Eu me chamo Kátia. Quarenta anos, loira natural, cabelo liso e longo que desce até o meio das costas, olhos verdes-claros, pele branca que fica rosada fácil quando o tesão bate. Meus seios são grandes, naturais, pesados mas firmes, daqueles que balançam gostoso quando eu me mexo. Corpo fitness, pernas definidas, bunda empinada de quem malha quatro vezes por semana. Eu me cuido pra caralho. E sei que ainda viro cabeça por onde passo.
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Minha filha Carol tem vinte e dois anos e é a minha cara viva. Loiro idêntico, cabelo liso, seios grandes e naturais como os meus, corpo magro e fitness, pele branca, olhos claros. A gente sempre foi íntima, quase melhores amigas. Mas nunca, nunca tinha imaginado que a gente pudesse cruzar essa linha. Até aquela noite.
Foi ideia dela. A gente estava em casa, tomando vinho tinto, rindo de besteiras, quando ela me mostrou no celular uma balada GLS famosa numa cidade a duas horas de São Paulo. “Mãe, a gente nunca foi numa coisa assim. Só pra conhecer, pra sentir a vibe. Pode ser divertido pra caralho.” Eu hesitei um segundo, mas o vinho já tinha me deixado solta. “Tá bom, filha. Vamos. Só pra curtir.” A gente se arrumou juntas no quarto, se olhando no espelho. Eu escolhi um vestido preto curto, justo, que marcava os seios e deixava as coxas à mostra. Ela colocou um top cropped branco que mal segurava os seios e uma saia preta curtíssima. As duas loiras, os dois corpos esculturalmente parecidos. A gente riu e se abraçou. “A gente parece irmã gêmea”, ela disse, e me deu um beijo na bochecha que demorou um segundo a mais.
Dirigimos com música alta, cantando, rindo, o vento quente da estrada entrando pela janela. Chegamos na balada por volta das dez. O lugar era escuro, luzes neon coloridas piscando, música eletrônica pulsante no peito. Cheiro forte de perfume doce, suor feminino, álcool e cigarro de bala. Mulheres bonitas pra todo lado: sapatas, bi, curiosas, todas dançando coladas.
A gente pediu dois drinks fortes — caipirinha de limão com vodka dupla. Depois mais dois. Dançamos juntas no começo, só mãe e filha se divertindo. Corpos colados, quadris se mexendo no ritmo. Mas logo as outras mulheres começaram a se aproximar.
Uma morena alta, uns trinta e cinco, pele morena, corpo curvilíneo, veio por trás de mim. Mão na minha cintura, perna encaixada entre as minhas, coxa dela pressionando direto na minha boceta por baixo do vestido curto. A gente dançou assim, colada, suor misturando. Ela virou meu rosto com a mão e me beijou. Foi um beijo gostoso pra caralho: língua macia, quente, invadindo devagar, gosto de morango, álcool e batom. A mão dela desceu pra minha bunda, apertando, me puxando mais contra a perna dela. Eu gemi baixo na boca dela, sentindo meus mamilos endurecerem contra o vestido. Meu corpo inteiro acendeu. Quando ela se afastou, mordendo meu lábio inferior, eu estava molhada, latejando.
Olhei pro lado e vi Carol. Uma loira magra, tatuada, estava dançando com ela do mesmo jeito: perna colada, mão na cintura da minha filha, boca colada na dela num beijo fundo, quase pornográfico. Carol tinha os olhos fechados, mão no cabelo da garota, quadril rebolando. Eu senti um leve ciúme queimar no peito — rápido, quente, inesperado. “Porra, ela é minha”, pensei, mas sacudi a cabeça e sorri. Era só a bebida e o clima. Carol abriu os olhos no meio do beijo, me viu olhando e sorriu safada, quase desafiadora, como se soubesse exatamente o que eu estava sentindo.
A gente continuou assim por horas. Mais drinks. Mais danças. Mais beijos roubados. A morena me beijou de novo, mais fundo, mão subindo por dentro do vestido até roçar na minha calcinha molhada. Carol viu e, dessa vez, o ciúme dela ficou visível: ela parou de dançar, veio até mim, segurou minha mão e me puxou de leve pra longe da morena. “Mãe, vamos pegar mais drink?”, disse com a voz rouca, olhos brilhando de tesão e algo mais. A gente riu, mas o ar entre nós já estava carregado.
Às três da manhã a balada fechou e a gente estava completamente bêbada, excitada, corpos pegando fogo. Dirigir de volta era loucura. Achamos um motel ali perto, daqueles com hidro no quarto e cama king size. Entramos rindo, tropeçando, o quarto cheirando a sabonete de hotel e lençóis limpos. “Mãe, eu tô pegando fogo”, Carol disse, jogando a bolsa no sofá. “Aquela loira me deixou louca… mas eu não parava de olhar pra você.”
Eu ri, mas minha voz saiu baixa e rouca. “Eu também, filha. A morena… o beijo dela foi bom demais. Mas quando eu vi você com ela… senti um negócio estranho. Ciúme, sei lá.”
Carol se aproximou, olhos fixos nos meus. “Ciúme? De mim?” Ela sorriu, safada. “Bom. Porque eu senti o mesmo quando aquela morena tava com a mão na sua bunda.”
A gente decidiu tomar banho na hidro pra relaxar. O quarto tinha uma banheira enorme, jatos fortes, luzes coloridas baixas. A gente se despiu devagar, quase em silêncio, os olhares se demorando. Eu olhei o corpo da minha filha: seios grandes, mamilos rosados já duros, barriga tanquinho, boceta depilada lisinha, bundinha redonda e empinada. Ela me olhou do mesmo jeito, mordendo o lábio inferior.
Entramos na hidro. Água quente borbulhando em volta dos nossos corpos. Sentamos uma de frente pra outra, pernas se tocando debaixo d’água. A pele dela era macia, quente, lisinha. O álcool ainda girava, mas o tesão era muito maior.
Carol me encarou por um longo tempo, olhos claros brilhando sob as luzes coloridas. A água fazia os seios dela boiarem, mamilos perfeitos aparecendo e sumindo. Meu coração batia forte. Ela sorriu devagar, um sorriso que eu nunca tinha visto nela — puro desejo.
— Mãe… me fala uma coisa — disse baixinho, voz rouca, joelho roçando devagar na parte interna da minha coxa. — Você acha mais bonita morena… ou loira?
Eu engoli em seco. Senti um calor subir pela barriga, a boceta latejando forte na água quente. Olhei direto pra ela, sem desviar.
— Loira — respondi, quase sussurrando. — Loira igual você, filha. Igualzinha a você.
O ar pareceu ficar mais pesado. Carol respirou fundo, os seios subindo e descendo. Ela se aproximou um pouco mais, joelhos abrindo os meus de leve debaixo d’água. A mão dela tocou minha perna, subindo devagar pela coxa, dedos leves fazendo círculos na pele molhada.
— É? — murmurou, olhos descendo pros meus seios, depois voltando pro meu rosto. — Então por que você não para de olhar pra mim desse jeito desde que a gente saiu da balada?
Eu não respondi com palavras. Só segurei a mão dela e guiei até meu seio esquerdo, apertando os dedos dela contra o mamilo duro. Carol soltou um suspiro trêmulo. Nossos rostos estavam a poucos centímetros agora. Eu sentia o cheiro dela: perfume doce, suor de balada, excitação feminina pura. Meu clitóris pulsava. A gente se olhou por mais alguns segundos eternos, tesão crescendo, respirações aceleradas, bocas entreabertas.
Então a gente se beijou. Devagar no começo, depois faminto. Boca quente, língua macia, gosto de caipirinha e desejo. Gememos juntas dentro do beijo. As mãos dela apertaram meus seios, sentindo o peso, os bicos duros. Eu fiz o mesmo com ela. Pele contra pele, macia, quente, molhada.
Saímos da hidro pingando. Caímos na cama, corpos molhados, cabelos grudados. Eu deitei de costas. Carol subiu em mim, beijando meu pescoço, descendo pros seios. Chupou um mamilo devagar, língua girando, sugando forte. Eu gemi alto, arqueando as costas: “Filha… porra… que delícia… assim… chupa mais forte…”. Ela desceu mais. Abriu minhas pernas. Eu olhei pra baixo e vi o rosto dela entre minhas coxas: cabelo loiro molhado, olhos claros brilhando de tesão, boca entreaberta.
Ela lambeu minha boceta devagar, língua toda de baixo pra cima, sentindo o gosto. “Você tem um gosto tão bom, mãe… doce, cremoso, molhado pra caralho”, murmurou contra mim. Depois chupou meu clitóris, dois dedos entrando fundo, curvando. Eu gemia sem parar, alto, rouco: “Carol… ai, filha… chupa mais… me fode com a boca…”. Ela enfiou a língua dentro de mim, fodendo com vontade. Eu via tudo: a cabeça loira dela se mexendo ritmada, os ombros dela, meus seios balançando, a saliva dela brilhando na minha boceta inchada.
Eu gozei forte, gritando o nome dela, coxas apertando a cabeça dela, corpo tremendo inteiro.
Mas eu queria mais. Virei ela de bruços. Carol gemeu quando sentiu minha boca descer pela coluna dela. Eu beijei a bunda dela, abrindo as nádegas macias e firmes. O cheiro dela ali era íntimo, excitante, um pouco salgado. Passei a língua devagar no ânus dela, circulando. Ela arqueou, gemendo alto: “Mãe… caralho… isso… que delícia…”. Enfiei a língua dentro do cuzinho dela, devagar, sentindo a maciez apertada, quente, o gosto leve e proibido. Lambi com vontade, língua entrando e saindo enquanto meus dedos fodiam a boceta dela fundo. Carol gemia sem controle: “Mãe… que delícia… me come assim… ai, porra… não para… eu tô louca…”. Eu via a bundinha dela tremendo, os seios esmagados contra o lençol, o rosto dela virado de lado, boca aberta soltando gemidos roucos e desesperados.
Ela gozou assim, apertando meus dedos, gritando meu nome.
A gente se virou de novo. Carol subiu em mim, boceta contra boceta, se esfregando devagar no começo, depois mais forte, clitóris contra clitóris. A gente se olhava nos olhos o tempo todo. Seios grandes se apertando, suados, macios. O barulho molhado, os gemidos ecoando no quarto. “Mãe… eu tô gozando de novo… caralho…”, ela gemeu, tremendo inteira. Eu gozei junto, clitóris latejando contra o dela, unhas cravadas nas costas dela.
Mas ainda não acabou. Eu a deitei de lado, levantei uma perna dela e enfiei dois dedos na boceta dela enquanto lambia o ânus de novo, língua fundo, girando rápido. Ela gritava de prazer: “Mãe… você tá me matando de tesão… assim… mais fundo… eu amo sua língua no meu cuzinho… ai, porra…”. O cheiro de sexo enchia o quarto: suor, boceta molhada, saliva, desejo puro. Eu sentia o sabor dela na minha boca — doce, salgado, viciante. Ela gozou pela terceira vez, corpo convulsionando, gemendo meu nome como uma prece.
A gente ficou ali, ofegantes, abraçadas. Pele quente, suada, macia. O coração dela batendo forte contra o meu seio. Eu passei a mão no cabelo loiro dela, beijei sua boca devagar, sentindo nosso gosto misturado.
— Isso foi… — eu comecei, voz rouca.
Carol sorriu, olhos brilhando, mão descendo pra apertar meu seio de novo, mamilo ainda duro entre os dedos dela.
— Foi o que a gente queria sem saber, mãe. E vai acontecer de novo. Hoje ainda. E amanhã. E sempre.
Eu sorri também. Porque sim. Ia acontecer de novo. Muitas, muitas vezes. E a gente não queria que fosse diferente. Nunca mais.