O sábado amanheceu ensolarado, e Jhonny dirigia o carro com uma mistura de empolgação e ansiedade, o volante firme em suas mãos fortes. Fazia duas semanas que eles estavam na casa de Suzana e Christopher, e finalmente chegara o dia de visitar o possível primeiro apartamento para alugar – uma cobertura de dois andares, a poucas quadras da praia, com dois quartos, churrasqueira em uma varanda espaçosa e o aluguel estava ótimo, abaixo do mercado. Andressa, ao seu lado, vestia um vestido leve e solto de verão, de tecido fino que dançava com o vento, caindo até os joelhos mas subindo facilmente com movimentos: "Vai ser perfeito, amor! Imagina a gente decorando nosso cantinho," disse ela, animada, ajustando o cinto de segurança. Jhonny sorriu, mas sua mente ainda girava com as dúvidas da noite anterior – o boquete caprichado, a excitação dela, os vislumbres na sala: "Sim, vai ser bom ter nosso espaço… tô precisando de um respiro." Internamente, fervia: "É tudo na minha cabeça, ou tem algo rolando aqui?"
Eles encontraram Christopher na entrada do condominio, que havia chegado antes para coordenar com o representante da imobiliária. Suzana iria atuar como personal com uma senhora, então eram só os três mais o corretor. "Ei, galera! Prontos pra ver o ninho novo?" cumprimentou Christopher, seu corpo magro e alto relaxado em uma camisa polo. Ao lado dele estava Sr. Edmundo, um homem moreno de cerca de 50 anos, com cabelos grisalhos curtos, terno simples e um ar profissional mas amigável: "Prazer, sou Edmundo, da imobiliária. Vamos fazer o tour? O apartamento é ótimo pra casais jovens como vocês," disse ele, apertando a mão de Jhonny com firmeza e dando um sorriso educado para Andressa.
O tour começou pelo primeiro andar, com Edmundo explicando os detalhes: a sala ampla, a cozinha integrada estilo americana bem espaçosa, o banheiro social e uma grande varanda com a churrasqueira. No segundo andar, ficam os dois quartos, sendo ambos suítes. Jhonny observava tudo com atenção, imaginando móveis e rotinas: "Aqui daria pra gente fazer churrasco nos fins de semana…" Mas algo o inquietava – os olhares ocasionais de Christopher e Edmundo para Andressa. O primeiro momento veio quando eles subiram as escadas para o segundo andar. Andressa ia na frente, o vestido leve balançando com cada degrau, e o tecido subiu levemente com uma rajada de vento sutil da casa aberta. Jhonny, logo atrás, não viu nada além das coxas dela, mas notou os olhos de Christopher e Edmundo erguidos, um sorriso sutil no rosto de Christopher e uma pausa breve no de Edmundo: "Será que viram algo? O vestido subiu o suficiente?" pensou Jhonny, uma pontada de ciúme surgindo, mas sem confirmação – podia ser só imaginação, ou talvez uma calcinha discreta. Ele disfarçou, o coração acelerando ligeiramente: "Ei, amor, cuidado com o degrau aí."
Eles voltaram a descer e foram na cozinha, onde Andressa se inclinou para inspecionar os armários baixos, o vestido escorregando um pouco pelas coxas. De seu ângulo lateral, Jhonny não captou nada além do movimento do tecido, mas viu Christopher fingindo checar a pia, posicionado de forma que poderia ter uma visão melhor, e Edmundo pausando sua explicação sobre as instalações, os olhos baixando rapidamente com um sorriso contido: "Aqui os encanamentos são novos…" Jhonny refletiu: "Será que eles viram algo íntimo? O vestido subiu demais?" O ciúme misturado a uma excitação involuntária o deixou tenso, o pau dando um pulso traidor nas calças.
O tour continuou pela sala e varanda, onde Andressa se agachou para examinar o piso e os detalhes da murada, oa azuleijos eram lindos, o vestido subindo pelas nádegas com o movimento. Jhonny, ao lado, viu apenas as curvas das pernas dela, nada explícito, mas notou Christopher rindo de algo que Edmundo disse: "Bom espaço pra churrasco, considerando ser apartamento, eim?", os olhos fixos ali por um segundo a mais, e Edmundo ajustando os óculos com um brilho discreto. "Será que estão vendo calcinha… ou mais? Por que os olhares assim?" pensou Jhonny, o estômago revirando, mas ainda sem certeza – o ângulo não permitia que ele confirmasse, e a ideia o deixava tenso, uma rigidez crescendo nas calças. Ele quis perguntar algo, mas o grupo seguiu novamente para os quartos do andar de cima, e a oportunidade se perdeu em meio às explicações de Edmundo sobre encanamento e pintura: "Aqui dá pra pintar do jeito que quiserem."
No quarto principal, vazio exceto por uma cama velha, que Edmundo avisou que iria retirar, e uma janela ampla, Andressa puxou Jhonny para o lado enquanto Christopher e Edmundo discutiam algo no corredor: "Amor, me dá um minutinho… tô louca pra te mostrar uma coisa," sussurrou ela, manhosa, fechando a porta devagar – não trancando, mas encostando. Seus olhos brilhavam com excitação, e ela tirou o vestido devagar, revelando o corpo nu por baixo, sem sutiã ou calcinha, a pele branquinha corando levemente, a bocetinha rosada e lisa exposta, os lábios suaves e ligeiramente úmidos. Jhonny piscou, chocado: "Sem calcinha… o dia todo? Por quê?" – o coração martelando com a confirmação repentina. Ele quis confrontá-la ali, perguntar sobre os olhares durante o tour, mas o desejo venceu; eles estavam sozinhos no quarto, e a urgência dela era irresistível: "Andi… você tá louca? Sem nada por baixo?"
Jhonny a beijou com fome, as mãos explorando o corpo magrinho dela, sentindo a boceta já encharcada, os dedos deslizando facilmente entre os lábios rosados: "Você tava sem calcinha o dia todo… por quê?" murmurou ele, mas ela o calou com um beijo, guiando a mão dele para dentro dela: "Shh, amor… me come forte, como você gosta. Enfia esse pau grosso na minha bocetinha apertada." O sexo começou intenso, quase violento – ele a ergueu contra a parede, metendo fundo na boceta molhada, bombando com ritmo forte, os gemidos dela ecoando baixos enquanto apertava o pau dele: "Ah, Jhonny… mais rápido, me fode como se eu fosse sua putinha." Os corpos suados colidindo, ele apertando o bumbum pequeno dela: "Ahh, safada… sente isso, toma pau."
Eles mudaram para a cama velha, que incrivelmente não rangia apesar de tudo, ela por cima cavalgando com fúria, os seios pequenos balançando, a boceta escorrendo de excitação ao apertar seu pau: "Ahh, delícia… rebola assim, amor." Andressa se virou de costas para ele, de quatro na cama, mas se moveu para a janela – apoiando uma perna no batente largo, a posição abrindo completamente sua bocetinha para quem visse de frente, os lábios esticados e úmidos, o clitóris inchado exposto ao ar. Jhonny, atrás dela, metia fundo: "Ahh, toma… delícia", sentindo-a pulsar, mas algo o alertou: pela porta entreaberta (ele notou agora que não fechara direito), viu pés saindo do campo de visão – sapatos pretos polidos, idênticos aos de Sr. Edmundo. E, no silêncio quebrado apenas pelos gemidos, ouviu sussurros abafados do corredor: "Eu falei que ela é uma delícia…" – uma voz baixa, talvez de Christopher, respondida por um riso contido de Edmundo. Agora tinha certeza: eles estavam vendo tudo, a bocetinha aberta dela exposta para eles. O ciúme explodiu em Jhonny, irritando-o profundamente: "Eles viram… a bocetinha dela toda aberta pra eles!" – mas a excitação o traiu, o pau latejando mais forte com a ideia voyeurística, impulsionando-o a meter com mais violência: "Ahh, safada… toma pau fundo."
Andressa gemia alto, alheia (ou não?), o corpo tremendo: "Ah, sim… me enche, amor… tô gozando!" Ela gozou forte, mais excitada que no começo, um esguicho quente jorrando da boceta, molhando as coxas e o chão, o orgasmo tão intenso que ela caiu de joelhos no chão, quase desmaiada, ofegante e trêmula: "Ahh… Jhonny… delícia." Jhonny, levado ao limite pela cena, gozou forte dentro dela momentos antes, ejaculando com um grunhido: "Ahh, toma tudo, porra!", o prazer misturado à raiva.
Ele a ergueu com cuidado, envolvendo-a em seus braços fortes: "Andi… você tá bem?" murmurou, priorizando cuidar dela, ajudando-a a se vestir e se recompor: "Ei, respira… foi intenso demais." Internamente, porém, fervia – ela devia uma explicação urgente, algo que dependia de todo o casamento: "Mais tarde… vamos resolver isso em casa."
O tão esperado passeio terminou com Jhonny dirigindo de volta para a casa de Suzana, Andressa cochilando no banco ao seu lado, exausta e saciada. Christopher fora na frente com Sr. Edmundo, discutindo "detalhes do aluguel" no carro deles. Jhonny apertava o volante, o turbilhão mental mais caótico que nunca – ciúme, excitação e dúvida colidindo, questionando se Andressa sabia dos olhares, se era intencional, e o que isso significava para eles: "Ela tava sem calcinha o dia todo… e gozou assim sabendo que tavam vendo? Isso é loucura… preciso confrontar ela."