OS ESPELHOS DE DUAS FACES.
Faz um mês que minha tia Germana partiu, deixando pra mim uma herança que virou um verdadeiro covil de segredos, desejos sujos e fantasias que eu nem sabia que existiam. Ela era a última da linhagem daquelas que o povo do fim de mundo chamava de "Bruxas do Bem". Vivia isolada numa fazenda que parecia ter parado no tempo: sem luz, sem internet, só mato e um ar de mistério que dava até medo, mas que ao mesmo tempo excitava pra caralho.
Além de terra pra caralho e uns imóveis alugados, herdei uma grana preta. Mas eu sentia no meu pau que o tesouro mesmo tava escondido naquelas paredes velhas.
Me chamo Rafael, sou casado com a mulher mais linda e mais gostosa do mundo. A Letícia é um monumento: linda, inteligente, simpática e uma puta gostosa pra caralho, com uma safadeza na cama que só eu sei, um fogo que ninguém vê.
Viver com ela há catorze anos é como andar no gelo: por fora é lisa, perfeita, angelical. Ela tem 35 anos, branquinha, baixinha, rosto de menina... sempre foi a esposa recatada pra todo mundo. Mas eu sempre soube que por baixo dessa santidade existia uma cadela no cio, uma libido de dar medo e uma bundinha deliciosa que sempre me deixou louco pra fuder... mas ela é cheia de mimimi, às vezes deixa, às vezes não.
Só que na cama a rotina tava uma merda: sempre o mesmo papo, sempre o básico. Eu tenho mil fantasias, queria apimentar, queria o proibido... mas ela sempre empurrava com a barriga. Ela queria era que eu realizasse a DELA primeiro. E a fantasia dela? Meu Deus...
A safada queria me ver transando com outro cara, enquanto ela transava com outro homem, em lugares diferentes. E o pior: tudo filmado, gravado, pra gente assistir depois se masturbando. Pra mim, que sou mais certinho, aquilo soava estranho, quase um pecado... mas confesso que o negócio começava a me mexer.
Só que o tempo foi passando, a vontade dela foi diminuindo e já faziam dois meses que eu não encostava nela. Nada. Zero. O clima tava frio pra caralho.
Foi aí que falei: "Vamos lá pra fazenda da tia, ver esse meu império". Ela topou na hora. O lugar era no meio do nada, longe de tudo e todos.
Chegando lá, ela saiu vasculhando tudo feito uma doida. Na sala, tinha um baú cheio de areia e ela encontrou três chaves antigas. Saímos abrindo porta por porta naquela casa enorme. No porão, tinha uma porta estranha com símbolos. A chave girou e entramos. Era o santuário da bruxa: máscaras, ervas, ossos, bichos em conserva... coisa bizarra, mas doida.
Mas o estranho mesmo era um espelho que não refletia nada. Depois, no quarto principal, achei um espelho gigante, de uns três metros de altura. Ela ficou babando:
— Esse espelho eu quero levar!
— Como, mulher? É maior que o carro!
— Corta ao meio então...
— De jeito nenhum! Parece que tá colado na parede!
Ela saiu emburrada. Eu, querendo agradar, fui ver se mexia. Quando forcei a moldura, minha imagem sumiu. Caralho! Não era espelho... era vidro! Eu conseguia ver o quarto ao lado! Ela lá, eu aqui invisível. Que putaria é essa?!
Descobri um alçapão no chão, abri com a chave e desci. Tinha um corredor secreto, um labirinto atrás das paredes, cheio de espelhos espalhados. Eu era Deus ali: via tudo, ninguém me via.
A NOITE
Anoiteceu e o clima na casa esquentou mais que forno de padaria. Eu entrei no corredor secreto, ela ficou na sala. Ela sabia que eu tava lá.
— Vem, amor... olha só o que sua esposa tem pra você! — gritou ela.
Ela tava pelada, toda branquinha, se tocando devagar na minha frente. Caralho... que visão! Ela passava a mão na bucetinha já toda melada, apertava os peitos, gemia de propósito.
— Gosta, marido? Olha como ela tá latejando... mas hoje você não come não! Hoje você é só espectador! Hoje eu quem mando!
Eu tava duro pra caralho, o pau doendo dentro da calça, quase quebrei o vidro pra ir lá comer ela. Mas ver ela gozando ali na minha frente, gemendo alto, se contorcendo... foi a coisa mais doida da minha vida.
Quando saí de lá, não aguentei. Pulei em cima dela, agarrei o pescoço dela e comi ela feito um animal. Foi sexo pesado, gemido alto, palavrão pra todo lado. Ela é uma deusa, uma puta maravilhosa que só eu sei usar. Dormimos exaustos, sabendo que aquela casa tinha mudado a nossa cabeça.
O AMANHECER E OS TRABALHADORES
No dia seguinte fui buscar três pedreiros na cidade. Queria reformar aquela mansão pra virar nossa casa de putaria.
Chegaram três monstros:
Henrique, 39 anos, branco, forte feito touro, braço grosso, peitão largo, cara fechada, homem bruto e calado.
Fernando, 40 anos, cunhado dele, bonitão, careca com cavanhaque, cara de safado pegador, meio forte, sorriso de quem come muito.
E o Raul, 50 anos, moreno claro, magro mas definido, peludo, parecia o Vin Diesel velho, cara de mau, olhar sedutor e misterioso. Esse sim tinha cara de que come e come muito.
Entramos na casa e eu vi de canto de olho a Letícia. Ela tava de vestidinho branco curto, decote mostrando os peitos, e o tecido colava na bunda dela marcando tudo. Caralho, ela tava uma delícia, parecendo santinha mas com olhar de quem quer comer o mundo.
E os caras? Nossa... não disfarçavam nem um pouco! O Henrique parava de trabalhar pra comer ela com os olhos. O Fernando babava feito cachorro. E o Raul? Ah, o Raul olhava com uma malícia, com uma vontade... e eu percebi: ela olhava diferente pra ele. Olhava com fome.
O calor tava de matar.
— Porra, que calor dos diabos! — gritou o Raul, e já tirou a camisa de uma vez.
Nossa senhora... que corpo! Definido, peludo, bronzeado, parecia um gladiador. E ele tava de bermuda fina sem cueca! Dava pra ver o volume do cacete dele empinando, as bolas balançando. Que porra é essa?!
Depois o Henrique tirou também: muralha de homem! E o Fernando também. Três homens pelados da cintura pra cima, suados, fortes, na minha casa, olhando pra minha mulher.
Eu olhei pra ela: tava ofegante, mexendo no cabelo, cruzando as pernas, sentindo o clima pesar. Ela tava derretida ali na frente dos três lobos.
O ALMOÇO E A CERVEJA
— E aí, pessoal! Almoçou e agora tem cerveja gelada! — gritei.
Eu fingi que bebi muito, fingi que tava bêbado, caindo por aí.
— Nossa... vou me deitar um pouco no quarto. A tarde é livre! Vocês ficam à vontade! Amor, serve eles direito, qualquer coisa! — e saí cambaleando.
Mal fechei a porta, já fui pro corredor secreto. Me posicionei no espelho da cozinha pra ver tudo.
O ACIDENTE E A CONVERSA SAFADA
Lá estava ela, lavando louça, de costas, o vestido subindo mostrando a perna grossa.
De repente: PÁ! Derrubou um vaso no chão.
— Ai! — gritou ela, levando a mão na boca.
O Raul foi nela na velocidade da luz.
— O que foi, gostosa? Se machucou?
— Acho que cortei o dedo... — disse ela, mostrando o dedinho sangrando.
Ele pegou a mãozinha dela, olhou fundo nos olhos dela, e fez a maior cara de pau do mundo: levou o dedo ensanguentado direto na boca dele!
— Deixa eu limpar... — sussurrou ele, e enfiou o dedo dela na garganta, chupou com vontade, lambeu o sangue, olhando ela nos olhos sem piscar.
Caralho! Eu senti um choque! Que putaria é essa?!
Ela ficou parada, estática, respirando forte, os olhos brilhando. Ela amou!
— Melhorou? — perguntou ele, soltando devagar — Agora já não dói mais... porque eu sou o remédio.
— Melhorou muito, seu Raul... muito obrigada... — disse ela, toda boba.
Os dois ficaram cara a cara, respiração se misturando, clima de 1000 graus.
— Tem certeza que é só o dedo que doía? — perguntou ele, voz grossa, rouca — Ou é o coração... ou é essa bucetinha aqui que tá doendo de tão cheia de vontade? Eu sou veterano, menina... vejo tudo. Vejo como você me olha, vejo como você fica molhada só de perto de homem de verdade.
Ela baixou a cabeça, toda sem graça, mas se entregando. Ele levantou o rosto dela pela queixada.
— Fala a verdade, safada... Você quer que eu te coma, né? Quer sentir um pau grande, experiente, dentro de você?
— Quero... — sussurrou ela, quase sem voz — Faz tempo que eu queria... sonho com isso...
— Então bora, mas tem que ser num lugar escondido, longe do teu marido e dos outros.
Ela olhou pros lados, olhou pro espelho onde eu tava escondido (ela sabia!), e falou:
— Vamos lá no quarto velho dos fundos... lá ninguém vai nos pegar...
A PUTARIA NO QUARTO
Entraram no quarto, ele trancou a porta, girou a chave e guardou no bolso. Mundo isolado. Agora era só eles dois... e eu vendo tudo.
O clima explodiu. Se agarraram feito dois animais. Beijo selvagem, mão pra todo lado, rasgando roupa quase. Ele jogou ela na cama velha e se pôs por cima dela, corpo grande pesando em cima dela.
— Raul... — gemeu ela, olhando pra ele com cara de cadela — Você tá realizando um desejo muito antigo meu... Agora eu não quero conversa fiada não... quero só ser amada... e muito bem fudida! Quero que você me foda como homem de verdade, bruto, malvado, experiente... me come com tudo que tem direito, seu gostoso!
— É isso mesmo que vou fazer contigo, sua putinha safada! — rosnou ele na orelha dela — Eu sei que é risco grande, podemos ser pegos a qualquer momento, mas eu não podia deixar uma mulher tão gostosa assim morrendo de vontade... Você merece é ser comida até não aguentar mais!
E sem avisar nenhum pouco, ele encaixou aquele cacete gigante na entrada e METEU TUDO DE UMA VEZ SÓ!
— AAAAAHHHH! CARALHO! — gritou ela, arregalando os olhos, sentindo tudo dilatar.
Ele começou com estocadas curtas mas profundas, que doía na alma. Parava, beijava ela com vontade, e depois socava forte pra caralho! PÁ! PÁ! PÁ!
— Toma! Toma esse pau todo, sua vagabunda! Esse é o tamanho que você precisava! — gritava ele, sem dó.
Ele mexia devagar, sentindo cada milímetro, e depois socava tudo pra dentro com uma raiva gostosa. Nossa, esse coroa sabia jogar! Sabia exatamente o ritmo que ela gostava!
Ficaram nessa por uns minutos, ele conhecendo o território dela, ela se acostumando com o tamanho daquele monumento.
— Você aguenta mais, gostosa? — perguntou ele, malvado.
— Muito mais... não para, por favor... me come mais! — implorou ela.
Ele tirou o pau de dentro dela, todo brilhante de mel e lubrificante. Ela virou logo, ficou de quatro na cama, empinando aquela bundinha branquinha pra ele.
— É isso que eu quero ver! — gritou ele.
Ele passou a cabeça do cacete gigante na bucetinha dela, molhando todo, pincelando, provocando, e depois encaixou de novo e começou a meter com um vigor que eu nunca tive! Socava forte, fazia a cama toda ranger, falava coisa suja no ouvido dela, mordia o pescoço, chupava o ombro, sem parar de foder nem por um segundo!
— GOSTOSO! CARALHO, QUE PAU BOM! — gritava ela, se debatendo na cama.
Ela fazia uns gestos, uns gemidos, umas caras que ela NUNCA fez comigo! Ela tava amando ser dominada, ser tratada como objeto de prazer!
— Mais forte! Mais forte, por favor! Me fode com raiva, seu lobo! — pedia ela, fora de si.
Ele então mudou a posição: puxou ela, colocou de ladinho, ergueu a perna dela bem alta, deixando ela totalmente aberta, e mostrou serviço! Socava sem parar, sem dar trégua! Estocada tão forte, tão profunda, que eu via a barriga dela enchendo e esvaziando com o movimento do pau dele! Não acreditava que ela aguentava aquilo tudo entrando!
Eu lá do outro lado, já não aguentava mais de tesão, tinha que aliviar logo. Abri minha calça, peguei meu pau duro pra caralho e comecei a bater bem rápido, vendo minha mulher sendo comida por outro.
— Eu tô no paraíso! Eu tô no céu, Raul! — gritava ela, fora de si — Nunca senti isso na vida!
Quando ele viu que ela já tava no talo, quase explodindo, mandou ela se ajoelhar na frente dele.
— Abre essa boquinha, safada! Agora é hora de receber minha porra!
Ele ficou batendo aquele cacete grosso na cara dela, nos lábios carnudos, e então liberou! Jatos e mais jatos de leitinho quente saíram pra caralho, sujando o rosto dela todo, olho, boca, queixo... uma porrada de porra!
— Toma! Toma toda essa porra na cara, sua puta!
E quando ele terminou, a safada fez uma coisa que eu sempre pedi e ela nunca quis fazer comigo: ela abocanhou o cacete dele ainda latejando e chupou com tudo, limpou todo o resto de porra, lambeu as bolas, deixou ele limpinho e sequinho!
— Hummmm... gostoso... obrigada... — disse ela, com a voz falha, rosto todo sujo de sêmen.
Eu gozei na minha mão na mesma hora, vendo aquela cena perfeita, maravilhosa, que sabia que ainda tinha muitas coisas pela frente.
