putaria extrema, não sei mais o que pensar, como a própria irmã dela disse, ela tinha noção que a irmã gostava do Lucas, o que ela fez, esperou a irmã dormir e foi "Diablar" a vida do rapaz, ela só é Santa com o Puteiro Fechado,kkkkkkkkkkkkkk

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Kkkkk por isso eu disse que concordo em parte, porque ela gosta no fundo, só não gostou de ser chantageada. Sim, as chantagens são bem fracas, mas a gente sempre analisa com um olhar frio de alguém que não está vivenciando a situação. As vezes numa situação de estresse dessas, a pessoa não pensa direito, comete erros e a bebida, ela realmente faz a pessoa se soltar. Funciona como desinibidos, mas depende também da bebida. Não sei se acontece contigo, mas dependendo da bebida, eu reajo de formas diferentes e também dependendo da quantidade da bebida. Não quero passar pano, mas existem pessoas que perdem a noção quando bebem.

Não vou dizer que a chantagem foi a desculpa que ela precisava pra ter o que queria, mas foi um fator que pesou, sem dúvida, e psicopata talvez eu tenha exagerado. Acho que ele está mais pra sociopata.

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SEMPRE gostei de beber e nunca virei Talarico e nem virei de lado como muitos fazem, para mim a bebida é somente um gatilho para cedermos a desejos que não queremos controlar, ela se dar de presente para o Mateus foi tremenda bola fora para mim, jamais eu me daria de presente para uma Amiga do meu irmão mis novo nas mesmas condições que foi com os três, claramente a Ju deixou claro que chamou a Gio porque não podia ir sozinha com o Mateus, então ela se dá de presente para o Mateus no primeiro dia, logo após a irmã ir dormir, se fosse um Homem sarado de academia, trinta anos e assediando e tirando a virgindade uma novinha Crush do irmão, todo mundo iria meter o malho, certo é o certo errado é o errado.

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Isso foi bem errado que ela fez com a irmã. Mesmo não sabendo, como ela disse, acho que ela poderia ter perguntado a irmã se tinham algo, ou até percebido nas entrelinhas alguma coisa. Irmãs falam sobre isso, ainda mais como deu entender a ligação das duas. Concordo 100%

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Concordo contigo meu amigo, se a mulher gosta de ser tratada como “mulher de bandido” que seja, não adianta tratar como princesa se ela curte ser dublê de puta, uma hora bate a saudade e ela se joga novamente na “chantagem” fazendo o atual (que trata bem) de corno!!!

Giovana com Lucas sendo tratada do jeito que sempre gostou de ser tratada e Matheus com Júlia vivendo como num filme de sessão da tarde!! 🤣

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Discordo de você, amigo. Respeitosamente, como sempre. Lucas pode ser o masterclass do sexo bruto, mas a forma como ele conseguiu isso sempre será uma mancha no coração e na alma da Gi. Não acredito que, depois de tudo que ele fez, haja um cenário onde ela aceite ser dele sem que para isso perca a própria dignidade.

E não acho que a Gi seja uma adúltera no sentido real da palavra. O vídeo com o Léo foi de antes dela com o André. A transa dela no carnaval com o Lucas foi quando o André já tinha terminado. Ela se deu de presente pro Mateus sem saber que ele e a irmã se gostavam. E por fim, quando o Lucas a comeu na base da chantagem, ela fez isso para que Lucas não fosse atrás da irmã. E ela fez isso solteira.

Por isso, não acho que ela seja uma adúltera de carteirinha. Mas, as pessoas enganam e por mais que a Gi não seja tão paradoxal quanto Mariana, nunca se sabe né?

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Não disse que ela é adúltera, você tá discordando daquilo que eu não afirmei, ao contrário eu deixei claro que ela estava Livre em todas as ocasiões que ela fez sexo, o que eu continuo afirmando é que ela gosta de ser dominada e humilhada, quando você diz que se ela transar com o Lucas, ela perderia a dignidade, mais que ela já perdeu com ele é até impossível e na realidade gostou, como eu disse, ela se livraria da CHANTAGEM facilmente, ela foi transar com o Lucas por que quis, pois bastaria mostrar as mensagens para a Ju, isso não tem explicação, a Gio não é burra, por esse mesmo critério de não ser burra, é inocência dizer que ela não desconfiava que a Ju seria afim do Mateus, a Ju só chamou a Gio para ela mesmo poder ir, senão os pais não deixariam, então a Gio vai e tira a virgindade "Du Muleke" , Carlos quero que se coloque no lugar da Ju, você com 18 ou 19 anos, não ficaria arrasado se teu irmão saradão de academia, trinta anos resolvesse transar e tirar a virgindade da mina que tu escolheu levar para um passeio na casa de praia da família, fala aí, tu ia se sentir como?

Por que para Gio, o sentimento tem que ser diferente?

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É porque você falou que o André estaria usando chapéu de corno na primeira oportunidade, então pensei que você estivesse acreditando que ela pudesse ser adúltera depois de ter sido, digamos, "desbloqueada" pelo Lucas.

No lugar da Ju, eu ficaria arrasado sem dúvida nenhuma ao saber que meu crush acabou sendo presenteado pela minha irmã velha. Dou um desconto pra Gi porque ela, genuinamente, não sabia que a Ju e o Mateus se gostavam. E o Mateus meio que defendia a Gi na academia, né? Normal ela pensar que estava afim dele.

E sobre o Lucas, por mais que ela tenha gostado, não houve um momento no qual ela tenha ido de livre e espontanea vontade para dar pra ele. Em todas, o Lucas forçou. E ela se ressente disso, porque isso lhe tirou o homem que ama (André) e poderia ter fodido com a irmã.

Agora, concordo contigo que a Giovana poderia ter resolvido isso de maneira mais fácil. Era muito mais fácil ter ido na policia ou mostrado as mensagens pra Ju ou mesmo ligado no viva voz pro Lucas. Era fácil provar toda armação. Dou outro desconto porque quando as emoções estão a flor da pele, fazemos besteira, sucumbimos facilmente ao erro.

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Eu prefiro o Mateus, acho que ele teve mais rivalidade com o Lucas e mais química com a Giovanna do que o André, que apareceu tão pouco

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Eu te odeio. Matheus ou André. E que o Lucas morra. Rsrs

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Concordo, mas prefiro o André, mas o Lucas rem que se fuder muito

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