Capítulo 6: Prazer a 100km/h

Um conto erótico de CarlaNSP
Categoria: Heterossexual
Contém 626 palavras
Data: 29/04/2026 22:55:13

A noite na estrada era o cenário perfeito para a ousadia. Lucas dirigia o carro em direção ao litoral, e o asfalto preto da rodovia deserta sob o luar parecia esticar o desejo que já transbordava dentro do veículo. Letícia estava ao seu lado, o vestido leve subindo pelas coxas conforme ela se acomodava no banco de couro.

Lucas, com sua mão grande e pesada, abandonou o câmbio por um momento e a pousou na coxa morena de Letícia. O toque subiu lentamente, sentindo o calor da pele dela.

— Abre só um pouquinho as pernas para mim, amor... — ele pediu, a voz grave competindo com o som do motor.

Ela obedeceu, sentindo o dedo de Lucas deslizar por baixo do tecido até encontrar o algodão da calcinha, já úmido. Ele não parou ali; pressionou o dedo contra a bucetinha dela, sentindo como ela já estava entregue.

— Você está molhadinha, amor... — Lucas comentou, com um sorriso malicioso. — Tira esse vestido. Fica só de calcinha aqui do meu lado. Quero te ver.

Com a adrenalina da estrada e o tesão nas alturas, ela se contorceu no banco do carona, retirando o vestido e revelando o corpo escultural apenas de lingerie preta. Lucas, mesmo mantendo os olhos na estrada, não conseguia parar de levar a mão até aquele tesouro entre as pernas dela, massageando o clitóris com força enquanto acelerava o carro.

O clima ficou insuportável. Letícia não aguentava mais apenas o toque; ela queria o gosto dele. Ela se soltou do cinto, debruçou-se sobre o console central e deslizou em direção ao colo de Lucas. Com habilidade, ela abriu o zíper da calça dele, e o pau de Lucas saltou para fora, pulsante, venoso e já totalmente ereto, apontando para o volante.

— Chupa, Letícia... chupa meu pau bem gostoso... — ele ordenou, sentindo os dedos dela envolverem a base da peça.

Ela o acolheu na boca com uma volúpia absurda. O contraste do frio do ar-condicionado com o calor da boca de Letícia fazia Lucas perder o fôlego. Enquanto o carro cortava a rodovia vazia, ela trabalhava na cabeça do pau, usando a língua para contornar a glande e sugando com uma vontade que fazia Lucas apertar o volante com força, os nós dos dedos brancos.

Por diversas vezes, a onda do orgasmo vinha como uma avalanche. Lucas sentia o quadril travar, pronto para descarregar, mas ele recuava a cabeça dela por um segundo, respirando fundo.

— Ainda não... está bom demais... continua, engole tudo — ele sussurrava, querendo prolongar aquele prazer divino de ser mamado a 100km/h.

A tortura deliciosa continuou por quilômetros, com Letícia alternando entre lambidas lentas e sucções profundas que faziam o corpo de Lucas tremer. Até que o limite foi atingido. Lucas sentiu aquela fisgada incontrolável na base do pau.

Ele soltou uma das mãos do volante e a espalmou na nuca de Letícia, prendendo a cabeça dela contra seu colo, obrigando-a a manter o pau dele enterrado até o fundo da garganta.

— Vou gozar, amor! Engole tudo, sua safada!

O corpo dele esticou no banco e o primeiro jato de porra, quente e espesso, disparou direto na garganta dela. Lucas não parou; ele continuou jorrando, um fluxo contínuo de leite que preenchia a boca de Letícia. Ela não recuou; pelo contrário, bebia cada gota com prazer, sentindo o pulsar do membro dele contra sua língua.

Quando os jatos finalmente cessaram, Letícia subiu o rosto, limpando o canto da boca com o dedo e olhando para Lucas com um sorriso vitorioso.

— Gostou do seu presente de viagem? — ela perguntou, enquanto ele tentava recuperar o batimento cardíaco normal.

Lucas apenas encostou a cabeça no banco, exausto e satisfeito, sabendo que aquela viagem estava apenas começando e que o carro ainda seria palco de muitas outras loucuras.

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