Capítulo 6: Galinhas e Roupas

Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 2411 palavras
Data: 03/04/2026 19:54:21

Aviso: Este é o sexto capítulo da saga Putty de Karola...

Antes de prosseguir, leia o Capítulo 5: A Piroca do Cavalo!

O galo cantou como faz todas as manhãs, alto e insistente, como se estivesse chamando Putty.

Ela abriu os olhos devagar, o corpo ainda pesado da noite inteira de foda selvagem. A cama estava completamente destruída, como na manhã anterior: merda, porra, vômito, catarro e mijo por toda parte. O cheiro era tão forte e podre que dava pra sentir o gosto na língua só de respirar.

— Porra... esse é realmente um cheiro bom pra se sentir pela manhã.

Joan e Mary ainda dormiam emboladas, seus roncos leves misturados com gemidos sonolentos, os corpos completamente melados, as tetas de Joan vazando leite e a buceta de Mary ainda pingando porra.

Putty se levantou devagar, nua, com a barriga ligeiramente inchada de tanta porra e merda que engoliu, e saiu do quarto pisando nas pontinhas dos pés para não acordar as outras duas.

No corredor, cruzou com Pôia, que já vinha com balde e rodo, e uma expressão de "de novo essa merda".

Putty passou por ela e deu um tapa forte e sonoro na bunda da empregadinha por cima do uniforme.

Pôia deu um gritinho, e olhou confusa pra trás com um sorrisinho tímido e corado:

— Ai! O que foi... mas você... assim vai... você vai me deixar toda suja antes mesmo de começar a limpar o quarto...

Putty piscou, lambendo os lábios devagar:

— Depois eu te sujo mais ainda, sua gostosinha de uniforme... quem sabe até te faço cagar na minha boca.

Pôia revirou os olhos, mas o sorriso não saiu do rosto enquanto seguia pro quarto.

Putty seguiu o canto do galo até o galinheiro. Abriu a portinha de madeira e entrou. O lugar era um caos de penas, palha, cheiro forte de merda de galinha e terra.

Galos e galinhas ciscavam por todo lado, pintinhos correndo pra lá e pra cá, piando baixinho. Putty achou os pequenos amarelinhos muitos esquisitinhos e nem deu bola pra eles, resolveu focar no galo e nas galinhas.

Ela ficou parada por longos minutos, fascinada, com os olhos arregalados, observando cada detalhe com calma:

— Que bichos estranhos... a boca é comprida e pontuda, os pés finos com garras afiadas, os braços são cheios de penas iguais aos travesseiros da cama, e eles ficam batendo a cara no chão o tempo todo, fazendo barulhos engraçados.

Putty então voltou sua atenção para o rabo daqueles bichos esquisitos:

E olha como cagam... A diarreia sai molhadinha do cu deles, e de vez em quando saem umas bolotas brancas junto. Que porra é essa? Parece que tão cagando bolas... que doideira! Aquela ali acabou de soltar uma bolota bem grande... olha só o cuzinho dela todo arregaçado...

Ela ficou ali mais um tempo, só olhando, babando, imaginando o que ia fazer. Satisfeita com a observação, decidiu que era hora de começar a diversão de verdade.

Agarrou o galo que ainda cantava alto. O bicho se debateu loucamente, as asas batendo forte contra o peito dela, cacarejando desesperado.

Putty segurou firme com as duas mãos, imobilizando ele contra o peito nu por quase um minuto inteiro, sentindo o coraçãozinho do animal batendo rápido.

— Calma, seu barulhento safado... vou te mostrar como se canta de verdade dentro de uma buceta quente.

Ela teve uma ideia louca ao ver o formato do bicho. Levantou ele na altura da buceta aberta e molhada e começou a enfiar a cabeça do galo lá dentro, bem devagar, centímetro por centímetro.

O galo chacoalhou a cabeça violentamente dentro da buceta quente, o bico roçando as paredes internas, as penas fazendo cócegas no clitóris.

Putty caiu pra trás na palha suja, gemendo alto em orgasmo instantâneo, com as pernas abertas, o gozo jorrando forte na cara do galo.

— Aaaahhh porraaa! Canta mais alto dentro da minha buceta, seu filho da puta!

O galo, com a cabeça presa na buceta dela, balançou o corpo pra lá e pra cá por longos minutos, batendo asas desesperado, cacarejando abafado lá dentro. O som saía gorgolejante e estranho, como um canto molhado e abafado.

Putty ria entre gemidos altos, rebolando o quadril devagar, esfregando a buceta na cabeça do galo, gozando mais uma vez, e mais outra, com o gozo escorrendo pelas perninhas do galo.

— Isso... canta mais, seu bicho tarado! Tá me fazendo gozar de novo... e de novo... não para!

O galo continuou se debatendo por quase dois minutos inteiros, o bico abrindo e fechando dentro dela, até que Putty gozou uma terceira vez, esguichando um jato forte que encharcou completamente a cabeça dele.

Só então, satisfeita, tirou o galo da buceta com um estalo molhado e obsceno. O bicho, revoltado, virou de costas, jogou terra com as patas, como um cachorro depois de cagar, estufou o peito e saiu de cabeça erguida, como quem se vingou e saiu por cima.

Putty ficou olhando, rindo alto:

— Que orgulhoso do caralho... gostei dele. Agora é a vez das cagadoras de bolotas.

Partiu pras galinhas. Elas corriam cacarejando assustadas, mas Putty pegou uma rápido, segurando pelas asas. Levantou a galinha acima da cabeça e enfiou a boca direto na cloaca dela, esticando a língua fundo no buraco quente e apertado.

Ficou assim por um bom tempo, só lambendo devagar, sentindo o gosto, mexendo a língua em círculos.

Inicialmente a galinha levou um susto enorme, cacarejou e ficou tremendo, mas logo relaxou e começou a curtir.

Putty mexia a língua dentro, lambendo tudo: a merda mole e branca, o mijo quente, até restos de ovo.

De repente a galinha cagou uma avalanche grossa de diarreia branca quentinha direto na boca de Putty. Ela bebeu tudo com fome, engolindo o líquido quente por quase um minuto inteiro, gemendo alto sem tirar a boca:

— Que delícia... a merda desse bicho é mais líquida e branca que dos humanos... vou engolir tudo, sua vadia emplumada... mais... caga mais pra mim...

Ela forçou mais a boca no rabo da galinha e sentiu algo diferente: um ovo branco molinho dentro da cloaca.

Putty puxou com a língua devagar, saboreando, e o ovo saiu metade pra fora do buraco da galinha, ainda preso.

Ela chupou aquilo com força por longos segundos, a sensação quentinha, molinha e embebida na diarreia branca era incrível, sugando e lambendo o ovo como se fosse um doce, fazendo a galinha cacarejar de prazer.

— Mmmhh... que bolinha gostosa... tão molinha e quentinha... vou chupar até sair...

De repente o ovo saiu inteiro e caiu direto dentro da boca de Putty. No susto, ela engoliu sem querer. O ovo ficou preso na garganta.

Putty largou a galinha, sufocando, rolando no chão do galinheiro, as mãos na garganta, os olhos arregalados, o corpo convulsionando.

Joan e Mary chegaram correndo, atraídas pelos barulhos e cacarejos:

— Putty! Que porra é essa?!

Joan agarrou Putty por trás, e pressionou a barriga com força várias vezes. Putty convulsionou algumas vezes, revirando os olhos, até vomitar o ovo pra fora — junto com um jato grosso e quente de vômito, que acertou direto na cara de Mary, cobrindo o rosto e peito dela com vômito azedo.

Mary ficou toda vomitada, pingando, mas riu rouca:

— Caralho... você engoliu um ovo inteiro de galinha? Que puta louca!

Putty respirou fundo, tossindo, e olhou pra Mary coberta de vômito:

— Que delícia... teu rosto fica ainda mais gostoso assim, toda melada de vômito meu.

As três caíram na gargalhada, rolando na palha.

Mary limpou o rosto com a mão e lambeu os dedos:

— O gosto do teu vômito misturado com diarreia de galinha... é estranho, mas gostoso pra caralho. Você cagou na boca de alguma galinha?

Putty sorriu, ainda ofegante:

— Ainda não... mas vou fazer isso na próxima. Também quero que mais desses bichos caguem na minha boca enquanto eu chupo os cuzinhos deles.

Joan riu alto:

— Você é impossível... vamos comprar umas roupas primeiro, você tá passeando pelada por aí desde que chegou na Terra.

No caminho, dentro da caminhonete, as três conversavam animadas, Putty ainda nua no meio, rebolando devagar no banco.

Excitada, ela contava tudo com detalhes:

— Eu enfiei a cabeça inteira do galo na minha buceta e ele ficou cantando lá dentro por um tempão... o barulho abafado era hilário, mas me fez gozar três vezes seguidas, jorrando na cara dele. Depois as galinhas... peguei uma e enfiei a boca no cu dela. Fiquei lambendo por alguns minutos, até ela cagar um líquido branco e quentinho direto na minha garganta. Eu engoli tudo devagarinho. Também tinha uma bola branca e mole dentro do cu dela, e eu chupei por um bom tempo até ela sair, mas engoli sem querer. Aí a Joan chegou e me salvou... O resto vocês já sabem.

Joan riu, dirigindo:

— Eu vi você rolando no galinheiro com um monte de penas na boca... pensei que tava morrendo engasgada com uma galinha enfiada na boca, mas era só um ovo.

Chegando em Gozopolis, Putty ficou espantada: ruas cheias de gente andando pra lá e pra cá, veículos barulhentos, prédios altos, uma fumaça fedorenta no ar. Parecia um pouco com as cidades de Karola, mas era muito mais caótico e sujo.

Joan parou a caminhonete em frente a uma lojinha discreta numa rua menor. Bulk ficou quietinho na carroceria, e deitou a cabeça, fechando os olhos.

As três desceram. Putty, pelada no meio da rua, chamou atenção imediata: pessoas paravam, olhavam, cochichavam, alguns homens e mulheres ficavam boquiabertos.

Joan puxou ela pela mão:

— Entra logo antes que chamem a Polícia, sua tarada exibida.

Dentro da loja, uma vendedora de cabelos castanhos curtinhos, sardas no rosto, e vestidinho preto justo, veio atender.

Ela viu Putty completamente pelada e congelou, com os olhos arregalados:

— Meu Deus... o que...

Mary inventou uma história na hora, com cara de preocupada:

— Ela foi assaltada! Os Bandidos da Roupa levaram tudo dela, até a calcinha. Tadinha, tá traumatizada, coitada.

A vendedora, meio burrinha, acreditou na hora:

— Coitadinha... vem, vamos escolher algo pra você rapidinho.

Ela começou a mostrar vestidos, blusas, saias, mas Putty só olhava o corpo dela: peitos pequenos e firmes marcando no vestido, a bunda pequena, mas redonda, corpo magrinho, pernas finas.

Putty babava de tesão, a saliva escorrendo da boca. A vendedora percebeu o olhar devorador sobre ela e ficou desconfortável, corando:

— Esse vestidinho aqui ficaria perfeito em você... vamos experimentar no provador?

Putty aceitou na hora, seguindo ela pro provador nos fundos.

Ela ficou esperando que a vendedora entrasse junto:

— Você não vai entrar também?

A vendedora ficou confusa:

— Eu? Por quê?

Putty fingiu um drama máximo, com a voz tremendo, e os olhos marejados. Ela percebeu que a vendedora era bem tapada e que cairia em qualquer história, então decidiu usar isso a seu favor:

— Tô tão traumatizada pelo assalto... não consigo vestir a roupa sozinha. Preciso que alguém me ajude, por favor... tô com tanto medo...

A vendedora ficou morrendo de pena:

— Oh, tadinha! Me desculpe... vou te ajudar, tudo bem.

Ela entrou junto e Putty sorriu por dentro:

— Não... assim não dá. Você precisa tirar a roupa toda e me mostrar como se veste direitinho.

A vendedora pensou por alguns segundos, corada, mas concordou:

— É, faz sentido! Me desculpe, vou tirar a roupa.

Ela ficou completamente pelada no provador apertado e Putty babou ao ver seu corpo: os peitinhos pequenos com mamilos rosados, a buceta lisinha, uma bunda pequena, mas empinadinha.

— Ohhh... as lembranças do assalto estão voltando! Nãoooo! Nãoooo!

Putty fingiu um desmaio dramático e caiu em cima da vendedora, com a boca grudando direto nos seus peitos pequenos. Ela levou um susto enorme, mas segurou Putty pra que não caisse, gemendo baixo ao sentir a boca quente sugando forte seu mamilo.

Putty desistiu completamente de fingir um desmaio e tacou o foda-se. Chupou com fome animalesca, sugando o mamilo inteiro pra dentro da boca, a língua girando rápido por longos minutos.

O leite começou a vazar em jatos grossos. Putty bebia tudo, engolindo ruidosamente, apertando o peito com força e mamando sem parar:

— Que leite gostoso... tá vazando tanto pra mim, sua vadia burra... vou mamar até secar...

A vendedora gemia, com as pernas bambas e a voz tremendo:

— Acorda... por favor... ai meu Deus...

De repente as pernas da vendedora cederam e ela caiu sentada no chão do provador, as costas contra a parede, ainda gemendo.

Putty escorreu a mão pra bunda dela, enfiou dois dedos no cu seco e apertado, mexendo lá dentro com força por quase um minuto inteiro. A vendedora gozou na hora, com o corpo tremendo violentamente, gemendo alto, o gozo escorrendo pelas coxas.

Putty deslizou a boca dos peitos pra buceta lisinha, chupando forte, a língua penetrando fundo, sugando o creme que já escorria por longos minutos.

A vendedora gozou de novo, gemendo mais alto, as mãos na cabeça de Putty, empurrando a boca dela mais fundo.

Putty virou ela de bunda pro alto e enfiou a cara no pequeno cuzinho:

— Que cheiro de merda gostoso... vou limpar tudo com a língua.

Chupou forte, indo fundo com a língua no cu apertado por um bom tempo, lambendo as paredes internas. A vendedora relaxou e começou a cagar uma pasta fedida quentinha direto na boca de Putty. Ela engolia tudo, gritando de prazer:

— Isso... caga mais na minha boca, sua puta retardada! Que merda quente e gostosa... enche minha garganta!

Enfiou um pé suado na boca da vendedora, que chupou sem reclamar, lambendo entre os dedinhos, sugando o suor, a garganta trabalhando por longos segundos.

Putty chupou mais forte o cu dela, fazendo mais diarreia jorrar em golfadas grossas. Tendo pequenos espasmos de prazer, a vendedora começou então a vomitar com o pé enfiado na boca.

Joan abriu a cortina do provador de repente:

— Ah, então era aqui que vocês estavam? Que putaria gostosa, hein! Mas tá anoitecendo, terminem logo isso e vamos comprar as roupas.

Putty tirou a cara do cu da vendedora e ficou observando em êxtase a bunda dela fazendo um chafariz de merda líquida que esguichava pro alto, enquanto vomitava com seu pé enfiado na boca, e o corpo todo tremendo.

Pouco depois, Putty saiu do provador com um vestidinho de látex vermelho curtíssimo, que deixava as tetas e a buceta completamente de fora:

— Adorei esse aqui! Peguei outros parecidos! Vamos embora!

Joan e Mary saíram com ela. A vendedora, ainda escorrendo merda e vômito pelo corpo todo, ficou olhando a caminhonete ir embora e de repente lembrou:

— Peraí... elas pagaram por aquilo?

Continua...

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