UMA DOUTORA, UMA SURPRESA, UMA FANTASIA, UMA NOVA VIDA.

Um conto erótico de Hero e Morgana
Categoria: Heterossexual
Contém 2259 palavras
Data: 29/04/2026 23:44:27

UMA DOUTORA, UMA SURPRESA, UMA FANTASIA, UMA NOVA VIDA.

história romântica.

PARTE 1: O DESPERTAR

Fui casada por 8 anos com o Leandro, um homem incrível, mas não deu certo. Depois, foram 10 anos com o Rafael, outro cara perfeito: protetor, carinhoso, fazia tudo por mim. Mas também não sei por que não conseguimos ficar juntos. Ou melhor, eu sei: o problema era eu.

Nas duas separações eu sofri muito, chorei muito e acabei entrando em uma depressão horrível. Dois anos após a última separação, percebi que a errada era eu. Eu não investia no nosso casamento, não os agradava, não tinha tempo para nada além do meu trabalho. Na hora do sexo, eu era sempre muito reservada; não gostava de fazer nada para apimentar. Eu dizia "não" para tudo o que eles tentavam inventar, seja oral, anal ou qualquer novidade. Eu era fria, distante.

Hoje estou aqui sozinha. Sem ninguém me esperando e nem eu esperando alguém chegar.

Quero agora me entregar de cabeça e alma a um relacionamento. Não quero mais machucar nenhum homem sendo essa mulher radical, conservadora e focada apenas na profissão. Quero muito ser feliz, mas do meu jeito: ter o que escolher, comer quando tiver vontade, sair sem dar satisfação e decidir meus desejos sem me preocupar com ninguém.

Ou, pelo menos, eu achava que era isso.

Mas, para ser sincera, mesmo com todas essas decisões, ainda sinto necessidade de ter alguém me esperando ao chegar em casa. Eu sabia que, nos meus dois casamentos, eles não estavam errados. O erro era meu, que não via o ser humano como pessoa, mas sim minha profissão como tudo. Após sofrer tanto, decidi entrar em uma nova vida. Todas as pessoas necessitam de alguém, e eu não sou diferente.

O ENCONTRO E A GRANDE SURPRESA

Olá, me chamo Letícia. Tenho 44 anos, sou branca, baixinha e médica cirurgiã. No hospital onde trabalho, sou constantemente assediada por médicos e diretores; muitos querem apenas me levar para a cama, mas não é assim que eu desejo. Quero ser conquistada devagar.

Minha equipe é composta apenas por homens: enfermeiros, anestesistas, instrumentistas e técnicos. Todos são ótimas pessoas. Mas eu andava chateada, passando finais de semana sozinha, sem ninguém para conversar ou me tocar com carinho.

Foi em uma sexta-feira que resolvi me dar o luxo de uma noite de sensações. Liguei para uma agência de acompanhantes de luxo. Contratei um rapaz com exigências claras: bonito, simpático, branco, até 40 anos, não muito forte e com bom nível intelectual. Eu não me importava com dotes físicos específicos; queria alguém com conhecimentos gerais e nível social médio. Não suportaria conversas vazias. Queria alguém que me entendesse pelo olhar.

O perfil escolhido tinha 33 anos e atendia pelo nome de Raul. Branco, peludo, experiente, universitário, romântico e educado. Paguei o valor — que era alto, mas eu podia arcar — e recebi o aviso: em 40 minutos ele estaria no meu endereço.

Esses 40 minutos foram uma tortura gostosa. Eu estava nervosa, ansiosa, imaginando como seria. Quando a recepção avisou da chegada, autorizei a subida.

Quando abri a porta, meu senhor!

Levei um susto enorme, e ele também. Ficamos nos olhando sem dizer uma palavra, ambos de boca aberta, com o coração batendo forte. Lá estava ele: alto, corpo definido, barbudo, olhos verdes incríveis, cabelo encaracolado e um sorriso de dentes grandes e brancos que iluminava tudo.

Era o Gil! O técnico da minha equipe no hospital! O rapaz que trabalhava comigo todos os dias, sempre tão simpático e divertido! E ele estava ali, vestido como "Raul Hernandez", o garoto de programa que eu contratara!

— Desculpa mesmo, Dona Letícia... — gaguejou ele, sem graça, coçando a nuca. — Acho que me enganei, deve ser no andar de baixo... com certeza é o andar de baixo.

Eu olhava para ele, vendo aqueles braços fortes, mãos grandes e as coxas grossas marcadas no jeans. Em vez de estranhar, senti um calor subir pelo meu corpo. Uma curiosidade e um desejo repentino me dominaram. Quando ele se virou para o elevador, recuperei o fôlego:

— Ei, Gil! Espera! Você é o Raul Hernandes?

Ele parou e virou devagar, o rosto vermelho de vergonha, mas com os olhos verdes brilhando intensamente.

— É... sou eu, doutora. Desculpa, eu não sabia que era a senhora. "Raul" é só meu nome de guerra na agência...

— Não tem que se desculpar — interrompi, abrindo espaço na porta. — É o seu trabalho e eu sou sua cliente. A partir de agora, não nos conhecemos de lugar nenhum, ok? Esqueça o hospital, esqueça a "doutora". Vem, eu estava te esperando.

A DANÇA, O CLIMA E AS SENSAÇÕES

Ele entrou hesitante, mas logo seu perfume invadiu a sala. Eu me sentei no sofá, observando-o se ambientar. Vi quando ele mudou a postura, respirou fundo e assumiu o personagem com uma naturalidade sedutora.

— Com licença... — disse ele, com a voz mais grave e sensual. — Era você quem esperava um acompanhante para esta noite?

— Sim... você está muito atrasado, moço — brinquei, já me sentindo mais mulher do que médica.

— Bebe o quê? — ele perguntou, sorrindo. — Precisa de algo para relaxar?

— Acho que preciso de algo bem forte. Estou nervosa.

Servi o uísque. Quando entreguei o copo, nossas mãos se tocaram e senti um choque elétrico.

— O que você sentiu quando me viu na porta? — perguntei.

— Ruim não foi — ele sorriu de lado, com aquele olhar de quem devora o coração. — Confesso que já tinha imaginado você comigo nessa situação... sempre achei a senhora a mulher mais gostosa e interessante do hospital.

— Doutora não — corrigi. — Me chama de Let. Aqui sou só eu. Uma mulher que precisa de carinho.

Começamos a conversar sobre viagens, livros e sonhos. Ele era inteligente, papo firme, mas muito divertido. O clima foi esquentando. Num impulso para quebrar o gelo, ele se levantou e tirou a camisa. Que visão! Peito largo, peludo, ombros fortes. Ele estendeu a mão:

— Me concede a honra de dançar esta música?

Segurei sua mão e ele me puxou, colando nossos corpos. Nossos peitos se tocaram e senti a grossura da coxa dele entre as minhas. Colei meu rosto em seu peito, sentindo o cheiro de homem que me deixava louca. A música Vivo per Lei, de Andrea Bocelli, começou a tocar.

— Você sabe que eu amo essa música, seu trapaceiro — sussurrei.

— Escolhi porque queria te ver sorrir. Seu sorriso é lindo, Let.

Ele envolveu minha cintura, apertando-me contra ele. Senti imediatamente o volume dele, duro feito pedra, pressionando minha barriga. Ele roçou a barba cheirosa no meu pescoço, enviando arrepios por todo meu corpo.

— Você não é uma cliente qualquer — sussurrou ele no meu ouvido, com a voz rouca. — Você é um presente. Vou te tratar como uma rainha.

Ele me beijou. Um beijo calmo, profundo, com sabor de uísque e hortelã. Suas mãos desceram para minha bunda, apertando-a com possessividade.

— Você é tão gostosa, Let... perfeita.

— E você é tudo o que eu pedi — respondi ofegante.

— Então vem, minha rainha... — ele me puxou pela mão em direção ao quarto. — Deixa eu te fazer ver quem tu é realmente: uma mulher incrível, uma fêmea da porra que precisa de alguém que te entenda, que te coma gostoso e te faça sentir viva. Vou te levar pro auge do verdadeiro prazer, vou te mostrar que não sou só um homem pago pra dar uns minutos de gozo... sou teu protetor, teu amante, teu bicho todos os dias. Pra essa mulher tão linda, tão especial que eu tô olhando agora.

Nesta hora me entreguei totalmente pra ele.

— Vamos poder fazer qualquer coisa que nossos corpos pedirem, amor... — sussurrei, sentindo suas mãos grandes me segurarem. — Sem regras, sem filtros, sem essa porra de moralismo. Quero te amar muito, quero usufruir de tudo que tu tem guardado há anos. Realizar tudo o que tu quiser, sem valores, sem julgamento. Não me vê como uma cliente... me vê como essa mulher que te conhece, que te deseja e que agora é toda sua.

Caminhamos de mãos dadas, eu olhando para aquelas costas largas, pronta para começar, finalmente, a minha nova vida.

PARTE 2: O QUARTO, A ENTREGA E O PRAZER SEM REGRAS

Entramos no quarto e ele fechou a porta devagar, com um clique que pareceu selar o mundo lá fora. O ambiente estava perfeito: luz baixa, cor de âmbar, ar condicionado no ponto, deixando tudo aconchegante e perigoso ao mesmo tempo.

Ele me puxou de volta para os braços dele, me encostando na parede macia. Ficamos nos olhando, aqueles olhos verdes brilhando de desejo puro.

— Então esquece tudo o que tu sabe, doutora... — ele roçou o nariz no meu pescoço, respirando forte. — Aqui dentro eu mando. Eu vou te comer com carinho, mas eu vou te comer com vontade também. Vou fazer tu sentir o que é ser mulher de verdade.

Ele começou a me beijar o pescoço, mordendo de leve, chupando, deixando marcas invisíveis, enquanto suas mãos grandes e fortes desciam pelas minhas costas, apertavam minha bunda com possessividade, me levantando um pouco, fazendo eu sentir o volume daquele pau duro batendo na minha barriga por cima da roupa.

— Que delícia sentir tu assim, duro que nem pedra... — sussurrei, passando a mão por dentro da camisa dele, sentindo o peito peludo e quente.

— É tudo teu, Let... é todo teu. E hoje ele vai passear por todo canto do teu corpo. Não vai ter não, não vai ter vergonha. Hoje eu quero ver essa doutora certinha se acabar de gozar pra mim.

Com cuidado, mas com autoridade, ele me girou de costas para ele e começou a abrir o zíper do meu vestido. O tecido escorregou pelo meu corpo até o chão, e eu fiquei ali, só de lingeries finas, sentindo o olhar dele queimando em mim.

— Nossa... — ele gemeu baixo, passando as mãos por todo meu corpo, apertando meus seios por cima da renda, descendo pela minha barriga, agarrando minha cintura. — Que corpo gostoso, minha deusa... que pele lisinha, que bunda perfeita. Dá vontade de comer tudo, pedacinho por pedacinho.

Ele me virou de frente novamente, me deitou na cama com todo cuidado, como se eu fosse um tesouro, e se posicionou em cima de mim, apoiado nos braços fortes, me prendendo ali, dominando todo o espaço.

Começou a me beijar com fúria, com vontade, língua trabalhando dentro da minha boca, me roubando o fôlego. Suas mãos não paravam: apertavam, acariciavam, pinçavam meus mamilos que ficaram duros na hora, me fazendo arrepiar toda.

— Raul... por favor... — implorei, sentindo meu volume de tesão subir, sentindo minha calcinha já toda molhada de tanto que eu queria ele.

— Shhh... calma, minha gostosa... — ele falou com a voz rouca, descendo os beijos pelo meu queixo, pescoço, clavícula, indo descendo, descendo... — Hoje eu tenho tempo. Eu vou te comer todinha. Vou começar por cima e vou terminar lá no fundo, bem no meio das tuas pernas.

Chegou até meus seios, puxou o bico do sutiã com os seus dentes, soltando meus seios. Olhou pra eles, admirou, e começou a chupar com vontade, alternando um e outro, mordendo de leve, fazendo eu arquear as costas e gritar baixinho.

— Ahhh sim... assim... que delícia...

— Gosta, putinha? Gosta quando eu trato teu corpo assim? — ele perguntava sem parar de chupar. — Tu sentia isso com teus maridos? Duvido! Porque hoje eu vou te mostrar o que é prazer de homem de verdade.

Continuou descendo, beijando minha barriga, minha cintura, até chegar na barra da calcinha. Olhou pra mim, com aquele sorriso safado de dentes grandes, e com os dentes mesmo, puxou a peça lentamente, descendo até meus pés, me deixando completamente nua, exposta, toda sua.

— Olha pra isso... — ele passou a mão grande entre minhas pernas, abrindo elas devagar. — Molhada que nem água, toda brilhante de tanto tesão... que buceta gostosa, meu Deus... cheirosa, carnuda...

Ele não esperou. Se encaixou ali entre minhas pernas, afastou meus lábios com os dedos grossos e enfiou a língua com tudo.

— AHHHH GIL!!! — gritei o nome dele de verdade, agarrando seus cabelos encaracolados.

— É eu mesmo, amor... sou eu que tô comendo tua buceta agora! — ele falava com a boca cheia de mim, lambendo todo, chupando o clitóris com força, enfiando os dedos dentro de mim, fazendo movimento de vai e vem, procurando meu ponto G. — Toma... toma todo esse carinho... abre mais as perna pra mim, deixa eu ver teu gozo escorrer...

Ele era incrível. Sabia exatamente onde me tocar, como lamber, como sugar, como e onde passar sua barba, como mover a língua e seus dedos.

Eu estava em transe, sentindo coisas que nunca tinha sentido na vida. O prazer subia queimando por todo meu corpo, minha cabeça girava.

— Vou gozar!!! Eu vou gozar muito!!! — gritei, me contorcendo na cama.

— Então goza pra mim safadinha, minha putinha linda... solta tudo na minha boca, vai se libera pra mim!!

Me molhei toda, sua barba tocando nas minhas coxas, sua língua não parava, era mágico, era incrível tudo.

Ele me incentivava fazer o que eu me soltar, sempre me chupando, e cada vez mais forte.

— Vai Gil, mais, mais, mais rápido..!

Ele sempre forçando sua língua pra mais dentro, fazia com muita vontade.

Eu não aguentei gozei, gozei muito na sua boca, tendo inúmeros espasmos me tremendo toda, gritando o seu nome:

— Gil você vai acabar comigo! Gil você.. você não existe!

Sentindo meu corpo espasmódico de tanto prazer, molhando todo o seu rosto, molhando o lençol.

Era um gozo limpo, gostoso, libertador.

Subiu devagar, todo molhado, sua barba brilhando, seu rosto sorrindo todo suado sempre me olhando.

Beijou com tanta vontade e prazer a minha

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Gipsy sexy a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de  Gipsy sexy Gipsy sexyContos: 112Seguidores: 236Seguindo: 23Mensagem Casado, 45 anos, branco, hetero, tenho boa criatividade, tenho um filho gay, não tenho problema de escrever nem um tipo de conto..

Comentários

Foto de perfil de Aphanio

Muito bom mesmo, bem escrito,bem explicado, bem excitante ótimo trabalho perfeito em tudo

0 0
Foto de perfil de Cantorx

Quero saber como tu consegue fazer estás histórias que prendem o leitor,cara tu realmente é muito bom.

1 0